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domingo, 14 de setembro de 2014

A PAZ NO MUNDO NA MOCHILA DOS PEDALANTES

 
Gostaria de lhe dar conta da 8.ª ida dos Pedalantes de Nossa Senhora a Fátima, que aconteceu no passado fim de semana, conforme havia sido combinado.
Assim aconteceu. 21 Pedalantes, onde estou incluído, mais cinco acompanhantes-esposas e filhos, que ajudaram no apoio logístico, a quem agradecemos, saíram às 6h30 do Santuário de Schoenstatt, Gafanha da Nazaré, rumo ao santuário de Nossa Senhora de Fátima, onde, depois das primeiras três horas debaixo de chuva, chegámos por volta das 18h, mas já sequinhos e com alguma sede, não de água da chuva, mas de um fininho fresquinho, o que aconteceu. Todos com um sorriso rasgado nos lábios e de gratidão à Mãe, por tudo ter corrido tão bem.

 
À noite, participamos na Procissão das Velas. Começando o terço com muita chuva, cinco minutos antes de terminar esta parou e a Procissão fez-se como se nunca tivesse chovido. Maravilha das maravilhas. Como os amigos não se esquecem, todos foram lembrados à Mãe, a quem rogámos pelas necessidades de cada um.
Durante a noite, não faltou chuva intensa que até metia medo. À hora de saída, para o regresso a nossas casas, nem pinga e depois nunca mais choveu até chegarmos ao Santuário da Mãe Três Vezes Admirável, na nossa terra, por volta das 18h30.
Que viagem bonita pela Paz no Mundo. Que Nossa Senhora aceite o nosso sacrifício em prol desta Paz de que o Mundo tanto precisa. 
Para o Ano, cá estaremos para lhe voltar a dar notícias sobre a 9.ª Viagem a Fátima dos Pedalantes de Nossa Senhora.

Joaquim Simões
 
 
 

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Peregrinar a Fátima com a Família de Schoenstatt



Há uns anos atrás decidi ir a Fátima a pé, em agradecimento, até que a minha condição física o permita e assim tenho feito.

Este ano fui pela primeira vez com a Família de Schoenstastt e só posso dizer que não conseguimos sentir as dores físicas, porque são tantas as alegrias que sentimos no percurso, que não temos tempo para sentir mais nada. Por isso agradeço a toda a Família pelos momentos de oração, pelos testemunhos, que tanto contribuem para “olhar para dentro” e sentir que também vamos conseguir ultrapassar as nossas dificuldades, pelo ambiente de alegria vivido durante toda a peregrinação.

Um agradecimento especial, à Rita e ao Daniel pela organização impecável, assim como toda a dinâmica.
Obrigado MTA por me incluíres nesta família.

Graça Cabral

sábado, 7 de setembro de 2013

Peregrinação dos Pedalantes de Nossa Senhora ao Santuário de Fátima

Comemoração do 34ª aniversário da nossa Aliança do Sacramento do Matrimónio 

Foi com muita alegria que este ano participámos pela primeira vez na Peregrinação de bicicleta a Fátima em família e amigos.
Já no ano passado, a convite de vários amigos, ficámos com vontade de ir, mas como coincidia com o dia do nosso casamento – 1 de Setembro –  e como já tínhamos férias marcadas para esses dias, acabámos por não ir.
Este ano, inscrevemo-nos como família e oferecemos todo o esforço para o capital de graças. Em princípio, era só para irmos de bicicleta até Fátima e regressarmos de carro, mas a Mãe e o grupo encheram-nos de força e coragem para ir e voltar de bicicleta.


Às seis e trinta da manhã, ainda estava tudo escuro, mas a Mãe já estava com a sua luz resplandecente à nossa espera no santuário.
Entrámos, fizemos a oração, entregámos tudo nas mãos da Mãe. O Manel deu algumas informações importantes e lá partimos cheios de fé e confiantes na vitória,  os 42 pedalantes, rumo ao Santuário de Fátima acompanhados pela Mãe e por uma equipa de apoio fantástica, que nos incentivava a continuar a pedalar e a conseguir alcançar com êxito   mais  uma etapa,  sempre preocupada em nos alimentar quer ao nível do corpo quer ao nível do nosso espírito, mimando-nos com água fresca, um docinho, as mantas, um sorriso, uma palavra de coragem, um abraço, as refeições prontas...
E etapa a etapa lá fomos pedalando. Também os mais experientes ajudavam, incentivam e esperavam pelos menos treinados.
O nosso amigo Zé Manel sempre preocupado connosco e  com  a manutenção das nossas «bikes». O nosso filho Emanuel fazendo-nos sorrir para as fotos que ia tirando ao longo da viagem, para mais tarde recordar. O incentivo de alguns familiares e dos filhos mais pequeninos que batiam palmas quando passávamos...
Às vezes bastava sentir a palma da mão desses queridos pedalantes mais experientes nas nossas costas ou uma palavra amiga «força , está quase , a seguir há uma descida e aproveitas para relaxar...», e  nós ficávamos logo com mais forças para pedalar e atingir mais um objetivo.
Foram os nossos  «anjinhos da guarda».
E assim, quilómetro a quilómetro, lá chegámos ao santuário de Fátima por volta das 17 horas. Foi uma alegria e uma emoção inexplicável,  quando entrámos no recinto e junto da Cruz Alta tirámos a foto de grupo.


