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terça-feira, 20 de maio de 2014

As primeiras Alianças de Amor "dentro do Santuário"


No dia 20 de maio de 1979, às 7 da manhã, 21 mães celebraram a Aliança de Amor dentro das paredes do Santuário, quando estas apenas tinham um metro de altura. Essas mães têm como ideal "Pedras Vivas de Fundação".


Ao meio dia, 4 rapazes também selaram a sua Aliança de Amor.

MP

domingo, 18 de maio de 2014

São João Paulo II e o Santuário de Aveiro


Hoje é dia da Aliança de Amor, dia de peregrinar aos Santuários de Schoenstatt, de voltar sempre de novo à origem. No nosso Santuário de Aveiro lembramos, hoje especialmente, o aniversário de nascimento de São João Paulo II. Porquê? Porque o fundamento deste Santuário, ou seja, a Pedra Angular vinda de Roma, do túmulo de São Pedro, foi abençoada pelo Papa João Paulo II. Daqui a dois dias celebramos 35 anos do grande acontecimento. No dia 20 de maio de 1979, a Pedra Angular foi trazida em peregrinação desde a Igreja da Gafanha da Nazaré, acompanhada por uma grande multidão. Presidiu à cerimónia o Bispo D. Manuel de Almeida Trindade.

MP

quinta-feira, 27 de março de 2014

Padre Ivan de visita ao Santuário de Schoenstatt da Diocese de Aveiro


O Padre Ivan que esteve em Portugal, entre os anos de 1986 a 1991, a trabalhar com o Movimento de Schoenstatt, está de passagem pelo nosso país, de regresso ao Brasil, depois de ter estado na Alemanha em formação.
Ontem à noite, teve lugar um encontro na Casa Padre Kentenich, para quem quis rever o Padre Ivan.


Foi num ambiente descontraído que se conversou sobre a evolução do Movimento nas Dioceses de Aveiro e Coimbra, ao longo destes anos, desde a sua partida em 1991.
Foi com muita alegria que soube que já existe aqui no nosso Santuário a Liga dos Homens, principalmente porque a maioria dos elementos, eram da Juventude Masculina, nos anos que esteve em Portugal.


Para mim foi com muita alegria que voltei a estar com o Padre Ivan, pois como lhe disse, do pouco tempo que pertenci à Juventude Masculina, foi com ele que vivi duas experiências que ainda hoje recordo:
O Curso de Dirigentes e a Coroação da imagem da MTA da Juventude Masculina.

Obrigado Padre Ivan por ter vindo até nós, gostei imenso de o (re)ver.

Paulo Teixeira

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O Padre Miguel Lencastre

Jantar de despedida antes de partir para o Brasil

Falar do Padre Miguel Lencastre é bem difícil, por se tratar duma figura carismática, multifacetada, que não deixava ninguém indiferente.
Quanto ao aspecto espiritual e religioso do Padre Miguel, deixo a pesquisa desses atributos para outros, bem mais abalizados do que eu e que poderão dar o contributo exacto do Ser privilegiado que foi, na sua passagem terrena.
Homem de fé, convém, no entanto, recordar que o Padre Miguel não impunha a ninguém o seu credo, mas a fé imanava dele, naturalmente, pela sua maneira de se dirigir e tratar os outros.
Era Homem capaz de reunir à sua volta e sentar à mesma mesa as pessoas mais díspares, de diferentes crenças religiosas, ou até agnósticos ou ateus.
Tanto se sentia bem com os seus amigos de todos os dias, como com os Repúblicos Kágados, antigos ou actuais, artistas como Zé Penicheiro ou gente ligada ao mar.
Era capaz de recolhimento, mas igualmente alteava a sua voz no lançamento enérgico do grito dos Kágados… Ekeiá…á.
Senhor duma forte personalidade, irradiava uma alegria esfuziante, que a todos contagiava.


2012 - Homenagem póstuma ao Dr. Manuel Gaspar

Para o recordar… para recordar alguém que nos deixou muita saudade, talvez nada melhor que relembrar alguns episódios dessa convivência de 40 anos!
É do conhecimento geral que o Padre Miguel sentia um forte amor à Terra da Gafanha da Nazaré, onde implantou o Movimento de Schoenstatt e onde foi coadjutor e, a partir de 1973, pároco.
Corria o ano de 1973, estava o P. Miguel imbuído do Espírito do Movimento de Schoenstatt, movimento Católico Mariano, de que foi pioneiro em Portugal, quando pensou erguer uma Capelinha a Nossa Senhora. Decidiu-se pela Colónia Agrícola, na Gafanha da Nazaré.
Do silêncio da noite, sobem acordes de guitarra, misturados com o sussurrar da aragem nos pinheiros, e ouvem-se canções em muitas línguas, fazendo lembrar a torre de Babel, mas com a diferença de que todos se entendem, orientados por um comandante, pelo espírito gregário do Miguel. São os estudantes estrangeiros, a que se juntaram portugueses, dum campo de trabalho promovido pelo Padre Miguel, para erguer a Casa de Sião, homenagem ao Padre Joseph Kentenich, a partir duma moradia de colonos abandonada, corria o ano de 1974.
Era um Homem duma força interior extraordinária, que brincava com a própria vida. Quando, há uns anos, fez um transplante de fígado, e nós o questionávamos sobre a sua saúde, abria um sorriso tranquilo e ripostava: “ponham-se a pau, que eu agora tenho um fígado novo!”…
Quando em Novembro de 1973 implementa a Mini-Feira na Paróquia da Gafanha da Nazaré, é uma lufada de ar fresco para todos os paroquianos. Mais ou menos cumpridores dos preceitos religiosos todos colaboram e, semanalmente, cada um dos Lugares da Gafanha se comprometia com a organização do evento: montava a cozinha e as mesas no salão da Igreja e cozinhava as melhores iguarias, suplantando, se possível, a anterior comissão. Eram dezenas de cidadãos que colaboravam e centenas, milhares, que usufruíam duma sã e renovada convivência, orientadas pela mão firme, mas sempre compreensiva do Padre Miguel.
Nem o Governador Civil, ao tempo, o Dr. Vale Guimarães, faltava a estes encontros, num evidente respeito e homenagem ao organizador…


