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segunda-feira, 4 de junho de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
Emilie Engel: uma vida exemplar, reconhecida pela Igreja
ALEMANHA, Irmã Theres-Marie Mayer. No dia 10 de maio de 2012, o Papa Bento XVI reconheceu as virtudes heroicas de Emilie Engel, membro do Instituto das Irmãs de Maria de Schoenstatt. Este reconhecimento significa que um servo de Deus viveu de modo exemplar e distinto todas as virtudes. As teologais: fé, esperança e caridade, as virtudes cardeais: justiça, prudência, temperança e valentia, assim como, os conselhos evangélicos: pobreza, castidade e obediência. Com a confirmação das virtudes heroicas, foi encerrada uma fase importante do processo da beatificação de Emilie Engel. Com isto, atingiu-se a antepenúltima fase para a beatificação, que ocorrerá depois do reconhecimento de um milagre, operado por intercessão da Serva de Deus. Desde a sua morte, muitas pessoas do mundo inteiro têm recorrido a Ir. Emilie Engel, nas suas múltiplas intenções e necessidades e experimentam notável auxílio. Contudo, falta ainda um milagre, operado por sua intercessão.
Ler artigo completo: http://www.schoenstatt.org/pt/news/986/55/Emilie-Engel-uma-vida-exemplar-reconhecida-pela-Igreja.htm
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Venerável Serva de Deus Emilie Engel
Foi com alegria e gratidão que a Família de Schoenstatt recebeu a notícia sobre o processo de beatificação da Ir. Emilie Engel, do Instituto Secular das Irmãs de Maria. O Santo Padre autorizou ontem a promulgação do Decreto
sobre as virtudes heroicas da Irmã M. Emilie.
Assim, a primeira etapa do processo terminou. Este será concluído quando a Igreja reconhecer um milagre
físico alcançado por intercessão da agora Venerável Serva de Deus Emilie
Engel.
Na confiança de poder alcançar esse milagre, vamos seguir o conselho que o Padre Kentenich deu certa vez: "A Irmã Emilie faleceu com fama de santidade. Temos motivos para acreditar que agora exerce grande influência junto ao trono de Deus. Não quer por isso confiar-lhe, como eu também faço, a responsabilidade por uma solução agradável a Deus para esse difícil problema?"
Se a sua oração for atendida, comunique-a para este endereço:
Secretariado da Irmã Emilie
Centro Tabor
Rua do Santuário, 83
Colónia Agrícola
3830-358 Ílhavo
Portugal
Telef. 234320290
E-mail: secretariadoirmaemilie@gmail.com
Deus, nosso Pai, Irmã Emilie confiou, durante toda a sua vida, filialmente na Tua sábia e bondosa Providência. Soube dizer "Sim, Pai" à Tua vontade e aos Teus desejos, também nos momentos de insegurança e de dor. Encontrou assim um profundo abrigo no Teu coração de Pai e a libertação da sua angústia interior, transformando-se numa testemunha singular do Teu amor e da Tua misericórdia. Para a Tua glória, para a honra da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt e para o bem da humanidade, peço-Te a canonização da Irmã Emilie. Atende, pela sua intercessão, os meus pedidos, segundo os desígnios da Tua amorosa Providência. Ámen.
Oração pela canonização
Deus, nosso Pai, Irmã Emilie confiou, durante toda a sua vida, filialmente na Tua sábia e bondosa Providência. Soube dizer "Sim, Pai" à Tua vontade e aos Teus desejos, também nos momentos de insegurança e de dor. Encontrou assim um profundo abrigo no Teu coração de Pai e a libertação da sua angústia interior, transformando-se numa testemunha singular do Teu amor e da Tua misericórdia. Para a Tua glória, para a honra da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt e para o bem da humanidade, peço-Te a canonização da Irmã Emilie. Atende, pela sua intercessão, os meus pedidos, segundo os desígnios da Tua amorosa Providência. Ámen.
MP
Fonte: Tabormta
Fonte: Tabormta
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Reconhecimento das virtudes heroicas da Ir.Emilie
ROMA, VIS/Amelia Peirone. O Santo Padre recebeu, esta manhã em audiência, o cardeal Angelo Amato, S.D.B., prefeito da Congregação para as Causas dos Santos. O Papa autorizou a Congregação a promulgar, entre outros, o decreto de reconhecimento das virtudes heroicas da Irmã Emilie Engel.
