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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Projetos Igreja: Peregrinação da Família (Lisboa)


Peregrinação a pé a Fátima, que se realiza anualmente e que oferece uma proposta de caminhada física e espiritual até Fátima. Durante os 3 dias de caminhada somos convidados a deixar para trás tudo o que nos prende ao mundo para que nos possamos encontrar com Deus e convertermo-nos de novo. E por fim regressamos ao nosso mundo com novas forças para mais um ano de caminhada! É um momento de retiro espiritual com uma proposta de conversão muito concreta em cada peregrinação. De acordo com os registos começou no ano 2000 e realiza-se uma vez por ano. É aberta a todos os que queiram peregrinar, não só membros da família de Schoenstatt como também a peregrinos do Santuário.
 
 
 
 
 

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Pe. Diogo Barata entrevistado por "ESSEJOTA"


 
A Igreja propõe vários caminhos para chegar a Deus. Em mais uma entrevista do Essejota, fomos conhecer um deles: o Movimento Apostólico de Schoenstatt. Entrevistámos o Padre Diogo Barata, um dos Padres da comunidade de Schoenstatt de Lisboa, que nos falou sobre a importância que o leigo tem nesta experiência de Igreja.
 
Que papel tem a família cristã na sociedade? Como pode o leigo intervir na sociedade? Esta entrevista conta com uma versão integral, onde se desenvolvem a resposta a estas questões, de acordo com a espiritualidade e pedagogia por trás do movimento.

Fonte: www.essejota.net
 
 

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Papa Francisco personalidade do ano para a revista Time



Papa Francisco é a personalidade do ano, sucedendo a Obama

E a personalidade do ano em 2013 para a prestigiada revista Time é... o Papa Francisco, que suplantou a concorrência de Edward Snowden, antigo analista da NSA que denunciou o escândalo de vigilância electrónica dos EUA, o presidente da Síria, Bachar al-Assad, ativista dos direitos homossexuais Edith Windsor e do senador republicano Ted Cruz.
«É raro que um "novo actor" da cena mundial suscite tanta atenção tão rapidamente, entre os mais novos e entre os mais velhos, entre os crentes e os cépticos. Ele ficou com o nome de um santo humilde e depois apelou a uma igreja salvadora. A estrela septuagenária está preparada para transformar um local que mede a mudança em séculos», frisou a chefe de redacção da Time, Nancy Gibbs. 
No ano passado, o presidente dos EUA, Barack Obama, foi a personalidade distinguida pela publicação. 
Em Março, Jorge Bergoglio, natural da Argentina, sucedeu ao Papa Bento XVI como líder da Igreja Católica.

Fontes: Jornal A Bola e Revista Time

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Primeiro Encontro Nacional de Leigos


A Conferência Nacional de Associações de Apostolado dos Leigos (CNAL) promove o primeiro Encontro Nacional de Leigos, sob o mote "Cultura do Encontro na Igreja e no Mundo Contemporâneo", no dia 16 de Novembro de 2013, no Conservatório de Música de Coimbra. 
Convida os homens e mulheres cristãos leigos, de diversidade de carismas e serviços, a congregarem-se, numa perspetiva de reflexão, de testemunho e de trabalho comum sobre a cultura do encontro, a que o Papa Francisco tem interpelado, para melhor resposta às necessidades no mundo contemporâneo, ao serviço das pessoas, ao estilo de Jesus e em comunhão com a ação pastoral da Igreja. 

Assinala, assim, também, a atualidade do 50.º Aniversário do Concílio Vaticano II e do Ano da Fé.

"Caros membros do Movimento de Schoenstatt informo e peço para divulgarem este acontecimento no qual estamos também nós comprometidos, como membros da CNAL.
Visitem o site www.cnal.pt e os link do encontro para ver o programa e temáticas.
Alguns de nós já nos inscrevemos. Se houver mais interessados, venham também. 

