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sábado, 27 de setembro de 2014

Francisco Ziober: 50 anos da sua oferta de vida por Schoenstatt


Ir. M. Nilza P. da Silva - Quase na entrada do grande mês do centenário da Aliança de Amor, celebramos um jubileu de ouro especial: o sacrifício de vida de Francisco Ziober, em 27 de setembro de 1964.
Pertenceu à Liga de Famílias do Brasil, selou a sua Aliança de Amor na abertura do jubileu de ouro da Obra de Schoenstatt, em 18 de outubro de 1963 e escreveu no seu diário: “Mãe, começo a sentir-me outro, depois que depositei nas tuas mãos todo o meu ser. Quero estar unido pela Aliança de Amor. Mas, quero que esta Aliança seja algo mais que uma simples Aliança figurativa. Desejo uma Aliança realmente no seu maior grau de amplitude, quero sentir as forças do bem, da bondade, da paz, da alegria, da piedade, da humildade, da pureza e da verdadeira santidade.”
 
Vivo preço de resgate pelo Fundador
 
Era um período muito difícil da história de Schoenstatt, pois, por uma ação da Divina Providência que queria comprovar a divindade da Obra e prepará-la melhor para a missão, o Fundador, Pe. José Kentenich, estava afastado de sua Obra, por determinação do Vaticano e a Obra de Schoenstatt era duramente provada pelas autoridades eclesiásticas. Contudo, Ziober deixou-se atrair  e educar pela Mãe e Rainha que o amadureceu rapidamente na fé. Recém casado, contraiu leucemia e conscientemente depositou o sacrifício de sua vida pela libertação do Fundador e como dádiva jubilar por tudo  o que Deus realizara nos primeiros 50 anos da história de Schoenstatt.
As últimas anotações de seu diário são um testemunho do quanto a Mãe trabalhou na sua alma. “Mãezinha querida… quando vem o sofrimento podemos sentir as forças divinas dentro de nós. Por isso, Mãe, agradeço este prémio que me concedes com frequência. Cada crise de saúde que me debilita o físico, fortifica-me a alma. Amadureço sempre mais, o que não aconteceria normalmente. Os sacrifícios que ofereço também para o Pai e Fundador são meios de transformação. Ele já sofreu muito por nós e agora devemos sofrer por ele também”.
 
Educado à imagem de Cristo
 
A Aliança de Amor o conduziu à maturidade do amor a Cristo e à vivência do batismo até a identificação com Cristo crucificado e vitorioso:
“Sejamos crianças e estendamos a mão ao Pai e vamos tranquilamente pelos caminhos ásperos, mas certos, da existência. Pisaremos sobre espinhos que nos ferirão os pés, as pedras do caminho tirarão sangue de nosso corpo e as tentações nos buscarão com mais frequência, mas nós venceremos tudo, pois estamos confiantes na mão que nos guia. Sem sofrimentos e sem espinhos não nos purificaremos. Portanto, receber com alegria as dores é aproximar-se mais de Deus Pai. As alegrias de um verdadeiro cristão são sempre as dores e sofrimentos, pois fazem parte da cruz. Cristo nos remiu através da cruz e é pela cruz que chegaremos a Ele. Mãe Três Vezes Admirável, nós somos inteiramente teus. Sabemos que nos entregando totalmente a ti, seremos transformados do amontoado de erros e defeitos que somos, em filhos puros e prediletos.”

Sobre a sua vida aqui:  http://www.maeperegrina.org.br/schoenstatt/herois/francisco-ziober/

terça-feira, 29 de abril de 2014

A quem se chama “Heróis de Schoenstatt”


A partir de 1915 muitos membros da Congregação Mariana de Schoenstatt partiram para o campo de batalha. A pequena Família de Schoenstatt estendeu-se e prosperou consideravelmente durante a guerra e foi abençoada pela entrega heroica de vida dos seus primeiros congregados. Os que deram a sua vida por Schoenstatt ao longo destes 100 anos são conhecidos como “heróis de Schoenstatt”.

MP

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Casa Museu João Luiz Pozzobon


Relíquias, fotos, móveis e uma imagem grande da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt. Tudo isso (e muito mais) pode ser visto numa visita à Casa Museu João Luiz Pozzobon.
O lugar de memória e fé fica em Santa Maria, Brasil, na mesma casa em que o diácono, nascido em São João do Polêsine, morou com a família de 1930 até sua morte, em 1985. Aí a sua história de vida é contada por meio de seus próprios pertences. As divisões têm as suas características originais, como a sala, quartos e cozinha. Até as cores rosa e branco do prédio foram escolha de Pozzobon, para homenagear os tons do vestido da Mãe e Rainha, conforme a imagem que ele costumava carregar e que deu origem à Campanha da Mãe Peregrina. Ele começou a ação em 1950 e hoje ela está presente em todo o mundo.


