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sábado, 18 de outubro de 2014

"Dia da Aliança" - Outubro 2014


“Este é o dia que o Senhor fez!” 

O dia que o Senhor fez há 100 anos atrás: 18 de Outubro de 1914. Hoje celebramos o Jubileu, há anos esperado por nós com alegria, como Família Internacional de Schoenstatt. Naquele dia, pelas 17 horas, fora um pequeno grupo de estudantes do Seminário dos Pallottinos que se reuniu com o Padre Kentenich na antiga capela de cemitério. A Aliança de Amor foi selada. Ninguém podia vislumbrar o desenvolvimento futuro. Hoje, 100 anos mais tarde, unidos a milhões de pessoas em todo o mundo, reunimo-nos nos Santuários para agradecer e renovar essa Aliança de Amor. Por isso, afirmamos: Esta é a nossa hora! Este é o dia que o Senhor fez para mim. O Padre Kentenich o confirmou, anos mais tarde: “Somos inseridos nesta Aliança de Amor histórica. Usando uma imagem, podemos dizer assim: Em 1914, a Mãe de Deus tinha, por assim dizer, diante de si um bilhete e nele estavam escritos os nomes de todos que serão inseridos nesta Aliança de Amor no decorrer dos séculos e milénios. Então, naquela vez não estavam escritos somente os nomes daqueles meninos presentes no ato da realização da Aliança. Acho que, se compreenderdes esta imagem, afirmareis que é realmente assim: Naquela vez a Mãe de Deus  já viu os nossos nomes escritos ali. Por isso, nós também pertencemos à geração fundadora. Naquele dia a Mãe de Deus deixou-se atrair ao Santuário e desceu em consideração a tudo aquilo que seria feito depois. (…) E é por nossa causa – não somente por causa dos meninos – porém também por nossa causa,  que Ela desceu ao Santuário para ser ali a nossa Educadora!  (…)  Vede, para nós isto é bem natural:  Schoenstatt deve ser novamente fundado em cada geração.”
Por isso, com a nossa aspiração, temos que atrair sempre de novo Nossa Senhora ao Santuário, levar Nossa Senhora para cada lar, a cada coração, como faziam os jovens congregados que, mesmo nas férias, distribuíam pagelas com a imagem da Mãe Três Vezes Admirável. Existe uma marca de produtos de beleza que tem um slogan para a formação de vendedores: “Em cada casa tem que existir (um produto da tal marca)”. Que seria se hoje, dia dos 100 anos da Aliança de Amor, pudéssemos ver o desejo realizado: Em cada casa tem que existir uma imagem da MTA, a Mãe Peregrina de Schoenstatt.
Em atos de confiança, muitas vezes dissemos: Mãe, chegou a tua hora (de fazer isto ou aquilo), agora é Ela que nos diz: Filho, chegou a tua hora de me levares novamente para a tua casa, de me levares à casa do vizinho, do amigo, de me levares no teu coração.  
Ir. M. Paula Silva Leite, CMP
(Publicado no folheto mensal "Dia da Aliança", Outubro 2014) 
 

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Ermida de Monsarros quase pronta

 
A ermida dedicada à Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt em Monsarros, Anadia, está quase pronta. A bênção e inauguração será no dia 26 de outubro. Esta ermida marcará os 100 anos da fundação de Schoenstatt, 100 anos de Aliança de Amor.

 
É um pequeno Santuário, construído o mais semelhante possível aos Santuários de Schoenstatt. Nas janelas com vitrais estão a imagem do Padre Kentenich e o logotipo internacional de Schoenstatt.
 

Estamos todos convidados a participar na bênção e inauguração desta ermida jubilar.

MP
 

Envio da Imagem Original da Mãe Pererina para o grande dia jubilar em Schoenstatt


 
 

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Peregrina Original "de malas feitas" para o Jubileu

 
Amanha é enviada a Peregrina Original para Schoenstatt. O envio acontece no Santuário de Santa Maria, no Brasil, após a Santa Missa das 18 horas (horário local), celebrada pelo Postulador da Causa de Canonização do João Pozzobon. A viagem para a Alemanha será no dia 12 de outubro juntamente com um grupo de peregrinos. Ir. Marisa Meister acompanhará a imagem  Peregrina Original todos os dias, em Schoenstatt e em Roma. Na audiência privada do Papa Francisco com a Família Internacional de Schoenstatt, a Peregrina Original será enviada pelo Santo Padre de volta para o Brasil.
MP