Padre José Melo

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

No dia da Assunção, Maria exorta-nos a tornar a fé forte e a esperança segura

Mestra do cristianismo

A 15 de Agosto a cristandade inteira celebra, desde o século VIII, o evento da assunção ao céu de Maria de Nazaré, mãe do Crucificado-Ressuscitado, ícone de quantos acolhem na fé a promessa de Deus num futuro e numa «morada» de luz e de paz, que a ela foram concedidos de modo antecipado em relação a nós. Eis porque a liturgia do dia tem como antífona de início o conhecido trecho do Apocalipse: «Apareceu um grande sinal no Céu: uma mulher revestida de Sol, tendo a Lua debaixo dos seus pés e uma coroa de doze estrelas sobre a cabeça» (12, 1).
A celebração litúrgica relê este trecho apocalíptico e reforça-o na perspectiva escatológica que a todos envolve com a proclamação da primeira Carta aos Coríntios (15, 20-27), no qual se afirma Cristo ressuscitado como primícia de quantos morreram: graças a ele e ao seu mistério  de Páscoa, a morte já não causa temor, já não  a última palavra triste, porque quem morrer em Cristo receberá por meio dele a vida imortal, que tem como horizonte permanente a comunhão dos santos em Deus.
Neste dia Maria exorta-nos  a tornar a fé forte e a esperança  segura. Todos os que, como ela, «são de Cristo» permanecerão com Ele para sempre. Esta «boa notícia» contudo passa pelo aguilhão da morte (cf. 1 Cor 15, 55). Enquanto para muitos de nós a morte é um drama, uma desventura, um cancelamento do nosso ser, para a Virgem Maria não o foi, não é assim. Para ela  a morte, ensinava João Paulo II,  foi causada (ela é Imaculada,   tornou-se  Inocente graças ao Amor trinitário)  pelo seu ser criatura humana, imersa no caminho que inevitavelmente leva à morte e ao qual o próprio Jesus se sujeitou voluntariamente. Para ela a morte, ou Dormitio como o Oriente cristão a define, realizou o encontro estável com o amado, com o Deus da aliança e da promessa. Por isso o corpo imortal de Maria foi revestido de imortalidade, realizando assim nela a palavra da Escritura: «A morte foi tragada pela vitória. (…) Graças sejam dadas a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo» (1 Cor 15, 55-57).

  Salvatore M. Perrella

Texto retirado do site da Agência Ecclesia. Foi publicado ontem, no jornal L’ Osservatore Romano.

Fami e Paulo


segunda-feira, 22 de julho de 2013

Padre Alexandre Awi Melo - faz parte do séquito papal na viagem ao Brasil

 “É oficial.  O nosso Padre Alexandre Awi Melo fará parte do séquito Papal. Ele foi escolhido pessoalmente pelo Papa Francisco e será seu tradutor durante a Jornada Mundial da Juventude. No site da Juventude Masculina do Brasil colocaremos uma entrevista exclusiva com o Padre Alexandre. Aguarde!”.  Assim se pode ler no Facebook do encontro IGNIS da Juventude Masculina.  A notícia começou a ser divulgada dia 21 de julhos: Padre Alexandre Awi Melo, Assessor Nacional do JUMAS e Diretor da Central de Assessores de Schoenstatt no Brasil, fará parte do séquito que acompanhará o papa durante a Jornada Mundial da Juventude, formado por menos de dez pessoas. Seu nome foi escolhido pessoalmente por Francisco, que o conhece pessoalmente na raiz de sua colaboração na equipe de redação final do Documento de Aparecida.
Francisco conheceu Padre Alexandre durante a V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, que ocorreu na cidade paulista de Aparecida, em 2007. O papa, na época cardeal Jorge Bergoglio, foi o principal redator do documento produzido no evento, hoje uma das principais referências de evangelização católica. Padre Alexandre o auxiliou nos trabalhos. Os dois conviveram diariamente ao longo de três semanas.
Em um artigo escrito para schoenstatt.org, Padre Alexandre – que também foi co-autor da Mensagem 2014 e cuja contribuição sobre a Cultura da Aliança teve um importante papel no desenrolar da conferência, conta:
“Como os tradutores ainda não tinham chegado, me pediram que os ajudasse. Nesse momento perceberam que poderia ser uma ajuda se houvesse mais uma pessoa na "equipe executiva" da Conferência e me integraram ao grupo. Eu mal acreditava no presente que estava recebendo. Uns dias depois, quando se formou a Comissão de Redação – formada por oito bispos (entre eles três cardeais) eleitos pela assembléia e responsável pela elaboração do documento final da Conferência, em suas quatro redações consecutivas – me solicitaram que fosse o secretário desta comissão, o que foi uma bênção ainda maior, já que ali pulsava o "coração" da assembléia. Senti-me profundamente edificado não só por toda a teologia e todos os assuntos refletidos nesta comissão, mas, sobretudo pelo testemunho pessoal de cada um dos cardeais e bispos ali presentes: uma verdadeira aula de Igreja e de vivência cristã."

Padre Alexandre Awi de Mello “foi um dos poucos nomes escolhidos pessoalmente pelo pontífice, já que o staff papal costuma ser determinado de forma protocolar pela própria cúpula da Santa Sé. O padre brasileiro fará parte do grupo do alto-escalão do séquito, formado por menos de dez pessoas. Significa que ele será um dos poucos prelados a estar realmente próximo do papa — fará as refeições à mesa com o pontífice e estará presente nas orações diárias matinais, por exemplo”, se pode ler en el articulo difundido ontem do jornal online Veja. A notícia de Adriana Dias Lopes afirma:
“Não só a especialidade teológica de Mello agrada a Francisco. O padre é um ótimo comunicador. No Instituto Secular Padres de Schoenstatt, onde mora, tornou-se uma liderança entre os jovens fieis. Curiosamente, Mello tem características muito semelhantes a Francisco. O sorriso doce, quase tímido. A fala calma, mas radical. Diz ele: “Muitas vezes o fiel brasileiro tem uma relação de interesse por Maria, tratando-a como um objeto de milagres. Devemos imitar as suas atitudes, sendo como ela e seu filho, Jesus. Apenas isso”.
Fonte: schoenstatt.org/pt/
Fami e Paulo