Com isto, a beatificação da Irmã Emilie Engel deu um grande passo para a decisão final. Para a beatificação, agora só falta um milagre reconhecido.
Neste mesmo dia - 10.5.2012 - em que o Santo Padre aceitou e se tornou público o decreto de reconhecimento das virtudes heroicas da Ir.Emilie, ficou pronta a Positio de Mario Hiriart que será entregue na segunda-feira à Congregação.
Fonte: www.schoenstatt.org
quinta-feira, 22 de março de 2012
Conhecer melhor João Pozzobon
No dia 18 de março, como acontece todos os meses, foi apresentado um herói de Schoenstatt na celebração da Família, missa da Aliança de Amor. A Campanha da Mãe Peregrina teve a responsabilidade pela coordenação deste mês. Na véspera do Dia do Pai, pudemos conhecer melhor o pai de família: João Pozzobon. O vídeo acima foi apresentado com alguns cortes e com texto em português. Porém, deixamos aqui o original, em espanhol.
MP
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quinta-feira, 1 de março de 2012
Dia 18 - Heróis de Schoenstatt - Elda Viero
No passado dia 18, a Missa da Aliança foi organizada pelo Ramo das Mães. Nesse dia, como acontece todos os dias 18 durante o Ano do Santuário, foi apresentado um herói de Schoenstatt. Desta vez foi uma heroína, uma mãe do Ramo das Mães do Brasil: Elda Viero.
Elda Viero nasceu no Rio Grande do Sul - Brasil, a 6 de abril de 1919. Torna-se professora e casa-se com Olívio Viero aos 21 anos. Deste matrimónio tem dois filhos. Elda tem um temperamento impulsivo e decidido. É autoritária e não tem medo de enfrentar problemas. É muito comunicativa e dá-se bem com todos: ricos e pobres, brancos e negros. É uma professora muito conhecida e querida em toda a região. Elda não é uma mulher de fé, até ao dia em que se converte ao amor de Deus através de um sermão feito pelos padres Celestino Trevisan e Dorvalino Rubin. Com esta vitória da graça, começa a frequentar retiros e cursos pedagógicos, realizados na casa de retiros recém fundada pelos padres Pallotinos. Aquire o costume de viditar o Santuário e sempre que lhe é possível, participa nas reuniões de formação, para rever a sua vida e sobretudo para aproveitar essa fonte de graças. Nos registos que faz, refere:
"Ainda bem que temos um oásis onde nos podemos saciar, o nosso querido Santuário. Como seria maravilhoso se os governantes se orientassem pela pedagogia schoenstattiana, tudo estaria melhor!"
Fez a sua consagração da Carta Branca a 18 de Outubro de 1950, dando o seu sim total a Deus por meio da MTA. Desde então, torna-se cada vez mais atenta à vontade de Deus, ao ponto de dizer:
"Que não se faça a minha vontade, mas sempre a Sua, segundo a qual não só se aceita a cruz, mas que por amor a solicito sob o alicerce do Plano Divino."
Sela a Inscriptio no dia 15 de fevereiro de 1955 e oferece-se pela santificação e heróismo dos sacerdotes, de modo especial pela Obra de Schoenstatt no Brasil e no mundo. Adoece e tem que se mudar para Santa Maria do Sul, para iniciar um tratamento. Ali preocupa-se em levar Schoenstatt a outras pessoas, para que sejam felizes como ela. Inicia um grupo de mães e as reuniões fazem-se junto da sua cama de doente. Nesta altura, tempo de férias no Brasil, escreve:
"Logo ao acordar, o meu pensamento voa para o Santuário. Ainda bem que temos o Capital de Graças para aparar os nossos suores e labutas diárias... Eu guardo tudo do mês de fevereiro, pois só sei descansar num lugar, mais reconfortante do que as prais, mais ameno do que a serra... o Santuário."
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Aniversário do nascimento de José Engling
Neste dia 05 de Janeiro comemoram-se 114 anos do nascimento de José Engling. Com efeito, José nasceu em Prossitten (Prússia), no dia 05 de Janeiro de 1898.
Como forma de lembrar a data de nascimento deste herói de Schoenstatt, transcrevemos um pequeno excerto do livro "Herói de duas espadas", da autoria de Olivo Cesca, que nos relata algumas breves reflexões do próprio José Engling.