2013 - Homenagem ao Gaspar

E o Padre Miguel estava sempre disponível para apoiar e trabalhar pelo engrandecimento da Gafanha.
13 de Novembro, 1973, terça-feira, 6 da manhã. Ainda meio ensonados, três gafanhões, 2 por nascimento e 1 por adopção rumam a Lisboa, às Construções Escolares, para conseguirem um pré-fabricado para o Ciclo Preparatório da Gafanha da Nazaré, para que as aulas começassem a processar-se.
Um Professor, Fernando Martins, um Médico, Humberto Rocha, que conduzia a viatura e um Padre, Miguel Lencastre.
Na bagagem pouco mais levam que o entusiasmo de jovens de 30 anos que querem ver a sua Terra progredir.
Bendita juventude que luta e acredita em milagres…
E agora, se mo permitem, faço a transcrição, através da elegante prosa do Kágado Casimiro Simões, dum episódio que reuniu três amigos, numa distante e esperançosa noite de 24 de Abril de 1974:
Anos mais tarde, estava à frente da paróquia da Gafanha da Nazaré, concelho de Ílhavo, onde, ainda antes do 25 de Abril, conheceu Humberto Rocha.
Ficaram os dois a saber que, afinal, embora em épocas diferentes, tinham em comum a passagem pela mais antiga república de Coimbra.
Em 1974, na madrugada do 25 de Abril, o padre da Gafanha estava numa paródia, na residência paroquial, com Humberto Rocha e um fervoroso militante comunista, já falecido, conhecido na região por Bichão das Barbas.
Conta o médico Humberto que a noite foi animada.
Bichão tinha jurado não cortar o longo e respeitável apêndice, que lhe cobria o peito, enquanto a ditadura de Salazar e Caetano não fosse derrubada, dando lugar a uma democracia.
Estava o pão chegado à foice.
Atentos ao evoluir da situação militar em Lisboa, ouvindo na rádio o som cifrado de “Grândola, Vila Morena”, Humberto e Miguel puseram mãos à obra com acordo do barbudo antifascista.
Munidos de tesoura, sempre com a bênção do padre irreverente, depressa resgataram o rosto de Bichão da clandestinidade.”.


2013 - Homenagem ao Gaspar

Desde tempos antigos que se celebrava, no Forte da Barra, a Procissão a Nossa senhora dos Navegantes. Com a saída de Directores do Porto que presavam essa tradição e de homens, como o Ferraz, que se esforçavam por a manter, a cerimónia foi perdendo brilho até estiolar.
O Padre Miguel pôs mãos à obra e aí está, ano após ano, em Setembro, uma colorida e fervorosa Procissão pela Ria, desde a Cale-da-Vila até ao Forte, com o esplendor de dezenas, senão centenas, de barcos engalanados em honra de Nossa Senhora.
E mais recentemente, em Junho de 2013 e, infelizmente pela última vez, reunimos os Kágados, com o Padre Miguel, na Homenagem póstuma ao Dr. Manuel Gaspar.
No Santuário de Schoenstatt, na Gafanha da Nazaré, para a missa e depois num restaurante, em Aveiro. Presentes os familiares do Dr. Gaspar, actuais e antigos Kágados (Zé Maria, Zé Luís, Matos, Humberto Rocha, Sílvia, Maria João e tantos outros, num total de 49 presenças). E aí se entoaram os Cânticos da República e foi lançado, alto e bom-som, o grito kagadal… Ekeiá…á.
A felicidade deste convívio estava bem patente em todos nós, mas resplandecia mais na face e na alma do Padre Miguel.
E a lembrar-nos o espírito folgazão e o amor à sua velha República, no dia em que os Kágados estão reunidos para comemorarem o Centenário, o Padre Miguel, da cama do Hospital de S.to António, recomenda-me que lancemos um Ekeiá bem alto, vibrante, de tal maneira que pudesse ouvi-lo.
Não sei se o ouviu… mas que o sentiu tenho a certeza!...
E “se lá no assento etéreo onde subiste / Memória desta vida se consente”, descansa em paz, na certeza de que nunca te esquecerão, os amigos de sempre.

HRocha 

Nota: Agradeço ao Dr. Humberto Rocha, por ter acedido ao pedido de escrever um artigo, sobre o Padre Miguel. Ambos foram "Repúblicos Kágados" em Coimbra.

