Mostrar mensagens com a etiqueta História de Schoenstatt em Portugal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta História de Schoenstatt em Portugal. Mostrar todas as mensagens

domingo, 9 de junho de 2013

Schoenstatt na Diocese do Funchal (Ilha da Madeira)


O Movimento de Schoenstatt começa, lentamente, a ser uma presença na Diocese do Funchal.
As primeiras Alianças já aconteceram há mais de vinte anos. Foi na Paróquia da Sagrada Família. Algum tempo depois a Mãe Peregrina chegou a outra Paróquia, esta fora da Cidade do Funchal, a Paróquia de Nossa Senhora do Livramento, no Curral das Freiras. Há cerca de três anos iniciamos na Paróquia de São Pedro, no centro do Funchal.


Esta imagem da MTA foi colocada oficialmente, no dia 24 de Maio, num dos altares laterais da Igreja de São Pedro, onde estamos a iniciar com o Movimento de Schoenstatt.

As actividades do Mês de Maio centraram-se na Coroação da Mãe Peregrina como Rainha da Família e da Nova Evangelização para a Europa. Foram coroadas quatro Imagens no Curral das Freiras, cinco na Sagrada Família e cinco na Paróquia de São Pedro.
As primeiras Alianças na Paróquia de São Pedro foram seladas no início de Novembro do ano anterior. Entretanto, logo nesse dia, outras pessoas que estavam presentes nessa celebração, expressaram o desejo de selar também a Aliança de Amor com Maria. Depois de um tempo de preparação, quatro Senhoras e um Jovem fizeram a Aliança de Amor no dia 24 de Maio.
Para os dois grupos, o de Novembro e este de Maio, foi lançado um grande desafio: no ano Jubilar de Schoenstatt, que terá início no dia 18 de Outubro deste ano, quantas pessoas vamos convidar para conhecer Schoenstatt e selar com Maria a Aliança de Amor?


Estas Alianças são um presente que desejamos oferecer a Maria, em gratidão pelos 100 anos do Movimento de Schoenstatt, ao mesmo tempo que nos associamos à celebração da criação da Diocese do Funchal, há 500 anos, e que será também no dia 18 de Outubro de 2014.

Padre Carlos Alberto

sábado, 8 de junho de 2013

Peregrinar a Fátima deu-me Força


Esta peregrinação a Fátima permitiu-me descobrir algo que me faltou todos estes 16 anos : A força!
E assim foi… Decidi ir á Fátima, pela primeira vez, fazer esta peregrinação. Apesar de ter feito apenas o último dia da peregrinação, tive oportunidade de falar e conhecer alguns peregrinos que caminharam durante os 3 dias e que me admiraram, que surpreenderam, tanto!
Graças a eles e ao momento que passei, voltei a descobrir o meu “Eu”, a força que andava em mim, e acima de tudo, aprendi a dar valor algum a valor a mim mesma! A Xana  nesta caminhada ajudou-me e direccionou-me,  mas avisou-me que apesar de me ajudar, eu só conseguiria superar os meus obstáculos se a vontade partisse de mim mesma!


Há algum tempo atrás, eu achava, que não valia a pena viver, que eu não tinha lugar aqui, pois não  valia Nada! E agora aqui estou a tentar lutar. Todos os dias, com o apoio da minha família, começo já a sentir que afinal mereço viver, e que eu tenho valor! Obrigada Fátima, a Schoenstatt, à Xana, a minha Mãe , e especialmente a Deus que me deu as respostas , que eu procurava!


Mariana Salgueiro

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Amanhã faça parte de mais um marco histórico de Schoenstatt em Aveiro!


P. Miguel Lencastre, 36 anos depois

(Fotografia do dia da inauguração)

O dia 22 de maio de 1977 ainda está na memória de muitos como o dia da inauguração do nicho, o primeiro sinal da MTA neste lugar. Entre eles está o P. Miguel Lencastre. Agora, 36 anos depois, vamos reviver e viver este acontecimento como família alargada. Mas queremos fazê-lo com todos os que celebraram a sua Aliança de Amor à volta deste nicho, quando ainda não existia o Santuário. É com imensa alegria e gratidão que vamos ter novamente o Padre Miguel Lencastre entre nós, neste momento tão significativo. Estamos todos convidados para a grande celebração e festa de encontro de gerações.
 
MP

 

quarta-feira, 29 de maio de 2013

O Nicho de Aveiro e o Santuário Original


Na próxima sexta-feira, dia 31 de Maio, vamos festejar com toda a família de Schoenstatt a reconquista do nicho do Centro Tabor. A celebração começa com uma procissão de flores (antiga procissão dos lírios) junto à Casa Padre Kentenich e segue para o nicho, onde será colocada a parte do nicho que caiu com a tempestade. O local está a sofrer alterações com um pavimento, que vai embelezar mais o nicho, em forma de Símbolo do Pai. O nicho tem duas datas inscritas, uma é da inauguração e outra é precisamente do dia em que este terreno foi visitado, pelo P. Domingos e pelo P. Miguel Lencastre, pela primeira vez. Com eles, estava o Símbolo do Pai para o Santuário Original. Esse facto ganha agora maior importância, quando unimos os inícios de Schoenstatt em Aveiro e os inícios Schoenstatt na Alemanha, ou seja, os locais onde se celebraram as primeiras Alianças de Amor.


