sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Testemunho do Grupo Avé Maria




Vivência do  lema «Rosto do Pai».

Somos um grupo de cinco casais (Paula e João; Guida e Manuel; Fernanda e José; Rosinda e Paulo; e São e CaPê). Celebrámos a Aliança de Amor com a Nossa Mãe no dia 29 de Novembro de 2004 e, desde 2008, vive em cada casa a Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, no seu altar (Santuário-Lar).
Depois de um ano de dificuldades no grupo, depositámos na nossa Mãe Peregrina (que nos acompanha desde 5 de Agosto de 2005), o nosso futuro e preocupações.
Resolvemos fazer uma reunião de coração aberto, onde cada elemento do grupo dizia o que sentia naquele momento, em relação a si e aos propósitos do grupo. Foi um momento único que se viveu em grupo, onde aprendemos,  além de tudo a sermos mais humildes, mais generosos e onde, de certeza, a nossa Fé saiu mais reforçada.
Foi a partir dessa data que o grupo decidiu dar um rumo mais concreto ao seu futuro, entregando nas mãos da nossa Mãe e Rainha a vida e os propósitos do grupo. «O que queria o nosso Pai dizer-nos com todas estas preocupações e dúvidas?», era a questão que se levantava.
Propusemo-nos procurar a resposta para todas as nossas dúvidas, através de oração em família, terço em grupo nos meses de Maio e Outubro, e,  por que não coroar a nossa Mãe Peregrina?
Era isso talvez o que nos faltava, dar um impulso à nossa vida de grupo. Está decidido, diziamos nós, vamos coroar a nossa Mãe, como Rainha da Missão.
Foi este o desafio a que nos propusemos, apesar de haver alguém que nos disse um dia, em terras de Santa Maria, "nem sabem no que se vão meter?!".
Foi tudo muito rápido e profundo até ao dia da Coroação Mãe e Rainha do grupo Avé Maria, como Rainha da Missão. Aconteceu no dia 6 de Agosto de 2008, sobre o túmulo do Pai, na Igreja da Adoração, em Schoenstatt.
Foi o momento alto da vida do nosso grupo, que conta já com nove anos de história desde o dia da 1.ª reunião.
Somos agora, temos essa convicção, um grupo orientado para ajudar o próximo, já que todos estamos envolvidos em grupos de trabalho, na nossa Obra de Schoenstatt.
Graças,  Mãe, por estas Bênçãos.
Obrigado, Pai, por acreditares que a tua Obra de Schoenstatt seria um dia, reconhecida em todo o mundo.

CaPê

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Foi há 20 anos...


RAINHA DA NOSSA PARÓQUIA 


No último Domingo, dia 25 de Outubro, foram encontrados, numa feira em Aveiro, dois pratos festivos (da Vista Alegre).
Um tem uma pintura da Igreja Matriz da Gafanha da Nazaré e o outro contém uma pintura do Altar da Primeira Capela dedicada à MTA em toda a Península Ibérica, também na Igreja Matriz. 
Na pintura da Capela pode ler-se: Altar da Capela da Igreja Matriz – 1973. 
Na parte de trás do prato pode ainda ler-se a inscrição I Campanha Pró-unidade Paroquial. 11-XI-73



 Prato do Altar da Capela e da Igreja Matriz. 

 Os pratos foram encontrados no último Domingo antes do aniversário dos 20 anos da Coroação da Mãe Três Vezes Admirável como Rainha da Nossa Paróquia.

Será que Deus e a Sua Mãe querem, com tudo isto, deixar-nos alguma mensagem?! 

Deixamos aqui a oração de coroação rezada no dia 29 de Outubro de 1989.


Queria Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt! Cheiros de alegria, unidos em torno do nosso Pastor, como família de Deus, vimos a este Santuário de Graças para Te oferecer a coroa, símbolo da nossa confiança e do nosso amor.
Maria, Tu é a filha predilecta do Pai, eleita a participar na Obra redentora do Teu Filho. Junto à cruz, na hora suprema da nossa redenção, Cristo deu-Te a tarefa de seres a Mãe da Igreja e confiou-nos  Ti como filhos, por quem zelas continuadamente com cuidado maternal. 
Como Mãe da Igreja e nossa Mãe, queres manifestar, neste Santuário, a magnificência da Tua fecundidade maternal e da Tua admirável arte de educar, transformando-nos em cristãos conscientes, filhos heróicos de Deus Pai e apóstolos comprometidos com as necessidades da Igreja e do mundo. 
Ajuda-nos a ser fiéis à Aliança Baptismal, num esforço sério de auto-educação e no cumprimento fiel e generoso do nosso dever de cristãos, a fim de que o Pai Eterno possa também pronunciar sobre nós as palavras que fez ressoar no Tabor: «Este é o meu Filho muito amado sobre o qual pus todo o meu enlevo». (Mt. 17,5). 
Conscientes de sermos filhos amados do Pai, seremos capazes de ver todos os acontecimentos da nossa vida, sobretudo os mais difíceis, como uma participação na vida dolorosa de Cristo, para um dia participarmos também na Sua glória. 
Aprofunda em nós a confiança vitoriosa, a fé singela e filial no amor de Deus pai, que só nos envia aquilo que é para o nosso maior bem. 
Querida Mãe, Tu sabes como é difícil vivermos como verdadeiros filhos de Deus no mundo actual. Por isso, com grande confiança e amor filial, nós Te oferecemos a coroa e Te proclamamos: 
RAINHA DA NOSSA PARÓQUIA 