Na entrada da Casa Museu, fica o negócio que era o sustento da família. Uma prateleira e um balcão são remanescentes do tempo que Pozzobon fazia atendimento ao público. Mas a divisão mais importante é o  antigo quarto do diácono, que guarda  móveis, fotografias, roupas, quadros e objetos originais do religioso, que por 35 anos se dedicou a espalhar a fé através da Mãe Peregrina.


Padre Argemiro Ferracioli, coordenador da Casa Museu e postulante da causa da beatificação do diácono, diz que a maioria dos visitantes são devotos de Pozzobon e que muitos se emocionam no local. Conforme este sacerdote,  isso ocorre porque os fiéis costumam fazer pedidos e promessas em nome de Pozzobon. Assim, sentem-se como se estivessem agradecendo pessoalmente às graças alcançadas.
Servo de Deus é um título que Pozzobon conquistou em 2008, em função do início de seu processo de canonização. Desde maio de 2009, tramita no Vaticano a segunda instância do processo. No final deste ano padre Argemiro irá a Roma para finalizar o processo, que pode dar ao diácono o título de Venerável.
Fonte: http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-lazer/noticia/2014/04/casa-museu-joao-luiz-pozzobon-lembra-vida-de-candidato-a-santo-4482093.HTML

domingo, 19 de janeiro de 2014

João Luís Pozzobon (neto) testemunhou sobre o avô, no Santuário de Roma


 
Pozzobon (neto) fala em português (tradução feita a seguir para italiano)
 
ROMA,  Ir. M. Julia de Almeida. O Ano do Centenário da Aliança de Amor, e a poucos meses da coroação da Mãe Peregrina Auxiliar para a Itália com o título “Mãe e Rainha da Família, a Mãe da Igreja” ofereceu  a todos os presentes a visita e um profundo e comovente testemunho do neto do servo de Deus, João Luiz Pozzobon.  
 
João Luis Pozzobon, o neto, traz o mesmo nome do avô, não por coincidência, mas por atenção especial do Céu. Quando sua mãe estava grávida, o Sr. João faleceu e no funeraç, sua mãe, que já tinha duas filhas, suplicou em oração ao seu João que se fosse um menino, lhe daria o seu nome. E não somente nasceu um menino, mas também no mesmo dia do nascimento do seu João, doze de dezembro. João Luiz Pozzobon neto está a fazer um ano de estudo em Espanha e com a sua namorada, Cristiane, vieram visitar Roma, terra de seus descendentes. A Família de Belmonte convidou-o para dar um testemunho sobre o seu avô, o que aconteceu durante a Santa Missa do dia 11 de janeiro no “Santuário de todos nós”, Matri Ecclesiae, em Roma. Para grande alegria de todos, o Santuário, dentro e fora estava repleto de fiéis, vindos de várias paróquias de Roma e não só. Uma família viajou por três horas para poder participar deste testemunho. Nas suas singelas e ao mesmo tempo profundas palavras, e isto também fazia recordar o seu avô, João Luiz Pozzobon falou sobre alguns pontos fundamentais na vida de seu avô, sobretudo o seu relacionamento com a família. Antes de qualquer decisão, o servo de Deus reunia a família, esposa e filhos para lhes perguntar qual era a sua opinião. Também não começou com a Campanha da Mãe Peregrina antes de ter o consenso de sua família. O Sr. João disse certa vez que a Mãe de Deus não estaria contente se ele se dedicasse à Campanha e deixasse a família de lado.
 
Eu trouxe o guarda-chuva
Alguns episódios da vida do Sr. João comoveram-nos profundamente. Talvez não sejam inéditos, mas vale a pena recordá-los.
Certa vez o senhor João e alguns homens combinaram sair para visitar as famílias, as escolas e os hospitais. O horário marcado era às 6h da manhã em frente ao Santuário Tabor, em Santa Maria. Aquele dia amanheceu chuvoso. No horário marcado o senhor João estava lá, pontualmente. Esperou um pouco mas ninguém apareceu. Teve então uma idéia: voltou para casa, pegou em todos os guarda-chuvas que tinha ali e saiu de novo, batendo de porta em porta na casa dos que deveriam comparecer ao apontamento:
- “Sr. João, está a chover, eu não vou,” diziam.
- “Não se preocupe,” respondia o Sr. João, “ eu trouxe o guarda-chuva!”
E assim o Sr. João conseguiu convencê-los a levar a Imagem da Mãe de Deus às famílias.
Obrigado, formiguinhas, por me terem recordado que tenho que continuar o meu caminho
Um dia o senhor João estava muito cansado por ter caminhado vários quilómetros e parou debaixo de uma árvore para descansar um pouco. Cochilou e de repente sentiu formigas que o picavam. Ele então acordou do seu breve descanso e disse: “Obrigado, formiguinhas, por me terem recordado que tenho que continuar o meu caminho!”
 