Depois de um banho bem merecido e do jantar fomos participar na procissão das velas. Aquele silêncio e a presença da Mãe penetrou nos nossos corações.
«Obrigada Mãe... aqui é bom estar... parece que já nem tenho nenhumas dores musculares..»-  desabafava eu com a Mãe.
Pernoitámos e de manhã quando acordámos fomos à celebração da Santa Missa às 7h e 30 da manhã para, no momento de ação de graças e de mãos dadas, eu e o Artur agradecermos a viagem e os 34 anos de aliança de amor do nosso matrimónio.
Tomámos o pequeno almoço e verificámos que ainda tínhamos força para continuar a pedalar e regressar de bicicleta à Gafanha.
E assim, com o mesmo espírito de grupo,  etapa a etapa, partimos de Fátima  rumo ao nosso Santuário da Gafanha .  Chegámos  por volta das dezanove horas.


A Mãe lá estava à nossa espera de braços abertos. Aqui é bom estar de regresso... segredavam e agradeciam os pedalantes a Nossa Senhora.
Por fim o Padre Vitor Espadilha deu-nos a bênção e partimos para os nossos lares.


Bem hajam, esta peregrinação superou as nossas expetativas. Foi uma espantosa vitória do trabalho em equipa. Tudo para o capital de graças, para a nossa santificação. Nunca mais vamos esquecer esta VI Peregrinação dos Pedalantes de Nossa Senhora a Fátima e da comemoração dos nossos 34 anos de Aliança  Matrimonial.
 O casal da Liga das Famílias:

Fátima Lages e Artur Almeida

Nota: Depois de lermos este texto, só podemos dizer: bonito e obrigado por partilharem este testemunho.

Fami e Paulo

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Imagem de Nossa Senhora de Fátima da Capelinha das Aparições vai ao Vaticano em Outubro


Papa Francisco decidiu consagrar o mundo ao Imaculado Coração de Maria

A imagem da Virgem de Fátima venerada na Capelinha das Aparições vai viajar até ao Vaticano em Outubro, para uma celebração de consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria, a pedido do Papa.
A revelação foi feita hoje em Fátima, durante uma conferência de imprensa, pelo bispo local, D. António Marto, o qual adiantou que a solicitação foi feita "ainda no tempo do Papa Bento XVI", agora emérito.
O prelado fala num acontecimento de "relevo mundial" ao qual o Santuário não poderia deixar de se associar.
A celebração decorre na reta final do Ano da Fé (outubro de 2012-novembro de 2013), referiu o padre Carlos Cabecinhas, reitor do Santuário de Fátima.
"Muito nos honra que tenha sido escolhida a imagem de Nossa Senhora de Fátima para estar presente nesta jornada mariana do Ano da Fé em Roma", acrescentou, frisando que esta imagem é "significativa para todo o mundo católico", um "ícone".
Em carta dirigida ao bispo de Leiria-Fátima, o presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, D. Rino Fisichella, comunicou que “é um desejo vivo do Santo Padre que a Jornada Mariana possa ter como especial sinal um dos ícones marianos entre os mais significativos para os cristãos em todo o mundo”.
Esta será a primeira vez que a imagem vai estar ausente da Cova da Iria (Distrito de Santarém, Diocese de Leiria-Fátima) durante uma peregrinação internacional aniversária, celebradas nos dias 13 de cada mês entre maio e outubro, evocando as seis aparições de Nossa Senhora aos pastorinhos em 1917.
"Ao Santo Padre não se pode dizer que não", justificou D. António Marto.
Francisco vai repetir um gesto realizado por João Paulo II (1920-2005), diante da mesma imagem, a 25 de março de 1984, na Praça de São Pedro, Vaticano.
O Papa polaco, que visitou Fátima em três ocasiões (1982, 1991, 2000), proferiu então diante da imagem da Virgem o ‘ato de consagração’ que já tinha feito na Cova da Iria, a 13 de maio de 1982.
“A força desta consagração permanece por todos os tempos e abrange todos os homens, os povos e as nações”, disse João Paulo II, que entregou a D. Alberto Cosme do Amaral, bispo de Leiria-Fátima (falecido a 7 de outubro de 2005) a bala que o tinha atingido no atentado de que tinha sido vítima a 13 de maio de 1981.
Pio XII tinha realizado a consagração do mundo ao coração Imaculado de Maria em 1942 e 1952, tendo como pano de fundo o sofrimento provocado pela II Guerra Mundial.
A imagem da Capelinha das Aparições voltaria ao Vaticano a 8 de outubro do ano 2000, quando João Paulo II decidiu consagrar o novo milénio à Virgem Maria, na presença de 1500 bispos de todo o mundo.
A imagem apenas deixa a Capelinha das Aparições em situações consideradas “muito especiais”, segundo explicou o reitor do Santuário, e esta será a 12ª ocasião em que tal acontece.
Além das duas viagens ao Vaticano, a escultura esteve em Lisboa (1942 e 2005),Estremadura e Ribatejo (1946), Alentejo e Algarve com passagens por Espanha (outubro de 1947 a janeiro de 1948), Madrid e outras localidades de Espanha (22 de maio e 2 de junho de 1948), Diocese de Leiria (1951 e 2010), Santuário de Cristo Rei e Lisboa (1959 e 2009).