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Cruz da Unidade no próximo Simpósio Internacional sobre a Teologia do Corpo, em Fátima


A Cruz da Unidade, criada por um schoenstattiano e tão querida para todos nós,  tem um grande poder de evangelização e apostolado no nosso mundo. Ela foi inspiração para construir uma cruz com 2,70 metros de altura para o Simpósio Internacional da Teologia do Corpo, que vai decorrer em Fátima nos dias 12 e 13 de Junho, a qual está a percorrer algumas Dioceses.
Esta Cruz da Unidade em barro foi feita pelo escultor Carlos Oliveira. Todo este processo criativo teve como objetivo colocar na arte escultórica o mistério do amor esponsal de Cristo à sua Igreja, de modo a que fique claro que é em Cristo que encontramos a luz para entender o mistério do dom da nossa vida.

MP
 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Consagração a Nossa Senhora de Fátima do pontificado do Papa Francisco


Virgem Santíssima,

1. Estamos a Vossos pés, os Bispos de Portugal e esta multidão de peregrinos, no 96.° aniversário da Vossa Aparição aos Pastorinhos, nesta Cova da Iria, para dar cumprimento ao desejo do Papa Francisco, claramente expresso, de Vos consagrar a Vós, Virgem de Fátima, o seu Ministério de Bispo de Roma e de Pastor Universal. Assim Vos consagramos Senhora, Vós que sois Mãe da Igreja, o Ministério do novo Papa: enchei o seu coração da ternura de Deus, que Vós experimentastes como ninguém, para que ele possa abraçar todos os homens e mulheres deste tempo com o amor do Vosso Filho Jesus Cristo. A humanidade contemporânea precisa de sentir-se amada, por Deus e pela Igreja. Só sentindo-se amada vencerá a tentação da violência, do materialismo, do esquecimento de Deus, da perda do rumo que a conduzirá a um mundo novo, onde o amor reinará. Dai-lhe o dom do discernimento para saber identificar os caminhos da renovação da Igreja; dai-lhe coragem para não hesitar em seguir os caminhos sugeridos pelo Espírito Santo; amparai-o nas horas duras de sofrimento, a vencer, na caridade, as provações que a renovação da Igreja lhe trará. Estai sempre a seu lado, pronunciando com ele aquelas palavras que bem conheceis: "Eu sou a Serva do Senhor, cumpra-se em Mim a Tua Palavra". 

2. Os caminhos de renovação da Igreja levam-nos a redescobrir a atualidade da Mensagem que deixastes aos Pastorinhos: a exigência da conversão a Deus que tem sido tão ofendido, porque tão esquecido. A conversão e sempre um regresso ao amor de Deus. Deus perdoa porque nos ama. É por isso que o Seu amor se chama misericórdia. A Igreja, protegida pela Vossa solicitude maternal e guiada por este Pastor, tem de se afirmar, sempre mais, como Lugar da conversão e do perdão, porque nela a verdade exprime-se sempre na caridade.
Vós indicastes a oração como o caminho decisivo da conversão. Ensinai a Igreja, de que Sois membro e modelo, a ser, cada vez mais, um povo orante, em comunhão com o Santo Padre, o primeiro orante deste povo e também em comunhão silenciosa com o anterior Papa, Sua Santidade Bento XVI, que escolheu o caminho do orante silencioso, desafiando a Igreja para os caminhos da oração. 


3. Na Vossa Mensagem aos Pastorinhos, aqui na Cova da Iria, pusestes em relevo o Ministério do Papa, "o Homem vestido de branco”. Três dos últimos Papas fizeram-se peregrinos do Vosso Santuário. Só Vós, Senhora, no Vosso amor maternal a toda a Igreja, podeis pôr no coração do Papa Francisco o desejo de ser peregrino deste Santuário. Não é algo que se lhe possa pedir por outras razões; só a cumplicidade silenciosa entre Vós e Ele o levara a sentir-se atraído por esta peregrinação na certeza de que será acompanhado por milhões de crentes, dispostos a ouvir de novo a Vossa Mensagem.
Aqui, neste Altar do mundo, ele poderá abençoar a humanidade, fazer sentir ao mundo de hoje que Deus ama todos os homens e mulheres do nosso tempo, que a Igreja os ama e que Vós, Mãe do Redentor, os conduzis com ternura aos caminhos da salvação.