domingo, 5 de janeiro de 2014

Comemoração do nascimento de José Engling


"No limiar do século XX, que tantas mudanças trouxe ao mundo, num lugar isolado da actual Polónia, nasce a 5 de Janeiro de 1898, o quarto filho do alfaiate Augusto Engling e de sua mulher Maria Masuth.
José Engling nasce numa família cristã na pequena aldeia de Prositten, de algumas centenas de habitantes, pertencente ao município de Rössel, da Prússia Oriental e encravada no extremo sul do Ermeland.
É baptizado quatro dias depois do seu nascimento com o nome de José Luis."
(Pequeno excerto retirado do livro "José Engling" da autoria de Maria Reis)

José Engling tornou-se um dos heróis do Movimento de Schoenstatt, desenvolvendo toda a sua vida espiritual através do Movimento Apostólico de Schoenstatt, a cuja primeira geração pertenceu.
A sua característica principal foi a fidelidade à formação mariana, à oração e à auto-educação e uma série aspiração à santidade que o levou a integrar os mais altos ideais na sua vida do dia a dia.
Foi testemunha viva da origem sobrenatural da missão de Schoenstatt, ao serviço da Igreja, pela qual ofereceu a vida.

Fami e Paulo

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O burrinho de Nossa Senhora


"Agora, Mãe, toca o teu 'burrinho' para frente! (...) Eu transformei-me num burrinho que vai levando a Mãe e seu Filho a todos." – Estas são palavras de João Pozzobon, o pai de família que iniciou a Campanha da Mãe Peregrina carregando a imagem de Nossa Senhora de casa em casa, levando-a às famílias, aos hospitais e às escolas. João Pozzobon foi o "burrinho" escolhido, o instrumento simples e pequeno para levar Maria, a Portadora de Cristo, aos homens do nosso tempo. Hoje, Maria tem muitos outros "burrinhos" que continuam a missão de a levar de casa em casa, para que Cristo nasça de novo em muitos corações.
 
MP

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Câmara de Vereadores de Santa Maria entrega Comenda Diácono João Luiz Pozzobon


A Câmara de Vereadores de Santa Maria realizou, na noite de quinta-feira (12), sessão solene de entrega da Comenda Diácono João Luiz Pozzobon ao Padre Argemiro Pedro Ferracioli.
Consolidada pela Lei Municipal nº 5622/2012, é destinada a personalidades e/ou instituições que se destacaram em ações humanitárias e religiosas. A honraria faz homenagem ao Diácono João Luiz Pozzobon, com o intuito de resgatar a obra do peregrino do mundo, que com sua simplicidade, transmitiu a fé por meio da campanha do Terço e da mensagem espiritual de Nossa Senhora de Schoenstatt às famílias do mundo inteiro.
A solenidade foi conduzida pelo vice-presidente do Legislativo, vereador João Kaus. Presentes à mesa de honra, a secretária de Desenvolvimento Social, Margarida Mayer, representando o prefeito Cezar Schirmer; o bispo diocesano Dom Hélio Adelar Rubert e o homenageado, Padre Argemiro Ferracioli.


A vereadora Anita Costa Beber, autora do projeto de lei que institui a comenda, fez o pronunciamento apresentando o homenageado. Destacou-o como presidente da Associação João Luiz Pozzobom e postulador da causa de beatificação do Diácono. Nascido em 28 de junho de 1050 na cidade de Quatigá, no Paraná. Em 1978 entrou para o Instituto Secular dos Padres de Schoenstatt. Dedicou-se a Filosofia, a Dogmática e a Teologia.
Em seu pronunciamento, o homenageado destacou a comenda como uma importante homenagem para a memória do Diácono João Luiz Pozzobon, em especial para a valorização da Arquidiocese de Santa Maria. Agradeceu à Câmara de Vereadores, manifestando sua satisfação em receber a distinção como um presente pelos 109 anos de nascimento do diácono. Manifestou ainda sua devoção e carinho pelo Diácono e afirmou que somos todos responsáveis por homenageá-lo e fazê-lo reconhecido no mundo inteiro, enquanto a sociedade espera por sua beatificação.
O arcebispo de Santa Maria, Dom Hélio Adelar Rubert, manifestou-se para homenagear o comendador, parabenizando a Câmara de Vereadores pela escolha, justamente à época do Natal. O presidente do Legislativo em exercício cumprimentou a vereadora Anita Costa Beber pela iniciativa do projeto de lei que originou a comenda, desejando que o ano de 2013 possa terminar da melhor forma possível, com as bênçãos de Deus e de maneira positiva. “A cidade de Santa Maria e o povo em geral tem a obrigação de torcer para que tenhamos um Santo santa-mariense”, enfatizou.
 