"Desde o dia da minha primeira comunhão, Jesus e eu tornámo-nos amigos inseparáveis. Nunca esquecerei esse dia de festa. Quando resolvi tornar-me padre, jurei-lhe fidelidade e vassalagem até à morte. A exemplo dele, quero tornar-me tudo para todos. No passado descobri que posso participar da sua obra redentora e trabalhar pelo seu reino. Quero dar a minha vida para que do Santuário da Rainha dos Congregados brote uma torrente de graças capaz de renovar o mundo em Cristo. As contribuições para o Capital de Graças da Mãe Três Vezes Admirável, ensinaram-me a sacrificar-me, contínua e silenciosamente, pelo reino de Deus.
José Engling (à direita) com o Padre José Kentenich (à esquerda)
Maria fez-me compreender o sentido da santa Missa. Não foi o mundo remido pelo sacrifício da cruz? E ao participar do seu sacrifício e da sua morte, por meio das contribuições para o Capital de Graças, não estou colaborando na obra da redenção?"
Fami e Paulo
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Dia da Aliança no Ano do Santuário
No dia 18 de Novembro, festejamos o primeiro Dia da Aliança no Ano do Santuário. Por isso, tivemos algumas alterações, que pretendemos manter durante este ano. Queremos dar mais vida ao nosso lema: "Teu Santuário, nossa Missão!" e por isso temos que conhecer melhor a vida gerada no Santuário. Um dos meios é conhecer melhor a vida dos nossos heróis, não para os copiar, mas sim, para nos deixarmos inspirar para o nosso caminho original de santidade. Cada celebração do Dia 18 é preparada por um Ramo e toda a dinâmica é de sua responsabilidade. Em cada mês vai-se apresentar um herói de Schoenstatt. Este mês, a celebração foi da responsabilidade do Ramo das Famílias e este apresentou um herói das suas fileiras: o Dr. Fritz Kühr, do Instituto das Famílias de Schoenstatt.
Dr.Kühr, alemão, era casado com Helena Keespe. Para grande pesar do casal, não tiveram filhos. Por causa de suas atividades político-sociais e envolvimento nos partidos políticos durante a segunda guerra mundial, é preso em Março de 1938 e levado para o Campo de Concentração de Dachau, onde passa quase cinco anos e meio. Ali trabalha na parte administrativa. No "inferno" de Dachau, o Dr. Kühr conserva a sua dignidade e atitude cristã. Aproveita a sua posição para ajudar muitos dos prisioneiros. Conhece, então, o P. Kentenich e dele capta a ideia a respeito da formação do homem novo na nova comunidade. Nesta visão do Padre Kentenich, encontra o que tanto buscava nas suas reflexões pessoais. Com o seu ideal pessoal como meta, coloca-se à disposição do Padre Kentenich, no meio dos horrores de Dachau, para a fundação da Obra das Famílias. Assim, no dia 16 de Julho de 1942, o Dr. Kühr, pelas mãos do Pai e Fundador, faz sua consagração e torna-se o primeiro noviço do Instituto de Famílias de Schoenstatt. Em 1947, depois de dez anos sem ver sua esposa, consegue viajar ao Brasil, onde ela estava desde 1938, para ficar ao seu lado até o dia de sua morte, no ano de 1950. Quando o Padre Kentenich visitou o Brasil, encontrou-se com o Dr. Kühr e deu-lhe orientações para sua vida pessoal. Dr. Kühr ofereceu, conscientemente, o seu sofrimento e a sua morte pela missão que abraçara no dia de sua consagração.
Como em cada dia 18, terminamos a celebração no Santuário, desta vez, debaixo de uma chuva torrencial, que não nos permitiu queimar o Capital de Graças. Como a frente do Santuário está, ainda, protegida por um toldo, foi possível ficarmos à volta da imagem do Pai e Fundador, renovando a nossa Aliança de Amor.
MP
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
Recordando João Pozzobon - 26º aniversário da sua morte
Neste dia 27 de Junho, queremos recordar João Luiz Pozzobon. Há 26 anos atrás, neste dia, ele morreu fisicamente, pois a sua memória e a sua obra, continuam bem presentes em todos nós.
Numa singela homenagem, transcrevemos um pequeno texto que nos relata um encontro dele, com o nosso Pai e Fundador.