Fátima, 13 de Maio de 2013

D. José Policarpo, cardeal-patriarca de Lisboa e presidente da Conferência Episcopal Portuguesa

domingo, 14 de abril de 2013

50ª Semana das Vocações começa hoje


Oração para a 50ª Semana das Vocações
 
Deus Pai, fonte da vida,
que pelo teu filho, Jesus Cristo,
nos deste o Espirito de confiança e de amor:
envia operários para a tua Igreja;
dá vitalidade de fé
a cada família, paróquia e diocese,
onde desabrochem numerosas vocações sacerdotais e religiosas
e os batizados vivam generosamente o Evangelho,
ilumina com a santidade da tua palavra
os pastores e os consagrados;
anima os jovens nos seminários e nas casas de formação;
renova a esperança na Igreja e continua a chamar muitos
para que nunca faltem testemunhas autênticas,
transfiguradas no encontro contigo,
e anunciadoras da tua alegria à comunidade cristã e aos irmãos.
Ámen.

Nota: Material para a Semana das Vocações em http://www.portal.ecclesia.pt/pjuvenil/site/index.php/recursos/category/25-2013

sábado, 23 de março de 2013

Domingo de Ramos


"Na procissão do Domingo de Ramos associamo-nos à multidão dos discípulos que, em festa jubilosa, acompanham o Senhor na Sua entrada em Jerusalém. Como eles louvamos o Senhor em coro por todos os prodígios que vimos. Sim, também nós vimos e ainda vemos os prodígios de Cristo: como Ele leva homens e mulheres a renunciar aos confortos da própria vida e a colocar-se totalmente ao serviço dos que sofrem; como Ele dá coragem a homens e mulheres de se oporem à violência e à mentira, para dar lugar no mundo à verdade; como Ele, no segredo, induz homens e mulheres a fazer o bem ao próximo, a suscitar a reconciliação onde havia o ódio, a criar a paz onde reinava a inimizade.
A procissão é antes de tudo um testemunho jubiloso que prestamos a Jesus Cristo, no qual se tornou visível para nós o Rosto de Deus e graças ao qual o coração de Deus está aberto a todos nós."
(Excerto retirado do livro Bento XVI - Quaresma e Páscoa)

Fami e Paulo

sábado, 16 de março de 2013

Bispo de Aveiro "em comunhão de alegria e oração" com o novo Papa


O bispo de Aveiro pediu hoje às suas comunidades que se associem com fé ao novo Papa, que rezem por ele e pela Igreja Católica no início de um novo ciclo “de esperança para o mundo”.
Num texto enviado à Agência ECCLESIA, D. António Francisco dos Santos desafia as paróquias a viverem “em comunhão de alegria e oração” este momento de mudança na hierarquia eclesial, aproveitando o dinamismo da Missão Jubilar.
Iniciada em outubro de 2012, a iniciativa tem como lema “Vive esta hora” e está integrada nos 75 anos da restauração da Diocese aveirense.
O prelado refere que Francisco, por ser proveniente de “uma Igreja jovem a crescer em dinamismo pastoral, como é a Igreja da América Latina”, deve servir de exemplo para os fiéis de Aveiro, para tomarem com “um aumentado vigor” o “belo caminho que o Espirito do Senhor” os convida a fazer, até ao final deste ano.
D. Francisco dos Santos convida ainda “todos os sacerdotes a partilhar com as comunidades cristãs aveirenses, no dia 19, Solenidade de São José”, a missa que o sucessor de Bento XVI vai presidir no Vaticano, “em ação de graças pela eleição do novo Pastor e pelo início do seu ministério de sucessor de Pedro.  
“Que nunca lhe falte a certeza da nossa oração fraterna e o testemunho da nossa comunhão eclesial”, reforça o bispo.
 O prelado define o Papa argentino como “um Pastor amado pelo seu povo, testemunha de uma experiência de proximidade fraterna, de simplicidade reconhecida, de lucidez determinada e de coragem profética”.
“Sabe que é chamado a trabalhar por dentro a alma da Igreja e a ampliar para novos átrios os horizontes da missão, sem medo nem fronteiras”, aponta.
O bispo de Aveiro lembra também a “bela carta” que Francisco, ainda como D. Jorge Mario Bergoglio, cardeal da Igreja Católica e arcebispo de Buenos Aires, “escreveu aos seus diocesanos, com data de 25 de Fevereiro, antes de ir para Roma” para participar no Conclave eleitoral.
O novo Papa “pediu-lhes que vivam esta Quaresma e a Semana Santa que se aproxima, numa Igreja de portas abertas, capaz de quebrar rotinas e sair ao encontro daqueles que ainda não se aproximam da Igreja e celebrar com eles, em Dia de Ramos, a festa de Jesus que anda no meio do seu povo”, cita o prelado.

