quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A Campanha de Advento da JFS já chegou!


Amanhã é a última missa do dia 18 antes do início do Advento. Todos sabemos que o Advento deve ser um tempo de reflexão, preparação e também de paragem até à grande noite de 24 de Dezembro.
Contudo, lá fora a vida continua a correr a grande velocidade e não espera nem dá tempo. Somos apanhados pelas correntes materialistas e pelas correrias que envolvem este tempo de festas. Algo acaba por ficar para trás.  

Mas, não se preocupe! 
A JFS tem a solução para o ajudar a preparar o seu coração, o da sua família e o seu lar para o nascimento do Menino Jesus!

Como já vem a ser costume, a JFS quer ajudar e acompanhar a Família de Schoenstatt a viver o Advento de forma mais organizada.
Mais uma vez temos para vender, a partir de amanhã, a Campanha de Advento que pretende ajudar cada um, individualmente e em família, a preparar-se para a noite de Natal.



São 4 semanas de propósitos e conquistas que temos para si.




Procure a sua no final da Missa do Dia 18!



Juventude Feminina de Schoenstatt
Nota: Os lucros da campanha revertem a favor do Ramo da JFS.

 

Surpresa!... O que será?

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Padre Kentenich e os problemas sociais


Neste primeiro ano do triénio "Rumo a 2014", denominado Ano da Corrente do Pai, em que se pretende reforçar a vinculação ao Pai e Fundador e ao seu carisma, escolhemos um texto retirado do livro "Padre José Kentenich, um Fundador, um Pai, uma Missão", da autoria de Hernan Alessandri, que nos mostra a actualidade do seu pensamento.
Com efeito, o pensamento do Padre Kentenich, passados cerca de oitenta anos está perfeitamente actual, o que nos pode levantar duas questões:
O pensamento do Padre Kentenich estava muito avançado para aquela época, ou a sociedade não evolui, nem aprendeu com os seus erros e continua a debater-se no século XXI, com o mesmo tipo de problemas, que posteriormente geram conflitos, com que de debatia nas primeiras décadas do século XX?
Que cada um leia o texto e retire as suas conclusões.

"Quais os grandes temas que o Pai abordava em finais da década de 20  e começos da de 30? Os temas sociais, esses mesmos que tanto nos inquietam hoje: toda a problemática derivada da construção de uma sociedade nova. Entre os anos de 1928 e 1932, o Pai trata muito a fundo, por exemplo, todos os problemas referentes ao capitalismo e ao marxismo. Conhece o marxismo e conhece o liberalismo económico e a sua história. Deste ponto de vista, o Pai apresenta o grande tema da sua vida, o homem novo na nova comunidade.
O Pai, como grande profeta, trata de iluminar o sentido do que se passa e de abrir caminhos para a renovação social do mundo, à luz da sua imagem do homem novo e da nova comunidade e da missão de Maria na construção da nova sociedade. Sabemos em que linha apontam os meios por ele propostos: educar um homem personalizado e formar uma comunidade unida com base numa solidariedade verdadeiramente interior, sobretudo por ser este, segundo ele, o único meio possível para alcançar o objectivo.
O que mais impressiona o Pai é a situação de desenraizamento em que vive o trabalhador moderno. Ele fala da necessidade de "desproletarizar" o mundo moderno e a Igreja de hoje. E que entende por "desproletarizar? Tornar a personalizar.Vê que o trabalhador é um homem sem vínculos que as fábricas arrancaram à sua terra, ao campo que cultivava, que o fizeram cortar com as suas tradições, que lhe impõe um ritmo de produção que o impede de levar uma vida familiar sã e de criar raízes. É um nómada, um solitário dentro da grande cidade.

O Pai aparece como um homem dotado de uma força criadora extraordinária, que traz ideias totalmente novas. Promove uma vida renovadora e infunde essa vida e essas ideias novas não só ao Movimento mas também a toda a Igreja alemã (nesta primeira fase).
E à medida que o Pai vai dando mais e mais de si mesmo, vai compreendendo melhor o que Deus quer dele e de Schoenstatt.!"

Fami e Paulo

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Retiro de Advento 2010


A Pastoral do Santuário convida para a participação no Retiro de Advento, dia 1 de Dezembro 2010. Uma forma de iniciar a preparação desta época em que somos chamados a receber Jesus nos nossos corações.