"No dia 24 de Fevereiro de 1952, o Diácono Pozzobon teve um breve encontro com o Padre José Kentenich, fundador da Obra de Schoenstatt. O encontro realizou-se em Santa Maria/RS e teve como tradutora a Irmã Emanuele.
O diácono explica ao Fundador que peregrinava pelas famílias com a imagem da Mãe, Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt, rezando o terço e ensinando a rezá-lo.
- O terço é um tesouro, diz o Padre Kentenich
Pozzobon explica que a Campanha e a reza do terço exigem dele grandes sacrifícios.
- Depois dos sacrifícios, vêm as alegrias, responde o Padre Kentenich
- Conheço uma pessoa, que quando vai rezar o terço, se veste com suas melhores roupas, pois sente muita alegria em rezá-lo. Diz o Diácono referindo-se a si mesmo.
- Não me diga isso! - Admirou-se o Padre Kentenich - Essa pessoa acabará por ser santo! Rezando o terço, um homem converteu uma cidade!
(Cf__URIBURU. Esteban J., Herói hoje, não amanhã,1991, Ed. Pallotti)
Fami e Paulo
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sexta-feira, 20 de maio de 2011
José Engling e Maio - mês de Maria
"Certa manhã, no estudo, José Engling lia o poema de G. Weber "As treze trilhas", quando, erguendo os olhos, ficou a contemplar a natureza, que despertava com a chegada da primavera. Azáleas e bétulas balouçavam suas pequenas coroas matizadas. Os abetos, até há pouco, vergados de neve, ressoavam de cantos. E a brisa, vinda de longe, das cerejeiras floridas, convidava a um contacto maior com a natureza. Largou o livro e saiu a caminhar. No seu enlevo, pareceu-lhe ouvir a voz da primavera, segredando-lhe:
Hoje é o primeiro de Maio. É por isso que os bosques e os prados andam nessa actividade febril. Cada qual se esmera em preparar para a sua Rainha as mais belas homenagens com perfumes e flores. Não quer você associar-se também a esse preito da natureza?
José voltou para casa, pegou no caderno e escreveu:
Flores de Maio do jardim de meu coração, oferecidas à Rainha de Maio, no seu mês em 1916.
Mãe, a ti seja consagrado o jardinzinho do meu coração. Para ti quero plantar e cultivar.
A rosa do amor e da estima - quero que essa rosa simbolize a ti, Mãe. Assim como a rosa é a rainha das flores, sê tu rainha do meu coração. À tua disposição, minha soberana, ponho tudo o que tenho.
O miosótis da fidelidade ao teu serviço.
A violeta da humildade e da modéstia que cultivarei.
A flor da paixão e do amor ao sacríficio.
O lírio da pureza.
A seguir escreveu esta oração: Raínha de Maio, minha Mãe e Raínha! A ti consagro este mês. Tudo o que me pertence seja propriedade tua, e eu, teu fidelíssimo escravo. Não quero ter outra vontade senão a tua. Ainda que me tenhas reservado as penas do inferno, quero suportá-las pacientemente por teu amor..."
Fami e Paulo
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Nos caminhos de Roma - João Luiz Pozzobon
O processo de canonização do diácono João Luiz Pozzobon dá mais um passo. Nesta quarta-feira, o postulador arquidiocesano da causa, padre Argemiro Ferracioli, viaja ao Vaticano para nomear o relator do processo de canonização junto à Congregação para a Causa dos Santos. O escolhido foi o padre Alfredo Simon, que apresentará aos cardeais como foi a vida e a obra do pai de família João Luiz Pozzobon, nascido em São João do Polêsine, Brasil.
Ferracioli também terá audiências na Congregação. Nelas, falará sobre vida e obra de Pozzobon, e ainda apresentará documentos que comprovem os seus feitos. O diácono, que morreu em 27 de Junho de 1985, ficou célebre por sua fé na Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt. Foi ele quem iniciou e difundiu a Campanha da Mãe Peregrina, que hoje está presente em 96 países.
(Diário de Santa Maria - Brasil, 10.05.2011)
sábado, 16 de abril de 2011
Schoenstatt - um caminho para a santidade
No dia 10 de Dezembro de 2010, um decreto papal, reconhece o martírio do sacerdote alemão Alois Andritzki, morto aos 28 anos de idade no campo de concentração de Dachau. A sua beatificação será no dia 13 de Junho de 2011. Alois Andritzki (1914-1943) era um jovem capelão sérvio, cuja morte resultou de maus tratos e provavelmente foi provocada por injecção letal. Ele agonizou, vítima de tifos que contraiu em Dachau.