Aos mesmo tempo Te suplicamos: reina como o Teu Filho, nos nossos corações. 
Reina nas famílias sem fé, para que se tornem «Igrejas-domésticas». 
Reina na juventude que caminha sem rumo certo. 
Reina na nossa Paróquia, para que seja verdadeira comunidade de fé e de amor. 
Reina na nossa Diocese, tornando-a uma família, onde o Bispo ocupa o ligar de pai, como representante de Deus. 
Reina na nossa pátria e nos corações dos nossos governantes, para que governem na verdade e na justiça, e assim Portugal permaneça Terra de Santa Maria, onde reine e triunfe o Teu Imaculado Coração. 
Reina da Igreja e em todo o mundo, fazendo surgir um só rebanho e um só Pastor. 
Aceita a coroa e mostra-nos o Teu Poder de Rainha! 
Reina, vence e triunfa com o Teu Filho Divino, no Espírito Santo, para a glória do Pai.  
Amem



 Padre Rubens coroando a MTA como  
Rainha da Nossa Paróquia.


Ana Margarida

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Caminhos de Jubileu...

FOI HÁ 24 ANOS...

Foi há 24 anos, no dia 27 de Outubro de 1985, que a família de Schoenstatt de Aveiro e os peregrinos do Santuário ofereceram à Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt uma coroa. A Mãe no Santuário Tabor Matris Ecclesiae foi coroada Rainha da Filialidade Heróica.



D. Manuel de Almeida Trindade na cerimónia da coroação

Hoje, a coroa continua a ser expressão do nosso amor à Mãe de Deus e do seu amor para cada um de nós.



Foto da MTA com nova iluminação

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Alexandra descobre o Rosto do Pai

Nas Jornadas de Outubro Centro-Norte tivemos um momento familiar, em que partilhámos a vida de cada diocese (Porto, Braga, Coimbra e Aveiro). O último ano foi vivido sob o lema "Família em Aliança - Rosto do Pai". Cada diocese, na sua originalidade, contou  as iniciativas e vivências de cada Ramo.


A Alexandra da Juventude do Porto partilhou a sua vivência sobre a descoberta do "Rosto do Pai" e, num dos momentos, leu a sua reflexão pessoal que nos enriqueceu. Tesouros são para partilhar!



Alexandra partilha a sua vivência


O Rosto do Pai


A minha descoberta do Rosto do Pai começou na Primavera do ano passado quando comecei a frequentar o Santuário e fui convidada a fazer parte desta família. Até aqui eu sabia que neste Santuário se venerava Nossa Senhora e que havia vários Santuários espalhados pelo mundo, mas desconhecia a origem deste Movimento. Foi então que comecei pouco a pouco a descobrir o Rosto do Pai, numa primeira fase através da leitura da história da sua vida e obra e numa segunda fase no envolvimento crescente da minha vida pessoal com o Santuário.

Através dos “olhos do Pai” eu vislumbrei uma maneira diferente de viver a vida, seguindo os seus ensinamentos e tendo mais atenção ao mundo que me rodeia, reparando em cada pormenor por mais insignificante que pareça mas que tem a sua razão de existir. Aplicando estes ensinamentos à vida prática eu tomei parte nas missões que no ano passado se realizaram como a visita aos lares e a Jornada do Idoso e do Doente.

Através dos “ouvidos do Pai” eu despertei para uma maneira diferente de escutar a Palavra de Deus, aprendendo a ouvir para além do que é dito, interiorizando a mensagem e procurando transformar-me numa pessoa melhor, rumo à santidade. Também aqui apliquei à vida prática, tendo feito a minha preparação, com a preciosa ajuda da Irmã Claudete, para a Aliança de Amor que selei em Maio deste ano.

Através da “boca do Pai” eu comecei a proclamar a mensagem do Pai e os seus objectivos tentando atrair mais jovens para o Santuário, para que o nosso Movimento se multiplique cada vez mais. Na vida prática isto traduziu-se com a minha participação na formação do novo grupo de Apóstolas de Maria.