Fonte: Agência Ecclesia

Fami e Paulo


quarta-feira, 12 de junho de 2013

Direi sem medo "Farei tudo o que Ele me disser"


Neste momento, e depois dos outros testemunhos, eu começo por dar graças a Deus por estar aqui. E começo também por agradecer à Xana por, ao longo do tempo me ter desafiado a peregrinar. Como não pertenço ao movimento, no inicio achei interessante o que ela me contou, depois verifiquei que não bastava achar interessante, era preciso viver esta experiência para perceber melhor, e aqui estou e não vim sozinha.
Este ano foi a segunda vez que fiz esta peregrinação. Da primeira vez peregrinei três dias, este ano, apenas um dia e, tal como a Xana, também agradeço todos os dias a todos os anjos da guarda que me acompanham e me ajudam a encontrar no dia a dia da vida os diversos "Santuários Vivos" que me ajudam a "caminhar pelas pedras" e fazer delas um caminho suave, tranquilo e acima de tudo um caminho preparado para que eu possa dizer sem medo que "Farei tudo o que Ele me disser". É muito importante saber dizer isto de coração, se o dissermos de coração, se sentirmos esta confiança bem cá dentro, tudo vem ao nosso encontro! Maria, a mãe de Jesus, também confiou plenamente.
É isto que também eu tenho tentado fazer em cada dia da minha vida que, de facto, nos últimos tempos tem sido uma peregrinação com algumas pedras bem duras mas… eu sou uma das pessoas que está nesta imagem e precisamente naquela posição, em pleno santuário, de frente para o altar, eu li em letras bem grandes: “Não tenhais medo.” Ao ler isto disse para o meu marido: “Vamos acreditar, tudo se há-de resolver.” E ele respondeu: “Sim, vai correr tudo bem, confia”.


Peregrinar juntos este ano, apesar de pouco tempo, também nos fez parar e ouvir o silêncio envolvente, particularmente o silêncio dos jovens que foi no ano passado o que mais me surpreendeu e me fez pensar: “afinal vale a pena investir, quero fazer este trabalho para um dia ver a minha filha assim.” Este ano o silêncio, por sua vez, fez-nos ouvir o nosso coração e principalmente perceber que Deus nos pede para "Peregrinar e não caminhar", outra expressão que gostei de ouvir e que é exactamente o que é preciso para assim fazermos um verdadeiro caminho em direcção à santidade.

Três dias ou só um, espero peregrinar mais vezes.

Obrigada por tudo.

Sara Andrade

segunda-feira, 10 de junho de 2013

De Lisboa a Fátima de bicicleta


Sob o tema da Santíssima Trindade, decorreu no final do passado mês de Maio uma peregrinação em bicicleta que uniu o Santuário de Schoenstatt em Lisboa ao Santuário de Fátima, tendo sido percorridos os "Caminhos do Tejo", numa distância total de 175 kms.
Organizada pelo Ramo dos Homens do Movimento de Schoenstatt em Lisboa foi com especial espírito de gratidão que os peregrinos receberam a notícia que a comunidade dos Padres Pallottinos decidiu oferecer ao Movimento, o Santuário Original como presente jubilar pelo centenário da sua fundação.

Peregrinação 2014
Para 2014 está prevista uma nova peregrinação em bicicleta, desta vez pelo "caminho do mar" que sai novamente do santuário de Lisboa até ao Estoril,  prosseguindo junto ao mar até ao Guincho, onde inflete para o interior, cruzando depois as dunas e a Serra de Sintra. O traçado irá atravessar várias “zonas históricas”, incluindo locais que são Património Mundial da Humanidade, como Sintra, Mafra, Óbidos e Alcobaça.


Passados 25 minutos da tradução em português nos ter chegado
“No passado dia 22 de Maio fomos capazes de mostrar a nossa capacidade de divulgação. Passados 25 minutos da tradução em português nos ter chegado, já tínhamos difundido por toda a rede de contactos em Portugal e claro está que os telefones começaram a tocar”, comenta Daniel Simões, correspondente de schoenstatt.org, e acrescenta: ”No dia 24 de Maio estava prevista a peregrinação de bicicleta desde o Santuário de Lisboa até ao Santuário de Fátima que, perante estas notícias do Santuário original, decidiu que a mesma, fosse de agradecimento!”