O nicho quebrou com a tempestade, precisamente na mesma ocasião em que as negociações do Santuário Original foram suspensas. Este foi um impulso para unir a conquista espiritual do nicho e do Santuário Original. Precisamente no mesmo dia em que foi idealizado e desenhado o símbolo do Pai à volta do nicho, para iniciar essa obra, chegou a notícia da dádiva do Santuário Original. Agora a festa é ainda maior e mais significativa. Sinais da condução de Deus que nos surpreendem sempre de novo!
Vamos todos fazer parte deste acontecimento único, fazer parte da história, com a nossa presença na próxima sexta-feira, às 20:30.

MP

terça-feira, 28 de maio de 2013

Missa de Acção de Graças pela Peregrinação a Fátima

Os cinco peregrinos que apresentaram os seus testemunhos

No passado Domingo (26 de Maio) a Missa das 18 horas no Santuário de Schoenstatt da Diocese de Aveiro, foi celebrada em Acção de Graças, pela Peregrinação da Família portuguesa de Schoenstatt a Fátima e também pelo facto do Santuário Original passar a ser propriedade do Movimento Apostólico de Schoenstatt.
Na Missa, estiveram presentes muitos dos peregrinos que participaram na peregrinação a Fátima.
Alguns dos peregrinos deram o seu testemunho sobre a forma como vivenciaram a peregrinação.

"Quando nos lançam este desafio encontramos sempre dezenas, centenas de palavras para dizer: “ Se calhar não aguento, não tenho preparação física, não posso faltar ao meu emprego, não posso deixar a família”…Enfim… e outras tantas coisas.
Em 2008 encontrei apenas duas: “ EU VOU!!!”
No final da peregrinação, cujo lema era Vai Mais Longe… eu fui mais longe… e encontrei mais duas palavras “ EU QUERO”
No ano seguinte, o lema “Quem me vê, vê o Pai”.
Mais palavras “ EU VOU, EU QUERO E VOU LEVAR ALGUÉM COMIGO”. E assim foi, em 2009 … o marido, o pai, o filho, os amigos…
É isto que a peregrinação nos dá. VIVEMOS; EXPERIMENTAMOS e queremos PARTILHAR… as subidas, as descidas, o calor, o frio, a chuva, o sol, o arco-íris, os testemunhos, a alegria e a Fé inabalável dos jovens, o silêncio…
Outra coisa que experimentamos o SILÊNCIO. Tão importante nas nossas vidas, encontrarmo-nos com Deus e conversarmos.
Todos os anos são diferentes. Nós somos diferentes porque nos vamos transformando. O importante é estarmos atentos, com vontade e confiantes porque aquilo que necessitamos aparece.
Mas para isso é preciso PARAR. Parar se queremos continuar…
No ano passado aprendi uma coisa muito importante para vermos, temos de olhar de olhos vendados.

O Padre Carlos Alberto benzendo as talhas que foram oferecidas aos peregrinos

Tal como disse o Padre Diogo este ano, a peregrinação às vezes até pode parecer sempre a mesma coisa, mas tenham a certeza que não é. E cada ano com um desafio diferente e sempre uma aprendizagem nova. Partilhando um testemunho de um peregrino “ Cada vez que venho de uma peregrinação, acho que foi a melhor. Repito vezes sem conta “ Foi esta a melhor...mas foi mesmo esta a melhor!”. Não podia deixar também de partilhar convosco, aquilo que ouvi ontem de um peregrino.” A Peregrinação já faz parte do meu ano. Sabes, é como aquelas pessoas que tem de ir às termas todos os anos, pois é eu também tenho de ir todos os anos à Peregrinação CUiDAR da ALMA.
Este ano já consegui Mais… peregrinar do que caminhar, como ouvi de um jovem, por exemplo: não levando relógio e com o telemóvel desligado. Aqui fica, o meu muito obrigado a este jovem que com toda a certeza meu deu uma grande lição de vida. PEREGRINAR E NÃO CAMINHAR. Faz toda a diferença.
Cresci no seio de uma família católica, que graças a Deus me foi transmitindo muitos valores. Recordo, “ reza … , “ nunca estás sozinha, tens sempre um anjo da guarda contigo… “ e nunca te esqueças de agradecer” e tantas outras coisas…
Talvez por isso, acredito muito em anjos. Os anjos da guarda do Céu e os anjos da terra. Um desses anjos da terra, numa fase da minha vida muito atribulada disse-me: “ Ali no Santuário resolvemos muitos problemas da vida… sabes, também existe uma Peregrinação muito abençoada onde podemos encontrar o nosso caminho…” E foi assim, que me pus no caminho…
Nesta Peregrinação ouvi alguém dizer “ não vás por ai pelas pedras, aqui no alcatrão caminhas melhor. Ao que eu respondi: “ Obrigada, mas eu aqui vou bem”. O caminho nas pedras faz-me ir mais desperta, mais concentrada para não me desequilibrar e sobretudo mais atenta para algo imprevisto que possa aparecer.
Foi aqui, neste Santuário, e em todas estas Peregrinações que fui e vou encontrando sempre cada vez mais instrumentos, ferramentas… que me ajudam a PEREGRINAR nestes caminhos desequilibrados da vida…
Obrigada a todos os JOVENS “responsáveis” por tantas conversões…
E muito, mesmo muito Obrigada aos meus ANJOS da GUARDA do CÉU e da TERRA."