 
 
Discurso completo do Padre Argemiro aqui:
 
 

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Reinaugurada Capela Azul, construída por João Pozzobon

Foi reinaugurada, no passado domingo, a “Capela Azul” construída pelo Servo de Deus João Pozzobon em 1952. A capela histórica, que fica num bairro em Vila Nobre da Caridade, Santa Maria – Brasil, foi totalmente restaurada durante este ano, com a contribuição financeira da comunidade.
A Capela Azul foi inicialmente chamada de Capela Capim, por causa da cobertura de palha. Esta é fruto de uma inspiração de João Pozzobon, que numa noite em que passou na casa de uma família, sentiu que Nossa Senhora desejava permanecer ali. Mais tarde, em 1956 Pozzobon comprou terrenos e construiu aí casas para os mais necessitados, criando assim a Vila Nobre da Caridade. Hoje as casas já não existem, mas o local recebe peregrinos de todas as regiões do Brasil e de outros países.
Depois da Capela Azul, foram erguidas outras duas, a Capela Rosa e a Capela Branca, noutras regiões carentes da cidade. As cores das capelas fazem referência às vestes de Nossa Senhora, a imagem da Mãe, Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt, que João Pozzobon carregava para levar às famílias, aos hospitais e escolas.
 
MP

terça-feira, 10 de setembro de 2013

10 de setembro: ele foi além…


Ir. M. Nilza P. da Silva - Há 63 anos, um pai de família estava no Santuário e foi convidado para rezar o terço numa família. Não era esse o seu plano, mas ele o deixou de lado e acompanhou o grupo para rezar o terço. Depois da oração, a Irmã que acompanhava o grupo, Ir. M. Teresinha, deu a imagem para esse senhor, que nem sequer tinha planos de estar ali. Pode parecer estranho, mas foi isso que aconteceu no dia 10 de setembro de 1950. E nesse dia iniciava a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, hoje presente em mais de 98 países. “Quantas vezes na história universal, factos pequenos e insignificantes, converteram-se em grandes acontecimentos,” disse o Padre José Kentenich aos seminaristas em 18 de outubro de 1914. O que para muitos não passaria de um acontecimento insignificante, para o Sr. João Pozzobon foi uma escolha e uma incumbência divina. Mais tarde, referindo-se a esse facto ele afirma: “Compreendi que se tratava de uma missão divina a mim confiada”.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Ia a caminho do Santuário... dia 27 Junho de 1985

 
Hoje é o aniversário da morte de João Pozzobon. No dia 27 de Junho de 1985 o Sr. João ia a caminho do Santuário quando foi atropelado, falecendo logo de seguida. Com o processo de beatificação em Roma, juntamente com outros schoenstattianos, esperamos em breve - quem sabe como presente 2014 - que a Igreja reconheça as virtudes heroicas deste pai de família e o declare beato do nosso tempo. Para isso é necessário um milagre aprovado. Reze e peça a intercessão deste Servo de Deus. Se for atendido no seu pedido, escreva para a Campanha da Mãe Peregrina.
MP


Veja:

"O santo da Nova Evangelização": http://www.schoenstatt.org/pt/news/1553/55/O-santo-da-Nova-Evangelizacao.htm

ou entrevista com o Postulador, P. Argemiro Ferracioli

"Um homem de fé!" : http://www.maeperegrina.org.br/joao-luiz-pozzobon-um-homem-de-fe/
 
 
 

quinta-feira, 20 de junho de 2013

O Padre Kentenich na minha vida - 16


No dia 18 de Outubro de 1914, o P.Kentenich diz aos jovens “o BERÇO DE SANTIDADE para nós deve ser esta capelinha. E esta santidade fará suave violência à nossa querida Mãe do Céu e atraí-la-á para junto de nós.” Em todo o mundo surgiram homens e mulheres de diferentes estados de vida laical que seguiram o caminho de santidade orientados na espiritualidade de Schoenstatt e vivendo das graças do Santuário. São centenas aqueles a quem chamamos heróis de Schoenstatt e muitos têm processo de beatificação em Roma. Entre eles está o pai de família João Pozzobon, um homem humilde, mas de um grande amor à missão. Quando se encontrou com o Padre Kentenich, surgiu uma conversa sobre o apostolado da Mãe Peregrina:
 
- “O terço é um tesouro” – disse-lhe o Padre Kentenich. João Pozzobon acrescentou que a “Campanha” e a oração do terço exigiam sacrifícios.
 
- “Depois de muitos sacrifícios vêm as alegrias” – respondeu o Padre Kentenich.
 
- “Conheço uma pessoa” – disse o Sr. João (referindo-se a si mesmo) – "que, quando vai rezar o terço, veste-se com as melhores roupas, pois tem muita alegria em rezá-lo.”
 
- “Não lhe diga isto, mas essa pessoa terminará sendo santo”. – respondeu o Padre Kentenich e acrescentou: “Rezando o terço, um homem converteu uma cidade inteira.”
 
São os pequenos gestos, mas realizados com grande amor que santificam a vida.
 
 

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Abertura do Processo de Beatificação do P. Franz Reinisch

 
 
Ele encontra-se, evidentemente, entre aqueles que escrevem a história da Aliança de Amor como ‘heróis’ – no sentido da grandeza do Magnificat – com a maravilhosa notícia: em Tréveris abre-se o Processo de Beatificação do P. Franz Reinisch.  Aquele sacerdote que se negou a jurar pela bandeira de Hitler, porque a fidelidade à sua consciência e sua vocação original foram muito mais importantes que sua vida. Mártir da consciência: com esse nome, entrou na história de Schoenstatt. 
 