Paulo

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Santuário de Schoenstatt na diocese de Aveiro


Para recordar 

No dia 21 de outubro de 1979, foi solenemente inaugurado o Santuário de Schoenstatt na Colónia Agrícola da Gafanha da Nazaré, em cerimónia presidida pelo Bispo de Aveiro, D. Manuel de Almeida Trindade. Participaram muitos membros do Movimento, bem como peregrinos, simpatizantes e amigos, todos envolvidos na esperança de contribuírem para a construção «do homem novo para uma nova sociedade», seguindo a espiritualidade apoiada em três grandes pilares: Nossa Senhora, Santuário e Fundador do Movimento, Padre Kentenich.
A Primeira Pedra, a Pedra Angular, veio de Roma e foi abençoada pelo Papa João Paulo II. Tem incrustada na face frontal uma outra pedra trazida do túmulo de S. Pedro, na qual está gravada a inscrição “Tabor Matriz Ecclesiae”, que mais não é do que a missão deste Santuário da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt.
O Santuário de Schoenstatt, declarado por D. António Marcelino como Santuário Diocesano, em 21 de setembro de 1993 (completou, portanto, 20 anos; também é dia do aniversário natalício de D. António Marcelino), congrega pessoas de todas idades e condições sociais, dando testemunho de que ali é bom estar.
Os impulsionadores da construção foram as Irmãs de Maria, à frente das quais estava a Irmã Custódia, os Padres Miguel e António Borges, e Vasco Lagarto.
A construção importou em cerca de mil contos, sendo de distinguir a contribuição de todos quantos se encontravam sensibilizados para a vivência espiritual do Movimento.
Das diversas ofertas salientamos as seguintes: Altar – Instituto das Irmãs de Maria do Brasil; Imagem da Mãe – Instituto dos Padres de Schoenstatt de Portugal; Moldura Luminosa – Senhoras de Schoenstatt; Janelas – Casais do Movimento; Campanário – Mães de Salreu; Bancos – Um casal de Lisboa; Alicerces – Mães da Gafanha; S. Miguel – Padre Miguel e Mães; Custódia – Mães da Gafanha; S. Pedro e S. Paulo – Padres Diocesanos; Espada de S. Paulo – Rapazes do Movimento.

Fernando Martins

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Liga dos Homens da Diocese de Aveiro inicia as actividades


Com um jantar seguido de reunião, a Liga dos Homens do Movimento de Schoenstatt da Diocese de Aveiro, deu inicio às actividades do ano pastoral 2013/2014.
Já com a meta de 18 de Outubro de 2014 (centenário da fundação do Movimento de Schoenstatt) quase à vista, falámos sobre a importância que essa data vai ter para toda a Família de Schoenstatt. 
O nosso assessor, Padre Carlos Alberto, acentuou bem esta ideia, motivando-nos para quem puder ir a Schoenstatt em Outubro de 2014, participar neste acontecimento. 
Outro acontecimento que vai marcar este ano, será a realização à sombra do nosso Santuário do V encontro ibérico do Ramo dos Homens.
 

Outros temas foram abordados, especialmente o querermos manter e de preferência aumentar, a vinculação ao Santuário e à Mãe, não só numa perspectiva interior, mas principalmente numa tentativa de trazer mais pessoas ao Santuário.
Ao longo do ano, iremos dando mais notícias das nossas actividades, mas posso adiantar que iremos trabalhar para em grupo, selarmos a Aliança de Amor.
 
Um agradecimento ao Nuno e à família (Xana, Francisco e Diogo), pelo jantar que nos serviram e também pelo acolhimento que tivemos.
 
Paulo Teixeira

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Voltamos ao "trabalho"!!!


Férias bem merecidas pelo trabalho desenvolvido, com persistência, oportunidade e sentido apostólico. Tenho a certeza que todos ganhámos com este esforço da equipa do blogue. Todos, desde os ligados a Schoenstatt, em especial, aos homens e mulheres de boa vontade, em geral. A Igreja também saiu mais enriquecida. Exemplo a seguir por outras organizações eclesiais ? É claro que sim. Os meus parabéns para a equipa do blogue e para os seus seguidores.”

Professor Fernando Martins

Retomamos o trabalho no blogue, depois de alguns dias de descanso.
Nada melhor para primeira publicação depois das férias, do que esta bonita mensagem que o Senhor Professor Fernando Martins nos enviou.
No entanto, foi graças ao Professor Fernando, que iniciámos este caminho em Setembro de 2009, portanto, tudo o que escreveu na mensagem, aplica-se também a ele.
Ao nível técnico e à resolução de alguns problemas que vão surgindo na manutenção do blogue, contamos sempre com a ajuda preciosa do Professor Fernando.

A Equipa do Blogue


segunda-feira, 24 de junho de 2013

O dia 22 de maio de 2013 em Portugal - 36 anos depois (1977-2013)

 

