segunda-feira, 22 de março de 2010

Juventudes Feminina e Masculina de Schoenstatt rezam a Via-Sacra




No passado Sábado, tal como anunciado, as Juventudes Feminina e Masculina de Schoenstatt reuniram-se para a sua vigília mensal.
Sob o tema da Via-Sacra de Cristo, o grupo (com 44 elementos) juntou-se em torno do Centro Tabor.
Para esta Via-Sacra foram escolhidas apenas 6 Estações, tendo havido espaço para bastante reflexão em cada uma das escolhidas.

Na Primeira Estação reflectimos sobre a Condenação de Jesus à Morte.
O julgamento de Jesus não foi o último julgamento injusto. Muitos inocentes são condenados também por nós, no nosso mundo. Nós, como cristãos, devemos condenar não as pessoas mas o que de mal existe na sociedade. As pessoas exigem todo o nosso respeito, mas o mal deve ser denunciado e condenado. 
Que condenamos nós na nossa sociedade?




Na Segunda Estação reflectimos sobre a Cruz que Jesus Carrega.
Seguir Jesus exige carregar com a própria cruz e começar a caminhar. Para participar na sua glória é preciso passar, antes, pelo Calvário. São tantas as cruzes de cada dia! O meu mau carácter e os meus defeitos; a incompreensão dos outros e a terrível solidão… São cruzes que é preciso carregar para seguir Jesus.
Que devo mudar na minha vida para carregar a cruz, tendo os sentimentos de Jesus?





Na Terceira Estação reflectimos sobre as quedas de Jesus.
O Servo Sofredor é identificado por nós como sendo Jesus Cristo que, na sua paixão, é esmagado pelo sofrimento. Cai sob o peso da cruz.Também nós por vezes caímos. São os nossos pecados: infidelidades ao amor de Deus para connosco, atitudes de egoísmo, vida sem oração… Mas forte não é aquele que não cai, mas sim aquele que, caindo, se levanta.
Quais são as minhas quedas mais frequentes?







Na Quarta Estação reflectimos sobre as vezes que encontramos Jesus nos nossos caminhos diários.





Simao de Cirene foi obrigado a ajudar Jesus. As mulheres choram por ele, os ladrões são crucificados a seu lado… São experiências de encontro com Jesus. Cada um, a seu modo, se aproxima de Jesus. Certamente que cada um destes encontros mudou algo na vida daquelas pessoas.
Para nos encontrarmos com Jesus devemo-nos encontrar, antes de mais, com os irmãos.
Se queremos encontrar-nos com Jesus vivo, que não se vê, devemos experimentar encontrar-nos com os irmãos, aqueles que estão ao nosso lado e que conseguimos ver.



















































Consigo encontrar-me com aquele que está ao meu lado, e nele ver o rosto de Jesus?













































Na Quinta Estação reflectimos sobre a morte de Jesus na Cruz.




















































































Jesus morre para vencer a morte. Morre para dar vida. Perante a cruz de jesus, estamos convidado a um gesto de morte: matar em nós o Homem-velho para renascermos para uma vida nova. 
Precisamos de queimar o que não é viver ao jeito de Jesus. Precisamos de elevar a Deus na nossa oração, para que nos ajude a amar como Jesus, a perdoar como Jesus e a ter esperança como Jesus. E isto para um dia ressuscitarmos como Jesus. 
Que quero matar em mim, para ressuscitar como Jesus?






























Na Sexta Estação reflectimos sobre a ressurreição de Jesus.







Deus Pai não abandona os Seus amigos. Quem perde a vida pelos seus, ganha-a para sempre. 
O amor de Jesus ao longo da sua vida, e que culminou na paixão e morte, é a revelação do grande amor de Deus Pai para connosco.
A ressurreição de Jesus é a garantia da nossa ressurreição. Como Ele ressuscitou, assim também nós ressuscitaremos para vivermos para sempre. 
São estas as razões para termos esperança. Somos muito amados por Deus e como Cristo havemos de ressuscitar. Uma esperança que nos enche de alegria pascal.



Abandono os meus amigos?
























































































Margarida
Fonte: Guião da Via-Sacra Jovem

1 comentário:

Pedro José disse...

Gostei muito da Via-Sacra e espero que estas actividades se repitam todos os anos, para que o espírito da Quaresma nunca se apague.

Parabéns pelo texto.

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