O programa inclui duas reflexões temáticas sob o tema “Jesus Vem! Reza e acolhe.”, momentos de oração pessoal e comunitária com exposição do Santíssimo Sacramento e ainda a possibilidade de celebrar o Sacramento da Reconciliação.

Terá início às 9h00 na Casa de Retiros José Engling e termina com a celebração da Santa Missa às, 17 horas, no Salão em frente ao Santuário de Schoenstatt. O preço é de €10,00 com almoço incluído.

Inscrições até ao dia 28 de Novembro para:

Santuário de Schoenstatt
Apartado 14
3834-908 Gafanha da Nazaré
Tel. 234 320 290

ou através do e-mail: centrotabor@mail.telepac.pt

Pastoral do Santuário

Imagem: imagens do google

domingo, 14 de novembro de 2010

Jornada Nacional de Dirigentes - 4



O Padre Diogo Barata fez a homilia da Missa da Jornada Nacional de Diigentes de Schoenstatt. Destacamos algumas das passagens, mais significativas dessa homilia, que pensamos, tocou bem fundo a todos os presentes, quer pela sua actualidade quer pela maneira simples, como o Padre Diogo nos transmitiu uma mensagem tão importante, que apontou caminhos e metas que temos que atingir no futuro.

"Estamos aqui reunidos representante dos dirigentes da Família de Schoenstatt. Precisamos de continuar a consolidar e aumentar o nossocorpo de dirigentes, para cumprir a grande missão a que somos chamados.
Acredito que todo os que aqui estamos, aspramos seriamente à santidade.  Mas entre o desejo e a meta, pode haver uma longa distância. Será que algum de nós chegará a ser santo? Não é assim tão simples.
Diz-nos o Padre Kentenich no segundo documento de fundação, quando Schoenstatt celebrou o Jubileu de Prata (25 anos):
"Esta entrega irrestrita à Providência Divina e à Sabedoria Eterna é tão rara porque não têm conta hoje as pessoas que se negam a entregar a sua vontade ao Criador e Pai do Universo e, de entre as muitas outras que O querem servir, só poucas estão dispostas a renunciar por inteiro à sua vontade própria doentia.
Só muito poucos conseguem rezar, do mais intimo da sua alma, com Jesus no Pai Nosso: Seja feita a Vossa vontade assim na terra como no céu.
Só muito poucos são capazes de rezar com Nicolaus von der Flue: Meu Senhor e meu Deus, tira-me tudo o que me separa de Ti! Meu Senhor e meu Deus, dá-me tudo o que me impele para Ti! Meu Senhor e meu Deus, tira-me o meu próprio eu e faz-me total posse Tua." 

Portugal e a Europa atravessam uma crise profunda. E nós queremos ser Porta da Europa. Queremos tomar Portugal de assalto, queremos invadir Portugal! Não estaremos a delirar?  A crise actual é tão profunda, que precisa de uma resposta a longo prazo, talvez uma ou duas gerações.
Vemos as ruínas, mas será que conseguiremos construir a nova civilização que o nosso Pai e Fundador ia surgir e cujos rasgos vislumbrava?
Como será possível?
"Creio firmemente que jamais perecerá quem permanecer fiel à Alinça de Amor", disse-nos o Padre Kentenich. Essa fé firme como a rocha, permitiu-lhe acreditar, esperar, superar desilusões e manter sempre em alta a alegria e o bom humor!.
Aceditou na Promessa da Aliança de Amor e teve que esperar muito! Neste ano dedicado a ele, podemos renovar a nossa fé e pedir com todas as nossas forças, o dom da sua fé!
A Aliança de Amor não pode mudar Portugal. A Aliança de Amor tem que mudar Portugal!
Por isso queremos dizer a Nossa Senhora até ao ano de 2014:
A Tua Aliança, a nossa missão!"

sábado, 13 de novembro de 2010

Jornada Nacional de Dirigentes - 3


Durante a Jornada Nacional de Dirigentes de Schoenstatt, fomos convidados, durante a fase dos trabalhos de grupo, a definir o que significa para nós a Aliança de Amor.
Alguns dos participantes, cederam-nos gentilmente as suas definições, que achamos interessante partilhar com os nossos leitores.

“A Aliança de Amor com Maria torna forte e segura a confiança plena de que Deus é Pai, que é bom e é bom tudo o que Ele me dá. De que tem um plano de felicidade para mim e deseja que eu o possa experimentar. A Aliança de Amor, com a Mãe fortalece esta confiança principalmente nas horas desafiantes, de alguma provação, de conquista e de maior alegria. É “motor” da vontade de Santidade no dia-a-dia … nas pequenas coisas.”