Depois do grande acontecimento de 22 de maio de 2013, a dádiva do Santuário Original, procuram-se datas históricas que “coincidem” com este dia. Em Portugal, na diocese de Aveiro, não precisamos procurar ocorrências do dia 22, apenas pudemos constatar que, aqui neste pedacinho de terra, a história profetizou e confirmou a vitória da fé, da confiança e entrega dos pequenos instrumentos da MTA.
Com a forte tempestade que atravessou o nosso Centro Tabor no mês de Janeiro, derrubando quase todos os pinheiros, um dos estragos foi o nosso nicho, o primeiro marco histórico deste lugar e onde se celebraram as primeiras Alianças de Amor da juventude feminina e masculina. O estrago material não foi muito, mas este nicho tinha a particularidade de estar à sombra da primeira árvore aqui plantada e de esta ter três troncos paralelos com três coroas. Por isso foi “batizada de árvore da Santíssima Trindade”. A sua queda fez levantar o nicho, abrindo-o a meio. Logo a seguir a este acontecimento realizou-se a reunião, em Schoenstatt, com os Palotinos e o resultado foi o corte nas negociações do Santuário Original. Refletindo nesta “coincidência” de abalo dos primeiros símbolos (o Santuário Original em Schoenstatt e o nicho no nosso Centro Tabor), o Conselho da Família Diocesana decidiu não reconstruir o nicho imediatamente e propor à Família de Aveiro uma reconquista espiritual. Assim aconteceu. Foi elaborada uma oração e cada Ramo incentivou os seus elementos a peregrinar ao nicho e aí rezar a oração pelo Santuário Original. Marcamos a celebração da reinauguração do nicho para o dia 31 de Maio.
(Símbolo para o Santuário Original em 2010 - primeira visita a este lugar em 6-11-1970)
Logo que se retiraram as raízes da árvore e se reconstruiu os fundamentos do nicho, viu-se como o terreno ficou mal tratado nesse local. Surgiu então a ideia de fazer um pavimento à volta do nicho. As Irmãs de Maria idealizaram a forma que este deveria ter. Decidiram que seria o Símbolo do Pai porque uma das duas datas gravadas no nicho é precisamente a da primeira visita a este terreno, quando ainda nada existia, quando o P. Domingos e o P. Miguel Lencastre traziam o Símbolo do Pai para o Santuário Original. “Aqui ajoelhamos, rezamos e sonhamos...”, escreveram na crónica. E, quando nós, perante as dificuldades com as negociações pelo Santuário Original, assumimos nova conquista espiritual, o pavimento em forma de Símbolo do Pai ganhou mais sentido, pois ficaria como fundamento da origem, do nosso nicho.
Como não dizer que nos sentimos privilegiados na missão a partir deste Santuário, deste pedacinho de terra? Para um schoenstattiano não há coincidências, há a fé na condução de Deus, mesmo nos mais pequenos âmbitos e missão. No dia 22 de maio, precisamente no dia do 36º aniversário do nosso nicho, enquanto se espalhava pelo mundo inteiro a notícia do Santuário Original, desenhava-se e montava-se na areia a estrutura do Símbolo do Pai, para que no dia seguinte começasse a construção. A notícia da dádiva do Santuário Original chegou ao fim da tarde, surpreendendo o mundo inteiro, mas a nós ainda mais pela “coincidência” das datas, do símbolo escolhido para o pavimento e do dia em que iniciamos a concretização. Agora sim, nicho e Símbolo do Pai ficam para sempre ligados ao Santuário Original.


O dia de festa da reinauguração foi grandioso. Recuperamos uma tradição que a geração mais nova não vivenciou: a procissão dos lírios. Convidamos toda a Família de Schoenstatt, mas também todos aqueles que fizeram a sua Aliança de Amor à volta do nicho. Foi muito bonito sentir como, numa noite de vento muito forte, um bom número de pessoas compareceu e muitos rostos que há anos não se veem por aqui. Todos trouxeram uma flor branca para a procissão que saiu da Casa do Padre Kentenich, depois de convidar o Pai e Fundador a peregrinar connosco, levando a parte de cima do nicho num andor enfeitado com muitas flores.


Tivemos o presente da presença do P. Miguel Lencastre 36 anos depois, pois foi ele que benzeu o nicho naquela altura. Cantamos os cânticos antigos e depois das palavras do P. Miguel, uniu-se o nicho numa peça só. Para assinalar o compromisso de missão da nova geração, foram plantados 3 pinheiros muito pequenos pela Liga das Famílias, a Liga das Mães e a Juventude.


Antes de festejarmos com bolo e chá, cada participante foi ao Santuário buscar uma mensagem do Padre Kentenich. No final da Eucaristia, inauguramos também algo novo no Centro Tabor: placas em acrílico, junto dos marcos históricos, com explicação e dados históricos.


De certo modo sentimo-nos privilegiados em como Deus conduziu a nossa história atual, deixando destruir para reconstruir a partir dos fundamentos de hoje: uma nova geração de instrumentos da MTA que quer viver das origens para difundir a Cultura de Aliança.

MP

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Amanhã faça parte de mais um marco histórico de Schoenstatt em Aveiro!


P. Miguel Lencastre, 36 anos depois

(Fotografia do dia da inauguração)

O dia 22 de maio de 1977 ainda está na memória de muitos como o dia da inauguração do nicho, o primeiro sinal da MTA neste lugar. Entre eles está o P. Miguel Lencastre. Agora, 36 anos depois, vamos reviver e viver este acontecimento como família alargada. Mas queremos fazê-lo com todos os que celebraram a sua Aliança de Amor à volta deste nicho, quando ainda não existia o Santuário. É com imensa alegria e gratidão que vamos ter novamente o Padre Miguel Lencastre entre nós, neste momento tão significativo. Estamos todos convidados para a grande celebração e festa de encontro de gerações.
 
MP

 

quarta-feira, 29 de maio de 2013

O Nicho de Aveiro e o Santuário Original


Na próxima sexta-feira, dia 31 de Maio, vamos festejar com toda a família de Schoenstatt a reconquista do nicho do Centro Tabor. A celebração começa com uma procissão de flores (antiga procissão dos lírios) junto à Casa Padre Kentenich e segue para o nicho, onde será colocada a parte do nicho que caiu com a tempestade. O local está a sofrer alterações com um pavimento, que vai embelezar mais o nicho, em forma de Símbolo do Pai. O nicho tem duas datas inscritas, uma é da inauguração e outra é precisamente do dia em que este terreno foi visitado, pelo P. Domingos e pelo P. Miguel Lencastre, pela primeira vez. Com eles, estava o Símbolo do Pai para o Santuário Original. Esse facto ganha agora maior importância, quando unimos os inícios de Schoenstatt em Aveiro e os inícios Schoenstatt na Alemanha, ou seja, os locais onde se celebraram as primeiras Alianças de Amor.