Gonçalo Vilela
(Ramo dos Homens de Lisboa)


sábado, 8 de junho de 2013

Peregrinar a Fátima deu-me Força


Esta peregrinação a Fátima permitiu-me descobrir algo que me faltou todos estes 16 anos : A força!
E assim foi… Decidi ir á Fátima, pela primeira vez, fazer esta peregrinação. Apesar de ter feito apenas o último dia da peregrinação, tive oportunidade de falar e conhecer alguns peregrinos que caminharam durante os 3 dias e que me admiraram, que surpreenderam, tanto!
Graças a eles e ao momento que passei, voltei a descobrir o meu “Eu”, a força que andava em mim, e acima de tudo, aprendi a dar valor algum a valor a mim mesma! A Xana  nesta caminhada ajudou-me e direccionou-me,  mas avisou-me que apesar de me ajudar, eu só conseguiria superar os meus obstáculos se a vontade partisse de mim mesma!


Há algum tempo atrás, eu achava, que não valia a pena viver, que eu não tinha lugar aqui, pois não  valia Nada! E agora aqui estou a tentar lutar. Todos os dias, com o apoio da minha família, começo já a sentir que afinal mereço viver, e que eu tenho valor! Obrigada Fátima, a Schoenstatt, à Xana, a minha Mãe , e especialmente a Deus que me deu as respostas , que eu procurava!


Mariana Salgueiro

terça-feira, 28 de maio de 2013

Missa de Acção de Graças pela Peregrinação a Fátima

Os cinco peregrinos que apresentaram os seus testemunhos

No passado Domingo (26 de Maio) a Missa das 18 horas no Santuário de Schoenstatt da Diocese de Aveiro, foi celebrada em Acção de Graças, pela Peregrinação da Família portuguesa de Schoenstatt a Fátima e também pelo facto do Santuário Original passar a ser propriedade do Movimento Apostólico de Schoenstatt.
Na Missa, estiveram presentes muitos dos peregrinos que participaram na peregrinação a Fátima.
Alguns dos peregrinos deram o seu testemunho sobre a forma como vivenciaram a peregrinação.

"Quando nos lançam este desafio encontramos sempre dezenas, centenas de palavras para dizer: “ Se calhar não aguento, não tenho preparação física, não posso faltar ao meu emprego, não posso deixar a família”…Enfim… e outras tantas coisas.
Em 2008 encontrei apenas duas: “ EU VOU!!!”
No final da peregrinação, cujo lema era Vai Mais Longe… eu fui mais longe… e encontrei mais duas palavras “ EU QUERO”
No ano seguinte, o lema “Quem me vê, vê o Pai”.
Mais palavras “ EU VOU, EU QUERO E VOU LEVAR ALGUÉM COMIGO”. E assim foi, em 2009 … o marido, o pai, o filho, os amigos…
É isto que a peregrinação nos dá. VIVEMOS; EXPERIMENTAMOS e queremos PARTILHAR… as subidas, as descidas, o calor, o frio, a chuva, o sol, o arco-íris, os testemunhos, a alegria e a Fé inabalável dos jovens, o silêncio…
Outra coisa que experimentamos o SILÊNCIO. Tão importante nas nossas vidas, encontrarmo-nos com Deus e conversarmos.
Todos os anos são diferentes. Nós somos diferentes porque nos vamos transformando. O importante é estarmos atentos, com vontade e confiantes porque aquilo que necessitamos aparece.
Mas para isso é preciso PARAR. Parar se queremos continuar…
No ano passado aprendi uma coisa muito importante para vermos, temos de olhar de olhos vendados.

O Padre Carlos Alberto benzendo as talhas que foram oferecidas aos peregrinos

Tal como disse o Padre Diogo este ano, a peregrinação às vezes até pode parecer sempre a mesma coisa, mas tenham a certeza que não é. E cada ano com um desafio diferente e sempre uma aprendizagem nova. Partilhando um testemunho de um peregrino “ Cada vez que venho de uma peregrinação, acho que foi a melhor. Repito vezes sem conta “ Foi esta a melhor...mas foi mesmo esta a melhor!”. Não podia deixar também de partilhar convosco, aquilo que ouvi ontem de um peregrino.” A Peregrinação já faz parte do meu ano. Sabes, é como aquelas pessoas que tem de ir às termas todos os anos, pois é eu também tenho de ir todos os anos à Peregrinação CUiDAR da ALMA.
Este ano já consegui Mais… peregrinar do que caminhar, como ouvi de um jovem, por exemplo: não levando relógio e com o telemóvel desligado. Aqui fica, o meu muito obrigado a este jovem que com toda a certeza meu deu uma grande lição de vida. PEREGRINAR E NÃO CAMINHAR. Faz toda a diferença.
Cresci no seio de uma família católica, que graças a Deus me foi transmitindo muitos valores. Recordo, “ reza … , “ nunca estás sozinha, tens sempre um anjo da guarda contigo… “ e nunca te esqueças de agradecer” e tantas outras coisas…
Talvez por isso, acredito muito em anjos. Os anjos da guarda do Céu e os anjos da terra. Um desses anjos da terra, numa fase da minha vida muito atribulada disse-me: “ Ali no Santuário resolvemos muitos problemas da vida… sabes, também existe uma Peregrinação muito abençoada onde podemos encontrar o nosso caminho…” E foi assim, que me pus no caminho…
Nesta Peregrinação ouvi alguém dizer “ não vás por ai pelas pedras, aqui no alcatrão caminhas melhor. Ao que eu respondi: “ Obrigada, mas eu aqui vou bem”. O caminho nas pedras faz-me ir mais desperta, mais concentrada para não me desequilibrar e sobretudo mais atenta para algo imprevisto que possa aparecer.
Foi aqui, neste Santuário, e em todas estas Peregrinações que fui e vou encontrando sempre cada vez mais instrumentos, ferramentas… que me ajudam a PEREGRINAR nestes caminhos desequilibrados da vida…
Obrigada a todos os JOVENS “responsáveis” por tantas conversões…
E muito, mesmo muito Obrigada aos meus ANJOS da GUARDA do CÉU e da TERRA."