Ingressou no campo de concentração no dia 2 de Outubro de 1941. Era considerado "pessoa perigosa" para o regime de Hitler. Em Dachau aderiu a um dos grupos de Schoenstatt, liderados pelos sacerdotes schoenstattianos: José Fischer e Henrique Dresbach. A esse grupo pertenceram também o beato Carlos Leisner, assim como Ricardo Henkes (sacerdote palotino cujo processo de beatificação já iniciou) e Gerardo Hirschfelder (pároco alemão beatificado o ano passado).
MP
Ler sobre mais: http://cmsms.schoenstatt.de/es/news/1382/54/El-martir-que-caminaba-sobre-sus-manos.htm
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sábado, 5 de março de 2011
Vaticano reactiva processo de canonização de Mário Hiriart
Mário Hiriart com o Padre José Kentenich
O processo de canonização do chileno Mário Hiriart Pulido, tem pouco mais de cinco anos em Roma. No passado mês de Fevereiro, o Vaticano nomeou um relator, ou seja, um delegado da Congregação para a Causa dos Santos, que vai ter a missão de escrever o documento final que demonstre a verdadeira heroicidade das virtudes cristãs, vividas por este servo de Deus.
O texto será avaliado por oito teólogos, que estudaram o caso e poderão aprovar a futura beatificação. Esta causa esteve um ano e meio sem a figura imprescindível do relator, ou seja, esteve órfã durante todo este tempo.
O processo de canonização de Mário Hiriart que nasceu em 1931 e faleceu em 1964, é o processo menos conhecido e falado da Igreja Católica no Chile, embora Mário pertencesse a um dos Movimentos religiosos mais importantes deste país, o Movimento de Schoenstatt.
Para muitos, a sua causa estava completamente esquecida, até que no dia em que se celebrou a festa de São João Bosco, a Santa Sé decidiu nomear para relator deste processo, o monge beneditino espanhol Alfredo Simón.
Engenheiro de profissão, Mário Hiriart deixou o seu trabalho, para se dedicar à docência e ao apostolado, com os estudantes universitários da Pontifícia Universidade do Chile. Laico por vocação, consagrou o seu trabalho e a sua profissão, à comunidade dos Irmãos de Maria do Movimento Apostólico de Schoenstatt.
Nunca procurou honras e embora os seus alunos o reconhecessem em vida como um homem de Deus, ele limitava-se a transmitir-lhes o seu profundo amor à Virgem Maria e à Igreja.
Mário faleceu antes de completar 33 anos, vítima de cancro. O seu túmulo encontra-se no Santuário de Schoenstatt, na Florida, Estados Unidos da América.
No Movimento de Schoenstatt, esta notícia, foi recebida com muita alegria.
O processo de canonização de Mário Hiriart, iniciou-se em 1997, tendo como postulador o Padre Joaquim Alliende. O processo de investigação diocesana, desenrolou-se entre 1998 e 2004 e esteve a cargo do Padre Carlos Cox, actual reitor do Santuário de Maipú. Esta causa teve a participação de poucas pessoas.
Em Roma, a responsável é a teóloga argentina Amélia Peirone, que acaba de publicar no Chile o livro “Amarras desde la Cruz del Sur”, onde 15 pessoas que conheceram Mário Hiriart, falam sobre a sua vida.
Com a nomeação do relator, o processo de canonização de Mário, avança. O próximo passo, é ocorrer e comprovar-se um milagre, para que este professor da Universidade do Chile e um dos fundadores do Movimento de Schoenstatt no Chile, alcance a honra dos altares. Catorze anos decorreram desde o início deste processo.
Ficamos a aguardar em oração, para que mais um schoenstattiano possa ser canonizado.
Fami e Paulo
Nota: Notícia retirada e traduzida do site http://www.schvivo.com/ (Schoenstatt Vivo - Chile), foto do Google.
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Monumento dos Heróis de Schoenstatt
PARTE I - Geração das Cruzes Negras
Os túmulos atrás do Santuário Original testemunham o modo como os jovens consagrados tomaram a sério a sua Aliança de Amor. Eles nos falam do vivo “Nada sem Ti, nada sem nós”! Entregaram o sacrifício de suas vidas pela Obra de Schoenstatt.