O nicho quebrou com a tempestade, precisamente na mesma ocasião em que as negociações do Santuário Original foram suspensas. Este foi um impulso para unir a conquista espiritual do nicho e do Santuário Original. Precisamente no mesmo dia em que foi idealizado e desenhado o símbolo do Pai à volta do nicho, para iniciar essa obra, chegou a notícia da dádiva do Santuário Original. Agora a festa é ainda maior e mais significativa. Sinais da condução de Deus que nos surpreendem sempre de novo!
Vamos todos fazer parte deste acontecimento único, fazer parte da história, com a nossa presença na próxima sexta-feira, às 20:30.

MP

terça-feira, 21 de maio de 2013

Debate sobre a educação dos filhos


A todos os pais, interessados no tema "Educação dos Filhos", convidamos a estarem presentes no próximo dia 15 de Junho 2013, pelas 15.00 horas, junto ao Santuário de Schoentatt - na Casa José Engling.


Participem e venham debater este tema, sempre actual.

Tragam os vossos filhos. Para eles temos preparadas diversas actividades.

Com a presença da Oradora: Dra. Margarida Avillez Ataíde, colaboradora do secretariado das Comunicações Sociais e bens culturais da Igreja, para a Agência Ecclesia e do secretariado da Pastoral da Cultura.

Para fazerem as vossas inscrições ou para mais informações contactar:

Muito obrigada!

Daniela e João

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Liga das Mães em oração pelo Santuário Original



Como aconteceu para a conquista e construção do nicho, queremos voltar às nossas raízes. Já que foram as raízes que o levantaram (sinal de Deus).
Aprofundar a nossa história, com um sim renovado às forças que lhe deram origem. Oferecemos tudo pelo Santuário Original, para assim, "entupir o Capital de Graças". Este sempre foi o preço de resgate para as vitórias da MTA, este volta a ser o mesmo meio que vai garantir a vitória.



Cheias de confiança, como Pequenas Marias, Custódias vivas da Mãe, vamos realizar uma novena.
Durante 9 sábados, vamos participar na Missa das 8 horas da manhã e no final faremos uma oração no nicho.
Temos muitas intenções, temos razões suficientes para perceber a seriedade da hora que clama por mães santas, capazes de dar tudo por tão grande missão:
À sombra do nosso Santuário serão decididos os destinos da Igreja e do mundo...
(Texto elaborado a partir de um mail que a Irmã Cristina enviou à Liga das Mães da Diocese de Aveiro, a convidar para participar nesta novena.)

Fami e Paulo

sexta-feira, 29 de março de 2013

Venerável Sílvia Cardoso - um instrumento de Deus para trazer Schoenstatt para Portugal


Extrato do livro "Um sim decisivo" do sobrinho da D. Sílvia, Padre Miguel Lencastre:
 
Em casa de Miguel (Lencastre), vivia uma irmã de sua mãe, D. Sílvia Cardoso, nascida em 26 de Julho de 1882 e falecida em 2 de Novembro de 1950. Essa tia, irmã mais velha de D. Maria Haydée, nunca casou porque o noivo faleceu durante os preparativos do enlace, no ano de 1913. Esse facto terá sido determinante para a mudança de rumo que a sua vida levou.
Em 1917, participa num retiro em Tuy, onde descobre o plano de Deus para si: prestar assistência às crianças pobres e doentes. A partir daí, dedica-se de alma e coração ao apostolado, a tal ponto que, em 1918, adoece com a febre pneumónica. Nesse ano, perde vários membros da sua família nesta terrível pandemia, entre os quais o seu pai, D. Manuel Umbelino. D. Sílvia sobrevive, o que era uma raridade na época, uma vez que ainda não tinha sido descoberta a cura para esta doença. Mal se estabelece, regressa incansável ao seu mister de serviço aos outros, sempre impelida pelo seu profundo amor a Deus.
Na sua biografia, Sílvia Cardoso, a Aventureira de Deus, o anjo das três loucuras, da autoria do padre Moreira das Neves, podemos ler o seguinte: "Sempre trazia consigo uma espécie de saco onde tudo cabia: rosários e devocionários, medalhas e folhetos, peças de roupa que vestiriam os pobres, crucifixos que seriam a última âncora de moribundos. porque não se demorava muito no mesmo lugar, precisava daquele alforge para as suas explorações de andarilha de Deus. Era o alforge da caridade que enchia aqui e além, conforme calhava, e ia esvaziar-se junto das camas dos hospitais, nas creches, nos patronatos, nas celas das prisões, nas salas de catequese, nos armazéns onde houvesse empregadas que precisassem de auxílio. Os pobres faziam parte da sua vida".
D. Sílvia Cardoso amava as crianças e tinha um dom muito especial para "ver" nelas para além do visível. Assim descobriu muitas vocações que encaminhava para o seminário e que patrocinava quando as famílias dos futuros padres não tinham meios para os ajudar.
Ora, em Paço de Ferreira morava uma família de poucos recursos, cujo agregado era constituído pelos pais e cerca de 20 filhos. O pai trabalhava na fábrica de móveis e a mãe fazia trabalho para fora para ajudar no sustento da casa. No curtíssimo tempo que as lides domésticas lhe deixavam livre, dedicava-se a senhora a fazer crossa, que é uma espécie de capote de palha, que serve para abrigar da chuva e do frio. Os filhos também começavam a trabalhar desde tenra idade, para complementar a economia doméstica.
No mês de Agosto de 1943, um deles, de seu nome António, na altura com 12 anos de idade, quando se dirigia para a fábrica onde trabalhava, ao passar em frente ao portão da Casa da Torre, que era o solar da família Lencastre, vê uma bica de água e como tem sede, entra e vai beber. Por casualidade ou por desígnio da providência Divina, D. Sílvia vinha a descer e cruza-se com o António. Entabula diálogo com ele e, a certa altura, pergunta-lhe: "Olha lá, não queres ser padre?" (ele tinha uma cara angelica); e o António responde-lhe naturalmente: "Olhe, nunca pensei nisso, mas além disso os meus pais são muito pobres, não têm dinheiro."
D. Sílvia apressa-se a retorquir: "Vai, fala com os teus pais e se quiseres vem, que o resto eu arranjo."
A família de António Lobo era, também, muito religiosa e, segundo consta, a mãe sempre rezou para que Deus lhe desse a suprema alegria de escolher de entre os seus numerosos filhos um que abraçasse o sacerdócio.
Passados uns dois dias, aparecem em casa da família Lencastre o António e sua mãe, Maria.
Não era a primeira vez que D. Sílvia "adivinhava" a vocação para o sacerdócio de vários rapazes encaminhando-os, em seguida, para a arquidiocese de Évora, pois aí tinha uma base do seu apostolado.