Assim, em jeito de retrato, posso concluir que realmente eu descobri o Rosto do Pai, vendo através dos seus olhos, escutando com os seus ouvidos e falando palavras da sua boca e o mais importante, amando e sentindo com o seu coração.

Alexandra Santos

"Nos Caminhos da Região" - 105 FM



Amanhã, pelas 11h30, é hora de sintonizar a Rádio Terra Nova 105 FM!

O programa "Nos Caminhos da Região", de Fernando Martins, irá dar voz ao Movimento de Schoenstatt através do Padre Carlos Alberto e da Ana Margarida Bola.

Espera-se ouvir falar sobre o Movimento de Schoenstatt e também sobre as comemorações deste Ano Jubilar.

Fique Ligado!
Pode ouvir aqui


A Equipa de Divulgação - Diocese de Aveiro

domingo, 25 de outubro de 2009

Para a noite de hoje










É vontade de Deus, por isso silencia.
Padre Kentenich

sábado, 24 de outubro de 2009

ENTREVISTAS REALIZADAS NAS JORNADAS DE OUTUBRO - 3


Paulo Inácio - Porto

Nome, Diocese de onde vem e Ramo do Movimento a que pertence.

O meu nome é Paulo Inácio, pertenço à Diocese do Porto e faço parte da Juventude Masculina.

Como tomou conhecimento do Movimento de Schoenstatt e há quanto tempo?

Um Domingo, não me foi possível ir à celebração eucarística de manhã e a minha madrinha, disse-me que existia aqui muito perto de casa, uma capelinha que tinha missa ao fim da tarde, mas não sabia que género de religião era.
Eu lá fui e gostei do que vi e do que senti, o que lá nos é transmitido pelas mãos da Mãe. Gostei tanto que pouco tempo depois, comecei a fazer parte da Juventude Masculina, a pertencer ao Santuário …

O facto de pertencer ao Movimento de Schoenstatt, alterou algo na sua vida?

Até então, andava um pouco afastado das coisas de Deus e o Movimento veio dar-me respostas para a vida, mas também trouxe muitas perguntas e vontade de procurar mais. Neste momento, sou um elemento bastante participativo nos assuntos de Deus e do Movimento.

Terminamos assim a publicação destas pequenas entrevistas que fizemos durante as Jornadas de Outubro. Pensamos que não é necessário fazer comentários. O que as respostas transmitem, dizem tudo, ou seja, quem pertence ao Movimento de Schoenstatt, sente que tem uma missão a cumprir. Em primeiro lugar para consigo próprio (auto educação e santificação da vida diária) e em segundo, mas não menos importante, para com a comunidade, procurando transmitir os ideais que o Pai Fundador nos deixou e que se fossem aceites por muito mais pessoas, fariam com que o Mundo fosse muito melhor.

Tudo isto, sem nunca esquecer que todos temos: 1 Família, 1 Pai, 1 Missão.

A Equipa de Divulgação de Aveiro do Jubileu 2010.

Recordar

Faz hoje cinco anos que celebrámos, numa Missa Festiva presidida por D. António Marcelino, então Bispo de Aveiro, as Bodas de Prata do Santuário Tabor Matris Ecclesiae.
Aqui deixamos o cartaz comemorativo deste aniversário, como lembrança da grande festa que vivemos.


Cartaz das comemorações. Criado por Margarida Bola Lagarto.

A Equipa de Divulgação - Diocese de Aveiro


É HOJE!


quinta-feira, 22 de outubro de 2009

14 anos depois...

Caíram as cadeias!

Caíram as cadeias!
Ressoe nas vozes de todos
um jubiloso cântico de gratidão
que se eleve dos lugares santos de Schoenstatt.

Em difícil peregrinação
Deus manifestou-se à nossa comunidade
na sua grandeza e sabedoria
para seu louvor e glória.

(Pe.José Kentenich, Rumo ao Céu - Cântico de Gratidão)


Padre Kentenich



"Não cesse este cântico de gratidão"

Ao fim de precisamente 14 longos anos de exílio e separação da sua Família espiritual, o Padre José Kentenich foi chamado de forma surpreendente por um telegrama e pôs-se a caminho de Roma. Chegado aqui, as tensões pareciam aumentar ainda mais, até que numa sessão do Santo Ofício os cardeais aboliram todas as anteriores resoluções contra a sua pessoa e o Santo Padre, o Papa Paulo VI, confirmou esta decisão a 22 de Outubro de 1965. Deste modo o Pai e Fundador estava finalmente livre. As palavras escolhidas pelo Pe. Kentenich para serem gravadas no seu túmulo expressam o seu amor e fidelidade à Igreja, durante este tempo difícil para ele e sua Obra: Dilexit Ecclesiam (Amou a Igreja).