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

"Dia da Aliança" - Setembro 2014

Está a chegar o outono e com ele termina um ciclo de vida. É tempo de colher os frutos, de agradecer as colheitas e a fecundidade da terra. É tempo de saborear aquilo que a terra nos deu. Despertou-me para esta reflexão uns potinhos de doce da uma nova linha de produtos do Santuário de Aveiro: “Sabores do Santuário”. Doces dos mais variados sabores, que na sua maioria são de frutos que nascem no pedacinho de terra à volta do Santuário. Saborear qualquer doce, muito provavelmente, não nos leva a pensar nos diversos processos de vida que antecedem tal fim e que a origem se deve a uma pequena semente.
A lei da vida leva-nos sempre à constatação: “Tudo o que é grande, tem origem no pequeno”. Assim é, também, com o jubileu dos 100 anos de Schoenstatt que hoje vivemos em todo mundo. Schoenstatt começou num outono devastador pelo início da 1ª Guerra Mundial. Deus escolheu os mais frágeis instrumentos aos olhos dos homens, um grupo de adolescentes, para que, a partir das ruínas, surgisse um florescente jardim de Maria, um jardim de “homens novos numa nova comunidade”. A semente? Essa foi cuidadosamente preparada no coração do jovem P. José Kentenich. O amor a Nossa Senhora foi a semente que caiu na terra do seu coração e germinou em Aliança de Amor com Ela no dia 18 de Outubro de 1914. É essa aliança, cada dia mais ampliada pela nossa participação, que vamos renovar. São os frutos espirituais desta Aliança que queremos agradecer e saborear, pois estes dão mais sabor à nossa vida. Mas só isso não chega! É necessário uma entrega renovada e mais profunda, sementes que se entregam de novo à terra para que surjam frutos da nova evangelização para os próximos 100 anos. E isso depende da fé de cada um de nós.
O P. Kentenich viveu uma fé inquebrantável na missão de Nossa Senhora para os dias de hoje. “Tivéssemos nós mais fé – o que é que nos disse o Salvador: tivéssemos mais confiança, sim, então pediríamos a uma montanha que se lançasse ao mar e o nosso pedido ou o poder da nossa palavra seria realizado. Tivéssemos essa fé, tivéssemos essa confiança!” Uma vez citou o poeta Silesius que se referia às palavras de Jesus sobre a fé do tamanho de um grão de mostarda e o seu poder de mover montanhas. Então, o que poderia fazer a fé se esta fosse do tamanho de uma abóbora? P. Kentenich interpela-nos desse modo: ”O que é que nós poderíamos esperar, se a nossa fé no poder da Nossa Senhora fosse como uma abóbora? A nossa fé, a grandeza da nossa fé, a grandeza da nossa confiança é a medida para a atuação poderosa de Nossa Senhora.” 
Olhemos de novo para 100 anos de história: quantas graças e bênçãos Maria distribuiu a partir do Santuário, quantos milagres operou! Hoje, na força do jubileu, Ela quer tornar a sua missão ainda mais fecunda. Schoenstatt deve ser testemunha do poder, da sabedoria e Bondade de Nossa Senhora. Algo de grande começa no pequeno e esse “pequeno” posso ser eu, se a minha “fé de abóbora” puxar o carro de triunfo da Mãe Três Vezes Admirável, que em nós quer percorrer o tempo e vencer todas as batalhas de hoje que devem ser travadas. Este pode ser o melhor fruto de outono, o doce mais saboroso para mim, para o que está ao meu lado e para o mundo inteiro.
 
Ir. M. Paula Silva Leite, CMP
(Publicado no folheto mensal "Dia da Aliança", Setemb2014) 
 
 

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

64 Anos de missão pelas famílias


Karen Bueno - No dia 10 de setembro de 1950, em um momento singelo, começam a ser escritas as primeiras linhas de uma história marcante, que transformou e transforma a vida de muitas pessoas.
Há 64 anos a imagem da Mãe Peregrina parte do Santuário para visitar as famílias. O Diácono João Luiz Pozzobon coloca-se como pequeno instrumento nas mãos de Maria para levá-la aos lares de muitas famílias. Surge, nesse dia, a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt.
 