Xana Sardo

segunda-feira, 27 de maio de 2013

"Peregrino uma vez, peregrino para sempre"

Peregrino uma vez, peregrino para sempre” esta é a frase que nos marcou após os três dias da peregrinação anual da Família de Schoenstatt. 
Nestes dias os momentos de silêncio, oração e partilha durante todo o percurso foram importantes para esvaziar e moldar as nossas talhas. Assim, partimos com a certeza de como queremos enchê-las e partilhá-las com o outro e com quem nos rodeia.
Como namorados e em cada um de nós, sentimos que esta peregrinação converteu pequenas coisas diárias, como por exemplo a oração e o sacrifício.
A oração deve estar sempre presente na vida de um cristão mas, por vezes, a confusão do dia-a-dia faz-nos esquecer a sua importância. Nesta peregrinação percebemos o quanto ela nos une e molda aos olhos de Deus Pai, da MTA, e do próximo que nos acompanha.

Um ponto marcante para nós foram os momentos partilhados em oração através do terço em silêncio, que nos ajudou a peregrinar, reflectir e melhorar o nosso sentido de sacrifício um com o outro e dentro da Família.


Queremos agradecer a toda a organização pela entrega e dedicação no apoio a cada peregrino e na motivação demonstrada, assim como também a todos os peregrinos que nos acompanharam e marcaram nesta peregrinação.

Pedro Bola (JMS-Aveiro) e Eduarda Correia (JFS-Braga)

sábado, 25 de maio de 2013

"Senti que não ia em silêncio nem só, mas sim, acompanhado pela Mãe"


A Peregrinação da Família a Fátima foi um momento único na minha vida. Foi a primeira vez que participei e fiquei simplesmente maravilhado com tudo o que se consegue viver de uma forma tão intensa. Há muito que procurava ter esta experiência e este ano tornou-se possível.
Esta peregrinação marcou-me em especial pela importância de rezar. Descobri o quanto é bom faze-lo, pois nos momentos de silêncio, durante toda a caminhada, a oração foi a minha companhia, sentindo que não ia em silêncio nem só, mas sim acompanhado pela Mãe.


Sinceramente, mostrou-me que no dia-a-dia me esqueço de algo tão importante como é o rezar. Com a rotina diária por vezes não dou o valor que este ato merece e esta peregrinação deu-me essa força e vontade para que agora, todos os dias, tenha o meu momento onde falo e partilho com Deus todas as minhas alegrias e tristezas do dia.
Globalmente adorei tudo, considero que pus em prática o lema da peregrinação “Fazei tudo o que Ele vos disser!”. Gostei dos percursos feitos, as refeições partilhadas, todos os momentos de alegria, as celebrações, tudo foi incrível. Todo o grupo era fantástico, mas, em especial, o que partiu do nosso Santuário tocou-me muito.
A viagem de regresso para a Gafanha da Nazaré foi igualmente marcante, ao termos partilhado o que foi importante para cada um permitiu tornar o grupo mais coeso e fez com que a peregrinação terminasse de forma perfeita.
O meu muito obrigado a todos vocês. Conto regressar, pois “Peregrino uma vez, peregrino para sempre”!

Carlos Casqueira

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Missa de Ação de Graças pela Peregrinação Nacional a Fátima


Querido peregrino,

convidamos-te a participar na missa de Ação de Graças pela peregrinação a Fátima nos dias 25, 26 e 27 de Abril, que se vai realizar no Santuário de Schoenstatt, da diocese de Aveiro, no domingo dia 26, pelas 18.00H.
Vamos dar graças a Deus e reviver momentos inesquecíveis que foram muito importantes para cada um de nós.
 