ENTREVISTAS REALIZADAS NAS JORNADAS DE OUTUBRO - 2

Joana - Juventude Feminina de Braga

Nome, Diocese de onde vem e Ramo do Movimento a que pertence.

Chamo-me Joana, pertenço à Juventude Feminina da Diocese de Braga.

Como tomou conhecimento do Movimento de Schoenstatt e há quanto tempo?

Bem, vou fazer umas contas de cabeça, penso que aproximadamente há dezasseis anos. Vivo na paróquia onde está localizado o Santuário de Braga e então fui participar numa actividade (uma festa) e entrei no grupo das apostolas. Comecei por frequentar as reuniões neste grupo.

O facto de pertencer ao Movimento de Schoenstatt, alterou algo na sua vida?

Alterar, acho que não alterou nada, mas construiu algo em mim. A frase que me vem à cabeça e poderia pensar em muitas: a minha vida não seria o que é hoje sem o Movimento de Schoenstatt, isso posso garantir.

A Equipa de Divulgação de Aveiro do Jubileu 2010

O Pai e Fundador partiu para o Exílio

“Santuário do Exílio"


Lago Michigan, onde era frequente encontrar o Padre Kentenich.


No dia 22 de Outubro de 1951, há 58 anos, o Pai e Fundador partiu de Schoenstatt para o Exílio, ficando na cidade de Milwaukee (E.U.A.).



O Santuário de Milwaukee, conhecido como “Santuário do Exílio”, tem um lugar de destaque na história de Schoenstatt. Ele foi construído enquanto o Padre Kentenich esteve exilado pelos padres Pallottinos sob a supervisão do Fundador através da janela de seu escritório.

Nele, o Padre Kentenich celebrou mais de 3.000 missas e também passou ali muitas horas conversando com a Virgem Santíssima e o Deus Trino.

Este é o santuário em que o Pai e Fundador aceitou a Aliança de Amor dos primeiros casais a abrirem seus corações à mensagem de Schoenstatt.


"Santuário do Exílio"


Desde sua inauguração, em 1954, milhares de peregrinos têm ido ao “Santuário do Exílio” para receber as graças que nossa Mãe Três Vezes Admirável distribui de seu trono e para aprofundarem seu vínculo com o Pai e Fundador.



Fonte: http://www.schoenstatt.de/


Margarida

Ser Jovem é...

Por do Sol no Monte Sião, Schoenstatt.
Foto de Ana Margarida Bola

Ser Jovem
É amar a vida, cantar a vida,
Abraçar a vida
Perdoando até os golpes que esta nos arremessa.

Ser jovem
É ter altos e baixos, entusiasmos e desalentos.
É vibrar com os momentos bons
E passar por cima dos que nos põem para baixo
Com um sorriso que apaga as dificuldades.

Ser jovem
É ter piedade dos mais débeis,
Não ter vergonha de fazer o sinal da Cruz em público.
Cantar uma canção a plenos pulmões
E saber apreciar um bom acontecimento.

Ser jovem
É esse desejo de deter o relógio,
Quando se é feliz,
Quando a companhia é agradável
E a ventura nos sorri.

Ser jovem
É caminhar firmemente pelo atalho, à luz de alguma estrela
longínqua.

Ser jovem
É permanecer descobrindo, amando,
Servindo sem nunca fazer distinção de pessoas.

Ser jovem
É fitar a vida de frente, bem nos olhos,
Saudando cada novo dia como dom de Deus.

Ser jovem
é realimentar o entusiasmo, o sorriso,
a alegria em cada amanhecer.

Ser jovem
É crer um pouco na imortalidade da vida.
É querer a festa, o jogo, as piadas, a lua...
o impossível!

Ser jovem
É estar sedento de infinitos que terminam logo ali.
É só pensar na morte de vez em quando.
É não saber nada e saber tudo.

Arturo de Travola

Fonte: Extractos do livro “O valor das coisas pequenas”. Roque Scneider
Foto de: Ana Margarida Bola

Quer uma bela recordação do Jubileu de Portugal?!



Ainda não comprou?

Já comprou mas comprava outra?!

Não usa mas até gostava de comprar?!

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Pensa que já sabe tudo sobre Schoenstatt?!