No escola do Santuário
João Pozzobon considera-se um ‘aluninho’ do fundador da Obra Internacional de Schoenstatt, Pe. José Kentenich. No dia 11 de julho de 1951 escreve uma pequena carta para Schoenstatt, dizendo ao Pe. Kentenich:
“Esta Campanha começou no dia 10 de setembro de 1950, o entusiasmo é cada dia maior, e o povo não mede sacrifícios. Mesmo nos dias de chuva, com bastante barro, vão com os pés descalços, e se percebe um apego cada vez maior (à Mãe de Deus)”.
Pe. Kentenich dá diversas demonstrações de que se alegra com o trabalho apostólico da Campanha. Certa vez disse sobre ela: “Praticamente foi isso que sempre fizemos até agora, por meio do Movimento Apostólico de Schoenstatt: abrir espaços à Mãe de Deus para que Ela opere com as graças do seu Santuário, o abrigo e conforto espirituais, a transformação interior e o ardor apostólico. A Campanha demonstra como são verdadeiras as palavras de São Vicente Pallotti sobre Maria Santíssima: ‘Ela é a grande Missionária; Ela realiza milagres de graças’. Trata-se de um autêntico método moderno de Pastoral”.
 
De Pozzobon para nós
Desses 64 anos de história é impossível contar o número de corações transformados pela Mãe, o número de casas que, uma vez por mês, se tornam Santuários. Tudo isso pela entrega e dedicação de um homem: “Coloquei-me como um pequeno instrumento, como um menino. Que ela me levasse aonde quisesse. Eu iria aonde ela me indicasse, mesmo estando doente”, diz Pozzobon.
Das inúmeras lições que João Luiz Pozzobon ensina – confiança, perseverança, fé, dedicação, criatividade, alegria, e muitas outras – prevalece o amor inabalável a Deus Pai e à MTA, gerando todos os outros presentes de amor que ele conquista e oferece ao longo dos anos. “Consagrar-se é pôr-se à disposição da Mãe. É escutar, ouvir quando ela fala, estar à seu serviço, ser um servidor”.
Que possamos ter o mesmo ânimo de João Pozzobon e das primeiras famílias que receberam a imagem da Mãe de Deus em seus lares. Que de nós, lá no céu, Pozzobon possa também dizer: “o entusiasmo é cada dia maior, e o povo não mede sacrifícios para agradar a Mãe”.
 

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

"Dia da Aliança" - Agosto 2014

 
“Aqui é bom estar…”

“Sempre que olhamos para Maria voltamos a acreditar na força revolucionária da ternura e do afeto”. Esta frase do Papa Francisco na exortação apostólica “A Alegria do Evangelho” fez-me lembrar os heróis congregados nos inícios de Schoenstatt. Queriam uma revolução e Maria revolucionou-os por dentro, tornando-os personalidades fortes, livres; jovens que, mais tarde, fizeram a diferença durante a Primeira Guerra Mundial. Quando no verão de 1914, devido à necessidade de ter um espaço próprio para reuniões, o Padre Kentenich e os jovens congregados receberam uma pequena capelinha abandonada - que existia desde o século XIII, que fora destruída duas vezes durante a guerra, mais tarde pertenceu a uma família e à comunidade dos Palotinos, a qual nos últimos dois anos ficara para arrecadação, onde se guardavam as ferramentas do jardim - não supunham que a Divina Providência tinha grandes planos para esse local.
Cem anos depois, vemos mais de 200 Santuários espalhados no mundo inteiro e milhões de pessoas a viveram da “força revolucionária da ternura e do afeto” pela atuação de Nossa Senhora. A experiência de Santuário é comum, mas bem pessoal: “Aqui é bom estar”. Sempre de novo contamos o episódio de uma família do Chile que visitou o Santuário Original, na Alemanha. A reação do filho pequenito: “Estamos no Chile”. Para ele era o mesmo que “estar em casa”, “chegar a casa”. Aí a Mãe espera por mim, aí ela me aceita, assim como sou, aí eu levo a minha vida, os momentos de alegria, mas também os de escuridão e de medo; aí eu posso experimentar um pedacinho de céu… O Papa Francisco continua dizendo: “É aí, nos santuários, que se pode observar como Maria reúne ao seu redor os filhos que, com grandes sacrifícios, vêm peregrinos para a ver e deixar-se olhar por ela. Aí encontram a força de Deus para suportar os sofrimentos e as fadigas da vida”. Experimentar o Santuário é muito mais do que uma visita ao espaço físico, é levar o Santuário no caminho da nossa vida.
Uma das cartas que os jovens escreviam para o Pe. Kentenich, desde a frente da batalha, expressava: “São tantas as vezes que estou em Schoenstatt, em espírito, dentro da acolhedora capela da congregação, aos pés da nossa querida MTA! Quantas vezes me ajoelhei lá, tantas vezes contando-Lhe sobre as minhas dores e preocupações, recebendo consolo.” Faz-nos tão bem olhar para Maria! E porque nos faz bem, é tão difícil para o peregrino ir embora. O segredo está em levar o Santuário no nosso coração, para a nossa casa, para o campo de batalha, para o trabalho. Às crianças que visitam o Santuário, muitas vezes sugiro que olhem bem para tudo, especialmente para Nossa Senhora e, em casa ou na escola, façam uma visita ao Santuário. “E funciona?”, perguntou uma vez um mais reguila. “Experimenta e para o ano conta-me se funciona ou não.” Prometido!
Em tempo de férias, aproveitemos para ir ver Maria ao Santuário, deixar-nos olhar por ela, e levar esse olhar terno e afetuoso no nosso coração para que, durante o ano e em qualquer lugar, possamos fazer muitas visitas espirituais ao Santuário.