Xana Sardo

segunda-feira, 27 de maio de 2013

"Peregrino uma vez, peregrino para sempre"

Peregrino uma vez, peregrino para sempre” esta é a frase que nos marcou após os três dias da peregrinação anual da Família de Schoenstatt. 
Nestes dias os momentos de silêncio, oração e partilha durante todo o percurso foram importantes para esvaziar e moldar as nossas talhas. Assim, partimos com a certeza de como queremos enchê-las e partilhá-las com o outro e com quem nos rodeia.
Como namorados e em cada um de nós, sentimos que esta peregrinação converteu pequenas coisas diárias, como por exemplo a oração e o sacrifício.
A oração deve estar sempre presente na vida de um cristão mas, por vezes, a confusão do dia-a-dia faz-nos esquecer a sua importância. Nesta peregrinação percebemos o quanto ela nos une e molda aos olhos de Deus Pai, da MTA, e do próximo que nos acompanha.

Um ponto marcante para nós foram os momentos partilhados em oração através do terço em silêncio, que nos ajudou a peregrinar, reflectir e melhorar o nosso sentido de sacrifício um com o outro e dentro da Família.


Queremos agradecer a toda a organização pela entrega e dedicação no apoio a cada peregrino e na motivação demonstrada, assim como também a todos os peregrinos que nos acompanharam e marcaram nesta peregrinação.

Pedro Bola (JMS-Aveiro) e Eduarda Correia (JFS-Braga)

sábado, 25 de maio de 2013

"Senti que não ia em silêncio nem só, mas sim, acompanhado pela Mãe"


A Peregrinação da Família a Fátima foi um momento único na minha vida. Foi a primeira vez que participei e fiquei simplesmente maravilhado com tudo o que se consegue viver de uma forma tão intensa. Há muito que procurava ter esta experiência e este ano tornou-se possível.
Esta peregrinação marcou-me em especial pela importância de rezar. Descobri o quanto é bom faze-lo, pois nos momentos de silêncio, durante toda a caminhada, a oração foi a minha companhia, sentindo que não ia em silêncio nem só, mas sim acompanhado pela Mãe.


Sinceramente, mostrou-me que no dia-a-dia me esqueço de algo tão importante como é o rezar. Com a rotina diária por vezes não dou o valor que este ato merece e esta peregrinação deu-me essa força e vontade para que agora, todos os dias, tenha o meu momento onde falo e partilho com Deus todas as minhas alegrias e tristezas do dia.
Globalmente adorei tudo, considero que pus em prática o lema da peregrinação “Fazei tudo o que Ele vos disser!”. Gostei dos percursos feitos, as refeições partilhadas, todos os momentos de alegria, as celebrações, tudo foi incrível. Todo o grupo era fantástico, mas, em especial, o que partiu do nosso Santuário tocou-me muito.
A viagem de regresso para a Gafanha da Nazaré foi igualmente marcante, ao termos partilhado o que foi importante para cada um permitiu tornar o grupo mais coeso e fez com que a peregrinação terminasse de forma perfeita.
O meu muito obrigado a todos vocês. Conto regressar, pois “Peregrino uma vez, peregrino para sempre”!

Carlos Casqueira

sábado, 4 de maio de 2013

Peregrinar e não apenas caminhar



Este ano foi a segunda vez que fiz esta peregrinação. Da primeira vez peregrinei três dias, este ano, apenas um dia e, tal como a Xana, também agradeço todos os dias a todos os anjos da guarda que me acompanham e me ajudam a encontrar no dia a dia da vida os diversos "Santuários Vivos" que me ajudam a "caminhar pelas pedras" e fazer delas um caminho suave, tranquilo e acima de tudo um caminho preparado para que eu possa dizer sem medo que "Farei tudo o que Ele me disser". É muito importante saber dizer isto de coração.. se o dissermos de coração, tudo vem ao nosso encontro!



Gostei da expressão: "Peregrinar e não caminhar"... talvez me ajude também a mim.

Obrigada por tudo.

Três dias ou só um, espero peregrinar mais vezes.

Sara Andrade

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Para o ano, se Deus quiser, lá estarei...


