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sexta-feira, 7 de março de 2014

Retiro Anual da União de Mães de Schoenstatt


O Centro Tabor, nomeadamente a Casa Padre Kentenich, tem sofrido renovações de maneira a proporcionar mais condições e uma atmosfera propícia aos retiros e encontros da Família de Schoenstatt e outros que são solicitados.
Este ano os retiros da Quaresma no Centro Tabor, Santuário de Aveiro, iniciaram com a União das Mães de Schoenstatt. Participaram os 3 Cursos que constituem a União de Mães em Portugal, sendo o primeiro um Curso Ibérico. As retirantes foram acompanhadas pelos 2 Assessores: Pe. José Melo e Ir. Liane. A União das Mães é formada por cursos (pequenos grupos de mães, cujos membros permanecem unidos para sempre) , para cultivar o espírito e a aspiração comuns aos ideais e à vocação a que foram chamadas.

Sobre a União de Mães de Schoenstatt

Uma comunidade de mães de família que pela originalidade da sua vocação se colocam a serviço da família e da Igreja.

Missão

Estimuladas pelo nosso Pai e Fundador, vemos na pessoa e missão de Maria, a Mãe de Deus, o nosso ideal e objetivo, aos quais aspiramos. Na Aliança de Amor com Ela trilhamos o nosso caminho, conscientes de sermos chamadas e enviadas nas nossas famílias, na Igreja e na sociedade, como senhoras e mães, para sermos no nosso tempo, reflexos de Maria.
A tarefa mais nobre e apostólica de cada mãe da União é anunciar, por seu ser, a realidade sobrenatural, de modo convincente, e oferecer todos os sacrifícios, orações e trabalhos como “contribuições ao Capital de Graças” pelos objetivos de Schoenstatt.
Com gratidão e, ao mesmo tempo, cheias de confiança, por tudo isso, dirigimos-nos a Maria e, com nosso Pai Fundador, rezamos:
Torna-nos semelhantes a ti
e ensina-nos a caminhar na vida como Tu:
forte e digna, simples e bondosa,
irradiando amor, paz e alegria.
Em nós percorre o nosso tempo,
prepara-o para Cristo.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Retiros das Uniões à sombra do Santuário de Aveiro

 
Quaresma é um tempo de silêncio, tempo de mergulhar mais profundamente no próprio coração, tempo de um encontro mais íntimo com Deus. Todos nós precisamos de pausas na nossa vida para renovar as forças físicas e espirituais. Dedicar um tempo só para nós mesmos não é um "luxo", nem é tempo que "roubamos" à família, é indispensável para podermos analisar a nossa vida, avaliar as nossas atitudes e decisões, elaborar os acontecimentos, reconhecer as fraquezas, pedir perdão, abrir-se à misericórdia de Deus, saborear o amor pessoal de Deus, projetar o futuro, renovar forças e propósitos de vida, continuar o caminho de santidade.
O espaço à volta do Santuário de Aveiro é um lugar privilegiado para sair da rotina, afastar-se de tudo o que normalmente nos rodeia e procurar espaço e tempo para si mesmo. Os grupos da União das Mães e da União das Famílias estão a fazer o seu Retiro Anual de Quaresma à sombra do Santuário de Aveiro, sob a orientação do Assessor, P. Zé Melo. Os 1º e 2º cursos da União das Mães iniciaram este círculo. Participaram mães de Portugal e Espanha, uma vez que 1º curso é Ibérico. No fim de semana seguinte foi a vez do 2º curso da União das Famílias, com a presença de 10 casais de várias dioceses. Seguiu-se o 3º curso da União das Mães de Lisboa que celebrou mais uma etapa com uma consagração solene.
Estes retiros de silêncio e com inspiração temática, são momentos passados sem a presença dos filhos e no caso dos cursos das mães, também sem os maridos. Retirar-se para "ser mais" e poder "dar mais".


Obs. As fotografias são do retiro do 2º curso da União das Famílias

MP

domingo, 3 de março de 2013

“Deus não pode atuar no rancor” - María Luisa Erhardt, de Betânia, mulheres separadas católicas

ESPANHA, org. No dia 23 de fevereiro, "Intereconomía TV", um canal de televisão privado e aberto, divulgou uma entrevista que María Luisa Erhardt concedeu. Ela é membro da União das Mães de Schoenstatt de Espanha e fundadora do Projeto Betânia, que cada vez tem mais repercussão na sociedade e na Igreja espanhola. É outro projeto católico eficaz que vive da força da Aliança a serviço das pessoas, e que, com base na vida real, dá respostas a situações concretas e dolorosas que muitas pessoas vivem... No vídeo, aparece o Santuário-Lar - outro símbolo da Cultura da Aliança, a partir do Santuário-Lar! Reproduzimos, com muito gosto, o artigo de Carmelo López Arias, publicado, no dia 25 de fevereiro, no portal digital "Religião em Liberdade" (Madri/Espanha).

