quarta-feira, 14 de outubro de 2009

JORNADAS DE OUTUBRO - BREVE HISTÓRIA

Padre Kentenich celebrando Missa no Santuário
Jornadas de Outubro - Como surgiram?
No próximo fim-de-semana, dias 17 e 18 de Outubro de 2009 , vão decorrer no Santuário da Gafanha da Nazaré, as Jornadas de Outubro do Movimento Apostólico de Schoenstatt.
É importante por isso, nestes dias que as antecedem, recordar como começaram a ser realizadas estas Jornadas.
Tudo começou em 1945. O Pai Fundador tinha saído do campo de concentração de Dachau em 06 de Abril de 1945, após ter passado cerca de 3 anos, estando portanto todo este período de tempo afastado da sua obra e principalmente da sua família schoenstatteana.
Mesmo tendo terminado há pouco tempo o horror que foi a II guerra mundial, nem por isso o Padre Kentenich deixava de intuir que os tempos que se aproximavam seriam mais fáceis. Com efeito, o Pai Fundador tinha a convicção de que com a nova composição de forças, na Europa e no resto do mundo, resultantes da guerra mundial, a sociedade iria caminhar para novas formas de opressão.
O primeiro sinal de alarme, surgiu com o aumento do poder do colectivismo, que avançou até ao coração da Europa. Para o Padre Kentenich, este era um sinal de que novas formas de confrontação radical chegavam e talvez a uma fase decisiva. Esta situação, que o Pai Fundador previa agravar-se e tornar-se ameaçadora, principalmente, pelo crescimento do colectivismo e da massificação, mesmo em países onde não conseguisse chegar ao poder.
Afim de preparar o seu Movimento para esta nova confrontação que se aproximava a passos largos, o Pai Fundador introduz na Família a então chamada “Semana de Outubro”.
Centrada no dia 18 de Outubro, dia da fundação, a partir desse ano de 1945, deviam encontrar-se anualmente, os dirigentes, os representantes de todas as comunidades, para renovarem e aprofundarem o contacto mútuo e ao mesmo tempo ser criada a linha apostólica e pedagógica para o ano schoenstatteano seguinte.
Padre Kentenich, definiu esta “Semana de Outubro” como uma semana de reflexão. Devia servir para os dirigentes realizarem uma meditação cheia de gratidão e em simultâneo para apreciar e avaliar o caminho já percorrido e traçar directrizes para o futuro. A realização desta “Semana de Outubro”, veio provocar uma alteração num ritual que desde 1930 se tornara habitual em Schoenstatt. Com efeito, desde esse ano que a proclamação do lema para o ano, fazia-se na noite de Natal. A partir de 1945, essa proclamação iria fazer-se na “Semana de Outubro”.
Esta primeira edição foi dedicada ao tema: gratidão. Por certo para agradecer à Mãe, o regresso do Pai Fundador e também o facto de durante os terríveis anos da guerra, a família de Schoenstatt se ter mantido unida e até crescido.
Nos três primeiros anos em que se realizou a “Semana de Outubro”, foi o Pai Fundador que tomou ao seu encargo, com as suas conferências, a parte principal destas jornadas.
Assim, em 1945, além da gratidão, o tema principal foi dar uma imagem nova do homem católico, “o homem novo na nova comunidade”, como contraponto ao homem colectivista, que o Pai Fundador temia viesse a ocupar as comunidades.
Em 1946, apresentou aos dirigentes de Schoenstatt, a Mãe de Deus como modelo a seguir e como sendo a pessoa que Deus escolheu para formar o homem novo.
Finalmente, em 1947, propôs aos seus irmãos schoenstatteanos a Aliança de Amor, como o fundamento vital para o surgimento do homem novo.
A apresentação destes três temas, teve um duplo objectivo: deu à sua obra uma orientação clara, após a confusão espiritual que adveio do pós guerra e colocou novamente Schoenstatt na base sobre a qual desde o início assentava.
Foi assim uma breve resenha de como surgiram as Jornadas de Outubro. Neste Ano Jubilar, os dirigentes da família portuguesa de Schoenstatt, vão procurar viver o verdadeiro espírito que o Pai Fundador criou para a sua obra, sem esquecer o lema do jubileu: 1 Família, 1 Pai, 1 Missão.
Boas Jornadas, cheias de graças para que se derramem sobre toda a família de Schoenstatt.