 
O Santuário e os túmulos dos heróis: Nada sem Ti, nada sem nós!
 
Já na Conferência 2014, mostrou-se clara e decisivamente: o ‘Capital de Graças’ está no Santuário Original junto aos túmulos dos heróis.  Nada sem Ti, nada sem nós.  “Pequeno e insignificante é nosso Santuário.  O grande nasce sempre do berço do pequeno”, disse Padre Kentenich, em 1934, durante a consagração de um quadro da MTA numa igreja de Colónia.  “Queremos pensar que os peregrinos não vão voltar para casa sem antes visitar os túmulos dos congregados heróis.  Ali, de certa forma, escutarão o chamamento de Maria: veja como os modelei em tempos difíceis.  Assim também quero modelar todos vocês em tempos mais que difíceis...  Hoje, queremos entregar, no altar, toda nossa vida, todo nosso ser, para nossa Mãe.  O pequeno altar precisa de oferendas vivas.  Pessoas que tenham, como tarefa, como meta de vida, atrair a Mãe de Deus”.
No caminho rumo a 2014, Nossa Senhora presenteou-nos, no dia 22 de maio, o Santuário Original, graças ao gesto generoso dos Palotinos;  em 28 de maio, ela mostra-nos Franz Reinisch e todos aqueles que, desde 1914 e até agora, ofereceram sua vida – todo seu ser – para o seu atuar no Santuário e no coração de todos homens e mulheres.
 

Faz de mim um apóstolo de Schoenstatt...

 
Os Palotinos e alguns representantes do Movimento de Schoenstatt assistiram ontem, em Tréveris, à abertura do Processo de Beatificação, notícia que trouxe alegria ao mundo todo.  A canção de Franz Reinisch é uma das mais cantadas pela Juventude de Schoenstatt dos países de língua espanhola e portuguesa e mais além... “Faz de mim um apóstolo de Schoenstatt...”, faz de mim um apóstolo de Schoenstatt... e algo do espírito heroico de Schoenstatt ressoa nesse ardor juvenil, quando repetem: e morrerei sorrindo, querida MTA!
 

Ver fotografias da vida de Frank Reinich: http://www.franzreinisch.de/Bildergalerie.shtml

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Vigilia no Santuário de Schoenstatt da Diocese do Porto


Descrição da Vigília do Santuário

A Vigília preparada pela juventude de Schoenstatt, tem uma temática diferente de mês para mês, todos os anos tem uma linha orientadora diferente, este ano é focada nos Heróis de Schoenstatt. A última, realizada no dia 09 de Abril de 2013, falou particularmente duma mulher chamada Gertraud von Bullion. Ela foi a primeira mulher a ingressar no Movimento Apostólico de Schoenstatt, tornando-se co-fundadora da coluna feminina. Morreu em 11 de Junho de 1930, depois de ter vivido uma vida de sofrimento e santidade, deixando-nos o seu maior estímulo: servir! Gertraud Von Bullion, foi marcada pelo seu lema “Quero servir!”. Ela descobriu o caminho para transformar a sua doença em uma oportunidade de servir aos outros e ao Movimento de Schoenstatt, entregando-se inteiramente à disposição de Jesus e Maria.
Ao longo da vigília podemos deleitar-nos com vários cânticos, intercalados com os seguintes momentos de oração: Pedido de Perdão, Acção de Graças, Exposição do Santíssimo, Capital de Graças, Consagração a Maria….  


Testemunho Pessoal

O meu primeiro contacto com estas vigílias de oração, é muito recente. Das que pude participar, esta última vigília do dia 9 de Abril, tocou-me particularmente, por causa da temática do mês, o “SERVIR”. A heroína destacada, Gertraud Von Bullion, entregou-se totalmente ao seu ideal, o querer servir. Assim como o exemplo actual, utilizado na reflexão do jogador que perdeu a oportunidade de ganhar uma corrida de ateletismo, mas que ganhou uma lição de moral, os heróis devem saber perder…
A alegria que se obtém, entregando-se ao próximo, o estar disponível e sempre fazer tudo com gosto, traz “frutos” muito gratificantes. De que importa a Condessa Gertraud ter dinheiro e estatuto, se não tinha aquilo por que ansiava, a realização pessoal e humana, o se sentir útil aos outros. De que importa o jogador ter perdido o jogo, se descobriu que há coisas na vida mais importantes do que um estatuto e/ou o dinheiro que poderia ter ganho, como por exemplo, o arrependimento, a honestidade, a preocupação com o próximo e que a satisfação desse, pode ser a nossa própria satisfação. Para servir e/ou dar-se basta “Amar”, este está na base da relação humana. O caso de Jesus Cristo, que se entregou pela humanidade, que se deu sem pedir nada em troca, prova da profundidade do seu amor por todos nós.


