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sexta-feira, 4 de junho de 2010

O Padre Kentenich na minha vida (5)

Como surgiu esta foto:

Pe.Kentenich e Mike Fenelon

Mike Fenelon conta que ele próprio não se recorda do momento em que o Pe. Kentenich, por ocasião de uma das muitas visitas efectuadas a terrenos em busca de um local para a construção do Santuário, pegou na mão. E a sua família não fazia a mínima ideia da existência desta foto, até que certa vez o Pe. Tieck trouxe-a para um encontro do Instituto das Famílias como símbolo para a relação filial com o Pe. Kentenich. "Conheço o menino", disse nesse momento a senhora Fenelon. "É o nosso Mike". E ainda levou alguns anos, até que Mike Fenelon, graças à Ir. Petra, descobriu que não foi ele quem nessa altura havia agarrado a mão do Pe. Kentenich, mas que foi o próprio Pe. Kentenich que pegou a mão de Mike, porque o terreno não era plano... "Ele precisa de nós, porém, como filhos", diz Mike.

Marge e Mike Fenelon

"Sempre onde ele aparecia, surgia repentinamente do nada um grande número de pessoas..."
Durante o seu período de permanência em Milwaukee, EUA, o Pe. Kentenich pôde dedicar muito tempo às famílias. São célebres as conferências "às segundas-feiras ao anoitecer", em que o Pe. Kentenich falava sobre a espiritualidade do Movimento Apostólico de Schoenstatt para a vida concreta do matrimónio e da família.
Mary e Richard Fenelon, com os seus 12 filhos, pertenciam a este grupo de famílias. A foto com o seu filho Mike de mão dada ao Pe. Kentenich tornou-se célebre no mundo inteiro.
Mais tarde, Mike casou-se com Marge Yank, cujos pais faziam igualmente parte dos casais pioneiros. Hoje são membros do Instituto das Famílias de Schoenstatt e têm dois filhos.
MP

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O Padre Kentenich na minha vida (4)



O Padre argentino Alberto Eronti, relata a sua experiência com o nosso Pai e Fundador:

“Foi no dia 09 de Maio de 1966, numa manhã tranquila, no Berg Schoenstatt, em Schoenstatt. A véspera tinha sido dolorosa. Todas as tentativas para ver o Pai, recebiam a mesma resposta: “Está muito ocupado, é impossível…”
Mas como fazer, depois de viajar tantos quilómetros, desde a América Latina, eu não poderia apertar sua mão, ouvir sua voz, nem transmitir tudo o que me atraía a ele?
Naquele dia, subi com Pedro até ao Monte: seria a última tentativa, já que ao meio dia devia partir para Munster. Chegamos à Casa de Formação e vimos que o Pai estava recostado na janela; estava de costas e falava a um grupo de Irmãs. Esperámos e rezámos: “Confio em teu poder…”
De repente, vimos que as Irmãs se levantavam e a silhueta do Pai desaparecia. Pedro disse-me: “Vamos!” E entrámos a passos largos na Casa de Formação. As Irmãs da portaria não tiveram sequer tempo para perguntar e quando reagiram …o Pai estava ali! Ele olhou-nos, rodeado de Irmãs, parou e disse-lhes: “Um momento.” Veio até nós e dirigindo-se a mim, disse em Latim: “Ressuscitastes dentre os mortos… Deus te salve, Maria.” Tomou as minhas mãos entre as suas e de seguida falou em alemão (eu não entendia nada). Para mim, era uma certeza e uma alegria: estava com o Pai, ele apertava minhas mãos e sem sequer me ter apresentado, ele já sabia quem eu era! O Pai me conhecia!
Passámos logo para uma sala pequena. O Pai fez-me uma série de perguntas. Pedro serviu de tradutor (a mim, pouco me importava o que Pedro traduzia). Eu estava com o Pai!
Recordo que me perguntou pela minha saúde (eu tinha feito uma operação difícil), como tinha sido a minha viagem, se tinha descansado bem e se as Irmãs tinham tratado bem de mim… Depois quis saber da minha família. Perguntou pelos meus pais e meus anseios, afirmou com a cabeça, riu, olhou-me com ternura. Ele deu-me alguns presentes, fotos e chocolates.
Ao despedir-me, dei conta que o momento se tinha transformado em quase 45 minutos e que as Irmãs esperavam paradas diante da sala. Abanou a sua mão até que desapareceu.
Pedro e eu, caminhámos em silêncio por um longo tempo. Ao fim, disse-lhe: “Pedro, tão perto estava Deus.”
Pensei: “Se assim é nosso Pai, como será o bom Deus?”
Lentamente, fui retirando a luz do que tinha vivido naqueles 45 minutos. Eram muitas coisas, uma quantidade de sentimentos, mas, sobretudo fiquei com uma certeza: “O Pai conhece-me, sabe quem sou, ele me chamou pelo nome…” Eu estou no seu coração.

Foi no dia 09 de Maio, em Schoenstatt. Naquele dia, compreendi a alegria de ser filho, a alegria de ter um Pai. Um Pai que me conhece e que, por isso, me compreende, espera, alegra-se, está perto … Assim e muito mais é o bom Deus.

Ir.M.Paula / Equipa de Divulgação do Jubileu 2010

domingo, 13 de dezembro de 2009

O Padre Kentenich na minha vida (3)




Um sacerdote conta:
"Em 1936, 1937 e 1938, tive o privilégio de participar nos retiros que o Pe. Kentenich pregou em Schoenstatt. Foi uma experiência única. Ele mostrou-nos como dirigir retiros, como aproveitá-los para formar o novo homem mariano. O Pe. Kentenich era um mestre de retiros por excelência. Com ele aprendi a trilhar o caminho à santidade".

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O Padre Kentenich na minha vida (2)


O Pe.Clemente testemunha:

"Creio que se não tivesse conhecido o Pe. Kentenich nunca teria sido sacerdote. Foi o meu encontro providencial com ele que me levou a tomar a sério a minha vocação sacerdotal. Na pessoa do Pe. Kentenich encontrei o ideal do sacerdote que sempre havia anelado encontrar durante os meus anos de seminário: um homem profundamente ancorado a Deus e uma resposta clara e segura a toda problemática de nosso mundo actual".

terça-feira, 24 de novembro de 2009

O Padre Kentenich na minha vida (1)

Pe.José Kentenich e Bispo Tenhumberg em Roma

O Bispo Tenhumberg, de Münster (1969-1979) na Alemanha, escreveu no seu testamento:
“Com relação à minha vida espiritual e actuação sacerdotal, devo a maior gratidão ao Pe. Kentenich. Sem ele e o auxílio da fé, que encontrei na Família de Schoenstatt, provavelmente não me teria tornado sacerdote. Ao Pe. Kentenich devo a orientação segura teológico-espiritual e pastoral de minha vida...”
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