Fonte: Agência Ecclesia

Fami e Paulo

quinta-feira, 7 de março de 2013

Dia de Deserto na Diocese de Aveiro


Nos próximos dias 8 e 9 de Março de 2013, vai ter lugar no âmbito da Missão Jubilar (Diocese de Aveiro) o Dia de Deserto.
Este Tempo de Deserto, organizado por Arciprestados, pretende ser um dia com tempo para recolecção  com espaço de silêncio, oração, reflexão / meditação e celebração do sacramento da reconciliação.
No Arciprestado de Ilhavo, o centro do Dia de Deserto estará em Ilhavo, dividido entre o Jardim Henriqueta Maia e a Igreja Matriz.

Sexta Feira dia 8 de Março:
21,30 horas - Vigília de Oração numa tenda grande instalada no Jardim Henriqueta Maia.
23,30 horas - Procissão para a Igreja de São Salvador de Ilhavo.

Sábado dia 09 de Março:
Adoração ao Santíssimo na Igreja Paroquial, por grupos de Acção Pastoral do Arciprestado (durante toda a noite estará sempre um sacerdote disponível para a celebração do Sacramento da Reconciliação).
Horas para a Adoração:
00,00 - MEC, Visitadores de doentes e Irmandades.

01,00 - Grupos de Acção Sócio Caritativa (Cáritas, Vicentinos, Centros Sociais, ...), Movimentos (Cursos de Cristandade, Equipas de Nossa Senhora, Movimento Apostólico de Schoenstatt, ...).

02,00 - Diáconos, Leitores e Acólitos.

03,00 - Grupos corais.

04,00 - Agrupamentos do CNE.

05,00 - Pastoral Juvenil.

06,00 - Institutos Religiosos e Grupos de Oração.

07,00 - Catequistas.

08,00 - Oração de Laudes e regresso à tenda de oração.

09,00 - Tendas temáticas (Tenda da Oração - adoração ao Santíssimo e leitura da Palavra e Tendas da Reconciliação).
Existirão ainda actividades radicais para jovens a partir dos 14 anos e também actividades para crianças e adolescentes.

10,00 - Reflexão / Meditação.

14,00 - Reflexão / Meditação.

15,00 - Bênção do Santíssimo.

15,30 - Ensaio dos Cânticos e preparação da Eucaristia.

16,00 - Eucaristia.

17,30 - Encerramento.

Todos somos chamados a participar neste Dia de Deserto. Durante a noite de Adoração ao Santíssimo, cada pessoa deve procurar integrar-se na hora correspondente ao grupo a que está ligado.
Para os elementos ligados ao Movimento de Schoenstatt, recordamos que a hora indicada é 1,00 da manhã.

Fami e Paulo

domingo, 3 de março de 2013

Missa de agradecimento pelo Pontificado de Bento XVI


Durante os últimos minutos do pontificado do Papa Bento XVI, celebrou-se na Igreja da Adoração em Schoenstatt, uma Santa Missa em acção de graças por estes pouco mais de oito anos de serviço e direcção que o Papa ofereceu ao povo de Deus. A Conferência Episcopal da Alemanha – como em muitos outros países – tinha convocado todas as dioceses e paróquias a celebrar a Eucaristia, com esta intenção, o agradecimento pelo pontificado do Papa Bento XVI.
A celebração foi muito concorrida. Entre os presentes estiveram as autoridades civis da região: o alcaide de Vallendar e o deputado que representa o Estado da Renânia Palatinado, que foram saudados de uma maneira especial pelo Padre Biberger, Director Geral das Irmãs de Maria, que presidiu à celebração.


Vivemos juntos os últimos minutos

“Viemos celebrar esta acção de graças, na qual queremos agradecer especialmente por todo o bom e positivo que aprendemos dele, e agradecer a Deus pelo facto de nos ter presenteado com Bento XVI como pastor da Igreja”, disse o Padre Biberger no início da Eucaristia.

“Unimos a nossa oração ao pedido de força para o Santo Padre nestes minutos de despedida, pois para ele tudo isto também é algo novo. Que o Espírito Santo o acompanhe neste momento de mudança.”

Com respeito e admiração

Respeito, admiração, gratidão… foi esse o ambiente que reinou durante a celebração, tal como descreveu o Padre Biberger: “Olhamos com respeito e admiração o passo que deu o Santo Padre e ficamos gratos por tudo o que ele ofereceu à Igreja durante estes anos”.
Nessas ofertas, o Padre Biberger destacou especialmente três:
- Os livros sobre a vida de Jesus;
- O acento na fé, na esperança e na caridade nas suas encíclicas: "Deus Caritas est”, “Spe Salvi” e “Caritas in Veritate”.
- Os três anos especiais que proclamou: O Ano de São Paulo (Paulino), o Ano Sacerdotal e o Ano da Fé, “três anos que foram um impulso pastoral que motivou a Igreja a reflectir sobre as suas raízes e fundamentos para recuperar forças e assim puder continuar a dar testemunho neste mundo em convulsão”.
A sua herança - O Ano da Fé:
“A meio deste Ano da Fé, o Santo Padre apresenta a sua renúncia e deixa-nos este Ano da Fé – assim o podemos dizer – como a sua herança”, disse o Padre Biberger no final da sua homilia.
Foi assim que se acompanhou espiritualmente, desde a Igreja da Adoração em Schoenstatt o Papa Bento XVI nos últimos minutos do seu pontificado.
Fonte: Schoenstatt Internacional
Fami e Paulo