Ir. M. Paula Silva Leite, CMP
(Publicado no folheto mensal "Dia da Aliança", Agosto 2014)
 

 
 

sábado, 16 de agosto de 2014

Projetos Juventude: Erasmus com Ela


A experiência de estudar fora é cada vez mais uma parte da vida universitária… No meio desta forte vivência, em que há tantas coisas por descobrir, é importante ter tempo para pensar como conduzir esta aventura. O Erasmus com Ela convida os estudantes que vão para o estrangeiro a não perderem o seu contacto com Deus, a continuarem a ter vivências espirituais. Um desafio, quando se está fora das rotinas e hábitos, em que nos apercebemos de que a ligação a Deus depende sobretudo de nós. Convidados a participar num retiro, os estudantes recebem um kit constituído por uma Mãe Peregrina e um livro de orações, sendo enviados do santuário de Schoenstatt de Lisboa para o mundo!
 

domingo, 27 de julho de 2014

"Um jardim para mim e para os meus amigos"

Jardim de Infância de Ilhavo
 
Um dos projetos da Campanha da Mãe Peregrina das Crianças é "Um jardim para mim e para os meus amigos". Surgiu este ano, precisamente para o mês maio, e foi adotado por algumas Instituições. A proposta é que as crianças levem a imagem da Mãe Peregrina para suas casas, rezem uma Avé-Maria em família, e pelas famílias das crianças da mesma sala, e elaborarem com os pais uma flor, colocando uma fotografia da família. Essas flores formam o jardim da Mãezinha do Céu (para mim e para os meus amigos) nas paredes da escola. Do Jardim de Infância do Centro Social e Paroquial de Ílhavo recebemos algumas fotos mostrando algumas dezenas do terço que construíram.
 
MP
 

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Alianças de Amor de missionárias da Mãe Peregrina

 
O presente jubilar da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt é a celebração da Aliança de Amor do maior número possível de missionários. Todos queremos fazer parte, ou seja, ampliar a Aliança de Amor de 18 de outubro de 1914.
 
 
No dia da peregrinação ao Santuário de Aveiro, tivemos a alegria de testemunhar a celebração de Alianças de Amor e a renovação de muitas, que missionários e peregrinos fizeram depois de uma nova preparação em espírito jubilar.
 
MP
 

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Peregrinação Jubilar da Campanha da Mãe Peregrina

 
A peregrinação anual da Campanha da Mãe Peregrina ao Santuário de Aveiro realizou-se no passado dia 6 de julho. Centenas de peregrinos das dioceses do Porto, Aveiro e Braga festejaram o jubileu da Aliança de Amor. Chegaram pelas 9:30 e foram acolhidos, por paróquias, no Santuário. Da parte da manhã tiveram o impulso para o dia com o tema: Aliança de Amor como renovação do batismo. Cada peregrino recebeu uma concha do mar que representava o chamamento: "Chamei-te pelo nome. Tu és meu!". Conchas grandes, pequenas, pois cada um é diferente.
  
 
Com uma dinâmica motivou-se para a preparação da renovação do batismo. Todos os peregrinos foram convidados a pegar na sua concha e a colocar água num recipiente transparente. Colocar muita ou pouca água não importa, pois uma só gota pode fazer a diferença. O mais importante é o amor que depositamos em cada ato. A água é símbolo do que trazemos do nosso dia-a-dia.
No final, a água recebeu um pouco de sal de um saco que trazia a frase: "Tempere a sua vida com a Aliança de Amor!", ou seja dar mais qualidade à vida vivendo em Aliança de Amor.
Da parte da tarde, na Santa Missa, essa mesma água foi benzida e com ela foi feita a aspersão da água com a renovação do batismo. Com este gesto explicou-se também o Capital de Graças: damos um pouco da água do dia-a-dia e recebemos, nós e os outros, em bênçãos. Esta dinâmica foi levada a sério e marcou profundamente muitos dos peregrinos.
Depois seguiu-se uma festa (quase) improvisada...