Nos dias 25 a 27 de Abril, participei com muito gosto na 13ª Peregrinação da Família de Schoenstatt a Fátima. Era uma peregrinação que desejava fazer, depois de ter lido no blogue “Schoenstatt Aveiro” algumas experiências de outras pessoas, e de alguns amigos me terem relatado a sua experiência.


Mas esta ida “a Fátima a pé”, não é a normal caminhada desenfreada, em que se galgam quilómetros, mas sim uma sequência de estudo e meditação, de silêncio e esforço que me fez pensar “Qual será a missão que Jesus tem para mim nas bodas de Caná”. Sobre o lema “Fazei tudo o que Ele vos disser”, passaram-se os 3 dias, que mais pareceram algumas horas, não deixando porém de conseguir chegar á conclusão que Jesus não quer que eu seja simplesmente a água que enche as “Talhas”, mas sim o barro que se deixa moldar e que dele faz surgir verdadeiras talhas, a água sim que as enche mas que também transborda retirando de dentro tudo o que é impuro e que pode estragar a talha e por fim saber distribuir o bom vinho que Jesus transformou bem dentro de mim por todos aqueles que me rodeiam.


De realçar também que nunca imaginei participar numa Eucaristia numa praia e muito menos num castelo, mas foi isso mesmo que aconteceu e foi uma vivência fantástica com todo o azul e ressoar das ondas do mar que envolvia a primeira, e o ambiente acolhedor do Castelo de Porto Mós.
Gostaria de terminar este meu pequeno testemunho com um excerto de uma canção do nosso querido amigo Padre António, que se enquadra bem no tema desta peregrinação:

“Caná é todo lar, Caná é toda a vida,
Caná também se dá, no nosso coração.
Caná não terminou, e pode acontecer,
Se o vinho acabou, o vinho do amor.”


Um bem-haja a todos. Para o ano, se Deus quiser lá estarei.

Rubem da Rocha

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Ó Senhora minha, ó minha Mãe


“Ó Senhora minha, ó minha Mãe,
eu me ofereço todo(a) a vós,
e em prova da minha devoção para convosco,
Vos consagro neste dia e para sempre,
os meus olhos, os meus ouvidos,
a minha boca, o meu coração e inteiramente todo o meu ser.
E porque assim sou vosso(a),
ó incomparável Mãe,
guardai-me e defendei-me como propriedade vossa.
Lembrai-vos que vos pertenço, terna Mãe, Senhora nossa.
Ah, guardai-me e defendei-me como coisa própria vossa.”


Crescemos a ouvir e a ensinarem-nos a Consagração a Nossa Senhora, desde este ensinamento das nossas avós, fomos crescendo no conhecimento de Jesus e de Deus.
Reencontrámos a oração, na Peregrinação da Família Schoenstatt a Fátima, o que muito nos emocionou.
Não obstante, as emoções idiossincráticas da nossa primeira Peregrinação a Fátima, que muito naturalmente e simplesmente brotaram em nós, tivemos a demanda das nossas avós.
Pela primeira vez, iríamos em Peregrinação a Fátima e com a Oração da Família de Schoenstatt!
Ao longo do percurso espiritual, foi-nos dada a oportunidade de ver Jesus nos Outros, refletindo-se a sua Fé em nós, densificando e aprofundando na Palavra da Oração.
TUDO foi aprazível? Não! Todavia, o que ainda hoje percecionamos é “Fazei TUDO o que ele vos disser”. Leitmotiv da Peregrinação a Fátima e nosso próprio propósito.


Então, o que mudou na nossa vida?!
A vontade de intensificar a Oração. O diálogo com a Mãe do Céu e com Deus. Agradecer a Sua presença no nosso dia. Presenciar a divindade nas suas mais diversificadas formas. Não omitir e ser testemunho. Pautar a nossa vida com o genuíno sentimento de devoção a Nossa Senhora e tentar cumprir com os seus pedidos. Ver nos outros o rosto de seu Filho Jesus, para Quem todos somos iguais e igualmente Seus filhos e irmãos.
Nunca nos cansaremos de declamar “Toma a minha vida. Fá-la de novo. Eu quero ser um vaso novo.”
Sempre Peregrinas,

Maria Manuela Ançã Castro

Isabel Cristina Ançã Castro

terça-feira, 30 de abril de 2013

Sou muito abençoada!


Sou muito Abençoada!
Sou mesmo muito Abençoada!

Esta é a sexta vez que participo na Peregrinação Anual das Famílias a Fátima.
Tal como disse o Padre Diogo, a peregrinação até pode parecer sempre a mesma coisa, mas tenham a certeza que não é. E cada ano com um desafio diferente e sempre uma aprendizagem nova. Já consigo peregrinar e não caminhar, como ouvi de um jovem, sem relógio e com o telemóvel desligado. Aqui fica, o meu muito obrigado a este jovem que com toda a certeza me deu uma grande lição de vida. PEREGRINAR E NÃO CAMINHAR. Faz toda a diferença.