Fami e Paulo

terça-feira, 13 de outubro de 2009

A Juventude Feminina de Aveiro - Parte IV

Enconto da JFS - 13 a 15 de Abril de 1984.


No dia 18 de Janeiro de 1981 dá-se a primeira Consagração no Santuário, à Mãe e Rainha, a nível de Carta Branca, sendo esta feita por um grupo de sete jovens do Ramo da Juventude Feminina de Schoenstatt.

Nos anos que se seguiram tiveram lugar, à sombra deste Santuário, Encontros Nacionais da Juventude. Os primeiros aconteceram entre os dias 29 de Julho a 5 Agosto de 1983, e entre os dias 13 e 15 de Abril de 1984. No ano de 1986, entre os dias 12 e 14 de Setembro, realiza-me mais um Encontro Nacional da Juventude Feminina de Schoenstatt, sob o lema Sê Maria para o Mundo. Neste encontro participaram 80 jovens de 6 dioceses do país, que renovaram o seu compromisso de ser jovem pura, outra Maria no Mundo.

O próximo passo importante na história da JFS de Aveiro é a celebração do Jubileu dos 60 anos da Fundação da JFS na Alemanha, a 15 de Agosto de 1991. Neste encontro deu-se o culminar da conquista da imagem da MTA (Mãe Três vezes Admirável), que se encontra na sala de reuniões da JFS, na Casa Mater.


“Querida Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt,

nesta hora de graças para a nossa Juventude Feminina de Schoenstatt, apresentamos-Te a dádiva que, com amor, Te preparamos durante este ano. A moldura viva da Tua Imagem.

Ela representa os sacrifícios que fizemos ao longo deste ano peregrinando ao Santuário semanalmente, e o espírito de oração que tentamos conquistar através do terço. (…)”


A Segunda Geração, da qual fazemos parte, começa a participar em encontros a nível mundial. Iniciamos em Czestochowa (Polónia) no ano de 1991; seguimos para Paris, em 1997, e no Ano 2000 marcamos presença em Roma! Mais recentemente, em 2005, a Jornada Mundial de Jovens foi acolhida na cidade de Colónia.


A JFS (de Aveiro e Guimarães) em Paris, 1997.


Chegado o ano de 2004, há uma grande festa a ser preparada: o Jubileu de Prata do Santuário Tabor Matriz Ecclesiae! Já passaram 25 anos! E 25 Anos depois da Família de Schoenstatt da Gafanha da Nazaré ter dado à Mãe um Lar, a MTA oferece à JFS uma casa, cujo nome escolhido foi Casa Mater. O Lançamento da sua Pedra Fundamental deu-se a 18 de Março de 2005. Depois da casa veio a busca do ideal da Segunda Geração da Juventude Feminina, Primavera Sagrada, Tabor do Mundo, e no dia 17 de Setembro de 2006 coroamos a Mãe como Rainha do Ver Sacrum.


Ana Margarida

Para Reflectir


“Bendigo-te, ó Pai, Senhor
do Céu e da Terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e aos inteligentes... Sim, Pai, porque assim foi
do teu agrado...”

O Terço é a oração dos pequeninos e humildes


Hoje também
festejamos Fátima

: O Padre Kentenich diz que o terço é a oração dos pequeninos e humildes. Ele expressa simplicidade e atitude sacrifical. A história comprova que este meio tão singelo – a oração do terço - é capaz de transformar o mundo. Deus, através de Nossa Senhora, pede a nossa colaboração para a salvação do mundo.
É através dos pequenos que se manifesta a sabedoria de Deus. Vejamos o exemplo dos pastorinhos que praticavam penitência e rezavam o terço para ajudar a “Senhora mais brilhante que o sol” a salvar o mundo.
Hoje, dia 13, festejamos Fátima e a sua grande missão para o mundo. No próximo domingo festejamos a festa do nosso Santuário e, ao mesmo tempo, o dia da Fundação de Schoenstatt.
Tudo que é grande teve o seu início no pequeno!
“Não há nada na Família (de Schoenstatt) que esteja tão presente como a convicção da pequenez dos instrumentos nas nossas próprias fileiras. Preciso apenas de ordenar um par de ideias e já sabeis o que vos quero dizer: jovens estudantes, um lugar desconhecido, um Santuário pequeno e insignificante e uma imagem de graças que escandalizava os sábios deste mundo… Também em tempos posteriores, os instrumentos continuaram a ser sempre débeis e limitados” (P.K.)
Através das crianças, dos pequenos, compreende-se melhor o que é o amor pessoal e a entrega pessoal a Maria.
M.P.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

CASA JOSÉ ENGLING celebra 25 anos de actividade.