Cada paróquia foi convidada a apresentar uma música, poema, dança ou algo típico da região, numa manifestação de louvor a Nossa Senhora. Foi um momento muito apreciado por todos, um momento de partilha e alegria.

 
Da parte da tarde rezamos o terço jubilar, caminhando pelo Centro Tabor, com paragens junto aos diversos símbolos históricos que se encontram no terreno.

 
O ponto alto do dia de peregrinação foi a Santa Missa jubilar, com a renovação do batismo, celebrada pelo Padre Carlos Alberto. O dia terminou junto ao Santuário com a renovação da Aliança de Amor e da Consagração do Missionário. Tivemos ainda Alianças de Amor de missionárias de Aveiro. Em ano jubilar fica a promessa de voltar para o próximo ano, o primeiro depois dos 100.
 
MP
 
 

sexta-feira, 18 de julho de 2014

"Dia da Aliança" - Julho 2014

 
“… não podíamos nós fazer o mesmo?”
 
Aproximamo-nos dos 100 anos da Aliança de Amor, por isso a história que antecede este acontecimento, torna-se mais intensa nestas últimas semanas. Em 1914, depois do início da Primeira Guerra Mundial, veio parar às mãos do Pe. Kentenich um artigo duma revista católica, que constava na edição de 18 de julho. Trata-se de um artigo que surpreende o Pe. Kentenich, pois aí descobre que um famoso Santuário mariano, em Itália, nasceu sem a mediação de qualquer aparição, sem milagres e sem nenhum outro tipo de intervenções extraordinárias de Deus. Como surgiu então?
Aparentemente, devido à simples iniciativa de um homem chamado Bártolo Longo, um leigo casado que se tornou defensor do rosário e foi beatificado pelo Papa João Paulo II, em 1980. Era um advogado convertido que decidiu construir uma igreja na cidade de Pompeia, pedindo a Nossa Senhora que Ela se dignasse a convertê-la num Santuário e a partir daí manifestasse as suas graças. A fecundidade deste lugar causou profundo impacto no Pe. Kentenich, que estava a tentar perceber os planos da Divina Providência para a Congregação Mariana, numa altura em que os alunos mais velhos começavam a ser recrutados para a guerra. Os jovens devem partir para o campo de batalha e Pe. Kentenich sente que, se não os prepara de maneira extraordinária, as dificuldades da vida na frente de combate irão anular todo o trabalho dos anos anteriores. A guerra é, portanto, um sinal de Deus que o convida a dar um novo passo em frente, no sentido de acelerar a formação dos seus jovens. Há que acelerar a entrega a Deus e a Maria. Há que acelerar e intensificar a luta pela santidade, não só para torná-la “à prova de bala” mas, também, para fazer oscilar com ela a balança da História, no sentido de um triunfo final do espírito cristão. Por essa altura, a capelinha abandonada é colocada à disposição dos jovens para as suas reuniões. Perante esta oferta, o P. Kentenich volta a perguntar a si mesmo o que lhe quererá Deus dizer. Ele próprio conta em 1963:
“Logo a seguir ao início da guerra li um artigo – era bastante pequeno – que contava a história dum convertido chamado Bártolo Longo em Itália.... Tudo o que vejo e oiço tento conduzir à questão: O que é que Deus me quer dizer? Como sabem, eu tinha um forte impulso para educar. O segundo ponto era o grave perigo – a Guerra Mundial tinha começado em agosto de 1914. Como ia eu educar os rapazes e conduzi-los à autoeducação? Que perigos teriam eles que enfrentar? Conseguem perceber que, de acordo com a minha maneira de pensar, disse para mim próprio: não podia eu, porque é que não podíamos nós fazer o mesmo? Não era, porém, minha intenção que acontecessem milagres de ordem física, mas que Nossa Senhora Se mostrasse como a grande educadora e fizesse milagres de educação e de transformação espiritual.” A decisão foi um salto de fé, a qual, mais tarde, o Pe. Kentenich chamariaa decisão mais difícil da sua vida.