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Bento XVI despediu-se do Vaticano como peregrino


Bento XVI despediu-se hoje dos fiéis como um “peregrino”, na última aparição pública do pontificado, que se concluiu às 20h00 de Roma (menos uma em Lisboa) por decisão do Papa, que apresentou a sua renúncia.
“Sabeis que hoje é um dia diferente dos outros, já não sou Sumo Pontífice da Igreja - sou-o até às oito da noite, depois já não -, sou simplesmente um peregrino que inicia a última etapa da sua peregrinação nesta terra”, declarou, desde a varanda do palácio apostólico de Castel Gandolfo, arredores de Roma, propriedade da Santa Sé.
O Papa emérito mostrou-se “feliz” à chegada a este local, vindo do Vaticano, de onde tinha partido em helicóptero, sobrevoando a Praça de São Pedro, às 17h07 de Roma.
“Quero ainda com o meu coração, com o meu amor, com a minha oração, com a minha reflexão, com todas as minhas forças interiores, trabalhar para o bem comum, para o bem da Igreja e da humanidade”, acrescentou, ao som das palmas dos presentes e dos sinos.
Bento XVI, de 85 anos, concedeu uma bênção aos presentes, “do fundo do coração”, convidando todos a avançar "juntos no Senhor, pelo bem da Igreja e do mundo".
“Obrigado, boa noite, obrigado a todos vós”, foram as palavras finais do pontificado, iniciado em Abril de 2005, por volta das 17h41 locais, após um discurso com pouco mais de dois minutos.
O momento final do pontificado foi assinalado pela partida da Guarda Suíça e o encerramento dos portões da residência pontifícia.
Este foi o único sinal visível do início da Sé vacante – período entre a morte/renúncia de um Papa e a eleição do seu sucessor – à hora determinada pelo próprio Bento XVI quando apresentou a resignação, no último dia 11, justificando a decisão com a sua “idade avançada” e falta de forças.
No pontificado de Bento XVI foram canonizados 44 santos em 10 cerimónias, incluindo o português Nuno de Santa Maria, D. Nuno Álvares Pereira, a 26 de Abril de 2009; Portugal conta também com duas novas beatas: Rita Amada de Jesus (beatificada a 28 de maio de 2006, em Viseu) e a Madre Maria Clara (21 de maio de 2011, Lisboa).

OC

Fonte: Agência Ecclesia

Fami e Paulo

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Bento XVI despede-se em português apresentando renúncia como «inovação»


 
Cidade do Vaticano, 27 fev 2013 (Ecclesia) – Bento XVI afirmou hoje no Vaticano que a sua decisão de renúncia ao pontificado, que se conclui esta quinta-feira, implicou uma “inovação” e disse que a mesma foi para o "bem da Igreja".
“Dei este passo com plena consciência da sua gravidade e inovação, mas com uma profunda serenidade de espírito”, explicou o Papa, em português, perante mais de 150 mil pessoas reunidas na Praça de São Pedro, para a última audiência pública do pontificado.
À imagem do que fez no último dia 11, quando anunciou a resignação, Joseph Ratzinger, de 85 anos, explicou a sua renúncia com a idade avançada e a falta de forças.
“Sentindo que as minhas forças tinham diminuído, pedi a Deus com insistência que me iluminasse com a sua luz para tomar a decisão mais justa, não para o meu bem, mas para o bem da Igreja”, precisou.
O Papa agradeceu “o respeito e a compreensão” com que foi recebida a sua decisão de renunciar ao pontificado e deixou uma promessa: “Continuarei a acompanhar o caminho da Igreja, na oração e na reflexão, com a mesma dedicação ao Senhor e à sua esposa que vivi até agora e quero viver sempre”.
Bento XVI sustentou que um Papa “não está sozinho na condução da barca de Pedro [Igreja Católica], embora lhe caiba a primeira responsabilidade”.
“Nestes quase oito anos, sempre senti que, na barca, está o Senhor e sempre soube que a barca da Igreja não é minha, não é nossa, mas do Senhor”, prosseguiu.
O Papa evocou o dia da sua eleição, a 19 de abril de 2005, lembrando que na altura falou num “grande peso” que lhe era colocado sobre os ombros.
“O Senhor colocou ao meu lado muitas pessoas que me ajudaram e sustentaram”, observou.
Bento XVI disse que vai continuar a “acompanhar a Igreja” com a sua oração e pediu aos fiéis que rezem por si e pelo seu sucessor.
“Peço que vos recordeis de mim diante de Deus e sobretudo que rezeis pelos cardeais chamados a escolher o novo sucessor do Apóstolo Pedro. Confio-vos ao Senhor, e a todos concedo a Bênção Apostólica”, apelou, em português, uma das 12 línguas em que o Papa interveio esta manhã.
 