“A Aliança de Amor trouxe-me mais proximidade com Deus, com a Mãe, mais vinculação ao Santuário. Doação – Nada sem Ti, nada sem nós e mais responsabilidade – espírito de missão, no meu dia-a-dia.”

“Para mim a Aliança de Amor é compromisso. Este compromisso faz-nos sentir mais ligados à Mãe e ao nosso Pai e Fundador.
A Aliança de Amor fez nascer em mim o desejo de levar Schoenstatt ao mundo, os seus valores, o seu carisma e a sua pedagogia. É ter vontade de querer ser tudo para todos!”

Desafio!
Se quiser dar-nos também a sua definição de Aliança de Amor (ou o que significa para si), envie para o nosso mail e teremos muito gosto em a publicar. Ficamos a aguardar.

Fami e Paulo 

Mensagem do Papa Bento XVI para a Semana dos Seminários

Imagem do Seminário de Aveiro

A Igreja celebra (de 07 a 14 de Novembro) a semana dos Seminários. subordinada ao tema "Seminário, Comunidade dos Díscipulos de Cristo e Irmãos no Presbitério". Dada a importância deste assunto, para toda a Igreja, quer pela necessidade de vocações, nomeadamente de sacerdotes, quer ainda pela qualidade da formação que os Seminários devem dar aos seus alunos, achámos oportuno transcrever algumas partes da mensagem que o Santo Padre escreveu para esta semana.
Por curiosidade, saliente-se que esta mensagem foi escrita em 18 de Outubro de 2010, um dia tão importante para toda a Família de Schoenstatt.

"O Seminário é uma comunidade que caminha para o serviço sacerdotal. Nestas palavras, disse já algo de muito importante: uma pessoa não se torna sacerdote, sozinha. É necessária a "comunidade dos discípulos", o conjunto daqueles que querem servir a Igreja de todos.
Quem quer tornar-se sacerdote, deve ser sobretudo um "homem de Deus", como o apresenta São Paulo. Para nós, Deus não é uma hipótese remota, não é um desconhecido que se retirou depois do "big-bang". Deus mostrou-Se em Jesus Cristo. No rosto de Cristo, vemos o rosto de Deus.
O sacerdote não é o administrador de uma associação qualquer, cujo número de membros de procura manter e aumentar. É o mensageiro de Deus no meio dos homens, quer conduzir a Deus e assim fazer crescer também a verdadeira comunhão dos homens entre si.
O tempo no Seminário é também e sobretudo tempo de estudo. A fé cristã possui uma dimensão racional e intelectual, que lhe é essencial. Sem tal dimensão, a fé deixaria de ser ela mesma. Todos vós conheceis a frase de São Pedro, considerada pelos teólogos medievais como a justificação para uma teologia elaborada racional e cientificamente: "Sempre prontos a responder, a todo aquele que vos perguntar a razão da vossa esperança" (I Ped 3, 15).


Queridos seminaristas! Com estas linhas, quis mostrar-vos quanto penso em vós precisamente nestes tempos difíceis e quanto estou unido convosco na oração. Rezai também por mim, para que possa desempenhar bem o meu serviço, enquanto o Senhor quiser. Confio o vosso caminho de preparação para o sacerdócio à protecção materna de Maria Santíssima, cuja casa foi escola de bem e de graça."

Neste fim de semana, juntemos as nossas orações às do Santo Padre, pedindo pelos seminaristas e também por mais vocações.

Fami e Paulo

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

“Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé”

Já é conhecido o hino da Jornada Mundial da Juventude Madrid 2011, um dos símbolos mais característicos de cada jornada de jovens. 
"Firmes na Fé" foi estreado na véspera da festa da Virgem de la Almudena, padroeira de Madrid.

“Firmes en la fé”, titulo da obra, foi interpretado pela Joven Orquesta de la Comunidade de Madrid (JORCAM) e pelo coro da Escolanía de El Escorial. Os dois grupos participaram também na gravação do hino, que será distribuído a partir do próximo dia 19 de Novembro.

O hino acompanhará os jovens na preparação e na celebração da JMJ de Madrid, e baseia-se no texto do Apóstolo São Paulo, “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé”, escolhido pelo Papa como tema da JMJ Madrid 2011.

O hino tem sete estrofes sendo o refrão:

Firmes na fé, firmes na fé, caminhamos em Cristo,
Nosso Amigo, nosso Senhor.
Glória sempre a Ele! Glória sempre a Ele!
Caminhamos em Cristo firmes na fé.