 
Ir. M. Paula Silva Leite, CMP
(Publicado no folheto mensal "Dia da Aliança", Julho 2014)

quarta-feira, 2 de julho de 2014

terça-feira, 17 de junho de 2014

Cerca de 300 crianças visitam o Santuário

 
Chegaram de Marco de Canaveses com as mães repletas para oferecerem o presente preparado ao longo do ano de catequese. Cerca de 300 crianças, acompanhadas pelos catequistas e pelo pároco, traziam a alegria no rosto e girassóis nas mãos, juntamente com as imagens da Mãe Peregrina que visitam as suas famílias. Depois da viagem de autocarro, a primeira atividade no Centro Tabor foi a Santa Missa no salão.

 
À hora do almoço, os grupos espalharam-se pela mata procurando um bom local, especialmente debaixo de um pinheiro para aproveitar a sombra.
 
 
O programa da tarde proporcionou vivências em grupos, conforme as idades e etapas na catequese. Um das atividades mais importantes foi a visita ao Santuário para entregar a Nossa Senhora, a Mãe Peregrina, a conquista espiritual destes meses de catequese. Juntamente com as imagens da Mãe Peregrina que visitaram as suas casas, foram entregues cadernos com textos, desenhos, agradecimentos e pedidos, que cada criança foi elaborando durante o ano. O pároco voltou a realçar a dinâmica do girassol e uma Irmã de Maria deu um impulso para a vivência de Santuário, incluindo o momento das fotos, pois estas serviram para introduzir no tema e provocar a atenção.
 
 
A tarde terminou ao som de muita música, dança e com a promessa de voltar no próximo ano.
 
MP
 

segunda-feira, 16 de junho de 2014

"Um jardim para mim e para os meus amigos"

 
Os missionários mais pequenos da Mãe Peregrina são os bebés e as crianças do Jardim de Infância. A Campanha da Mãe Peregrina das crianças lançou para o mês de maio um novo projeto para a família: “O Jardim da Mãezinha do Céu - Para mim e para os meus amigos!”, ao qual aderiram algumas instituições. Através de uma dinâmica que une oração, família e criatividade, vai-se construindo um jardim para a Mãezinha do Céu que é só "para mim e para os meus amigos".
 
 
Como não poderia deixar de ser, no mês de maio e no país de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, o jardim construído, com uma flor por família, foi ganhando a forma do terço. Cada flor simboliza as Avé-Marias rezadas em família e pelas famílias representadas no jardim.
 
MP
 

domingo, 18 de maio de 2014

"Dia da Aliança" - Maio 2014

 
Dar TEMPO a MARIA
“Pastéis quentes! Pastéis quentes” – assim anunciava solenemente um menino pelas ruas de Londres. Quando as pessoas compravam os pastéis e começavam a comer, logo ficavam desiludidas e gritavam: ó rapaz, não são quentes, mentiste! Mas este saía-se muito bem dizendo: É verdade não são quentes, mas têm esse nome!
Este exemplo que o Pe. Kentenich contou às famílias, com o objetivo de nos alertar para cuidarmos de não termos apenas o nome de “pastéis quentes”, sem o sermos realmente. Precisamos de cuidar para não sermos só chamados de cristãos, mas de sermos cristãos autênticos e católicos verdadeiros. Por isso, o desafio de nos perguntarmos: o que estou a fazer neste mês de maio, mês dedicado a Nossa Senhora, como cristão, como herdeiro da missão mariana portuguesa?
É  verdade que o ritmo das nossas vidas nos envolve totalmente que só reservamos o “tempo que sobra” para dedicar a Nossa Senhora, e quando este  sobra  arranjamos  sempre  algo para o preencher. Ou então desculpamo-nos com a nossa fraca fé, desmotivação ou desilusões com a Igreja. Muitos até dizem que não conseguem rezar. Isso é porque não lhe dedicam tempo.
Dedicar tempo a Deus, a Nossa Senhora, não é passar o dia na Igreja ou na capela. Dedicar o nosso tempo é cultivar o nosso amor, alimentar o nosso amor. Quando gostamos de alguma coisa, ela tem valor para nós, e quando algo tem valor para nós, então gostamos de passar tempo a apreciá-lo, tratá-lo, a tê-lo simplesmente connosco. Se observamos um jovem com o seu carro novo, reparamos no tempo que ele gasta a admirá-lo, a poli-lo, repará-lo e afiná-lo. Ou então um adulto com o canteiro de rosas preferidas, e o tempo passado a adubar, a fertilizar e a podar. Assim acontece, por exemplo, quando amamos as crianças: passamos tempo a admirá-las e a tratar delas. Assim é com os idosos: não nos cansamos de ajudar e de ter paciência com eles, para que se sintam bem. Assim é com todos os que amamos: gostaríamos de os ter sempre connosco, de os fazer felizes com pequenas surpresas. Com gosto damos-lhes o nosso tempo. A medida do “tempo que eu gasto” com alguém é a medida do meu amor. Para amar é preciso “dar tempo”.
Quando olhamos para o início de Schoenstatt, podemos ver muitas maneiras que os jovens congregados encontraram para dedicar tempo a Nossa Senhora. José Engling, um dos jovens congregados, aproveitava os pequenos intervalos das aulas para “dar uma corrida” até ao Santuário, descer e subir uma colina algumas vezes por dia, para saudar Nossa Senhora. Nas trincheiras do campo de batalha, os jovens congregados liam a revista da MTA que lhes era enviada de Schoenstatt. Aproveitavam as dificuldades para crescer no amor a Nossa Senhora e disso davam testemunho, escrevendo que muitas vezes, em espírito, estavam dentro da capelinha, aos pés de Nossa Senhora.
Cada um de nós deve encontrar o seu jeito, o seu ritmo de demonstrar o seu amor. Essa é uma exigência da Aliança de Amor: “Provai primeiro que me amais realmente”.
 