Sou muito Abençoada!
Sou mesmo muito Abençoada!
Cresci no seio de uma família católica, que graças a Deus me foi transmitindo muitos valores. Recordo, a minha avó “ reza … A minha mãe “ nunca estás sozinha, tens sempre um anjo da guarda contigo… e o meu pai “ nunca te esqueças de agradecer” e tantas outras coisas…
Talvez por isso, acredito muito em anjos. Os anjos da guarda do Céu e os anjos da terra. Um desses anjos da terra, numa fase da minha vida muito atribulada disse-me: “ Ali no Santuário resolvemos muitos problemas da vida… sabes, também existe uma Peregrinação muito Abençoada onde podemos encontrar o nosso caminho…” E foi assim, que me pus no caminho…


Nesta Peregrinação ouvi alguém dizer “ não vás por ai pelas pedras, aqui no alcatrão caminhas melhor. Ao que eu respondi: “ Obrigada, mas eu aqui vou bem”. O caminho nas pedras faz-me ir mais desperta, mais concentrada para não me desequilibrar e sobretudo mais atenta para algo imprevisto que possa aparecer.
Foi ali, naquele Santuário, e em todas estas Peregrinações que fui e vou encontrando sempre cada vez mais instrumentos, ferramentas… que me ajudam a PEREGRINAR nestes caminhos desequilibrados da vida…


Obrigada a todos os JOVENS “responsáveis” por tantas conversões…
E muito, mesmo muito Obrigada aos meus ANJOS da GUARDA do CÉU e da TERRA.

Sou muito Abençoada
Xana
Abril 2013

segunda-feira, 29 de abril de 2013

3º dia da Peregrinção a pé e Encontro Nacional da Família de Schoenstatt em Fátima

Peregrinos que vieram no autocarro do Santuário de Aveiro

No passado sábado, ocorreu em Fátima o Encontro Nacional da Família de Schoenstatt. Os peregrinos que fizeram a peregrinação a pé, encontraram-se com os que vieram de autocarro, ou em carro próprio, para em conjunto fazerem os últimos quilómetros até aos Valinhos, onde foi celebrada a Santa Missa.

 O salão do Bom Pastor, no Centro Pastoral Paulo VI

As dinâmicas deste dia, foram realizadas neste Salão, para as pessoas que vieram só no último dia. Os peregrinos a pé, realizaram-nas durante o percurso.

"Vamos hoje percorrer a última etapa deste caminho a que nos propusemos, rumo ao Santuário de Fátima, onde Nossa Senhora nos espera.

Última etapa da peregrinação a pé.

"O Padre Kentenich tinha a consciência de que Deus e Nossa Senhora nos falam por intermédio de instrumentos. Ele foi certamente um instrumento privilegiado nas suas mãos, assim como o foram os três pastorinhos de Fátima.
A espiritualidade do instrumento, em Schoenstatt, acentua o facto de cada um de nós ser também instrumento na construção do Reino de Deus."

Sempre a caminhar para o encontro com Nossa Senhora

Após a chegada aos Valinhos, rezou-se o terço na Loca do Anjo, local onde as crianças receberam a primeira e terceira visitas do "Anjo da Paz".

A rezar o terço na Loca do Anjo.

"Jesus convida-nos a assumir uma atitude que seja duradoura, a do serviço, para podermos experimentar a verdadeira alegria que inunda todo o nosso ser. Maria foi um verdadeiro exemplo de testemunho e serviço, realizando a sua missão com despojamento, confiança e humildade."

Terminada a reza do terço, fomos para a Santa Missa, na capela de Santo Estêvão. Sobre a Santa Missa, falaremos num outro artigo.

Fami e Paulo

sexta-feira, 26 de abril de 2013

2º dia da peregrinação da Família de Schoenstatt a Fátima

O grupo azul numa paragem para meditação

"Muitas vezes agimos segundo a vontade de Deus, mas sem consciência do resultado dos nossos actos e só mais tarde vemos os frutos. Confiamos na Sua palavra, à semelhança dos serventes de Caná e dos três pastorinhos, que mesmo sem ter a certeza do que estava para vir, confiaram e actuaram."

A JMS cantando o hino de Franz Reinisch

"O nosso processo de conversão implica o querermos decidir-nos por uma fé capaz de servir o bom vinho, amando desmedidamente. No dia a dia, ter esta atitude nem sempre é fácil e são grandes as dificuldades. Deus pede-nos diariamente que nos decidamos por Ele."

Caminhando rumo a Porto de Mós

"Jesus está à porta do nosso coração e espera apenas que Lhe abramos a porta. Nunca irá forçar a sua entrada. Só entrará se nós formos capazes de ouvir a Sua voz, se Lhe abrimos voluntariamente essa porta e se tivermos o desejo de nos deixar moldar pelo Seu amor e vida."