(do livro "Um sim decisivo", pag.37-38)

Nota: D. Silvia morreu antes da ordenação sacerdotal do P. António Lobo, o primeiro português do Instituto dos Padres de Schoenstatt

sábado, 27 de outubro de 2012

Centenário do Documento de Pré-Fundação do Movimento de Schoenstatt


100 Anos
(Documento de Pré-Fundação)

27/10/1912 – 27/10/2012

UM REINO DO PAI

Passam hoje exactamente 100 anos sobre aquele documento que em Schönstatt chamamos Acta da pré-fundação. É um documento notável a que o Padre Kentenich chamou PROGRAMA, porque era isso que lhe interessava: anunciar claramente aos estudantes o seu programa, a sua maneira de ver as coisas, a sua avaliação delas e como pensava atingir o grande objectivo da educação num ambiente exterior hostil. 
O texto e o contexto daquele então acabam de ser editados em português pela Irmã Maria da Graça Sales Henriques na tradução do livro de 1939 «SOB A PROTECÇÃO DE MARIA», e cuja leitura é essencial para qualquer schönstattiano. O resumo que aparece logo no princípio da conferência a caracterizar esse mesmo Programa é de todos conhecido: «Queremos, sob a protecção de Maria, aprender a educar­‑nos a nós próprios para sermos personalidades firmes, livres e sacerdotais»
Não quero entrar em pormenores; quero apenas referir que passados mais de 50 anos e já depois de terminado o exílio, em 1966, numa conferência que queria ser uma nova fundação da Coluna dos Homens, o Padre Kentenich de novo evoca a Acta da pré­‑fundação:

«E agora, de que se trata? Mais uma vez afirmamos: Nós, aqui presentes, cremos que fomos enviados, chamados a fundar novamente o Movimento de Homens, ou dizendo mais exactamente: fundá-lo segundo o modelo de 1912 e 1914. O Documento de Fundação é a conclusão do Documento de Pré-fundação. O Documento de Pré-fundação e o Primeiro Documento de Fundação são duas partes essencialmente iguais do mesmo processo vital. Não compreendemos o Primeiro Documento de Fundação sem compreendermos o Documento de Pré-fundação e não captamos a amplitude do Documento de Pré-fundação sem conhecermos o Documento de Fundação». 
Ele fala para os Homens, mas não se cansa de referir que o conteúdo da conferência é para toda a Família, como nestas passagens: 
«O que nós discutimos aqui tem uma importância fundamental para o futuro da Família, principalmente para a "bolsa de pastor" do dirigente».
O Documento de Pré-fundação era destinado a uma juventude que então se encontrava nos anos difíceis da adolescência. Acrescento como complementação: Quem conhece um pouco a estrutura do mundo de hoje, a atitude espiritual da humanidade actual, poderá dizer sem dificuldade: a sociedade humana como tal vive hoje nos anos de crescimento, ou melhor dito, nos anos difíceis, na idade ingrata da adolescência. Mesmo que sejamos mais velhos, talvez tenhamos conservado um resto do homem maduro, mas em geral a humanidade actual como um todo encontra­‑se na idade ingrata, na adolescência.
Por que abordo este assunto? O Documento de Pré-fundação destinava­‑se a esta idade. E nós, tanto sacerdotes como leigos, estamos todos nesta idade. Em todo o caso devem contar com que as reminiscências da adolescência despertam novamente em todos nós, ou estão para despertar. Assim fica afastada a dificuldade de que o Documento de Pré-fundação se destinaria só à juventude de então. Não. Destina-se também e especialmente a nós. Ouçamos a formulação: "Sob a protecção de Maria queremos aprender a nos educar a nós mesmos para tornar-nos personalidades firmes, livres e sacerdotais".