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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Homilia do Bispo de Aveiro em peregrinação diocesana

D. António Francisco

Movimento de Schoenstatt
para a formação de um homem novo
(...)
O Movimento de Schoënstatt é um movimento de sacerdotes, consagrados (as) e leigos (as) da Igreja Católica em ordem à renovação do mundo. Possui como carisma fundador e como finalidade pedagógica e apostólica a formação de um homem novo, redimido por Jesus Cristo e construtor de uma nova e bela sociedade (schoënstatt).
É um movimento trazido pela mão de Nossa Senhora que se propõe formar em cada um de nós esta pessoa nova, segundo a imagem de Maria, colaboradora de Cristo, seu Filho, na obra da redenção. É um movimento surgido a 18 de Outubro de 1914, a partir de uma pessoa: o Padre José Kentenich nascido na Alemanha em 18 de Novembro de 1885 e ordenado sacerdote em 1909.
O movimento de Schoënstatt está presente em Aveiro, a partir deste Santuário da Gafanha da Nazaré, através da presença dos Padres do Instituto Secular de Schoënstatt e das Irmãs de Maria e daqui irradia com grande dinamismo e entusiasmo por toda a Diocese.
Nesta peregrinação ao Santuário diocesano de Schoënstatt queremos celebrar o jubileu dos 50 anos da presença do carisma e da espiritualidade schoënstattianos em Portugal e agradecer a todos quantos ao longo deste tempo tudo fizeram para valorizar este Santuário como um percurso mariano, eucarístico e vocacional de tantos peregrinos. Neste local aprazível, situado no coração da colónia agrícola, entre a ria e o mar, ergue-se este espaço sagrado transformado em santuário onde Deus se adora e louva, onde a bênção terna de Maria, Mãe Admirável, se acolhe e agradece e onde as pessoas diariamente reencontram no silêncio da oração e da adoração eucarística a tranquilidade e a paz.
Em pleno mês do Rosário e neste Dia mundial das Missões imploramos de Nossa Senhora, Mãe de Deus e nossa Mãe, bênção e protecção para caminharmos como homens novos e construtores de uma sociedade bela, justa e fraterna.


Ler toda a homilia aqui

Diocese de Aveiro: Santuário de Schoenstatt celebra aniversário

D. Manuel presente desde a primeira hora


Para a construção de um homem
novo para uma nova sociedade


No dia 21 de Outubro de 1979 foi solenemente inaugurado o Santuário de Schoenstatt na Colónia Agrícola da Gafanha da Nazaré, em cerimónia presidida pelo Bispo de Aveiro, D. Manuel de Almeida Trindade. Faz hoje, portanto, 30 anos, cheios de muita fé e de muitos envios de peregrinos e membros, rumo à construção de um homem novo para uma nova sociedade.


A azáfama foi sempre muita


A 25 de Março do mesmo ano, dia da inauguração da Casa das Irmãs de Maria, o nosso Bispo benzeu o terreno, onde, logo de seguida, se daria início à construção do santuário. Em 20 de Maio procedeu-se à bênção da Primeira Pedra e no dia 21 Outubro aconteceu então a grande festa.


Gente de muita força


A Primeira Pedra, a Pedra Angular, veio de Roma e foi abençoada pelo Papa João Paulo II. Tem incrustada na face frontal uma outra pedra trazida do túmulo de S. Pedro e sob a qual está gravada a inscrição Tabor Matriz Ecclesiae, que significa “Tabor da Mãe da Igreja”, que mais não é do que a missão deste Santuário da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt.
Os grandes impulsionadores da construção foram, segundo diversos testemunhos, as Irmãs de Maria, à frente das quais se encontrava a Irmã Custódia, os Padres Miguel e António Borges e Vasco Lagarto.
A construção importou em cerca de mil contos, havendo a distinguir a contribuição, em trabalho e dinheiro, de todos quantos se encontravam sensibilizados para a vivência espiritual do Movimento.
Das diversas ofertas, salientamos, pelo seu significado, as seguintes:

Altar – Instituto das Irmãs de Maria do Brasil
Imagem da Mãe – Instituto dos Padres de Schoenstatt de Portugal
Moldura Luminosa – Senhoras de Schoenstatt
Janelas – Casais do Movimento
Campanário – Mães de Salreu
Bancos – Um casal de Lisboa
Alicerces – Mães da Gafanha
S. Miguel – Padre Miguel e Mães
Custódia – Mães da Gafanha
S. Pedro e S. Paulo – Padres Diocesanos
Espada de S. Paulo – Rapazes do Movimento


Fernando Martins

Fonte: Monografia da Paróquia de Nossa Senhora da Nazaré,
de Manuel Olívio Rocha
e Manuel Fernando da Rocha Martins
.
Fotos de Vasco Lagarto

30 Anos de muitas Graças

O nosso querido Santuário faz hoje 30 anos!



No dia 1 de Maio de 1979, às 9 horas da manhã, deu-se o início dos trabalhos da construção do Santuário. Foi um início abençoado com uma oração e o cântico Por amor à Igreja construamos o Santuário. O Sr. Pe. António Borges abençoou o terreno e os trabalhadores.
Na parte da manhã estiveram presentes cerca de 50 pessoas e durante a tarde umas 40, que se dedicavam a cavar os fundamentos.