OC
 
 
 

Última audiência pública: "Renúncia não é regresso à «vida privada»"


Cidade do Vaticano, 27 fev 2013 (Ecclesia) – Bento XVI concedeu hoje a última audiência pública do seu pontificado, que se conclui esta quinta-feira, e explicou que a sua renúncia se aplica ao “exercício ativo do ministério” do Papa, sem implicar um regresso à “privacidade”.
“Não regresso à vida privada, a uma vida de viagens, encontros, receções, conferências, etc. Não abandono a cruz, mas fico de uma forma nova junto do Senhor crucificado; deixo de levar a potestade do ofício para o governo da Igreja, mas no serviço da oração permaneço, por assim dizer, no recinto de São Pedro”, declarou, na sua catequese em italiano, perante mais de 150 mil pessoas, de acordo com estimativas do Vaticano.
Segundo Bento XVI, “amar a Igreja significa ter a coragem de fazer escolhas difíceis, sofridas, tendo sempre diante de si o bem da Igreja e não a si próprio”.
“Quem assume o ministério petrino já não tem qualquer privacidade. Pertence sempre e totalmente a todos, a toda a Igreja, na sua vida é totalmente cortada a dimensão privada”, precisou.
Bento XVI recordou o momento da sua eleição, a 19 de abril de 2005, e falou da “presença” de Deus que sentiu todos os dias neste ministério.
“Foi uma parte do caminho da Igreja que teve momentos de alegria e de luz, mas também momentos nada fáceis”, confessou.
“Houve momentos em que as águas estavam agitadas e o vento contrário, como em toda a história da Igreja, e o Senhor parecia dormir, mas sempre soube que nessa barca está o Senhor e sempre soube que a barca da Igreja não é minha, não é nossa, mas é sua e a não deixa afundar”, acrescentou.
O Papa declarou que não se sentiu “só” ao longo dos anos em que viveu a “alegria e o peso” do pontificado, deixando palavras de agradecimento aos cardeais, pela sua “amizade”, aos seus colaboradores, à Diocese de Roma e ao “mundo inteiro”.
“Gostaria de agradecer do fundo do coração às várias pessoas de todo o mundo que nas últimas semanas me enviaram sinais comoventes de atenção, de amizade e de oração. Sim, o Papa nunca está só, experimento-o agora de novo de um modo tão grande que toca o coração”, revelou.
Agradecendo a presença “tão numerosa” de fiéis nesta audiência semanal, iniciativa que ao longo dos anos do pontificado reuniu 5,1 milhões de pessoas, o Papa declarou recolher “tudo e todos na oração” para os confiar a Deus.
“Neste momento, há em mim uma grande confiança, porque sei, sabemos todos nós, que a Palavra de verdade do Evangelho é a força da Igreja, a sua vida”, prosseguiu, ao som das palmas dos presentes, agradecendo o dia de sol numa “manhã de inverno”.
O Papa falou das cartas das “pessoas simples” que lhe escrevem como “irmãos e irmãs ou filhos e filhas”, porque a Igreja não é “uma organização”, uma “associação para fins religiosos ou humanitários, mas um corpo vivo”.
“Deus guia a sua Igreja, levanta-a sempre, também e sobretudo nos momentos difíceis. Não percamos nunca esta visão da fé, que é a única verdadeira visão do caminho da Igreja e do mundo”, concluiu.
 
OC
 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Último Angelus de Bento XVI: "O Senhor me pede para subir o monte

 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Lisboa: 400 mil cartazes dizem «obrigado» a Bento XVI