E depois, explicando como deve a palavra «sacerdotal» ser entendida, o Padre Kentenich mostra como o desenvolvimento da história de Schönstatt explicita o que Nossa Senhora quer e ele intuía como «paternidade sacerdotal»: 
«Notem: trata-se sempre de expressões centrais, que sempre recebem um novo conteúdo, que sempre se repetem, até que por fim se cristalizou em toda a Família o grande ideal: Nossa Senhora de Schönstatt quer construir um Reino do Pai para o tempo futuro, para a Igreja das novíssimas praias (do tempo), com um duplo cunho: um cunho sobrenatural e um cunho natural». 
Um Reino do Pai!
E nos anos 60 em Portugal? Só uma coisa posso dizer: Nós queríamos de facto aprender a educar­‑nos a nós próprios, sob a protecção de Maria, para nos tornarmos personalidades firmes e livres (sacerdotais, não tínhamos a certeza, pelo menos aqui em Lisboa – até porque não conhecíamos estas explicações do nosso Pai). 
Quando tudo começou era ainda o tempo difícil do exílio do Fundador. A nossa relação com ele era vaga ou quase inexistente. Melhor: era feita irreflectidamente através do padre que nos assessorava. Por cá vivia­‑se o tempo da Acção Católica afirmativa, rica em realizações, mas que descuidava a formação dos seus membros. E era isso que nos entusiasmava em Schönstatt: a formação. Acho que ainda hoje é por aqui – qualquer que seja a idade (como referia o nosso Pai em 1966) – que se define a vocação para Schönstatt. Estou disposto a pôr a minha vida em jogo? Estou disposto a levar a sério a minha relação com Deus, com todo o mundo sobrenatural? Quero? 
Passados 100 anos e depois de duas guerras mundiais e sete décadas de comunismo feroz que acabou com o muro de Berlim, hoje – no Portugal democrático em crise profunda – é tempo de, aqui e agora, pensar muito a sério nessa proposta do Director Espiritual de 1912. A crise é uma oportunidade fabulosa para que a nossa fé na Divina Providência se torne prática, actuante e, com toda a certeza, vencedora. 
Se quisermos… sob a protecção de Maria…

António Ruivo

Nota: Um agradecimento muito especial ao António Ruivo, por ter enviado este trabalho sobre o Documento de Pré-Fundação.

Fami e Paulo

sábado, 22 de setembro de 2012

Heróis de hoje


Houve um ano que acabou e um outro que começa!
Vivemos o ano do “SANTUÁRIO”, partimos para o ano da “MISSÃO”!
Procurámos mais um herói para conhecermos melhor, resolvemos olhar à nossa volta e, reparámos que muitos heróis surgem todos os dias!
Resolvemos lembrar e homenagear em nome de todos os heróis que a MTA vai formando no nosso Santuário, uma heroína da Gafanha da Nazaré, pela mão de quem direta ou indiretamente, já todos seguimos!


Alguém que foi posto à prova na sua vida e que foi capaz de manter sempre a cabeça erguida, com muita simplicidade mas, com uma enorme dignidade.
Dignidade que resolveu a certa altura da vida, ajudar a reconstruir a quem porventura a tivesse perdido…e voltar a ter vontade de seguir em frente!
Enfrentou tudo e todos mas deu a sua mão a quem muitos viravam as costas.
Foi a amável catequista, com palavras sábias, para muitos que aqui estamos.
Foi uma das “sementes” da Liga das Mães na nossa diocese.
Foi a imagem e a presença da Mãe e da Avó que todos lhe reconhecemos.


Muito obrigada, Dona Luz, você tem sido uma heroína na força da Aliança de Amor, para todos nós, uma réstia da luz de Cristo que todos queremos seguir e alcançar.
Na verdade todos somos chamados a sermos uma luz, todos somos chamados a ser Heróis Hoje, a partir do Santuário!

Liga das Mães da Diocese de Aveiro

Nota:  Este texto foi lido na Missa da Aliança de Amor (dia 18 de Setembro) e visou homenagear um "herói" dos nossos dias: a D. Luz.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Encerramento das actividades da Família de Schoenstatt das Dioceses de Aveiro e Coimbra


No passado Domingo dia 01 de Julho de 2012, a Família de Schoenstatt das Dioceses de Aveiro e Coimbra, reuniu-se junto ao Santuário, para encerrar este ano de actividades.
O dia começou com a celebração da Santa Missa, em que agradecemos por tudo o que ocorreu durante este ano. Como salientou o Padre Carlos Alberto, o termo encerrar as actividades, não é o mais apropriado, pois "as portas não se fecham" e vamos todos de férias, simplesmente as actividades são reduzidas, embora tudo continue a funcionar, pois Deus e a Mãe, não nos querem desligados, mas apenas que tenhamos algum descanso, para retemperar o físico e também o espírito. 
“Desejo a todos que a estação de merecido descanso seja também uma ocasião para dedicar mais tempo e mais atenção a Deus e aos homens, para aprofundar a vida espiritual graças à oração, à leitura, ao contacto com a criação e aos momentos de lazer”, disse o Papa Bento XVI, no Angelus desse mesmo dia.

Durante a Missa, cinco casais renovaram as promessas matrimoniais (Eduardo e Maria da Luz, Paula Ribau e Paulo Jorge Santos, João Carlos e Lícinia e Carlos e Susana Capela), por comemorarem durante este mês, aniversário de casamento. Além destes, queremos destacar o João e a Paula Paz, que completavam neste dia 22 anos de matrimónio.