Bolo de aniversário


D. António Francisco descerra placa comemorativa
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José Engling: Um ideal a seguir


No dia 10 de Outubro, numa simples celebração, assinalaram-se os 25 anos de actividade da Casa José Engling.
Sendo na altura Pároco da Gafanha da Nazaré o Pe. Miguel Lencastre e o Assessor da Juventude Masculina o Pe. Rubens Severino, pensou-se na construção de um centro para a Juventude. O Pe. Rubens assumiu essa tarefa como algo importante para a vida dos nossos jovens e iniciou os seus contactos para a angariação de fundos. Entre os muitos almoços organizados e os contactos na Alemanha, foi possível conseguir o suficiente para a construção.
José Engling, um dos primeiros jovens na Fundação do Movimento de Schoenstatt, ocupa um lugar importante na vida da nossa Juventude. Como um dos primeiros heróis de Schoenstatt, é para a nossa Juventude um ideal a seguir, razão pela qual se deu o seu nome a este centro para a Juventude.
Este lugar foi aproveitado também como espaço para as actividades do Movimento de Schoenstatt na Diocese de Aveiro. Com o decorrer dos anos o ideal de vida de José Engling, “Tudo para Todos”, atribuído também a este centro para jovens, foi sendo uma realidade na vida desta casa. Tornou-se assim “tudo para todos”, servindo não só a vida do Movimento de Schoenstatt, mas também outros grupos quer religiosos, como civis, como por exemplo algumas escolas que aproveitam este espaço para as suas actividades.
Para assinalar estes 25 anos de vida, foi apresentado um Power Point dando a conhecer a vida de José Engling a todos os que estavam presentes, seguindo-se o descerrar de uma placa onde se pôde, em poucas palavras e fotografias, saber da vida deste herói de Schoenstatt.
Agradecemos a presença do nosso Bispo, D. António Francisco, que presidiu a esta celebração e a algumas entidades civis da região. No final tivemos um jantar festivo para cerca de 110 pessoas que estavam presentes.
Pe. Carlos Alberto

sábado, 10 de outubro de 2009

A OVELHINHA PERDIDA

A ovelinha presa nos espinhos.

A OVELHINHA

Setenta, oitenta, noventa e nove
Só uma não vinha,
Aquela ovelhinha a número cem.
A tarde caía e o pastor dizia:
Porque é que não vem?

Estará ferida, talvez já sem vida
Ou vagando sozinha
A noite chegava e o pastor
Pensava só nessa ovelhinha

Todo o seu rebanho parece estranho
Já não o alegrava
Tinha por todas amor,
O pastor, mas aquela faltava.

Correu pelos montes, buscou junto às fontes,
Só ela na mente
E eis que um ruído, mas bem um gemido
Ouviu de repente.

Ali, que surpresa em espinhos presa
Como em fortes laços
Mas Pai, que pastor,
Tão cheia de amor, tomou-a nos braços

Volta para casa contente
Diz a toda a gente da sua paixão
Traz a ovelhinha cansada
Dormindo calada junto ao coração

Eu sou essa ovelhinha
Jesus é meu pastor.


Voltamos a publicar uma poesia que faz parte de uma das canções do Padre António Maria. Todas as letras das canções dele encerram uma mensagem forte.
Esta leva-nos a pensar, quantas vezes os espinhos da vida quotidiana, nos prendem e impedem de regressar para junto do resto do “rebanho”. Será que temos essa percepção?
No entanto, temos que ter confiança em Jesus, pois Ele preocupa-se com todas as suas “ovelhas”, principalmente com aquelas que andam tresmalhadas.
Como família de Schoenstatt, procuremos neste ano Jubilar, evitar os espinhos que por vezes nos prendem a coisas e situações desnecessárias.
Vamos chegar sempre a tempo junto do nosso “rebanho” e atrair para junto do Santuário, algumas “ovelhas” que estejam presas nos maus espinhos.
Com a ajuda da Mãe e com a intercessão do Pai Fundador, vamos conseguir atingir este objectivo e cumprir o lema: 1 Família, 1 Pai, 1 Missão.
Votos de um bom e feliz fim-de-semana.