Nestas vigílias podemos sentir a aproximação com o Céu, é-nos proporcionado o encontro com o Nosso Pai Divino, com Jesus e com a nossa querida Mãe. É neste sentido que as vigílias nos “servem”, proporcionam-nos este encontro, esta aproximação e ajudam-nos como humanos, a perceber e compreender as dádivas, os dons que cada um pode usar no seu dia-a-dia, para levar o “Amor” aos outros. Assim cumprimos o principal mandamento que Jesus nos deixou “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei.” (Jo 15, 12) As vigílias são a realização do último pedido de Jesus antes da sua ascensão: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Nova a toda a criatura.” (Mc 16, 15)

(Testemunho de uma jovem, Sónia Costa) 

terça-feira, 5 de março de 2013

Causa João Pozzobon avança em Roma

 
O Postulador da Causa João Pozzobon, P. Argemiro Ferracioli, informa que viajou no dia 28 de fevereiro a Roma para trabalhar na  Causa e adiantar o processo. Informa também que a Causa do Servo de Deus João Luiz Pozzobon está bem avançada em Roma. 
Desde maio de 2009 a Causa desenvolve-se no Vaticano. Foram feitos todos os procedimentos para aprovação da validez da Causa e agora é responsabilidade da Congregação para Causa dos Santos. No momento está sendo elaborando a chamada "Positio" que no final concluirá com o Decreto de "Venerável". Depois, com aprovação de um milagre, João Pozzobon será Beatificado. Esta cerimônia acontece normalmente no país de origem, neste caso no Brasil. A Canonização é sempre feita em Roma pelo Santo Papa.
P. Argemiro pede aos devotos de João Pozzobon que rezem para que Deus nos dê a graça de uma cura de alguma doença para comprovar o milagre e agradece de coração a todos os benfeitores da Causa.
Desde Roma, de onde acontecerá o Conclave, P. Argemiro envia-nos uma saudação fraterna e a bênção de Deus
 
 
 

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Comemoração do aniversário de João Luis Pozzobon


Em atitude de Advento, atitude de espera e de preparação, atitude de renovação e anúncio profético, atitude de Maria no Magnificat, como milhares e milhares de missionários da Aliança de Amor peregrinamos rumo a Belém, onde a pequenez e a simplicidade nos são presenteados como o caminho – o melhor deles – escolhido por Deus para nos levar à plenitude d’Aquele que nos criou e redimiu.   Este Advento 2012 é Advento missionário - Advento do Ano da Fé, Advento no ano da corrente missionária, quando se sente o chamado de oferecer a aliança vivida – com alegria e humildade – como preciosa contribuição para a Igreja de nosso tempo.  É momento de nos perguntarmos como levar a Boa Nova, o Evangelho, ao homem de hoje, desde o mais sofisticado intelectual ao mais simples trabalhador do campo, tanto nas vilas como em novas sociedades e nações...  É neste Advento missionário que o olhar de muitos, nesta peregrinação missionária, se dirige a um homem simples e humilde, aquele que mais e mais pessoas chamam de ‘o santo da nova Evangelização’: João Luis Pozzobon, cujo aniversário de nascimento é comemorado neste 12 de Dezembro de 2012.

Simplicidade, humildade, serviço desinteressado: esse é o espírito que animou o “pobre peregrino e diácono” João Pozzobon, que se considerou e aspirou ser um “simples servo”, “instrumento” e “burrinho” da Mãe e Rainha... O mesmo espírito que deve reinar na Campanha e nos agentes da nova evangelização neste Advento missionário.  João Pozzobon teve que deixar o colégio depois de poucos anos de estudo, para trabalhar no campo.  Foi um trabalhador humilde, um leigo simples, que em seu momento soube captar o chamado de Deus e nunca mais deixou de cumprir a missão assumida... sem nunca cair na tentação do poder ou do medo.  A humildade e a simplicidade da Nova Evangelização podem ser cruciais nos momentos de enfrentar doutrinas complicadas, e devem estar refletidas na atitude de serviço de seus agentes quando também se encontrarem diante de situações de corrupção e lutas pelo poder.  O santo da nova evangelização fez surgir algo tão simples quanto eficiente.  Sendo simples, a Campanha está ao alcance de todos.  Tem como suporte a espiritualidade sólida e uma pedagogia eficiente, leva a concretizar a grande proclamação da Nova Evangelização.
Texto retirado do sitio:www.schoenstatt.org/pt
Fami e Paulo

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Herói hoje, não amanhã - Sr. João Pozzobon



"Desde que entendi, fiquei sempre unido à fonte original, imaginando esses heróis e o Fundador. Eu me sentia como um pequeno aluno, um aluninho junto ao Fundador, Padre Kentenich., apesar de nem conhecer o lugar, nem o Santuário original. Sentia como se sempre tivesse estado lá, como se fosse um aluninho daquela escola. Assim me mantive, isso foi o que me deu muita força, muita coragem e segurança, porque sempre fiquei unido à origem... Para mim isso foi muito importante, e é, hoje também. Recebi tudo aqui no Santuário mas tive a sorte de entender a origem."