Para o casal e respectivos filhos, votos sinceros de muitos parabéns, felicidades e que comemorem muitos mais, sempre com o mesmo espírito positivo.
Após a Missa, seguiu-se o almoço partilhado e da parte da tarde, realizou-se um peddy-paper sobre com perguntas e actividades sobre o Movimento de Schoenstatt, provocando alguma agitação e muita diversão.


A este assunto (parte mais divertida) voltaremos nos próximos dias.
Terminado o jogo, realizou-se o encerramento deste dia, com uma oração final no Santuário.


"Neste tempo de descanso, renova em nós o corpo e a alma e com novas forças a tua Família se sinta de novo e sempre, empenhada na preparação para o grande Jubileu de 2014 e especialmente, no anuncio do Teu Filho, através de Ti.
Queremos ser merecedores das Graças do Santuário para sermos testemunhas e instrumentos fiéis na construção do Reino de Deus."
(Excerto da oração final).




Fami e Paulo

domingo, 6 de novembro de 2011

Era o dia 6 de Novembro... de 1970


O P. Miguel Lencastre relata na crónica do Centro Tabor:
"No dia 6 de Novembro de 1970, dava-se o facto, a meu ver muito importante. O 'Símbolo do Pai' (para o Santuário Original), vindo da Suíça, fazia pela primeira vez a sua entrada em Portugal, por Lisboa. Para quem conhece o Movimento, sabe bem o que representava essa visita e toda a corrente e de graças que a acompanhava. Por isso mesmo, desabafei com o P. Domingos, dizendo: 'Hoje cheira-me a grande caçada. Temos que descobrir a lebre. Ou eu me engano muito, ou este dia vai ficar gravado na história da Igreja e do Movimento em Portugal'." Depois da volta que deram no carro do P. Miguel, foram ter precisamente ao local, onde se encontra hoje o Centro Tabor. “Ajoelhamos e rezamos… e também sonhamos: E se conseguíssemos fazer daqui um grande Centro Espiritual, talvez mesmo com um Santuário! Não tínhamos um centavo, mas nas mãos de Deus tudo é possível. E nunca mais esta ideia me abandonou."


domingo, 10 de julho de 2011

Encerramento das actividades do ano pastoral da Família de Schoenstatt


No passado dia 03 de Julho a Família de Schoenstatt realizou um encontro para encerrar as actividades do ano pastoral 2010 / 2011.

"Hoje estamos aqui no Santuário, no final de mais um ano pastoral e tendo experimentado nas nossas vidas a Tua presença e condução de Pai e a de Nossa Senhora, queremos renovar a aliança com a Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, responder com generosidade, para tua alegria, ao teu apelo de amor. Este é mais um passo no nosso peregrinar rumo a 2014." 

O Pai e Fundador esperava por nós junto ao Santuário

"Quero responder ao chamamento que a Mãe nos faz neste Santuário e renovar a nossa Aliança de Amor com Ela, renovando a minha Aliança Baptismal e incorporando-me na Aliança por Ela selada, com o Padre José Kentenich e a Família de Schoenstatt a 18 de Ourubro de 2014."


Todos unidos em volta do Pai e Fundador, renovámos a Aliança de Amor

"Confiando na ajuda e protecção da Mãe, queremos esforçar-nos pela santificação da vida diária e transformar toda a minha vida e todas as minhas acções numa oferta ao capital de graças que torna possível a fecundidade do Santuário." 


Todos mesmo unidos ao Pai, através dum cordão que tinha uma mensagem do Padre Kentenich para cada um.


Padre Carlos Alberto: " Em nome do Padre Kentenich, aceito a renovação da vossa Aliança de Amor e peço-lhe que vos ajude a permanecerem sempre fiéis a esta consagração. Em todos os momentos tenham plena confiança na fidelidade de Maria, que fará de cada um de vós um instrumento fecundo. Neste Ano do Pai renovamos a nossa entrega filial e colocarmo-nos novamente nas suas mãos.

Rezamos:
Sim, Pai. Vamos contigo.
O nosso coração no teu coração,
O nosso pensar no teu pensamento,
A nossa mão na tua mão.
Pai, a tua Aliança é a nossa missão."


À tarde antes de regressarmos a nossas casas, todos cantámos em conjunto:

"Ele amou a Maria, nós amamos também!
Ele amou a Igreja, nós amamos também!
Conhecemos seu segredo, assumimos a Missão,
Para ser Família unida, Tua Aliança - nossa vida!


"Querida Mãe, hoje ao terminarmos as actividades queremos perguntarmo-nos e levar esta missão para as férias:
Neste ano e em cada dia, o que agradecemos?
Neste anjo e em cada dia, o que colocámos na talha?
Neste ano qual foi o nosso "passo missionário"?

Assim, queremos percorrer este tempo até 2014.

Fami e Paulo

(Os textos apresentados neste trabalho, foram retirados dos guiões da cerimónia de encerramento do ano pastoral, Renovação da Aliança de Amor e Oração de Encerramento).

terça-feira, 5 de julho de 2011

Encerramento oficial das actividades 2010-2011


No dia do encontro do encerramento oficial das actividades 2010-2011 da diocese de Aveiro e Coimbra, pudemos fazer uma retrospectiva na vida dos diversos Ramos e projectos. Ficam algumas imagens para recordar e agradecer.

 
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