Sempre a caminho

"Escuto a voz de Deus e estou disposto a abrir-Lhe a porta do meu coração? O meu coração é capaz de estar aberto sem reservas? O meu amor e entrega a Deus é fiel e radical? Qual a bandeira a que presto "juramento" - trabalho? dinheiro? família? Deus?"

Preparando o início da Santa Missa no Castelo de Porto de Mós

"Franz Reinisch é um exemplo de alguém que abre e escancara a porta do seu coração à entrada de Cristo, deixando-se moldar e converter numa entrega sem reservas. A sua primeira visita a Schoenstatt que coincidiu com a chegada dos corpos dos heróis ao Santuário Original tocou profundamente a sua alma."

Participando na Santa Missa

"É neste momento que o seu coração se abre de forma mais profunda e que se dá na sua vida uma nova conversão.
Ele opta pela bandeira de Jesus, pois Deus é o dono da sua vida. Este acto de entrega faz com que morra executado.
Queremos também nós experimentar a verdadeira conversão. Conversão é consequência da fé e decisão para a vida toda."

CONVERTO-ME E DEIXO-ME MOLDAR!

Nota: Os textos publicados foram extraídos do guião da 13ª Peregrinação da Família de Schoenstatt a Fátima.

Fami e Paulo 

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Família de Schoenstatt a caminho de Fátima

Inicio da peregrinação com Missa na Praia do Salgado

"Fazei tudo o que Ele vos disser"

"Com base no primeiro milagre de Jesus, nas bodas de Caná, queremos, com confiança acreditar num milagre nas nossas vidas, porque a Deus nada é impossível. A primeira coisa de que precisamos é de Fé, mas uma Fé verdadeira e confiante que acredita que Jesus pode fazer milagres em nós e na nossa vida."

Ainda na Missa

"No casamento de Caná, Nossa Senhora diz aos serventes: "Fazei tudo o que Ele vos disser". Este pedido de Nossa Senhora é também para cada um de nós. É um pedido de quem acredita com toda a confiança que Jesus sabe o que diz e o que faz."

O início da caminhada do grupo azul.

Além do grupo azul (onde estão integradas as pessoas que vieram das Dioceses de Aveiro e do Porto, existem ainda o grupo verde e o grupo vermelho.

A chegada ao local do almoço

"Este pedido de Nossa Senhora quer criar em nós a vontade de seguir Jesus, fazendo tudo o que ele nos pede. Para tal, temos de ter a capacidade de o ouvir e de actuar, mas também de deixar que Nossa Senhora e Jesus actuem nas nossas vidas, tornando viva a expressão "nada sem Ti, nada sem nós"."

Já em Alcobaça aguardo a entrada no mosteiro

"Numa altura em que vivemos uma rotina apressada e sem tempo para parar, queremos aceitar este desafio de Nossa Senhora e trazer para as nossas vidas a capacidade de escutar a vontade de Deus, com disponibilidade para perceber o que realmente Jesus quer de nós".

No interior do mosteiro, onde se expôs o Santíssimo

"Se soubermos levantar o nosso olhar para Cristo, veremos que junto de nós é Ele que está e teremos a felicidade de ouvir no íntimo do nosso coração o som harmonioso da Sua voz, que nos segreda: Sou eu, não tenhais medo!"

Cerca de 530 peregrinos caminham em direcção a Fátima. Hoje cumpriu-se a primeira etapa "Praia do Salgado (Nazaré) - Alcobaça".

O texto publicado entre aspas foi retirado do guião da 13ª peregrinação da Família de Schoenstatt a Fátima.

Fami e Paulo

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Testemunhas - Editorial de Abril de 2013


Jesus ressuscitou e enviou-nos como testemunhas (cfr. At.10.42). Estas palavras ressoam de novo em cada Páscoa e a sua força desperta a nossa fé e a o nosso espírito missionário.
Sim, Ele está vivo! Esta é raiz e a fonte da nossa fé. Acreditar que Jesus venceu a morte, na cruz o amor revelou-se mais forte que o pecado, venceu o Deus da Vida cuja fidelidade não nos abandona mas permanece firme na nossa vida e na humanidade de todos os tempos.
E nós somos suas testemunhas! Esta é a missão da Sua Igreja, dar testemunho. Ele fez de nós a Sua presença no meio do mundo, enviou-nos a anunciar a Sua Vitória, chamou-nos para continuarmos a Sua missão, fazendo o bem, libertando os oprimidos e conduzindo todos ao coração de Deus que é Pai.
Neste tempo, alegramo-nos com o testemunho que é o nosso Papa Francisco. Nele reconhecemos a fé em Cristo vivo e a força da missão confiada à Igreja, hoje. Trata-se de fazer Jesus presente, próximo de todos, formando uma Igreja família, e servir.
Acreditar, dar testemunho e servir, este é desafio pascal também para nós, Família de Schoenstatt. Queremos renovar com firmeza a fé no Deus da Aliança e viver sempre mais como instrumentos nas mãos de Maria para sermos testemunhas de Jesus ressuscitado.
E dar testemunho da vitória do amor significa servir. Como Jesus e como Maria, de mãos abertas e com coração generoso, servir o próximo na nossa vida quotidiana. Assim, o serviço torna-se um sinal concreto da cultura de aliança que queremos construir.
Somos testemunhas e somos peregrinos!
Em Abril, temos a peregrinação da família a Fátima. A pé ou indo lá ter no último dia, celebramos a alegria da nossa fé e renovamos a Aliança de Amor. Estamos todos convidados.
Somos também peregrinos do Santuário Original para celebrar os 100 anos da Aliança. As inscrições já estão abertas, consulte o nosso site. Em Schoenstatt, em Roma ou nos nossos santuários, a cada passo da nossa peregrinação queremos ser testemunhas: Tua Aliança, nossa missão!