No dia 20 de Maio, apenas 20 dias depois, foi benzida a Pedra Angular, que em seu simbolismo expressa a missão do nosso Santuário como TABOR MATRIS ECCLESIAE. Neste dia a Pedra Angular, vinda do túmulo de São Pedro em Roma, e abençoada pelo Papa João Paulo II, foi trazida em peregrinação desde a Igreja da Gafanha da Nazaré. Quem presidiu à cerimónia foi o então Bispo de Aveiro Dom Manuel de Almeida Trindade.



Na ocasião rezou-se: 

"Querido Pai Fundador, temos grande alegria em oferecer este Santuário como dádiva jubilar de gratidão pelas tuas palavras proféticas de 1929: "À sombra desde Santuário serão decididos essencialmente os destinos da Igreja e do mundo por séculos”.



No dia do lançamento da Pedra Fundamental, pelas 7h da manhã, houve uma Santa Missa na qual 21 mães fizeram a sua Aliança de Amor. Essas mães tinham como ideal ser “Pedras Vivas de Fundação”. A celebração realizou-se dentro do Santuário, cujas paredes tinham cerca de um metro.

Missa de Aliança de Amor de um grupo de Mães.



No dia 21 de Outubro de 1979 deu-se a solene inauguração do nosso SANTUÁRIO TABOR MATRIS ECCLESIAE, presidida por Dom Manuel de Almeida Trindade. Esteve também presente o Sr. Dom Maurilio, Arcebispo de Mitilene, um grande número de sacerdotes (de Schoenstatt e das Paróquias vizinhas) e mais de 2.000 peregrinos.




Fonte: Monografia da Paróquia de Nossa Senhora da Nazaré, de Manuel Olívio Rocha e Manuel Fernando da Rocha Martins.
Fotos de Vasco Lagarto

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Diamantes de Fogo

Da esquerda para a direita:
frente: João Paulo, Jorge Henrique, Diogo Riço
atrás: Jorge Riço, Fernando Pata, André Ramos, Pedro Lopes



O grupo Diamantes de Fogo é constituído por 7 pioneiros, da Juventude Masculina de Schoenstatt e é dirigido por Eduardo Neves há pelo menos 7 anos.

Teve o seu início no Carnaval de 2001 (na época Comando #4), embora estivesse ainda num estado “embrionário”, já que dos 5 elementos que presentearam à 1ª reunião, apenas 1 continuou no grupo. Ao longo destes 8 anos o grupo soube evoluir e “amadurecer”, depois de 8 acampamentos, depois de 5 Cortes de Honra, depois de uma ida a Fátima de bicicleta, depois da ida a Schoenstatt com o grupo todo e o Pe. Zé Melo a acompanhar-nos, depois da escolha do nosso nome de grupo (além do lema, grito, símbolo e bandeira) decidimos realizar a Aliança de Amor em grupo.

No passado dia 19 de Julho, no Santuário de Schoenstatt da Gafanha da Nazaré, consagrámo-nos à Mãe Três Vezes Admirável, entregando a ela tudo o que vai no íntimo dos nossos corações. A cerimónia teve a presença de muitos elementos das Juventudes, bem como de antigos membros do grupo e dos 2 ex-dirigentes.

Agora, passados 3 meses da nossa Aliança de Amor, e com a entrada de 5 elementos na Universidade, os Diamantes de Fogo têm alguns projectos em mente, um dos quais muito promissor. Já está em curso um novo grupo de futuros cruzados da JMS, dirigido por 4 membros. Mas o nosso principal objectivo é o Apostolado. No dia-a-dia tentamos sempre pautar os nossos actos com as boas acções e os ensinamentos de Deus. Claro que também procuramos elevar o espírito e o valor da Juventude em Schoenstatt.

Por último deixo um grande agradecimento ao nosso dirigente, Eduardo Neves, por todos estes anos em que esteve à frente do nosso grupo, por nunca ter desistido e por todo o apoio pessoal e comunitário que sempre incondicionalmente nos soube dar.



ENTREVISTAS REALIZADAS NAS JORNADAS DE OUTUBRO - 1

Sr. Américo Petim - Coimbra

Aproveitando a realização das Jornadas de Outubro, no Santuário da Gafanha da Nazaré, nos dias 17 e 18 de Outubro de 2009, fizemos três pequenas entrevistas a elementos pertencentes ao Movimento de Schoenstatt, um de cada diocese presente além da nossa, Braga, Coimbra e Porto.Colocámos três simples perguntas e as respostas são bastante elucidativas.

Nome, Diocese de onde vem e Ramo do Movimento a que pertence.

O meu nome é Américo Petim, venho da Diocese de Coimbra e pertenço ao Ramo das Famílias.

Como tomou conhecimento do Movimento de Schoenstatt e há quanto tempo?