 
religionenlibertad.com/ Carmelo López Arias. “Separei-me ainda jovem, tinha 30 anos e três criaturas olhando para mim. Não podia culpar o outro, porque não tinha poder sobre o outro”- com extraordinária serenidade, María Luisa Erhardt explicou, neste sábado, a Gonzalo Altozano, no programa Não é bom que Deus esteja sozinho (No es bueno que Dios esté solo), da IntereconomíaTV, as circunstâncias de seu caso pessoal, como origem remota do projeto Betânia, surgido em 2006. Trata-se de uma organização católica, com estatutos na diocese de Madrid para não estar dependente a nenhum outro movimento, que acolhe a mulheres separadas, divorciadas ou que tiveram o casamento anulado, com a ideia de “sanar” o mal que esses processos causam: “No [projeto] Betânia, primeiro se escuta, depois se ama, e a seguir entregamos tudo a Deus e à Virgem e rezamos com o coração aberto. Cada história é sagrada; aqui, não culpamos ninguém, não nos permitimos julgar, ter preconceitos, fazer boatos ou criticar”.

Os tempos dedicados à Mãe de Deus

Aos poucos, em seu “Santuário-Lar”, María Luisa valeu-se de sua separação, cuidando de seus três filhos, porque são as “vítimas inocentes”. Um deles, alguns anos depois, ordenou-se sacerdote. “Quem me conduziu e educou foi Deus, porque me ensinou a conhecer-me a mim mesma. Pedi-lhe que entrasse na minha vida e me ajudasse a conhecer-me, para assim educar a mim mesma e poder educar meus filhos”, lembra ela. E acrescenta o papel que a Mãe de Deus exerceu em sua vida (e na obra que é o projeto Betânia). Rezando com insistência no Santuário de Schoenstatt, vieram-me duas palavras: “atenta e disponível” que caracterizam o grupo, porque “os tempos da Virgem são muito delicados” e é assim que o grupo quer receber e ajudar às pessoas que buscam compreensão. “Trata-se de curar feridas porque ‘Deus não pode atuar no rancor’. Abrir o coração, não fechar, porque é a forma de saber onde estão nossas limitações e como trabalhá-las. Algumas vezes, são pessoas que não conseguiam chorar de tanto sofrimento; então, chorando, desintoxicam a alma”. Além disso, a “desintoxicação” ganha um prêmio e presta um serviço: “Quando Deus cura uma mulher, cura uma mãe e, com ela, os filhos, com eles, a família e com ela toda a sociedade”, explicou María Luisa.

Um lugar de descanso

E por que Betânia? “É um lugar onde Jesus Cristo ia descansar com seus amigos: Lázaro, Marta e Maria. Ali comiam, bebiam, reuniam-se. Queremos descansar no coração de Jesus e Ele quer descansar em nós. Em Betânia, curamos-nos em Deus. Eu estou curada em Deus”, confessa. E acrescenta: “Em Betânia, trabalhamos o perdão, perdoando-nos a nós mesmas”. Com duas interessantes considerações. Primeira: “querer ser perfeitos é um problema de orgulho e de soberba, porque somos imperfeitos e Deus nos criou imperfeitos”. Segunda, e apenas aparentemente paradoxal: “só pode ser humilde quem tiver uma profunda autoestima. Se você não conhece suas capacidades, não pode entender o que Deus espera de você”.

Tradução: www.schoenstatt.org

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

III Congresso Internacional da União das Mães de Schoenstatt

Representação portuguesa
 
A grande expectativa que trazíamos nos nossos corações deu lugar a uma bela realidade: enfim aconteceu o esperado III CONGRESSO INTERNACIONAL DA UNIÃO DAS MÃES DE SCHOENSTATT. Com ele ficou a alegria de nos podermos doar e entregar mais e mais à nossa missão como unionistas.
Estivemos juntas, recebendo e acolhendo as nossas irmãs delegadas, oriundas de diversos países, para compartilharmos as nossas experiências, os nossos anseios e as nossas propostas de caminhada como Comunidade de Schoenstatt. Foram mães da África do Sul, Argentina, Alemanha, Portugal, Espanha, Chile, Paraguai, Texas e 40 mães da União das Mães do Brasil.
 
 
A abertura do Congresso aconteceu no dia 24 de setembro de 2012, às 17h00 com a celebração da Santa Missa, na Capela Custódia Viva, na Casa do Movimento. Foi presidida pelo Pe. Marcelo, em português. A abertura oficial ocorreu às 20h00 sob a responsabilidade do Brasil, país anfitrião do Congresso e do Chile, no Auditório Pe. Kentenich.
 