O autor da letra é D. Cesar Franco, coordenador geral da JMJ e bispo auxiliar de Madrid. Para o autor, “as estrofes realçam a Humanidade santíssima de Cristo ao estilo da tradição espanhola e pretendem aproximá-la dos jovens”.

Enrique Vázquez, sacerdote vitoriano e compositor de música religiosa, foi o encarregado de compor a música. Vásquez recordou o processo de composição do hino, destacando que “o primeiro repto foi o de criar uma melodia que ajudasse a entender o texto, a cantá-lo e a rezá-lo”.

Vázquez realçou na letra que “as estrofes começam com um carácter mais lírico que reflecte o assombro, a admiração e o agradecimento perante a Pessoa e obra do nosso Redentor”.

Esta obra foi gravada em três versões: uma litúrgica, outra instrumental para grandes coros e uma versão popular com acompanhamento de guitarra. As três versões estão disponíveis gratuitamente na página oficial da JMJ, de onde também se podem descarregar as partituras para a sua interpretação. Para quem preferir em formato CD, pode adquiri-lo na editorial San Pablo, que patrocinou a gravação do hino e a produção dos CD’s.

Margarida


quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Campanha da Mãe Peregrina das Crianças


Na Jornada Nacional de Dirigentes de Schoenstatt, a Luizinha Roquette apresentou um testemunho sobre a Campanha da Mãe Peregrina das Crianças, que decorre com grande êxito na Diocese de Lisboa.
É esse testemunho que vamos partilhar convosco.

"Convidaram-me para dar um testemunho sobre a relação entre a Aliança de Amor e a Visita da Mãe Peregrina às Crianças.
Fiquei feliz! É que esta Campanha é fruto directo da minha Aliança de Amor, das Alianças da Ana Freire de Andrade e da Sofia Barbosa, da Té Rocha e Melo e da Rita Blanco, do Douglas e da Rita Gilman, dos nossos assessores, e de tantos outros que ao longo de 10 anos se têm posto ao serviço da Campanha.
Na verdade, este projecto surgiu do impulso missionário que teve origem na Aliança de cada um de nós, e está fundamentado num sério compromisso apostólico e num anseio profundo de levar mais longe as graças do Santuário e a pedagogia de Schoenstatt.
Para além disso, sabemo-nos herdeiros de João Pozzobon e integrados numa campanha maior, internacional, que tem em Portugal tantas e tão ricas expressões: a Campanha das Famílias, a Campanha dos doentes, a Campanha das Prisões, os projectos, etc.


Pela parte das crianças, é com muita alegria que fazemos uma avaliação retrospectiva do resultado de 10 anos de trabalho, e que constatamos que este projecto tem sido um veículo privilegiado para projectar Schoenstatt na Igreja e na Sociedade. Enumeramos:
• 49.600 famílias visitadas.
• 35 paróquias.
• 12 centros paroquiais.
• 10 colégios.
• 9 instituições.
• 1 centro paroquial parcialmente reconstruído.
• 8 peregrinações a Fátima.

Esta extraordinária fecundidade apostólica é fruto do nosso impulso de Aliança e por sua vez, é geradora de uma cultura de Aliança.
Como?

• Fazendo a ligação ao Santuário, de onde são enviadas as imagens.
• Educando para uma vinculação afectiva a Deus e ao próximo.
• Estimulando a prática das virtudes.
• Promovendo o desenvolvimento dos talentos.
• Despertando para projectos solidários junto de idosos, famílias carenciadas, grávidas, bairros sociais, etc.
• Ensinando a rezar.
• Criando momentos de família.
• Interpelando à Missão.