Travei conhecimento com o Movimento de Schoenstatt, através de um casal de Coimbra que pertence ao Movimento desde a fundação aqui na Gafanha da Nazaré. Eu e a minha mulher pertencemos já a este Movimento há vinte e seis anos. Já fizemos o Jubileu dos vinte e cinco anos.

O facto de pertencer ao Movimento de Schoenstatt, alterou algo na sua vida.

Toda a nossa vida a partir do momento que aderimos ao Movimento, foi digamos uma consagração a Nossa Senhora e um seguimento àquilo que o nosso Pai Fundador nos deixou, ou seja uma educação para a santidade na vida diária. Temos tentado fazer aquilo que nos é possível, humanamente possível.

A Equipa de Divulgação de Aveiro do Jubileu 2010

Peregrinação Diocesana ao Santuário

D. António Francisco no momento da homilia


Aliança de Amor e Capital de Graças

No passado domingo festejámos o aniversário do nosso Santuário com a peregrinação diocesana. O nosso Bispo, D. António Francisco, celebrou a Eucaristia no nosso salão renovado. Ainda não está totalmente pronto, mas já está bem mais acolhedor. Um piso novo e alguns painéis tornaram esta "casa" mais acolhedora e digna para as Celebrações Eucarísticas.
Foram muitos os que peregrinaram ao Santuário Diocesano da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt. Não só o salão ficou superlotado, como também o anexo da entrada, no qual foram criados mais espaços. Mas, não fica por aqui. Vamos continuar a embelezar este local para melhor nos ajudar no encontro com Cristo e com os irmãos.

Peregrinos junto ao Santuário

Como era dia 18 - dia da Aliança de Amor - renovámos, no final, a nossa Aliança no Santário, seguindo-se a queima do Capital de Graças.

MP

Para Namorados!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Festa do Santuário de Schoenstatt em Aveiro

video


Foi há 30 anos que "nasceu" o Santuário de Schoenstatt na diocese de Aveiro, precisamente no dia 21 de Outubro de 1979.

Durante este fim-de-semana festejamos, como Família de Schoenstatt e como peregrinos deste Santuário, em dois momentos muito marcantes. No sábado e no domingo os dirigentes do Movimento Apostólico de Schoenstatt, centro e norte, reuniram-se em Jornada anual (Jornadas de Outubro), e ontem realizou-se a Peregrinação Diocesana com a presença do nosso bispo, D.António Francisco.

Ao longo da semana vamos partilhar neste espaço alguns ecos dos participantes e contar sobre alguns momentos vividos.

Para já, fica o video de abertura destes dois acontecimentos. A Juventude de Schoenstatt de Aveiro preparou esta boa surpresa jubilar, expressão do que queremos viver: 1 Família, 1 Pai, 1 Missão

domingo, 18 de outubro de 2009

Jornadas de Outubro

Alexandre Cruz


Fronteiras abertas exigem
responsabilidades abertas

Integrada nas Jornadas de Outubro do Movimento de Schoenstatt, teve lugar no sábado, 17, no Centro Tabor da Colónia Agrícola da Gafanha da Nazaré, uma conferência sobre a Encíclica de Bento XVI, “Caridade na Verdade”. O conferencista convidado, Alexandre Cruz, doutorando em Ciências da Educação e Provedor do Estudante na Universidade de Aveiro, esclareceu que, ao olhar este documento pontifício, viu nele novos caminhos de Deus para enfrentarmos os desafios do futuro.