(Excerto do livro "Herói hoje, não amanhã", escrito pelo padre Esteban J. Uriburu) 

Fami e Paulo

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Gertraud Condessa Von Bullion


No dia 17 de Junho de 2012, na Gafanha da Nazaré à sombra do Santuário Tabor reuniu a Equipa Padre José Kentenich, encontro alargado a todas as pessoas que puderam e quiseram participar. 
Esta equipa surgiu desde alguns anos como uma bênção, cuja tarefa é divulgar o carisma e missão do Padre Kentenich, dando-o a conhecer ao maior número possível de pessoas, para que desperte a veneração do povo a este servo de Deus e assim se apresse a sua canonização no jardim da Igreja. 
Ele não vai sozinho neste caminho como foi dito, mas com aqueles que com ele foram fiéis ao projeto de 18 de Outubro 1914 pela Aliança de Amor com a Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt no Santuário. Foram apresentadas sínteses do caminho de santidade de sete heróis, com processos de beatificação em curso. Coube-me a tarefa de apresentar Gertraud Condessa von Bullion.


Gertraud, descendente de uma família nobre da alta burguesia, uma Condessa, nascida a 11 de Setembro de 1891, para governar, decide-se para servir. “SERVIAM, QUERO SERVIR”, mandou gravar mais tarde na sua medalha de Consagração. Seus pais se preocupavam em despertar nos filhos o sentido para o bem e o belo. Portanto, desde a infância que Gertraud foi agraciada com uma atmosfera familiar que muito contribuiu no seu caminho de santidade e dos seus grandes ideais. Os frutos desta educação começam já no dia da sua 1ª Comunhão em que ela expressa o seu primeiro desejo”Querido, Deus, faça com que eu nunca cometa um pecado mortal”. Decide-se pela beleza e o encanto da Eucaristia e comunhão diária, mesmo tendo de vencer grandes sacrifícios. 
Momento decisivo no seu caminho de santidade veio a ser a Primeira Guerra Mundial. Seu pai e seu irmão, oficiais do exército são convocados para o campo de batalha. Gertraud decide-se a ir também, onde vai servir com enfermeira da Cruz Vermelha. Durante o tempo na guerra, Gertraud conheceu alguns jovens congregados de Schoenstatt, também alistados nas fileiras, que lhe prestam ajuda na preparação das Eucaristias aos Domingos e celebração no mês de Maio. Admira nestes jovens no meio da difícil situação por constantes e terríveis bombardeamentos o exemplar heroísmo nas virtudes humanas e cristãs, que despertam nela não só o interesse por schoenstatt, mas pelo seu Fundador.


Mal acaba a guerra, procura encontrar-se com o Padre José Kentenick, e pergunta-lhe se não haveria lugar também para ela na Obra de Schoenstatt. A esta ousada pergunta de Gertraud, Deus dá resposta pela Fé Prática na Divina Providência, pois já a 8 de Dezembro de 1920, Gertraud e sua prima fazem a sua Consagram, pela qual é fundada a primeira Comunidade feminina em Schoenstatt, a União Apostólica Feminina. “Senhora, Mãe, todo o meu amor para o teu Jesus, toda a minha força para as almas, como teu instrumento”. Gertraud a primeira semente co -fundadora da ala feminina tão decisiva no movimento de Schoenstatt. 
Padre Kentenich orientou de tal modo Gertraud, que ela em breve espaço de tempo, pela Aliança de Amor com a Mãe, Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt, conseguiu atingir tão elevado grau de santidade.
Porque na guerra contraiu o bacilo da tuberculose, sua vida na terra foi curta, pois faleceu a 11 de Junho de 1930, com 38 anos. 
Existem pagelas, novenas e uma biografia intitulada “Gertraud von Bullion- Serviam Resposta de Amor”, pois trata-se de alguém que pelo seu grau de heroísmo, pode ser referência para os desafios do nosso tempo.

Alaíde Amorim
União Apostólica Feminina                                 

terça-feira, 26 de junho de 2012

Padre Kentenich, caminho seguro que conduz à santidade


O encontro nacional do Secretariado Padre Kentenich e Irmã M. Emilie Engel que se realizou no dia 17 de Junho tinha por objectivo mostrar como o Padre Kentenich conduzia e ainda hoje conduz as pessoas no caminho da santidade.
Este encontro foi organizado pela Equipa Padre Kentenich que é composta por representantes dos 4 centros onde há Santuários. Foi apresentada uma síntese da vida de 6 heróis de Schoenstatt (José Engling, Gertraud Von Bullion, Beato Carlos Leisner, Maria Emilie, Mario Hiriart e João Pozzobon) para mostrar como eles foram conduzidos pelo Pai e Fundador no caminho da santidade.