 
 
Mãe,
Queremos ser talhe que espera.
Queremos ser talha que serve.
Convertidos neste milagre,
Ouvimos o Teu pedido:
"Fazei tudo o que Ele vos disser"


Esperamos por ti,
Rosinda Nunes

 
 


segunda-feira, 13 de maio de 2013

Consagração a Nossa Senhora de Fátima do pontificado do Papa Francisco


Virgem Santíssima,

1. Estamos a Vossos pés, os Bispos de Portugal e esta multidão de peregrinos, no 96.° aniversário da Vossa Aparição aos Pastorinhos, nesta Cova da Iria, para dar cumprimento ao desejo do Papa Francisco, claramente expresso, de Vos consagrar a Vós, Virgem de Fátima, o seu Ministério de Bispo de Roma e de Pastor Universal. Assim Vos consagramos Senhora, Vós que sois Mãe da Igreja, o Ministério do novo Papa: enchei o seu coração da ternura de Deus, que Vós experimentastes como ninguém, para que ele possa abraçar todos os homens e mulheres deste tempo com o amor do Vosso Filho Jesus Cristo. A humanidade contemporânea precisa de sentir-se amada, por Deus e pela Igreja. Só sentindo-se amada vencerá a tentação da violência, do materialismo, do esquecimento de Deus, da perda do rumo que a conduzirá a um mundo novo, onde o amor reinará. Dai-lhe o dom do discernimento para saber identificar os caminhos da renovação da Igreja; dai-lhe coragem para não hesitar em seguir os caminhos sugeridos pelo Espírito Santo; amparai-o nas horas duras de sofrimento, a vencer, na caridade, as provações que a renovação da Igreja lhe trará. Estai sempre a seu lado, pronunciando com ele aquelas palavras que bem conheceis: "Eu sou a Serva do Senhor, cumpra-se em Mim a Tua Palavra". 

2. Os caminhos de renovação da Igreja levam-nos a redescobrir a atualidade da Mensagem que deixastes aos Pastorinhos: a exigência da conversão a Deus que tem sido tão ofendido, porque tão esquecido. A conversão e sempre um regresso ao amor de Deus. Deus perdoa porque nos ama. É por isso que o Seu amor se chama misericórdia. A Igreja, protegida pela Vossa solicitude maternal e guiada por este Pastor, tem de se afirmar, sempre mais, como Lugar da conversão e do perdão, porque nela a verdade exprime-se sempre na caridade.
Vós indicastes a oração como o caminho decisivo da conversão. Ensinai a Igreja, de que Sois membro e modelo, a ser, cada vez mais, um povo orante, em comunhão com o Santo Padre, o primeiro orante deste povo e também em comunhão silenciosa com o anterior Papa, Sua Santidade Bento XVI, que escolheu o caminho do orante silencioso, desafiando a Igreja para os caminhos da oração. 


3. Na Vossa Mensagem aos Pastorinhos, aqui na Cova da Iria, pusestes em relevo o Ministério do Papa, "o Homem vestido de branco”. Três dos últimos Papas fizeram-se peregrinos do Vosso Santuário. Só Vós, Senhora, no Vosso amor maternal a toda a Igreja, podeis pôr no coração do Papa Francisco o desejo de ser peregrino deste Santuário. Não é algo que se lhe possa pedir por outras razões; só a cumplicidade silenciosa entre Vós e Ele o levara a sentir-se atraído por esta peregrinação na certeza de que será acompanhado por milhões de crentes, dispostos a ouvir de novo a Vossa Mensagem.
Aqui, neste Altar do mundo, ele poderá abençoar a humanidade, fazer sentir ao mundo de hoje que Deus ama todos os homens e mulheres do nosso tempo, que a Igreja os ama e que Vós, Mãe do Redentor, os conduzis com ternura aos caminhos da salvação.

Fátima, 13 de Maio de 2013

D. José Policarpo, cardeal-patriarca de Lisboa e presidente da Conferência Episcopal Portuguesa

sábado, 4 de maio de 2013

Peregrinar e não apenas caminhar



Este ano foi a segunda vez que fiz esta peregrinação. Da primeira vez peregrinei três dias, este ano, apenas um dia e, tal como a Xana, também agradeço todos os dias a todos os anjos da guarda que me acompanham e me ajudam a encontrar no dia a dia da vida os diversos "Santuários Vivos" que me ajudam a "caminhar pelas pedras" e fazer delas um caminho suave, tranquilo e acima de tudo um caminho preparado para que eu possa dizer sem medo que "Farei tudo o que Ele me disser". É muito importante saber dizer isto de coração.. se o dissermos de coração, tudo vem ao nosso encontro!



Gostei da expressão: "Peregrinar e não caminhar"... talvez me ajude também a mim.

Obrigada por tudo.

Três dias ou só um, espero peregrinar mais vezes.

Sara Andrade

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Para o ano, se Deus quiser, lá estarei...


Nos dias 25 a 27 de Abril, participei com muito gosto na 13ª Peregrinação da Família de Schoenstatt a Fátima. Era uma peregrinação que desejava fazer, depois de ter lido no blogue “Schoenstatt Aveiro” algumas experiências de outras pessoas, e de alguns amigos me terem relatado a sua experiência.


Mas esta ida “a Fátima a pé”, não é a normal caminhada desenfreada, em que se galgam quilómetros, mas sim uma sequência de estudo e meditação, de silêncio e esforço que me fez pensar “Qual será a missão que Jesus tem para mim nas bodas de Caná”. Sobre o lema “Fazei tudo o que Ele vos disser”, passaram-se os 3 dias, que mais pareceram algumas horas, não deixando porém de conseguir chegar á conclusão que Jesus não quer que eu seja simplesmente a água que enche as “Talhas”, mas sim o barro que se deixa moldar e que dele faz surgir verdadeiras talhas, a água sim que as enche mas que também transborda retirando de dentro tudo o que é impuro e que pode estragar a talha e por fim saber distribuir o bom vinho que Jesus transformou bem dentro de mim por todos aqueles que me rodeiam.