Padre José Melo
Director Nacional do Movimento

sexta-feira, 29 de março de 2013

Venerável Sílvia Cardoso - um instrumento de Deus para trazer Schoenstatt para Portugal


Extrato do livro "Um sim decisivo" do sobrinho da D. Sílvia, Padre Miguel Lencastre:
 
Em casa de Miguel (Lencastre), vivia uma irmã de sua mãe, D. Sílvia Cardoso, nascida em 26 de Julho de 1882 e falecida em 2 de Novembro de 1950. Essa tia, irmã mais velha de D. Maria Haydée, nunca casou porque o noivo faleceu durante os preparativos do enlace, no ano de 1913. Esse facto terá sido determinante para a mudança de rumo que a sua vida levou.
Em 1917, participa num retiro em Tuy, onde descobre o plano de Deus para si: prestar assistência às crianças pobres e doentes. A partir daí, dedica-se de alma e coração ao apostolado, a tal ponto que, em 1918, adoece com a febre pneumónica. Nesse ano, perde vários membros da sua família nesta terrível pandemia, entre os quais o seu pai, D. Manuel Umbelino. D. Sílvia sobrevive, o que era uma raridade na época, uma vez que ainda não tinha sido descoberta a cura para esta doença. Mal se estabelece, regressa incansável ao seu mister de serviço aos outros, sempre impelida pelo seu profundo amor a Deus.
Na sua biografia, Sílvia Cardoso, a Aventureira de Deus, o anjo das três loucuras, da autoria do padre Moreira das Neves, podemos ler o seguinte: "Sempre trazia consigo uma espécie de saco onde tudo cabia: rosários e devocionários, medalhas e folhetos, peças de roupa que vestiriam os pobres, crucifixos que seriam a última âncora de moribundos. porque não se demorava muito no mesmo lugar, precisava daquele alforge para as suas explorações de andarilha de Deus. Era o alforge da caridade que enchia aqui e além, conforme calhava, e ia esvaziar-se junto das camas dos hospitais, nas creches, nos patronatos, nas celas das prisões, nas salas de catequese, nos armazéns onde houvesse empregadas que precisassem de auxílio. Os pobres faziam parte da sua vida".
D. Sílvia Cardoso amava as crianças e tinha um dom muito especial para "ver" nelas para além do visível. Assim descobriu muitas vocações que encaminhava para o seminário e que patrocinava quando as famílias dos futuros padres não tinham meios para os ajudar.
Ora, em Paço de Ferreira morava uma família de poucos recursos, cujo agregado era constituído pelos pais e cerca de 20 filhos. O pai trabalhava na fábrica de móveis e a mãe fazia trabalho para fora para ajudar no sustento da casa. No curtíssimo tempo que as lides domésticas lhe deixavam livre, dedicava-se a senhora a fazer crossa, que é uma espécie de capote de palha, que serve para abrigar da chuva e do frio. Os filhos também começavam a trabalhar desde tenra idade, para complementar a economia doméstica.
No mês de Agosto de 1943, um deles, de seu nome António, na altura com 12 anos de idade, quando se dirigia para a fábrica onde trabalhava, ao passar em frente ao portão da Casa da Torre, que era o solar da família Lencastre, vê uma bica de água e como tem sede, entra e vai beber. Por casualidade ou por desígnio da providência Divina, D. Sílvia vinha a descer e cruza-se com o António. Entabula diálogo com ele e, a certa altura, pergunta-lhe: "Olha lá, não queres ser padre?" (ele tinha uma cara angelica); e o António responde-lhe naturalmente: "Olhe, nunca pensei nisso, mas além disso os meus pais são muito pobres, não têm dinheiro."
D. Sílvia apressa-se a retorquir: "Vai, fala com os teus pais e se quiseres vem, que o resto eu arranjo."
A família de António Lobo era, também, muito religiosa e, segundo consta, a mãe sempre rezou para que Deus lhe desse a suprema alegria de escolher de entre os seus numerosos filhos um que abraçasse o sacerdócio.
Passados uns dois dias, aparecem em casa da família Lencastre o António e sua mãe, Maria.
Não era a primeira vez que D. Sílvia "adivinhava" a vocação para o sacerdócio de vários rapazes encaminhando-os, em seguida, para a arquidiocese de Évora, pois aí tinha uma base do seu apostolado.