Três dos jovens heróis morreram durante a Primeira Guerra Mundial: Josef Engling, Hans Wormer e Max Bruner.
Monumento dos Heróis
Santuário Original e Monumento dos Heróis
Um dos mais importantes é Josef Engling. O objectivo ao qual os consagrados se entregaram totalmente sob a direcção do Pe. Kentenich, naquele famoso 18 de Outubro de 1914, ficou tão gravado na alma deste jovem que o levou a oferecer conscientemente a sua vida, no campo de batalha, pela Obra de Schoenstatt. Ele morreu a 4 de Outubro de 1918 em Cambrai, na França. Ainda não foi possível encontrar o seu corpo, mas nas proximidades do local onde morreu, franceses e alemães erigiram o Santuário da Unidade, inaugurado a 12 de Setembro de 1965. No ano de 1971 o Arcebispo de Cambrai coroou a imagem de Maria deste Santuário e consagrou-lhe a sua diocese. Josef Engling é venerado neste local como “Santo da Reconciliação”.
Monumento mais importante a Josef Engling, em Cambrai.
Ao fundo vê-se o Santuário da Unidade
Max Brunner, o grande entusiasta da famosa divisa “Ave Imperatriz, morituri te salutant” - Avé Imperatriz, os que estão prontos a morrer por Ti te saúdam – (palavras que os mártires na Arena tinham que bradar ao Imperador), morreu a 25 de Abril de 1917.
Hans Wormer viveu pelo ideal “Aut Caeser, aut nihil” – Ou Tudo Ou Nada – consumindo-o na sua última entrega a 15 de Julho de 1917.
Os restos mortais de ambos foram trazidos para junto do Santuário Original pela Juventude Masculina schoenstateana a 21 de Agosto de 1934.
Primeiro grupo da Juventude Feminina de Aveiro a selar a Aliança de Amor no Santuário Original, a 8 de Setembro de 1978.
Nesta fotografia encontram-se em frente do Monumento dos Heróis.
Nesta fotografia encontram-se em frente do Monumento dos Heróis.
Margarida
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Ofereceu a sua vida como altar do Santuário
Ir.Custódia
O Santuário de Schoenstatt da diocese de Aveiro "esconde" muitos segredos. Quando se pensa que já sabemos tudo sobre a sua história, lá vem algo interessante e significativo, e a maioria das vezes original, que nunca poderíamos imaginar. "Naquele tempo..."
Não quero falar do Santuário daquele tempo, mas do Santuário hoje. O mais lógico, então, seria falar de uma Irmã de hoje, mas não, quero mencionar uma daquele tempo. A Ir. Custódia faleceu em 1982 no Brasil, mas algo permanece em Portugal: o "oferecimento de sua vida como altar para o futuro Santuário", o nosso Santuário. O P. António Maria contou que presenciou a inauguração do Santuário na Gafanha de Nazaré, e naquele momento que estavam ali reunidos, cada um escolheu o símbolo do Santuário que queria ser. Como já tinham todos esgotado, a Irmã Custódia disse: “eu sou a vítima”!
O nosso Pai e Fundador dizia sempre de novo: Herói é quem consagra a sua vida a algo de grande! A Ir. Custódia doou-se com todas as suas forças, doou a sua vida para ser altar do sacrifício. Foi a primeira jovem brasileira que resolveu ingressar no Instituto das Irmãs de Maria, no dia 24 de Novembro do ano de 1941. Em 1975 foi enviada, como pioneira, para Portugal. Com admirável espírito de sacrificio, enfrentou e superou as dificuldades inerentes a um começo em terra estranha, sem recursos e numa situação política difícil. Estabeleceu-se na Gafanha da Nazaré e já em plena actividade, esteve na origem do Centro Tabor. Quando estava a ser construída a primeira casa das Irmãs de Maria, a Ir.Custódia ofereceu-se como altar para o novo e futuro Santuário. Logo após, sentiu os primeiros sintomas da sua grave enfermidade que a levaram à morte anos mais tarde. Em 1980 regressou para o Brasil. A vida da Ir. Custódia e a sua passagem por Portugal foram marcadas por espírito de oração, bondade, de serviço, de fidelidade nas pequenas coisas e grande austeridade. Em Portugal, nomeadamente na Gafanha da Nazaré, começou o trabalho de construir o movimento, trabalhando especialmente com grupos de mães e casais.