Lisboa, 21 fev 2013 (Ecclesia) – Um grupo de leigos católicos do Patriarcado de Lisboa financiou a distribuição gratuita de 400 mil cartazes de agradecimento ao Papa Bento XVI, que resigna ao pontificado a 28 de fevereiro.
Metade dos cartazes, na horizontal, apresenta Bento XVI em gesto de saudação, e os restantes, orientados verticalmente, mostram o Papa a rezar diante da imagem de Nossa Senhora de Fátima, no santuário da Cova da Iria, durante a sua visita a Portugal entre 11 e 14 de maio de 2010.
Os fiéis que contrataram a aquisição dos cartazes optaram por manter o anonimato, revelou hoje à Agência ECCLESIA o padre Nuno Fernandes, porta-voz do Patriarcado de Lisboa, instituição que apoia a divulgação da iniciativa.
Os cartazes, com a dimensão de duas folhas A4, têm fundo amarelo e são dominados pelo branco, cores da bandeira da Santa Sé, enquanto que as fotografias de Bento XVI foram impressas em tons de cinzento.
As palavras, também a cinza, destacam a frase “obrigado Bento XVI”, seguida da data em que o Papa renuncia, 28 de fevereiro de 2013, a indicação “Patriarcado de Lisboa” e, no fundo, uma sugestão: “coloque o cartaz na janela de sua casa, com vista para a rua num gesto de união e reconhecimento”.
Os exemplares estão a ser distribuídos nas paróquias de São João de Deus e Nossa Senhora do Amparo de Benfica, ambas na cidade de Lisboa, em Oeiras, Cascais e Caldas da Rainha, revela a página do Patriarcado no Facebook.
De acordo com o padre Nuno Fernandes os cartazes serão também distribuídos em Fátima, existindo pedidos de informação sobre a iniciativa provenientes das Dioceses de Setúbal e Viseu.
A escolha do sucessor de Bento XVI, eleito Papa a 19 de abril de 2005, ocorre, previsivelmente, no mês de março, em conclave (assembleia fechada) a realizar no Vaticano com a presença de cardeais que não completaram 80 anos.
RJM

Fonte: http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=94503

"EU ACREDITO" - Jovens com o Papa Bento XVI

 
Todos nos lembramos da grande manifestação juvenil do "Eu Acredito" durante a visita do Papa Bento XVI a Portugal.
Os jovens juntam-se novamente para rezar pela Igreja e pelo Papa no momento em que termina o seu pontificado, vestindo novamente a t-shirt azul do "Eu Acredito". Participação aberta a todos.

28 Fevereiro - Rossio, Lisboa
19:00 - Encontro Praça S.Domingos
19:30 - Missa na Igreja S.Domingos
20:30 - Momento final de oração
MP
 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Mensagem do Papa Bento XVI para a Quaresma de 2013


Crer na caridade suscita caridade

«Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele» (1 Jo 4, 16)

Queridos irmãos e irmãs!

A celebração da Quaresma, no contexto do Ano da fé, proporciona-nos uma preciosa ocasião para meditar sobre a relação entre fé e caridade: entre o crer em Deus, no Deus de Jesus Cristo, e o amor, que é fruto da ação do Espírito Santo e nos guia por um caminho de dedicação a Deus e aos outros. 

1. A fé como resposta ao amor de Deus
Na minha primeira Encíclica, deixei já alguns elementos que permitem individuar a estreita ligação entre estas duas virtudes teologais: a fé e a caridade. Partindo duma afirmação fundamental do apóstolo João: «Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele» (1 Jo 4, 16), recordava que, «no início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo. (...) Dado que Deus foi o primeiro a amar-nos (cf. 1 Jo 4, 10), agora o amor já não é apenas um “mandamento”, mas é a resposta ao dom do amor com que Deus vem ao nosso encontro» (Deus caritas est, 1). A fé constitui aquela adesão pessoal – que engloba todas as nossas faculdades - à revelação do amor gratuito e «apaixonado» que Deus tem por nós e que se manifesta plenamente em Jesus Cristo. O encontro com Deus Amor envolve não só o coração, mas também o intelecto: «O reconhecimento do Deus vivo é um caminho para o amor, e o sim da nossa vontade à d’Ele une intelecto, vontade e sentimento no ato globalizante do amor. Mas isto é um processo que permanece continuamente a caminho: o amor nunca está "concluído" e completado» (ibid., 17). Daqui deriva, para todos os cristãos e em particular para os «agentes da caridade», a necessidade da fé, daquele «encontro com Deus em Cristo que suscite neles o amor e abra o seu íntimo ao outro, de tal modo que, para eles, o amor do próximo já não seja um mandamento por assim dizer imposto de fora, mas uma consequência resultante da sua fé que se torna operativa pelo amor» (ibid., 31). O cristão é uma pessoa conquistada pelo amor de Cristo e, movido por este amor - «caritas Christi urget nos» (2 Cor 5, 14) -, está aberto de modo profundo e concreto ao amor do próximo (cf. ibid., 33). Esta atitude nasce, antes de tudo, da consciência de ser amados, perdoados e mesmo servidos pelo Senhor, que Se inclina para lavar os pés dos Apóstolos e Se oferece a Si mesmo na cruz para atrair a humanidade ao amor de Deus.
«A fé mostra-nos o Deus que entregou o seu Filho por nós e assim gera em nós a certeza vitoriosa de que isto é mesmo verdade: Deus é amor! (...) A fé, que toma consciência do amor de Deus revelado no coração trespassado de Jesus na cruz, suscita por sua vez o amor. Aquele amor divino é a luz – fundamentalmente, a única - que ilumina incessantemente um mundo às escuras e nos dá a coragem de viver e agir» (ibid., 39). Tudo isto nos faz compreender como o procedimento principal que distingue os cristãos é precisamente «o amor fundado sobre a fé e por ela plasmado» (ibid., 7). 
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