 
Quanto ao tema, a Abertura do Congresso contemplou alguns pontos essenciais para a Família Internacional Schoenstatiana, para a Igreja e para a mulher. Foram contextualizados os seguintes temas: o triénio que antecede ao Centenário da Aliança, o Centenário da Pedagogia de Schoenstatt, o Ano do Santuário, o caminho a 2014, o Ano da Fé, os cinquenta anos do Concílio Vaticano II e os elementos atuais que atingem a dignidade da mulher, da mãe. Por meio da Abertura, o congressista situou-se no mundo, na Igreja e na Obra. Após a explanação do tema, as delegações foram apresentadas, ficando a delegação do Chile por último, quando se destacou o Conselho Chileno e lhe foi dada a palavra. Nas apresentações as delegações estrangeiras subiram ao palco. A delegação brasileira, por ser a anfitriã, foi a primeira a ser apresentada. Todas as unionistas nacionais ficaram de pé, entre o palco e as cadeiras, nesse momento. Quando as demais delegações foram apresentadas, cada curso brasileiro subiu ao palco e entregou flores para as para as mães das delegações visitantes. Foi cantado de maneira vibrante, só em português a música: Tabor, Tabor, lugar de luz e Glórias. 
Após a apresentação do logotipo, os presentes foram convidados a se dirigirem para o Santuário, caminhando e cantando, levando suas velas e bandeiras.
Chegando ao Santuário, a delegação da Alemanha foi convidada a proferir algumas palavras para as congressistas, evidenciando as dádivas e o Capital de Graças a ser preenchido, oriundos do Santuário Original.
A Ir. Luciane fez a acolhimento. A Abertura foi finalizada com a consagração e a bênção dadas pelos três sacerdotes assistentes. Às 21h00 Pe. Marcelo deu a bênção final e dirigimos-nos para uma visita à MTA. As atividades desse dia encerraram com a visita à MTA no Santuário.No dia 25 de setembro, terça-feira, às 07h30 foi celebrada a Santa Missa (Liturgia em Espanhol - leituras e homilia) na Capela Custódia Viva.
Às 09h30, no Auditório Pe. Kentenich, houve a apresentação das Delegações em (PowerPoint): Alemanha, Argentina e Paraguai E Brasil, EUA-Texas e África do Sul. A apresentação do Brasil incluiu o que de mais significativo aconteceu nestes 5 anos, desde novos cursos e sua caminhada, abertura do ano jubilar e celebração do mesmo, os nossos projetos: livros de receitas, oração pela vida, evangelizando com a musica, edição do Fundador nos Fala nº 4. Para finalizar, um mosaico de fotos de todas as nossas unionistas brasileiras dizendo que a União do Brasil se encontra ali.


E um período para descanso seguiu-se, com retomada das atividades às 14h30 com o CAFÉ CULTURAL na praça de alimentação nova. Ali houve muita música e apresentação de quitutes da cozinha brasileira. Foram momentos de integração e descontração.
 
 



sábado, 29 de setembro de 2012

III Congresso Internacional da União das Mães de Schoenstatt

 
 
A União das Mães de Schoenstatt encerrou o III Congresso Internacional no Santuário Nacional da Nossa Senhora Aparecida, no Brasil, com celebração da Eucaristia no Altar Central. Muitas mães estavam acompanhadas pelos maridos. Para além da representação brasileira, participaram 42 mães vindas da África do Sul, Argentina, Alemanha, Chile, Estados Unidos, Espanha, Paraguai e Portugal.
 
 
Um dos grandes objetivos deste evento era aprofundar a vocação e missão da mãe e mulher na família, na sociedade e na Igreja, a partir da vivência da espiritualidade de Schoenstatt. O congresso aconteceu em preparação para o centenário da Aliança de Amor em 2014.
 
 MP

 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Retiro da União das Mães


Vinte e três mães da União, de Lisboa e Madrid, estiveram em retiro anual durante três dias no Centro Tabor, orientado pelo P. José Melo e a Ir. Liane. Todos os anos estas mães reúnem-se para fazer o seu retiro espiritual, ter um encontro mais intensivo com Deus e consigo mesmas. Este ano dedicado ao Santuário foi , provavelmente, um incentivo para viverem estes momentos "à sombra do Santuário", podendo assim usufruir das graças do acolhimento, de renovação interior e missão apostólica diretamente no Santuário.

A União da Mães é formada por pequenos grupos de vida, cujos membros permanecem unidos para sempre através da celebração do perpétuo. O grupo cuida do cultivo de espírito e da aspiração comum aos ideais e à vocação a que estas mães foram chamadas.
A tarefa mais nobre e apostólica de cada mãe da União é anunciar, por seu ser, a realidade sobrenatural de modo convincente e oferecer todos os sacrifícios, orações e trabalhos como “contribuições ao Capital de Graças” pela missão de Schoenstatt. Como mães da União veem o ideal concretizado na Mãe de Deus, vivem no meio do mundo com as respetivas famílias, na sua profissão, com os seus afazeres e obrigações de mulher, esposa e mãe. Juntamente com os Institutos e as outras comunidades da União Apostólica, a União das Mães é parte motriz da Obra de Schoenstatt.

MP


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