MP
segunda-feira, 28 de junho de 2010
O nosso Pe. Rubens com a Peregrina Original
Conheça como tudo aconteceu
A Peregrina Orginal, o Pe.Rubens, o Sr.João Pozzobon e o Papa João Paulo II
Foi no dia 25 de Julho de 1979, durante as férias do chileno Pe. Carlos Cox, em Roma, quando ele era ainda seminarista. Ele conta: "Eu estava de férias em Roma, com o objectivo de visitar tranquilamente os diferentes lugares e recordar a história da Igreja, quando me chamaram e avisaram que o Sr. João Pozzobon chegava a Roma. Perguntaram-me se seria possível que a imagem da Mãe Peregrina, que o Sr. João trazia, (a Peregrina Original) fosse abençoada pelo Santo Padre. Que eu tentasse possibilidade para isso. Realmente era uma tarefa quase impossível, já que eu era ainda um seminarista, que praticamente não conhecia Roma, e nem tinha contactos especiais para isso. As Irmãs de Maria (que actuam no Vaticano) estavam de férias, não havia ali sacerdotes diocesanos e nem os Padres de Schoenstatt. (…) Entretanto, procurei conseguir as entradas para a audiência, explicando ao encarregado que o visitante era uma pessoa especial, que era um senhor que havia peregrinado 140 mil quilómetros a pé com a imagem da Mãe Peregrina. Deram-nos um lugar no final, nada especial. Perguntei ao Padre Rubens: como faremos para que o Santo Padre abençoe a imagem? Aqui, o nosso modo de ser latino ajudou-nos: quando as pessoas se ajoelharam para receber a bênção, o Padre Rubens foi para a frente, até as barreiras. Eu e o Sr. João Pozzobon o seguimos. Chegamos até às barreiras de protecção e estávamos no lado direito - o Santo Padre saía pelo lado esquerdo. Entre essas barreiras há uns quinze ou vinte metros de distância! Nós dizíamos algumas coisas para o Papa, do outro lado: "Aqui está a Peregrina", "Venha abençoá-la". O Sr. João Pozzobon estava sempre tranquilo. O Santo Padre estava praticamente indo embora e nós ficamos muito decepcionados. Então, um guarda deu a volta, cruzou a barreira de protecção, para nos perguntar o que queríamos. Dissemos-lhe, numa mescla de italiano, castelhano e português, que queríamos que o Papa benzesse a Mãe Peregrina e como essa bênção era importante para a Campanha. O segurança disse-nos que só o Padre Rubens ou o Sr. João Pozzobon poderia passar com a imagem. Sem vacilar um segundo, o Sr. João decidiu que seria o Padre Rubens quem passaria com a imagem, e ele e eu ficamos. Dessa bênção foi feita a foto que vocês conhecem: o Santo Padre, do papamóvel, abençoando a Peregrina Original. Eu fiquei com o Sr. João Pozzobon. Estava muito descontente por não ter os contactos necessários. Tinha esperado um lugar melhor na audiência... Mas, o Sr. João dizia: "Foi ela quem se preocupou", o Santo Padre abençoou-a. Quando terminou tudo, nós saímos. Estávamos felizes, mas, dentro de mim havia algo. Fomos ao centro da Praça de São Pedro, rezamos e agradecemos a Mãe pelo que havíamos conseguido, nesse dia 25 de Julho. Realmente, o que mais me recordo é que foi um presente muito grande. Humanamente, não havia nenhuma possibilidade de que o Papa abençoasse a Mãe Peregrina, sem a ajuda desse guarda muito gentil, que depois voltei a encontrar no Chile, na ocasião da visita do Papa. Isso é um pouco da história da bênção da imagem.”
Publicado no site Schoenstatt Internacional (versão completa):
domingo, 27 de junho de 2010
Jubileu (25 anos) da morte de João Luis Pozzobon
Hoje, dia 27 de Junho de 2010, celebram-se vinte e cinco anos da morte do Sr. João Pozzobon, que ocorreu no ano de 1985.
Na manhã cheia de nevoeiro, desse dia 27 de Junho, (ano do centenário do nascimento do Padre José Kentenich), João Pozzobon foi colhido por um camião, quando se dirigia para a Santa Missa no Santuário de Nossa Senhora de Schoenstatt.
João Pozzobon foi o fundador e grande impulsionador da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt.