De realçar também que nunca imaginei participar numa Eucaristia numa praia e muito menos num castelo, mas foi isso mesmo que aconteceu e foi uma vivência fantástica com todo o azul e ressoar das ondas do mar que envolvia a primeira, e o ambiente acolhedor do Castelo de Porto Mós.
Gostaria de terminar este meu pequeno testemunho com um excerto de uma canção do nosso querido amigo Padre António, que se enquadra bem no tema desta peregrinação:

“Caná é todo lar, Caná é toda a vida,
Caná também se dá, no nosso coração.
Caná não terminou, e pode acontecer,
Se o vinho acabou, o vinho do amor.”


Um bem-haja a todos. Para o ano, se Deus quiser lá estarei.

Rubem da Rocha

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Ó Senhora minha, ó minha Mãe


“Ó Senhora minha, ó minha Mãe,
eu me ofereço todo(a) a vós,
e em prova da minha devoção para convosco,
Vos consagro neste dia e para sempre,
os meus olhos, os meus ouvidos,
a minha boca, o meu coração e inteiramente todo o meu ser.
E porque assim sou vosso(a),
ó incomparável Mãe,
guardai-me e defendei-me como propriedade vossa.
Lembrai-vos que vos pertenço, terna Mãe, Senhora nossa.
Ah, guardai-me e defendei-me como coisa própria vossa.”


Crescemos a ouvir e a ensinarem-nos a Consagração a Nossa Senhora, desde este ensinamento das nossas avós, fomos crescendo no conhecimento de Jesus e de Deus.
Reencontrámos a oração, na Peregrinação da Família Schoenstatt a Fátima, o que muito nos emocionou.
Não obstante, as emoções idiossincráticas da nossa primeira Peregrinação a Fátima, que muito naturalmente e simplesmente brotaram em nós, tivemos a demanda das nossas avós.
Pela primeira vez, iríamos em Peregrinação a Fátima e com a Oração da Família de Schoenstatt!
Ao longo do percurso espiritual, foi-nos dada a oportunidade de ver Jesus nos Outros, refletindo-se a sua Fé em nós, densificando e aprofundando na Palavra da Oração.
TUDO foi aprazível? Não! Todavia, o que ainda hoje percecionamos é “Fazei TUDO o que ele vos disser”. Leitmotiv da Peregrinação a Fátima e nosso próprio propósito.


Então, o que mudou na nossa vida?!
A vontade de intensificar a Oração. O diálogo com a Mãe do Céu e com Deus. Agradecer a Sua presença no nosso dia. Presenciar a divindade nas suas mais diversificadas formas. Não omitir e ser testemunho. Pautar a nossa vida com o genuíno sentimento de devoção a Nossa Senhora e tentar cumprir com os seus pedidos. Ver nos outros o rosto de seu Filho Jesus, para Quem todos somos iguais e igualmente Seus filhos e irmãos.
Nunca nos cansaremos de declamar “Toma a minha vida. Fá-la de novo. Eu quero ser um vaso novo.”
Sempre Peregrinas,

Maria Manuela Ançã Castro

Isabel Cristina Ançã Castro

terça-feira, 30 de abril de 2013

Sou muito abençoada!


Sou muito Abençoada!
Sou mesmo muito Abençoada!

Esta é a sexta vez que participo na Peregrinação Anual das Famílias a Fátima.
Tal como disse o Padre Diogo, a peregrinação até pode parecer sempre a mesma coisa, mas tenham a certeza que não é. E cada ano com um desafio diferente e sempre uma aprendizagem nova. Já consigo peregrinar e não caminhar, como ouvi de um jovem, sem relógio e com o telemóvel desligado. Aqui fica, o meu muito obrigado a este jovem que com toda a certeza me deu uma grande lição de vida. PEREGRINAR E NÃO CAMINHAR. Faz toda a diferença.


Sou muito Abençoada!
Sou mesmo muito Abençoada!
Cresci no seio de uma família católica, que graças a Deus me foi transmitindo muitos valores. Recordo, a minha avó “ reza … A minha mãe “ nunca estás sozinha, tens sempre um anjo da guarda contigo… e o meu pai “ nunca te esqueças de agradecer” e tantas outras coisas…
Talvez por isso, acredito muito em anjos. Os anjos da guarda do Céu e os anjos da terra. Um desses anjos da terra, numa fase da minha vida muito atribulada disse-me: “ Ali no Santuário resolvemos muitos problemas da vida… sabes, também existe uma Peregrinação muito Abençoada onde podemos encontrar o nosso caminho…” E foi assim, que me pus no caminho…


Nesta Peregrinação ouvi alguém dizer “ não vás por ai pelas pedras, aqui no alcatrão caminhas melhor. Ao que eu respondi: “ Obrigada, mas eu aqui vou bem”. O caminho nas pedras faz-me ir mais desperta, mais concentrada para não me desequilibrar e sobretudo mais atenta para algo imprevisto que possa aparecer.
Foi ali, naquele Santuário, e em todas estas Peregrinações que fui e vou encontrando sempre cada vez mais instrumentos, ferramentas… que me ajudam a PEREGRINAR nestes caminhos desequilibrados da vida…


Obrigada a todos os JOVENS “responsáveis” por tantas conversões…
E muito, mesmo muito Obrigada aos meus ANJOS da GUARDA do CÉU e da TERRA.