Fami e Paulo

Nota: Quando neste pequeno texto nos referimos a “rebanho” e “ovelhas”, estamos a escrever em sentido figurado e queremos obviamente referirmo-nos a pessoas.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Peregrinação Diocesana ao Santuário de Schoenstatt e Festa do Santuário




Dia 18 de Outubro de 2009

Programa:

15:00 Início
15:30 Schoenstatt em Portugal e a celebração do Jubileu
16:15 A celebração do 100.º Aniversário da Ordenação Sacerdotal do Pe. José Kentenich e o Ano Sacerdotal
17:00 Eucaristia presidida por D. António Marcelino, em representação do nosso Bispo, D. António Francisco

Nota:

A Peregrinação Diocesana ao Santuário de Schoenstatt, que se realizava normalmente no primeiro domingo de Maio, passa a ser no terceiro domingo de Outubro, unindo-se assim à Festa do Santuário, que foi inaugurado a 21 de Outubro de 1979.

DIOCESE DE AVEIRO: Nova direcção diocesana da JFS



A Juventude Feminina de Aveiro apresenta a toda a Família de Schoenstatt a sua nova direcção diocesana, que tomou posse no passado dia 3 de Outubro.

Da direita para a esquerda: Sofia Vilarinho e a sua equipa, a Sofia Arvins,a Mariana Lourenço e a Patrícia Sousa.

Contacto: jfs.aveiro@gmail.com

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

07 DE OUTUBRO - NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

Imagem Simbolizando Nossa Senhora do Rosário

DIA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO – 07 DE OUTUBRO

Hoje dia 7 de Outubro, a Igreja comemora na liturgia o dia de Nossa Senhora do Rosário. Esta celebração foi instituída em 1572 pelo Papa Pio V, para comemorar a vitória dos cristãos na batalha naval de Lepanto, no mar Mediterrâneo.
Esta batalha ocorreu em 07 de Outubro de 1571 e teve como principal objectivo, impedir que os turcos otomanos progredissem pela Europa, depois de terem conquistado possessões da República de Veneza no Mediterrâneo oriental.
Veneza recorreu ao Papa, para que este tentasse organizar uma aliança com os países do Mediterrâneo Ocidental (tradicionais rivais de Veneza) para em conjunto, impedirem o avanço dos otomanos, pois tal facto viria a ser prejudicial a todos os países.
O Papa iniciou uma série de contactos, vindo a ser formada uma armada denominada Santa Liga, para enfrentar os turcos otomanos.
A batalha dá-se então na manhã de 7 de Outubro, ao mesmo tempo que em Roma, na Praça de São Pedro se realiza uma procissão do rosário, pedindo a intercessão da Virgem Maria, no sucesso da missão da Santa Liga na sua luta contra os turcos otomanos.
Com efeito, os cristãos conseguem vencer a batalha e impedem o avanço dos otomanos na Europa.
O Papa PioV, atribui o mérito da vitória a Nossa Senhora e declara o dia 7 de Outubro, como dia de Nossa Senhora da Vitória.
Em 1573, o Papa Gregório XIII muda o titula da festividade para Festa do Santo Rosário, sendo posteriormente estendida a toda a Igreja, pelo Papa Clemente XII.
Finalmente após as reformas introduzidas pelo Concílio Vaticano Segundo, a festa foi renomeada para Nossa Senhora do Rosário, mantendo-se a data em 7 de Outubro, mas sendo classificada como festa litúrgica de memória universal.
Nossa Senhora do Rosário é padroeira de muitas paróquias no nosso país, que é pela forte devoção a Nossa Senhora de Fátima, um país muito ligado ao Rosário.
Sendo o mês de Outubro, o mês do Rosário e o mês em que se celebram nos dias 12 e 13 as aparições de Nossa Senhora de Fátima, entendemos por bem fazer uma breve resenha desta festa litúrgica de Nossa Senhora do Rosário.
Neste ano jubilar em que pedimos muitas graças para o nosso Movimento e para toda a Igreja em geral e também neste ano sacerdotal em que pedimos novas vocações, rezemos também o Rosário, principalmente neste mês de Outubro, para que os nossos pedidos sejam atendidos por Deus, por intercessão da Mãe e do nosso Pai Fundador.
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Fami e Paulo