Depois de saudar o Movimento de Schoenstatt que está já a celebrar o Jubileu dos 50 anos da sua entrada em Portugal, Alexandre Cruz lembrou a universalidade da mensagem do Padre Kentenich, bem patente naquela “casinha de oração” que se habituou a ver desde há anos, o Santuário que é réplica do original, repetido em vários cantos do mundo, “neste tempo de globalização”.
“O mundo – referiu – é uma grande casa onde todos somos acolhidos e convidados a ouvir as vozes dos tempos e da própria Igreja, que actualiza, para cada época e situação, a melhor resposta às inquietações humanas.”
O conferencista frisou que o negativo, patente em todos os telejornais e noticiários, “não é o melhor caminho para o nosso mundo”, enquanto chamou a atenção dos participantes nas Jornadas para a necessidade de todos, em Igreja, “repensarmos a fé nos dias de hoje”.
A caridade de que Bento XVI nos fala, na encíclica “que irrita”, segundo o padre e poeta Tolentino Mendonça, não faz lembrar o passado, “cheirando a mofo”, mas torna patente “os valores da solidariedade em espírito divino”, na linha do amor proposto por São Paulo, para “tornar o mundo melhor”.
Alexandre Cruz disse que a “solidariedade é insolidária” quando esconde ou tem segundas intenções, sendo garantido que as pessoas “sabem distinguir o bem do mal. Urge, por isso, viver “uma fé pensada”, diferente naturalmente da tradicional, quantas vezes “sem sentido”.
“Caridade na Verdade”, a primeira encíclica do actual Papa dedicada à questão social, vem recomendar, a todos os católicos e a todos os homens e mulheres de boa vontade, que a Igreja tem de apresentar “um novo rosto para os novos tempos”, apoiando-se no princípio de uma “justiça do bem comum”, capaz de “gerar pontes de diálogo” entre todos os parceiros sociais e entre todas as pessoas.
“O que eu sou deve orientar o que faço”, na busca de novas soluções para as inquietações humanas, tendo em conta que “problemas globais precisam de respostas globais”, porque “o planeta não tem muros”, adiantou o conferencista.
Defendeu, seguindo o texto papal, que o “governo da globalização” deve fomentar o desenvolvimento, “dando a cada um o que lhe é preciso”. “Não se pode promover o desenvolvimento para, mas com…”, disse.
Considerando que “fronteiras abertas exigem responsabilidades abertas”, Alexandre Cruz mostrou como o desconhecimento das realidades pode “gerar a intolerância”, adiantando que a superação das fronteiras “é um dado não só material, mas cultural”.
Recordou que a maior herança que recebemos está centrada nos valores, os quais devem propor, a cada momento, “a colaboração fraterna entre crentes e não-crentes”, num trabalho conjunto “pela justiça e paz da humanidade”. “Se usarmos um diálogo beato com o mundo, ninguém nos ouve”, afirmou.
Garantiu que a razão é importante no diálogo com a fé e que os fenómenos das migrações precisam de atenções redobradas, tendo em consideração que o desenvolvimento humano tem de ser integral, apoiando-se na verdade e na caridade, que é amor recebido e dado.
“Sem Deus, o homem não sabe para onde ir e não consegue compreender quem é; temos de nos conhecer bem para descobrirmos os nossos caminhos de verdade”, concluiu Alexandre Cruz.

Fernando Martins

Promessas e Exigências da Aliança de Amor

“Mãe de Deus, nossa vida pertence-te. Somos teus!”


Hoje, 18 de Outubro, festejamos mais um aniversário da primeira Aliança de Amor.

Quando selamos esta Aliança decidimo-nos a percorrer o caminho com Maria. Sabemos que em sua mão chegaremos seguros a Deus.

Os jovens congregados disseram a Maria: “Mãe de Deus, nossa vida pertence-te. Somos teus!” No entanto, eles sabiam que esta Aliança não era apenas deles. Para ser uma Aliança deve haver um relacionamento recíproco. Eles sabiam, pela convicção do Pe. Kentenich, que Nossa Senhora também lhes entregava a sua vida e, principalmente, o seu coração de Mãe e Educadora.

No dia 18 de Outubro de 1914, quando Nossa Senhora foi convidada a estabelecer-se na pequena Capela, o Pe. José Kentenich deu uma conferência aos jovens congregados. Ele, conhecendo o sentido da Aliança de Amor, explicou-lhes que esta aliança possui exigências e promessas. As Exigências são as minhas contribuições para fazer com que a MTA seja cada vez mais feliz na sua tarefa de Educadora. As Promessas são os dons da Mãe de Deus para tornar todos os seus filhos mais felizes e plenos da graça de Deus.

De uma maneira resumida, podemos dizer que as Exigências e Promessas da Aliança de Amor são as seguintes:


EXIGÊNCIAS

1. Provar, por meio de acções, que amamos realmente a Mãe de Deus e que levamos a sério os nossos propósitos.

2. O objecto do nosso esforço é a auto-educação.

3. Elevar ao máximo as exigências a nós mesmos.

4. Distinguir-nos pelo fiel e fidelíssimo cumprimento do dever.

5. Distinguir-nos por uma zelosa vida de oração.

6. Oferecer tudo como contribuição ao Capital de Graças. “Esta santificação fará suave violência à nossa Mãe e atraí-la-á para junto de nós.”


PROMESSAS

1. A Mãe estabelecer-se-á no Santuário.

2. Do Santuário distribuirá dons e graças em abundância;

3. atrairá a si os corações juvenis;

4. e os educará;

5. transformá-los-á em instrumentos aptos;

6. e à medida que se abandonarem em “suas mãos”, do Santuário partirão graças para a renovação do mundo.


Fonte: Manual do Dirigente 3 – preparação para a Aliança de Amor. Apóstolas Luzentes de Maria



Ana Margarida


José Kentenich e o 18 de Outubro de 1914

Aqui fica um vídeo sobre a história do Pai e Fundador e da sua entrega na Aliança de Amor.
O vídeo foi feito pelo Pedro Vaz, do Movimento de Lisboa.


18 de Outubro from Pedro Vaz on Vimeo.

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