A Visita da Mãe Peregrina aos pequeninos é única! Não apenas porque procura criar uma dinâmica que nos é própria e porque promove e incentiva as visitas ao santuário, mas porque é, ela mesma, portadora das graças do santuário.
De facto, apesar dos inúmeros projectos de pastoral para crianças que existem neste momento em Portugal, alguns até inspirados ou baseados directamente no nosso, é gratificante constatar que a Visita da Mãe Peregrina continua a ser requisitada por paróquias, centros e escolas da diocese de Lisboa e tem estado na origem de alianças de amor, baptismos, inserções em grupos de Schoenstatt, etc.
Alguns frutos da criatividade da CMP_crianças e que são expressão desta cultura de Aliança de Amor, são os 3 livros e o jogo editados pela Patris e que nasceram na equipa das crianças. O livro Nossa Senhora na História de Portugal excedeu todas as nossas expectativas e vendeu em pouco tempo 5.000 exemplares, pelo que foi necessário proceder a uma reedição.
Os frutos das graças da Aliança de Amor vão-se manifestando das mais diversas formas. É bom encontrar no santuário adolescentes que pertencem hoje a grupos e começaram por receber a Visita da Mãe Peregrina, ou receber o testemunho do Colégio São João de Brito que trabalhou o projecto e ofereceu os seus frutos a Bento XVI, fazendo referência à sua origem. É comovedor testemunhar o envolvimento de educadores e catequistas que percebem a mais valia deste projecto e o trabalham com grande entusiasmo. É lindo ver a seriedade com que os pequeninos vivenciam as visitas ao santuário e a simplicidade com que aí comunicam com a Mãe do Céu. É tocante presenciar a participação das famílias jovens que acompanham os seus filhos nestas peregrinações ...

A CMP desde o inicio, com o João Pozzobon e ao longo dos 60 anos tem sido um fruto extraordinário da Aliança de Amor. A sua vitalidade deve-se à Grande Missionária mas também ao trabalho constante e criativo … pedagógico. Esta é a marca da AA nesta campanha que é original e que foi oferecida à diocese de Lisboa em 2004 como contributo à nova evangelização. Em concreto a CMP_crianças é mais uma expressão do Nada sem Ti, nada sem nós que marca o estilo da nossa missão e que queremos continuar com novo ardor.
Citando D. José Policarpo: “Este “novo ardor” da “nova evangelização” levar-nos-á a descobrir a Igreja toda, em todos os seus membros, como protagonistas desse anúncio da salvação, não apenas como executores de acções programadas, mas com a ousadia da criatividade, encontrando em cada circunstância da vida dos homens, a forma concreta de anunciar o Evangelho. Só sentindo-se membro da “Igreja evangelizadora” essa ousadia da criatividade salvaguardará a unidade”.
E é nesse espírito de unidade que aqui nos reúne hoje que lançamos um apelo e um desafio.
A Campanha das crianças quer continuar a crescer não só em Lisboa mas para as outras dioceses. Precisamos de catequistas e educadores que queiram embarcar connosco nesta aventura.

Contamos convosco!"
Muito obrigado à Luizinha pela amabilidade que teve em nos enviar o seu testemunho e as bonitas fotos. Porque não seguirmos o exemplo de Lisboa e começarmos também esta campanha na nossa diocese?
 
Fami e Paulo

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Liga das Mães - Grupo: "As Sementes de Maria"


Apresento hoje, mais um grupo da Liga das Mães.

Qual o nome do grupo?
O nome do nosso grupo é "As Sementes de Maria".

Explicação do nome de grupo. Como surgiu?
O nome do grupo tem uma longa história. Começou aqui na nossa terra com a D. Clarisse, há muitos anos, daí o nome "Sementes".

Com quantos elementos começou o grupo?
O grupo começou com mais de vinte elementos.

Os elementos são os mesmos desde o início ou houve alterações?
O grupo já teve alterações e tem vindo a decrescer em número.

Qual a data do início do grupo?
O grupo teve início em 1990.

Já fizeram a Aliança de Amor?
Todas os elementos do grupo já fizeram Aliança de Amor, embora não tenha sido na mesma altura, pois nem todas começámos ao mesmo tempo.

Estão a ser atingidos os objectivos que tinham definido no início da caminhada, ou é necessário fazer algo mais para os atingir?
Nós sentimo-nos realizadas, mas sabemos que devíamos e tínhamos obrigação de fazer mais. Mas somos umas sementes muito pequenas.

Qual o nome dos elementos que fazem parte do grupo?
Maria Lucinda da Fonseca Marques, Georgina Ferreira dos Santos, Maria Alda Marques Jorge, Maria Cirene da Silva, Maria da Graça Dias Marques, Maria Olinda Batista Soares, Maria Alice Dias Marques e Ilda da Silva Pires.

Fami

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Entrega do Ceptro à MTA

"Salvé, Rainha, neste Santuário
Revela a Teus Filhos a magnificência do Tabor"


No passado dia 30 de Outubro, a culminar a Jornada Diocesana da Família de Schoenstatt (Dioceses de Aveiro e Coimbra), entregámos o Ceptro à Mãe e Rainha Três Vezes Admirável, numa cerimónia simples, mas sentida por todos os que estiveram presentes.