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

ABERTURA DO ANO NO RAMO DAS MÃES

A Mãe, o Santuário e a Família

No dia 26 de Setembro de 2009 decorreu no Santuário da Gafanha da Nazaré, a abertura do ano para o ramo das mães, do Movimento de Schoenstatt.
O programa foi o seguinte:
Acolhimento na frente do Santuário, seguido de momento de Oração.
Ano Jubilar – Apresentação das datas mais marcantes e retrospectiva sobre a abertura oficial no dia 15 de Setembro com mostra de fotografias alusivas.
Explicação sobre o logótipo e lema do Jubileu: 1 Família, 1 Pai, 1 Missão.
Foi também apresentada a oração do Jubileu e foi proposto a cada mãe que sempre que rezar esta oração, coloque num recipiente um pedacinho de uma vela de cera. Com estas contribuições de todos para o Capital de Graças, serão feitas quatro velas, uma para cada Santuário, que terão gravado a expressão: “JUNTOS ARDEMOS PELA MESMA MISSÃO”.
Após as celebrações de 18 de Abril de 2010, as quatro velas serão fundidas e nascerá uma única vela que será enviada para o Santuário Original.
Foi pedido a cada grupo das mães, que neste ano sacerdotal, orasse por um arciprestado da nossa Diocese, para ajudar na santificação dos nossos sacerdotes e também pelo surgimento de novas vocações. Entre os grupos de mães foi feito um pequeno sorteio, para atribuir a cada grupo um arciprestado.
Seguiu-se um pequeno lanche convívio, para encerramento deste primeiro dia de actividades do ramo das mães em Aveiro.
Esperamos que neste Ano Jubilar o ramo das Mães receba muitas graças e que as suas orações contribuam para o grande objectivo deste Jubileu: a beatificação do nosso Pai Fundador, Padre José Kentenich.
Neste primeiro dia, começamos já a receber graças, pois contámos com a presença de três novos elementos, que irão dar início a um novo grupo. Oxalá mais mães venham reforçar este grupo.

Fami – Equipa de Divulgação do Jubileu 2010

domingo, 4 de outubro de 2009

José Engling, um pioneiro de Schoenstatt

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«A história do jovem herói
constitui
para a Família de Schoenstatt
um exemplo de vida»






Nascido em 05 de Janeiro de 1898, na aldeia de Prossitten, José Luiz Engling era o quarto filho do casal Augusto Engling e Maria Masuth. Tudo corria bem até o dia em que José Engling fora acometido de poliomielite, cujos sinais o marcariam pelo resto da vida. Ficou com os ossos da coluna levemente deformados e os ombros encolhidos, isso o faziam andar meio curvado. Além disso, tinha dificuldades em pronunciar algumas palavras.
José experimentou grande sofrimento, pois era uma figura de exterior pouco atraente, motivo de zombaria das outras pessoas. Com isso, ele possuía todos os motivos para ficar de lado. Porém, desde que se percebeu vocacionado para a grandeza, nada conseguiu detê-lo. Sem amargura, sem frustrações diante dos pesados tributos que a natureza lhe impunha, aceitou a luta em todos os campos, quebrando lanças com uma obstinação como poucos este mundo viu.
Engling captou muito bem as inspirações do Pe.Kentenich e foi quem iniciou o Horário Espiritual, procurando organizar seu dia organicamente e a auto-educar-se. Nesse ponto Engling é exemplo para todos nós, pois nunca perdeu a sua dedicação e vontade em se educar. Ele costumava dizer: “O mundo todo é nosso campo de batalha.”
José Engling não esteve presente no dia da Fundação de Schoenstatt, em 18/10/1914, mas foi o primeiro a viver da Aliança de Amor com a Mãe de Deus, de maneira profunda, com todo seu coração. Anos mais tarde o Pe.José Kentenich diria sobre Engling: “José Engling foi o Documento de Fundação vivido!”
Juntamente com os primeiros congregados, Engling participou na conquista do Santuário Original. Ali buscou sempre um íntimo contacto com a Mãezinha. Mesmo quando estava na frente da batalha, colocava-se espiritualmente no Santuário para rezar. Mantinha também um permanente contacto com o Pe.Kentenich através de cartas e via nele um Pai a quem se entregou inteiramente.
A história do jovem herói constitui para a Família de Schoenstatt um exemplo de vida. Com efeito, José Engling oferece-nos um modelo de como assumir e viver de forma concreta o Documento de fundação e os três pontos de contacto: A Mãe de Deus, o Santuário e o Pe.Kentenich.
O seu ideal pessoal era: “Ser tudo para todos como propriedade única e exclusiva de Maria.”
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“Querida Mãezinha! Mater Ter Admirabilis! A ti, novamente, me consagro como holocausto. A ti consagro tudo o que sou e tenho: meu corpo e minha alma, com todas as suas faculdades, meus bens e haveres, minha liberdade e minha vontade. Sou teu, inteira e indivisamente! Dispõe de mim e do que me pertence, como te aprouver. Se, no entanto, for compatível com teus planos, deixa-me ser um holocausto, pelas tarefas que propuseste à nossa Congregação. Em humildade, teu servo, José Engling.”
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Dentro de uma trincheira, Engling escreveu esta oração, colocando tudo de si à disposição de nossa querida Mãe Maria. Esse compromisso tornar-se-ia mais tarde a nossa oração de consagração.