(do livro "Um sim decisivo", pag.37-38)

Nota: D. Silvia morreu antes da ordenação sacerdotal do P. António Lobo, o primeiro português do Instituto dos Padres de Schoenstatt

quinta-feira, 28 de março de 2013

Papa Francisco aprovou a publicação do decreto que reconhece as "virtudes heroicas" da "Dona Sílvia", tia do P.Miguel Lencastre e "responsável" pelo primeiro sacerdote de Schoenstatt português, P.António Lobo


O Papa Francisco aprovou a publicação do decreto que reconhece as ‘virtudes heroicas’ da portuguesa Sílvia Cardoso Ferreira da Silva (1882-1950), que se distinguiu em atividades de caráter social, anunciou hoje o Vaticano. Esta é uma etapa do processo que leva à proclamação de um fiel católico como beato, e permite que, após o reconhecimento de um milagre atribuído à intercessão da leiga católica, tenha lugar a sua beatificação, penúltima etapa para a declaração da santidade. Sílvia Cardoso, mais conhecida por ‘Dona Sílvia’, nasceu a 26 de julho de 1882, em Paços de Ferreira, Diocese do Porto, e após uma formação católica, dinamizou várias instituições, incluindo a Sopa dos Pobres (Penafiel), com prioridade à educação de crianças pobres e aos doentes, em várias regiões do país.

D. Sílvia é tia do Padre Miguel Lencastre e foi ela que perguntou ao pequeno António de 12 anos, hoje P. António Lobo, se não gostaria de ser padre e responsabilizou-se por toda a ajuda económica, uma vez que este era de uma família muito pobre. Estes dois sacerdotes são os primeiros padres de Schoenstatt portugueses.

MP

terça-feira, 12 de março de 2013

Peregrinação da Família de Schoenstatt a Fátima - 2013


Movimento Apostólico de Schoenstatt

14ª Peregrinação Anual das Famílias a Fátima
(25, 26 e 27 de Abril de 2013)

As INSCRIÇÕES estarão abertas
De 13 de Março a 08 de Abril de 2013

Estamos todos convidados a participar nesta grande festa!

Para a peregrinação a pé (3 dias), as inscrições devem ser feitas através da página:

www.peregrinacaodafamilia.org

Nesta página, poderão ainda encontrar todas as informações referentes a esta peregrinação. 

Fami e Paulo

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Jornada Nacional de Dirigentes 2012: Vai… e constrói a Cultura de Aliança!

A Jornada Nacional de Dirigentes 2012 foi, para nós, fortemente motivadora. Um dia de alegria, de ação de graças, partilha de ideais comuns… Um oportunidade para rever alguns pioneiros de Schoenstatt em Portugal… e percebermos que já somos muitos, mas tão poucos para a obra a realizar!


Fomos, desde logo, interpelados nas palavras de abertura da Ana Sanchez: “Mediante a nossa fidelidade à missão e com vigor e impulso missionário, faremos crescer a unidade desejada através da Aliança de Amor.
Na Eucaristia, agradecemos o Ano do Santuário e toda a sua riqueza.Foi uma alegria perceber que, só neste ano, foram abençoados 59 novos Santuários-Lar e estão mais 40 em fase final de preparação... ou seja, Portugal cobre-se com (quase) mais 100 Santuários!


No Ano da Corrente Missionária e Ano da Fé (uma «Deocidência») “estamos bem no centro da corrente da igreja universal.” Hoje, temos a missão de evangelizar o mundo, de espalhar a fé pelos desertos do nosso tempo. Para isso, em Schoenstatt vamos crescendo na Escola de Maria, e a Sua presença deve impregnar toda a nossa vida, o dia-a-dia, todas as atividades apostólicas.
A Aliança de Amor é geradora de uma cultura, feita de Homens Novos, como salientou o Padre José Melo: “A Aliança não é apenas uma resposta espiritual e religiosa, mas é inspiradora de critérios, atitudes e ações concretas para o hoje, para o amanhã, e para o depois de amanhã, como gostava de nos dizer o Pai Fundador.
Os trabalhos de grupo, embora com pouco tempo, revelaram o entusiasmo dos vários ramos do «Schoenstatt Português», a vontade de partir em missão e de plantar, em toda a parte, oásis de Fé.


E desde o «Tabor da Mãe da Igreja», fomos enviados: Por Maria,“queremos servir a Igreja com o nosso carisma (…) para que a Igreja se converta na alma da cultura e da civilização moderna.
ELA É A GRANDE MISSIONÁRIA! QUEREMOS SER ALIADOS PARA A SUA MISSÃO!
Elisabete e Paulo Coutinho(União Apostólica das Famílias; Diocese de Braga)
Fotos: Casal Moura (Liga das Famílias de Braga) 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...