Do livro “140.000 Km a caminho com a Virgem” da autoria do Padre Esteban Uriburu, retirámos um excerto, que nos fala sobre os primeiros contactos do senhor João Pozzobon com o Movimento de Schoenstatt:
“Eu não conhecia Schoenstatt, nem tão pouco sabia que existia. Começaram as pregações, aqueles retiros e quando os pregadores começaram a falar e a dar-nos conhecimento e explicar muito claramente assim, um ponto vital, um ponto de vida mesmo, veio para (dentro de) mim: comecei a prestar atenção à missão do Fundador. Primeiro explicaram bastante a missão do Fundador, que era um grande devoto de Maria e que viajava pelo mundo fora pregando e construindo Santuários e levando, afinal, assim essa grande missão, que nasceu em Schoenstatt, onde fica o Santuário original. Mas o que me tocou bastante foram os seus seguidores, José Engling e os seus companheiros… Aquele heroísmo, aquela vida de total amor à Mãe Rainha, amor à Mãe de Deus… E deram sua vida!
Então, lá pude compreender que precisava também fazer despertar um heroísmo. Não só por dever. Pelo dever somos obrigados a fazer, mas o heroísmo, esse heroísmo total (significa) entregar-se! Isto ficou gravado no meu coração desde aquelas pregações com a geração fundadora. Então, “volta em volta” eu gosto de ouvir, porque aquilo me faz um bem! Porque sinto mesmo a vida daqueles heróis, daqueles que renunciaram, daqueles que deram a sua vida pela Mãe. Então procurei também entrar nesse caminho.”
E que bem que o Sr. João Pozzobon entrou nesse caminho. Um longo (140.000 Km) e profícuo caminho, que fez com que a Mãe Peregrina se “espalhasse” por todo o mundo, visitasse milhares e milhares de famílias e derramasse as suas bênçãos por todas elas.
“Seja noite ou seja dia,
Faça sol ou chuva fina,
Vai João em romaria
Com a Virgem Peregrina,
Não se assusta da invernia
Nem do vento ou da neblina,
Pois celebra a liturgia
Do Rosário à Mãe Divina.”
(Poesia do livro “A maravilhosa obra de um homem a pé” do Padre Ilvo Santo Roratto).
João Pozzobon exclamou certo dia:
“Se um dia me encontrarem morto à beira da estrada, saibam que morri de alegria.”
A Mãe Rainha e Vencedora três Vezes Admirável, assim o permitiu.
Fami e Paulo
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Gertraud von Bullion - 80 anos depois
Uma condessa, nascida para governar,
decide-se pelo servir.
Uma condessa, dotada de grande talento musical e com capacidade de liderança,
decide-se pela ajuda materna e fraterna, como enfermeira da Cruz Vermelha na I Guerra Mundial...
Uma condessa, que participa na vida social da sua classe: gosta de teatro e concertos, joga ténis, faz viagens.
Contudo, opta pela vida consagrada a Deus no meio do mundo, no espírito don conselhos evangélicos.Temos vindo a anunciar a biografia da Gertraud von Bullion intitulada "Serviam". Esse foi o testemunho que ela nos deixou depois de ter vivido uma vida de santidade. Morreu no dia 11 de Junho de 1930.
Nascida em 11 de Setembro de 1891, em Wuerzburg, Alemanha, faz os primeiros contactos com o Movimento de Schoenstatt depois de conhecer os Congregados de Schoenstatt durante a I Guerra Mundial, onde actuava como enfermeira da Cruz Vermelha. O objectivo de Schoenstatt de empenhar-se na “renovação religioso-moral do mundo” tocou-a profundamente. Gertraud von Bullion foi a primeira mulher a ingressar no Movimento de Schoenstatt, tornando-se co-fundadora da coluna feminina.
Contraiu tuberculose enquanto dedicava todas as suas forças, como enfermeira da Cruz Vermelha, aos feridos e doentes nos campos de batalha. No final de sua vida, debilitada fisicamente, ofereceu em silêncio o seu sofrimento e a sua dor para o pleno florescimento da Obra.
“Quando, na Primavera, vejo uma árvore em flor, tenho de pensar sempre numa alma que está adornada como uma noiva com a graça divina, e todas as vezes se eleva do coração o pedido: Senhor, faz que o amor cubra também de flores a minha alma. Pois, quando as árvores florescem, elas amam e, quando uma alma ama, ela floresce aos olhos de Deus..."
MP
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