Sou muito Abençoada
Xana
Abril 2013

segunda-feira, 29 de abril de 2013

3º dia da Peregrinção a pé e Encontro Nacional da Família de Schoenstatt em Fátima

Peregrinos que vieram no autocarro do Santuário de Aveiro

No passado sábado, ocorreu em Fátima o Encontro Nacional da Família de Schoenstatt. Os peregrinos que fizeram a peregrinação a pé, encontraram-se com os que vieram de autocarro, ou em carro próprio, para em conjunto fazerem os últimos quilómetros até aos Valinhos, onde foi celebrada a Santa Missa.

 O salão do Bom Pastor, no Centro Pastoral Paulo VI

As dinâmicas deste dia, foram realizadas neste Salão, para as pessoas que vieram só no último dia. Os peregrinos a pé, realizaram-nas durante o percurso.

"Vamos hoje percorrer a última etapa deste caminho a que nos propusemos, rumo ao Santuário de Fátima, onde Nossa Senhora nos espera.

Última etapa da peregrinação a pé.

"O Padre Kentenich tinha a consciência de que Deus e Nossa Senhora nos falam por intermédio de instrumentos. Ele foi certamente um instrumento privilegiado nas suas mãos, assim como o foram os três pastorinhos de Fátima.
A espiritualidade do instrumento, em Schoenstatt, acentua o facto de cada um de nós ser também instrumento na construção do Reino de Deus."

Sempre a caminhar para o encontro com Nossa Senhora

Após a chegada aos Valinhos, rezou-se o terço na Loca do Anjo, local onde as crianças receberam a primeira e terceira visitas do "Anjo da Paz".

A rezar o terço na Loca do Anjo.

"Jesus convida-nos a assumir uma atitude que seja duradoura, a do serviço, para podermos experimentar a verdadeira alegria que inunda todo o nosso ser. Maria foi um verdadeiro exemplo de testemunho e serviço, realizando a sua missão com despojamento, confiança e humildade."

Terminada a reza do terço, fomos para a Santa Missa, na capela de Santo Estêvão. Sobre a Santa Missa, falaremos num outro artigo.

Fami e Paulo

sexta-feira, 26 de abril de 2013

2º dia da peregrinação da Família de Schoenstatt a Fátima

O grupo azul numa paragem para meditação

"Muitas vezes agimos segundo a vontade de Deus, mas sem consciência do resultado dos nossos actos e só mais tarde vemos os frutos. Confiamos na Sua palavra, à semelhança dos serventes de Caná e dos três pastorinhos, que mesmo sem ter a certeza do que estava para vir, confiaram e actuaram."

A JMS cantando o hino de Franz Reinisch

"O nosso processo de conversão implica o querermos decidir-nos por uma fé capaz de servir o bom vinho, amando desmedidamente. No dia a dia, ter esta atitude nem sempre é fácil e são grandes as dificuldades. Deus pede-nos diariamente que nos decidamos por Ele."

Caminhando rumo a Porto de Mós

"Jesus está à porta do nosso coração e espera apenas que Lhe abramos a porta. Nunca irá forçar a sua entrada. Só entrará se nós formos capazes de ouvir a Sua voz, se Lhe abrimos voluntariamente essa porta e se tivermos o desejo de nos deixar moldar pelo Seu amor e vida."

Sempre a caminho

"Escuto a voz de Deus e estou disposto a abrir-Lhe a porta do meu coração? O meu coração é capaz de estar aberto sem reservas? O meu amor e entrega a Deus é fiel e radical? Qual a bandeira a que presto "juramento" - trabalho? dinheiro? família? Deus?"

Preparando o início da Santa Missa no Castelo de Porto de Mós

"Franz Reinisch é um exemplo de alguém que abre e escancara a porta do seu coração à entrada de Cristo, deixando-se moldar e converter numa entrega sem reservas. A sua primeira visita a Schoenstatt que coincidiu com a chegada dos corpos dos heróis ao Santuário Original tocou profundamente a sua alma."

Participando na Santa Missa

"É neste momento que o seu coração se abre de forma mais profunda e que se dá na sua vida uma nova conversão.
Ele opta pela bandeira de Jesus, pois Deus é o dono da sua vida. Este acto de entrega faz com que morra executado.
Queremos também nós experimentar a verdadeira conversão. Conversão é consequência da fé e decisão para a vida toda."

CONVERTO-ME E DEIXO-ME MOLDAR!

Nota: Os textos publicados foram extraídos do guião da 13ª Peregrinação da Família de Schoenstatt a Fátima.

Fami e Paulo 
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