Deixamos algumas passagens da oração que antecedeu a entrega do Ceptro.

"Damos graças, Mãe, por estares neste Santuário, onde nos acolhes e distribuis dons e graças em abundância.
O Teu Santuário irradia no nosso tempo o esplendor e a glória do sol do Tabor. Todos os que aqui vêm para rezar, experimentam as Tuas magnificências. Como é bom estar aqui! Aqui queremos construir tendas! Este é o nosso lugar predilecto!"

"Mãe da Igreja, neste Santuário, queres desdobrar a magnificência da Tua fecundidade maternal e da Tua admirável arte educativa, transformando-nos em cristãos autênticos, filhos heróicos de Deus Pai, segundo o modelo de Cristo e do nosso Pai e Fundador."


"Rainha do Tabor da Filialidade Heróica, recebe o Ceptro da nossa doação!
Rainha do Tabor da Filialidade Heróica aceita o Ceptro da nossa confiança!
Cuida que todos os filhos de Schoenstatt recebam e conservem até ao fim dos tempos, a graça da filialidade heróica e com isto, a garantia do elemento essencial da nossa espiritualidade."


"Aceita o Ceptro e glorifica-Te!
Conduz-nos à Igreja. Para que na Igreja e pela Igreja, cumpramos as tarefas que, acreditamos, Tu mesma depositaste sobre os nossos fracos ombros, neste Santuário Matris Ecclesiae."


Queres dar a mão e eu pedir a Tua
Não posso estar sem Ti
Sem o Teu olhar tão puro
Tua voz me alegra a alma
Maria da aliança, palavra de amor.

(Refrão do cântico Maria da Aliança)

Fami e Paulo

Monumento dos Heróis de Schoenstatt

PARTE I - Geração das Cruzes Negras

Os túmulos atrás do Santuário Original testemunham o modo como os jovens consagrados tomaram a sério a sua Aliança de Amor. Eles nos falam do vivo “Nada sem Ti, nada sem nós”! Entregaram o sacrifício de suas vidas pela Obra de Schoenstatt.
Três dos jovens heróis morreram durante a Primeira Guerra Mundial: Josef Engling, Hans Wormer e Max Bruner.

Monumento dos Heróis 

Santuário Original  e Monumento dos Heróis


Um dos mais importantes é Josef Engling. O objectivo ao qual os consagrados se entregaram totalmente sob a direcção do Pe. Kentenich, naquele famoso 18 de Outubro de 1914, ficou tão gravado na alma deste jovem que o levou a oferecer conscientemente a sua vida, no campo de batalha, pela Obra de Schoenstatt. Ele morreu a 4 de Outubro de 1918 em Cambrai, na França. 
Ainda não foi possível encontrar o seu corpo, mas nas proximidades do local onde morreu, franceses e alemães erigiram o Santuário da Unidade, inaugurado a 12 de Setembro de 1965. No ano de 1971 o Arcebispo de Cambrai coroou a imagem de Maria deste Santuário e consagrou-lhe a sua diocese. Josef Engling é venerado neste local como “Santo da Reconciliação”.
Monumento mais importante a Josef Engling, em Cambrai. 
Ao fundo vê-se o Santuário da Unidade




Max Brunner, o grande entusiasta da famosa divisa “Ave Imperatriz, morituri te salutant” - Avé Imperatriz, os que estão prontos a morrer por Ti te saúdam – (palavras que os mártires na Arena tinham que bradar ao Imperador), morreu a 25 de Abril de 1917.

 
Hans Wormer viveu pelo ideal “Aut Caeser, aut nihil” – Ou Tudo Ou  Nada – consumindo-o na sua última entrega a 15 de Julho de 1917.

Os restos mortais de ambos foram trazidos para junto do Santuário Original pela Juventude Masculina schoenstateana a 21 de Agosto de 1934.



Primeiro grupo da Juventude Feminina  de Aveiro a selar a Aliança de Amor no Santuário Original, a 8 de Setembro de 1978.
Nesta fotografia encontram-se em frente do Monumento dos Heróis.