Ir. M. Paula Silva Leite, CMP
(Publicado no folheto mensal "Dia da Aliança", Maio 2014)
 

sábado, 3 de maio de 2014

Papa Francisco tem uma imagem da Mãe Peregrina no seu quarto

 
Em mais uma amostra da sua simplicidade e liberdade, Francisco permitiu ao Pe. Pedro Pergañeda, pároco da Paróquia La Asunción de Arroyo Seco, na Argentina, tirar fotos no seu quarto.
Na mesinha de cabeceira do Santo Padre, vê-se uma Imagem da Mãe Peregrina – a que recebeu de presente do Pe. Alexandre Awi, durante a Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro.
A Mãe Peregrina – símbolo do amor a Igreja e do serviço missionário de Schoenstatt – está muito próxima do Santo Padre e nos convida a sermos cada vez mais missionários…
 
 
 

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Casa Museu João Luiz Pozzobon


Relíquias, fotos, móveis e uma imagem grande da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt. Tudo isso (e muito mais) pode ser visto numa visita à Casa Museu João Luiz Pozzobon.
O lugar de memória e fé fica em Santa Maria, Brasil, na mesma casa em que o diácono, nascido em São João do Polêsine, morou com a família de 1930 até sua morte, em 1985. Aí a sua história de vida é contada por meio de seus próprios pertences. As divisões têm as suas características originais, como a sala, quartos e cozinha. Até as cores rosa e branco do prédio foram escolha de Pozzobon, para homenagear os tons do vestido da Mãe e Rainha, conforme a imagem que ele costumava carregar e que deu origem à Campanha da Mãe Peregrina. Ele começou a ação em 1950 e hoje ela está presente em todo o mundo.


Na entrada da Casa Museu, fica o negócio que era o sustento da família. Uma prateleira e um balcão são remanescentes do tempo que Pozzobon fazia atendimento ao público. Mas a divisão mais importante é o  antigo quarto do diácono, que guarda  móveis, fotografias, roupas, quadros e objetos originais do religioso, que por 35 anos se dedicou a espalhar a fé através da Mãe Peregrina.


Padre Argemiro Ferracioli, coordenador da Casa Museu e postulante da causa da beatificação do diácono, diz que a maioria dos visitantes são devotos de Pozzobon e que muitos se emocionam no local. Conforme este sacerdote,  isso ocorre porque os fiéis costumam fazer pedidos e promessas em nome de Pozzobon. Assim, sentem-se como se estivessem agradecendo pessoalmente às graças alcançadas.
Servo de Deus é um título que Pozzobon conquistou em 2008, em função do início de seu processo de canonização. Desde maio de 2009, tramita no Vaticano a segunda instância do processo. No final deste ano padre Argemiro irá a Roma para finalizar o processo, que pode dar ao diácono o título de Venerável.
Fonte: http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-lazer/noticia/2014/04/casa-museu-joao-luiz-pozzobon-lembra-vida-de-candidato-a-santo-4482093.HTML