Neste dia tivemos a grata surpresa de poder contar com a presença do Padre Miguel Lencastre que deu um belíssimo testemunho da sua vivência com o nosso Padre Kentenich. Além disso na homilia, mostrou-nos da importância das pessoas que lançaram as sementes e fizeram frutificar Schoenstatt em Portugal, falou da contribuição do Brasil e neste contexto mencionou algumas pessoas como a Ir. M. Custódia, a Ir. M. Iracema, o P. Celestino, João Pozzobon que passou por Portugal quando foi a Schoenstatt e Roma.


Na parte da tarde foi coroada a imagem Peregrina da equipa como Rainha da canonização do Padre Kentenich, os participantes puderam incluir-se, colocando uma pequena coroa de papel na talha.
Na parte da tarde a Antonieta Magalhães deu um testemunho da forma como ela conheceu o Padre Kentenich e como aprendeu a chamá-lo de Pai. Além disso contou do seu trabalho voluntário na prisão de Tires em Lisboa, onde ela desperta nas reclusas um grande amor a Mãe e Rainha e ao Pai e Fundador. Com elas fez a lembrança do encontro em formato de capelinha com os três pontos de contacto. Este testemunho impressionou muito, pois mostrou que o Padre Kentenich chega a todos se nós o levarmos.


No final do encontro estabelecemos metas a curto, médio e longo prazo que consistem em encontrarmos formas de dá-lo a conhecer ao maior número possível de pessoas, procurar conhecê-lo melhor e rezar pela sua canonização. Porém o desafio maior consiste em deixar-nos conduzir por ele no caminho da santidade canonizável.


Durante o encontro lançamos o desafio de formarmos a Equipe Irmã M. Emilie Engel, através da qual vamos tentar fazer um trabalho em conjunto. A ideia é através de um tema interessante como: «Mulheres em missão» mostrar que a mulher se sente feliz e realizada quando descobre que tem uma missão a cumprir.


Agradecemos a todos os que se empenham pela Causa de Beatificação do Padre Kentenich e Irmã M. Emilie Engel.

Pela Equipa, Irmã Maria Elisa.

domingo, 24 de junho de 2012

Irmão de Maria de Schoenstatt - Causa de Beatificação

(vídeo em espanhol)

Sobre Mario Hiriart, do Instituto Secular dos Irmãos de Maria de Schoenstatt, disse o Padre Kentenich:
"Ele encarnou o ideal a que todos nós aspiramos."


terça-feira, 5 de junho de 2012

Um presente a caminho do jubileu: Ir.Emilie a Beata de 2014?

Quadro com lapis usado pela Ir. Emilie para se comunicar

Ir. M. Elizabet Parodi. “Algo que sempre me impressionou nas visitas aos mosteiros de Monte Athos é que, ao chegar, a primeira coisa que ofereciam, a um hóspede de honra, era visitar a capela das relíquias dos santos. Ali é o centro do coração do mosteiro e onde os monges recebem incentivo para seu crescimento espiritual” (Cardeal Angelo Amato, palavras dirigidas a postuladores agostinianos, Roma, 19 de janeiro de 2012). Esse comentário do Cardeal Angelo Amato, Prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, expressa uma verdade muito profunda. Os santos são o fruto maduro de uma comunidade, o rosto vivo de seu carisma.
Rumo ao jubileu de 2014, o testemunho de tantos filhos de Schoenstatt que, no decorrer destes 100 anos de história, viveram, radicalmente, a aliança e fizeram do Santuário sua ‘fonte de santidade’ (Documento de Fundação, 18/10/1914) é o melhor presente que podemos entregar a Deus, à Igreja e ao mundo.

No dia 10 de maio deste ano, Deus confirmou este caminho: o Santo Padre promulgou o Decreto de Venerabilidade da Ir. Emilie Engel.
Num processo de beatificação, existem dois momentos fundamentais: a promulgação, por parte da Igreja, da certeza moral e da santidade de uma pessoa e, por assim dizer, “a confirmação divina” sobre esse veredicto, que se manifesta em um milagre implorado pela intercessão do Venerável.
No processo de Emilie Engel, iniciou-se o primeiro momento: a promulgação do decreto de Venerabilidade, expressa o julgamento da Igreja, confirmando a santidade de sua vida. Um acontecimento que enche de orgulho e alegria a comunidade das Irmãs de Maria e toda nossa Família de Schoenstatt.

Cultura da Aliança por irradiação
Nossa Família de Schoenstatt tem priorizado alguns âmbitos nos quais, a nível internacional, queremos dar nossa contribuição concreta para formar e tornar realidade a Cultura da Aliança. Com o Decreto de Venerabilidade de Emilie Engel, a própria Igreja, por assim dizer, confirma o ‘como’, a primeira e mais decisiva forma para se plasmar: a cultura da aliança pela irradiação de vida.
Numa cadeira de rodas, na transparência de um sorriso que coroa seu corpo deformado pela doença, na serenidade de uma vida de amor e de dor, que repousa nas mãos de Deus Pai, Ir. M. Emilie é uma mulher que abre uma brecha na Igreja para que a Cultura da Aliança seja percebida como caminho de santidade.
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