Margarida

sábado, 6 de novembro de 2010

Jornada Diocesana da Família de Schoenstatt - Dioceses de Aveiro e Coimbra





(Continuação)
Após um breve intervalo para descansarmos um pouco e também para lanchar, seguiu-se a apresentação pela Fátima Dolores e pelo Hélder Vidreiro, duma dinâmica sobre os antecedentes da Coroação efectuada em Outubro de 1985, nomeadamente a conquista da Coroa pelos diversos Ramos do Movimento de Schoenstatt e o título que lhe foi associado “Rainha do Tabor da Filialidade Heróica”.
Foram também apresentados testemunhos de pessoas que vivenciaram a Coroação em 1985 e que relataram as suas opiniões, vivências e emoções deste momento tão marcante.
A anteceder o jantar, teve lugar a celebração da Missa.


Da Missa, gostaríamos de realçar a homilia do Padre Carlos Alberto, que aproveitando muito bem o Evangelho, que nos falava de Zaqueu, que por ser de pequena estatura, teve necessidade de subir a uma árvore (sicómero) para poder avistar Jesus.
O Padre Carlos Alberto, fez-nos ver que por vezes também nos devemos “elevar”, afastarmo-nos um pouco, para conseguirmos ver mais longe, pois por vezes só a distância nos permite ver com mais nitidez.
Contrariamente ao sicómero (árvore que não dá fruto) a que Zaqueu subiu, nós podemos “elevarmo-nos” através do nosso Pai e Fundador, do Santuário, projectando essa elevação para a actividade missionária. Fez assim um paralelo, entre o Evangelho deste dia, e as três correntes que vamos viver até 2014 (Pai e Fundador, Santuário e Missão).

Após o jantar partilhado, iniciou-se o momento Mariano, em que foi entregue o Ceptro à Mãe.
Este momento Mariano, iniciou-se com a reza do terço. Os últimos dois mistérios foram rezados a caminho do Santuário (embora a forte chuvada tenha apressado o percurso), tendo o quinto mistério sido rezado já dentro do Santuário.


Finalmente, após a reza da Oração de renovação da Coroação e entrega do Ceptro, este foi colocado pelo Padre Carlos Alberto, no quadro da Mãe, entregando-lhe assim a Família de Schoenstatt, todo o poder de Rainha.



Fami e Paulo

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Jornada Diocesana da Família de Schoenstatt - Dioceses de Aveiro e Coimbra


Realizou-se no passado sábado dia 30 de Outubro, no Santuário da Gafanha da Nazaré, uma Jornada Diocesana, para a Família de Schoenstatt das Dioceses de Aveiro e Coimbra.
Esta Jornada, teve início pelas 14 h30 m, com a apresentação de um filme que nos recordou os momentos mais marcantes do Jubileu 2010. Este momento retrospectivo, serviu também de oração inicial.
Em seguida, o Padre Carlos Alberto, apresentou em traços gerais, o que foi a Jornada Nacional de Dirigentes que teve lugar no dia 16 de Outubro e quais as orientações e perspectivas de trabalho que dela brotaram.


Especial referência ao Jubileu 2014 e aos três anos de preparação que vão decorrer até lá, com as seguintes correntes: de 18 de Outubro de 2010 a 18 de Outubro de 2011, ano da Corrente do Pai. De 18 de Outubro de 2011 a 18 de Outubro de 2012, ano da corrente do Santuário. Finalmente de 18 de Outubro de 2012 a 18 de Outubro de 2013, o ano da corrente missionária.
Após a apresentação do Padre Carlos Alberto, a Irmã Cristina, apresentou-nos as conclusões dos trabalhos de grupo, efectuados na Jornada Nacional de Dirigentes.


Respondemos depois as três questões que foram também colocadas na Jornada Nacional de Dirigentes:

O que é a Aliança de Amor?
A Aliança de Amor já mudou a minha vida?
Como é que a Aliança de Amor pode mudar a minha vida?

Em seguida, escrevemos no verso da mesma folha, a resposta a três outras questões que estão no cartão que contém a oração Rumo a 2014.

O que quero agradecer neste dia?
O que vou colocar hoje, na talha?
Qual o meu “passo missionário”, hoje?

A Irmã Cristina, aproveitou a ocasião para nos lançar um desafio mais abrangente, sugerindo que rezássemos a oração do Rumo a 2014 e respondêssemos às três questões diariamente, oferecendo tudo isto como Capital de Graças.
Os papelinhos escritos, foram colocados numa talha para posteriormente serem queimados, também como Capital de Graças.



(Continua)

Fami e Paulo

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O Avé no Ouvido

No passado sábado a Juventude Feminina do Movimento de Schoenstatt da Diocese de Aveiro reuniu-se para rezar o terço, à Mãe Três Vezes Admirável. Deixamos aqui uma parte da reflexão dessa noite.