José Luiz Engling morreu em 04/10/1918 em Cambrai, vítima da explosão de uma granada. No dia 05/10/1918, a Alemanha pede rendição e a guerra termina.

sábado, 3 de outubro de 2009

Outubro – Mês do Rosário

Terço Comunitário no Santuário

Durante este mês de Outubro, mês do Rosário, rezamos diariamente no Santuário, às 16 horas, o terço pelos sacerdotes, pelos consagrados e por todos os peregrinos deste Santuário. Neste Ano Sacerdotal, pedimos especialmente muitas e santas vocações sacerdotais.
Todos estão convidados a rezar este terço comunitário, fisica ou espiritualmente, no Santuário.
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Padre Kentenich

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“Vejam o valor do rosário. De facto é uma armadura! Com esta também nós ganharemos qualquer batalha, só é preciso rezá-lo. Certamente sabem que o Santo Padre gostaria de ter um movimento do rosário vinculado a Fátima. Nós, os filhos de Schoenstatt, o que queremos nós? Queremos também um movimento do rosário. Por quê? Simplesmente pela razão de ter um breviário (das famílias). Necessitamos do breviário como expressão da nossa pertença à família de Schoenstatt. Em segundo lugar, para termos uma armadura capaz de resistir e de nos conduzir às vitórias em todas as situações.” (P.José Kentenich, Outubro de 1953, das conferências às famílias)

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Aulas na Escola de Música no Centro Tabor




Hoje, no Dia Mundial da Música, começam as aulas na Escola de Música do nosso Centro Tabor: formação musical, órgão, piano, guitarra clássica e baixo, cavaquinho…


À sombra do Santuário, os alunos da nossa Escola de Música, dos 3 aos 63 anos, também participam das graças deste ano jubilar dos 50 anos de Schoenstatt em Portugal. O amor à nossa Mãe já é uma realidade na vida de cada um, e não é por acaso que em 2002 coroaram a Mãe de Deus na sala de aula como Rainha da Paz. É um acto de amor que todos os anos é renovado.
A “Caça ao Tesouro” deu-lhes a conhecer melhor Schoenstatt, o Santuário e o Fundador. Neles nasceu o desejo realizar pequenas iniciativas, como por exemplo, transmitir para os seus colegas que vale a pena lutar por um belo ideal.
No ano passado, 37 famílias dos alunos desta escola, coroaram a Mãe e Rainha no Santuário, pedindo que a Mãe de Deus se torne verdadeiramente a Rainha da Família. Foi uma vivência muito profunda e que levou os alunos a empenharem-se cada vez mais, como expressa o poema feito por eles:

A MÚSICA, um sonho que nasce em cada um de nós
A MÚSICA, acordes infinitos que nascem do coração.
A MÚSICA, um arco-íris pintado no céu
Por uma sábia Mãe
Que nos conduz, nas trevas e luz!

A MÚSICA, um grande Jardim em flor
A MÚSICA, um grande poema de amor.
A MÚSICA, grande como a imensidão do mar,
E que nos faz pensar:
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-Maior Amor não há,
-Do que aquele que Jesus me dá!
-Jesus,
-Tu és o meu SOL
-A alegria que invade o meu coração.
-Tu és o meu SOL
-A minha vida, uma “tonalidade maior”
-Para que o mundo se torne melhor!


Desejo a todos um bom início de aulas!

Ir.Lúcia
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