sexta-feira, 18 de abril de 2014

"Dia da Aliança" - Abril 2014


O berço da  SANTIDADE
Para a sociedade do nosso tempo falar de santos cheira a coisa de padres, sacristia, a mofo. Para os cristãos, os santos são uma realidade, mas muitas vezes uma realidade distante, de outros tempos, de outros berços. Para muitos de nós até “dá jeito” pensar assim, que os tempos são outros, que não nascemos santos, que a Igreja tem que mudar conforme a nossa medida. E, a Igreja continua a surpreender-nos com a sua própria medida: a medida da Santidade!  
No dia 27 vai ser canonizado o Beato João Paulo II. Quem de nós não conheceu ou não ouviu falar do Papa João Paulo II? Quantos de nós o pudemos ver, tocar, olhar nos olhos, respirar do mesmo ar, viver na mesma sociedade, com os mesmos desafios? João Paulo II foi um jovem como outro qualquer, que gostava de teatro, de desporto; foi um adulto como outro qualquer que lutou ao lado dos operários, que abraçou a sua vocação de vida; que se entregou totalmente à sua missão; que passou pela vida amando. Não nasceu santo, mas fez da vida que Deus lhe permitiu viver o seu caminho de santidade, fez da Igreja o seu berço de santidade, sentindo-se “embalado” pela Mãe de Deus, a quem ele se entregou totalmente e a quem confiou o seu papado. Isso o expressou no lema da sua vida e missão: Totus Tuus (Todo teu)!  
Em Schoenstatt, estamos a festejar 100 anos da Aliança de Amor que se tornou caminho de santidade para muitas pessoas. Anos jubilares levam-nos a olhar as origens, por isso, oportunamente por estarmos no mês de Abril, recordamos o pequeno José aos 9 anos, mais tarde fundador de Schoenstatt, que no dia 12 de Abril de 1894 por ocasião da entrada no orfanato, foi consagrado a Nossa Senhora pela sua mãe. Esta, diante de uma estátua de Maria, pediu-lhe para educar o seu filho, ser a sua Mãe e substitui-la nos seus deveres de mãe. Mais tarde, o Padre Kentenich fala dessa hora e diz que ele mesmo entregou o seu coração totalmente à Mãe de Deus e a partir desse momento Ela foi a sua única Educadora. Desta vida com Maria surgiu, no dia 18 de Outubro de 1914, a Aliança de Amor que se ampliou com milhares de pessoas em todo o mundo e os Santuários de Schoenstatt tornaram-se assim “berço de santidade”, sob a proteção de Nossa Senhora.  
Os primeiros jovens levaram a sério esta entrega a Nossa Senhora e a eles devemos este tesouro que hoje podemos tocar. Fizeram um programa de vida para a santidade e puseram mãos à obra. José Engling, na simplicidade da sua juventude, no mês de maio de 1915, começou a pintar flores para oferecer a Nossa Senhora, expressão das provas de amor, das pequenas conquistas no dia-a-dia por alcançar a santidade.  
Não seria um impulso para nós, neste mês de maio colocar aos pés de Nossa Senhora muitas flores, um grande jardim, como gratidão pela Aliança de Amor? Vamos começar já a cultivar esse jardim no nosso coração para que a santidade, para nós, não seja apenas uma miragem.
 
Ir. M. Paula Silva Leite, CMP
(Publicado no folheto mensal "Dia da Aliança", Abril 2014)

 

sexta-feira, 11 de abril de 2014

A MTA na "Celebração Mariana" em Albergaria-a-Velha

 
No passado domingo, a Imagem Auxiliar diocesana esteve na "Celebração Mariana" da paróquia de Albergaria-a-Velha, que acontece todos os primeiros domingos do mês, às 4 horas da tarde, no lindo lugar da Nossa Senhora do Socorro. Como estamos em tempo de Quaresma meditou-se sobre as sete dores de Nossa Senhora. Num dos momentos foi feita uma pequena apresentação do Movimento de Schoenstatt e uma Irmã de Maria teve a oportunidade de convidar todos os presentes e as suas famílias, assim como também a paróquia, para uma visita ao Santuário de Schoenstatt de Aveiro durante este Ano Jubilar, especialmente para usufruírem das Indulgências Plenárias. Foi feito também o convite para todas as celebrações jubilares e para a preparação da Aliança de Amor que em breve deve iniciar na paróquia. Durante toda a semana, a Imagem Auxiliar vai permanecer na Igreja e por isso deu-se um incentivo às pessoas para, durante esta semana quaresmal, dedicarem um pouco de tempo a si mesmas, a Deus, a Maria e aos outros, indo ao encontro de Nossa Senhora, que nestes últimos dias antes da Páscoa apresenta-se como a Mulher forte ao pé da cruz.
 
MP
 
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