“Hás-de conceber e dar à luz um filho ao qual porás o nome de Jesus. 
Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo” ( Lc 1, 31-32 ).



O AVÉ NO OUVIDO


 O Avé no Ouvido (Lc1, 26-38)

De onde vem o Avé? - Do próprio Deus! 
Quem envia a saudação a Maria? - O Deus Eterno, a Santíssima Trindade, através de um mensageiro. E os teólogos fazem questão de destacar que o Anjo não vem com uma ordem, mas com uma proposta. Portanto, o Deus Eterno dirige-se à livre vontade da querida Mãe de Deus.
“- Queres? Nós gostaríamos. Estás Disposta?” - O Anjo do Senhor anunciou a Maria. E aqui, como dizem mais uma vez os teólogos, Nossa Senhora está como representante da natureza humana. Nela, a humanidade, a natureza humana, deve dar o seu “Sim!” livre para a encarnação da Palavra Eterna.
O Avé no ouvido… Que quer isto dizer? O que foi que Ela fez? - O mesmo que deveríamos fazer ao perguntar como, quando e onde Deus nos manifesta, de algum modo, um desejo. Há três pontos: primeiro, Maria reflectiu no que o Anjo Lhe dizia, e como não conseguiu perceber, perguntou: “- E como se fará isso?” Quando recebeu a resposta, prenunciou o Seu “SIM!” decidido, de coração.
O que seria do Mundo, o que seria de nós, se Nossa Senhora, em nome da humanidade, não tivesse pronunciado o “Sim!”?: (Ecce ancilla Domini, fiat mihi secundum verbum tuum) – “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em Mim segundo a Tua palavra?” (Lc 1, 38).


Joana

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Terço dos Homens em Lisboa



Esta actividade terá lugar no Santuário de Lisboa.
Em Portugal, já existe o Ramo dos Homens.

Esta notícia foi-nos enviada pelo Daniel Simões.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Hoje há costura no Centro Tabor!

O workshop de costura no Centro Tabor, na Gafanha da Nazaré, já iniciou e tem hoje mais uma sessão. Por entre agulhas e linhas, panos e tesouras, pinças e bainhas, oito alunas muito interessadas aprendem uns truques com a Dona Rosy, a costureira de serviço!
Hoje partilhamos uma fotografia de uma das sessões.


Margarida.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Solenidades: Todos os Santos e Fiéis Defuntos


A proximidade destes dois dias do princípio de Novembro, respectivamente o dia 1 e 2 deste mês, levou a que frequentemente se imagine que se trata de uma única celebração em dois dias consecutivos. No entanto, não é assim, embora cada um destes dois dias tenha muito de comum, que é a celebração do mistério da vida para além da morte e a esperança de nela tomarmos parte, como membros do mesmo e único Corpo de Cristo.
Os Santos sempre foram celebrados desde o princípio do Cristianismo, particularmente os Mártires. As Igrejas do Oriente foram as primeiras (século IV) a promover uma celebração conjunta de todos os Santos quer no contexto feliz do tempo pascal quer na semana imediatamente a seguir. Os santos - com destaque para os mártires - são, de facto, modelo sublime de participação no mistério pascal.
No Ocidente, foi o Papa Bonifácio IV a introduzir uma celebração semelhante em 13 de Maio de 610, quando dedicou à santíssima Virgem e a todos os mártires o Panteão de Roma, dedicação essa que passou a ser comemorada todos os anos. A partir destes antecedentes, as diversas Igrejas começaram a celebrar em datas diferentes celebrações com idêntico conteúdo. Os irlandeses, por exemplo, celebravam em 20 de Abril uma festa em honra de todos os Santos da Europa.
A data de 1 de Novembro foi adoptada primeiro na Inglaterra do século VIII acabando por se generalizar progressivamente no império de Carlos Magno (influência de Alcuíno, que era inglês), tornando-se obrigatória no reino dos Francos no tempo de Luís, o Pio (835), talvez a pedido do Papa Gregório IV. Na solenidade de todos os Santos, a Igreja propõe-se esta visão da glória, às portas do inverno, para que, com o cair das folhas das árvores e o apagar-se gradual da luz do dia, não esmoreça nos seus filhos a esperança da vida e da vida plena em Deus, onde os Santos são para nós ainda peregrinos na Terra, um estímulo e um contínuo convite a que desejemos, para além da morte, a vida eterna em Deus.
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