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domingo, 10 de novembro de 2013

Semana dos Seminários - Promoção vocacional na Diocese de Aveiro


Felizes os chamados 

Como primeiro momento da Caminhada das bem-aventuranças temos, de 10 a 17 deste mês, a Semana de promoção vocacional. Situa-se esta semana na semana dos Seminários. Aberta a todas as vocações e abrangente no seu espírito e programa, a Semana Vocacional volta-nos, de forma explícita e direta, para a vocação presbiteral.
Deus continua a interpelar muitos jovens. O desafio à radicalidade da vida e a vocação à missão caminham a par. Importa semear no coração humano a questão: “O que Deus quer de mim?”
Esta questão é uma interpelação incontornável. Mais do que uma pergunta que sou convidado a fazer, é o início de um processo com sentido e de um projeto de resposta que sou chamado a dar.
Esta é a hora do chamamento, a hora da vocação. Esta é a hora para escutar, para responder, para caminhar. Para muitos esta é a hora de descobrir a vontade de Deus e de iniciar um caminho! Para outros esta é a hora de prosseguir com acrescida alegria o caminho já iniciado!
Na génese do chamamento e no centro da vocação está sempre Jesus. Só em Jesus encontraremos a força da generosidade e o segredo da fidelidade: “Senhor, quero o que Tu queres, mesmo sem saber se posso, mesmo sem saber que quero”.
Jesus chama pelo nome. Um nome dito no silêncio. Escutado e entendido por entre outras vozes. Ouvido com a surpresa inicial dos profetas e seguido com a confiança espontânea dos apóstolos, que “deixaram as redes e seguiram Jesus”.
Esta Semana Vocacional destina-se a cada um de nós. A vocação não é uma questão alheia. Não se trata de uma causa neutra. Não é uma realidade ausente. A vocação traz a marca da identidade de cada um de nós.
Que seja uma semana de oração intensificada, de silêncio valorizado, de atenção redobrada, de generosidade efetiva e de coragem assumida para ouvir a voz de Jesus e seguir os Seus caminhos!
Peço aos sacerdotes, nesta semana e a partir daí, um aumentado entusiasmo no testemunho da vocação e na generosidade do ministério. Dos consagrados (as) espero a certeza da oração e o exemplo da alegria de vidas dadas a Deus para o serviço da Igreja e para o bem do Mundo. Convido os seminaristas e todos os chamados a caminharem alavancados na força da fé e ancorados em Deus que «chama porque ama». Nas famílias e nos jovens esperamos encontrar sempre a abertura de coração aos horizontes imensos da missão a que Deus os chama.
Confio à Igreja de Aveiro um permanente louvor ao Senhor pelo testemunho dos chamados e uma constante oração de súplica para que Deus continue a enviar trabalhadores para a sua Messe.
 
 
(Da mensagem de D. António Francisco dos Santos à Diocese de Aveiro, 4 de Novembro de 2013)

Última caminhada da Missão Jubilar da Diocese de Aveiro inicia hoje

 
Caminhada das bem-aventuranças
 
De 10 de Novembro a 25 de Dezembro, vamos viver, em união de toda a Diocese, a caminhada das bem-aventuranças. A proposta desta Caminhada pretende envolver cada um dos cristãos da Diocese: famílias, paróquias, serviços e movimentos diocesanos, bem como todas as comunidades religiosas aqui presentes.
As bem-aventuranças são mensagem central da boa nova de Jesus e escola onde o mundo deve aprender a ser mais justo, mais fraterno e mais feliz. Cada um de nós é importante para viver comprometido e empenhado na realização de gestos de misericórdia, mansidão, paz, fraternidade, escuta…porque este é o caminho da verdadeira felicidade. Neste caminho nunca vamos sozinhos…nunca estamos sós. Caminhamos como Povo de Deus e somos Igreja de Cristo. “Na barca da Igreja, eu sou…”.
O arco do tempo que envolve esta etapa da Missão Jubilar abre-nos à dinâmica do Advento; centra-nos na celebração do Dia da Missão e do Dia da Memória e orienta-nos para a alegria do Natal de Jesus. Daqui se vai projectar, continuar e ampliar no tempo o horizonte da vida e o dinamismo da acção pastoral da nossa Diocese a partir da Missão.
Ao fazermos de “redes e peixes” os símbolos desta Caminhada pastoral sabemo-nos chamados e sentimo-nos permanentemente enviados em missão com ousadia profética e novidade evangélica. “Faz-te ao largo; e vós lançai as redes para a pesca” ( Lc, 5, 4).
(Da mensagem de D. António Francisco dos Santos à Diocese de Aveiro, 4 de Novembro de 2013)
 

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Schoenstatt agradece e reza pela alma D. António Marcelino

 
Neste momento de despedida, a Família de Schoenstatt da Diocese de Aveiro recorda, com imensa gratidão, a elevação do Santuário de Schoenstatt de Aveiro a Santuário Diocesano decretado por D. António Marcelino, assim como a sua presença em muitas peregrinações diocesanas e outros acontecimentos no Santuário. Aí, como Pastor da Igreja de Aveiro, D. António Marcelino conduziu muitos peregrinos a Nossa Senhora, dando testemunho da paz sentida no Santuário, no encontro com Jesus e sua Mãe.

 
Schoenstatt une-se aos diocesanos na oração comunitária pela alma de D. António Marcelino, especialmente nas duas Eucaristias celebradas hoje no Santuário de Aveiro.
Ontem, na vigília de oração no seminário de Aveiro, ao ouvir uma frase repetida muitas vezes por D. António Marcelino: "Quem quer o que Deus quer, tem tudo o que quer", e ao olhar para a história que ele escreveu junto com a Família de Schoenstatt da diocese de Aveiro, não poderia deixar de lembrar o momento histórico em que ele mesmo colocou o Símbolo de Deus-Pai no Santuário. Um símbolo que quer recordar o caminho para Deus, a condução de Deus, a sua Providência Divina e o seu olhar bondoso para cada um de nós. Certamente que este símbolo reflete, hoje, as suas palavras: "Quem quer o que Deus quer, tem tudo o que quer!

MP

Um dia vou louvar Maria... Hoje é o dia!


O olhar maternal de Maria

Com a procissão de velas que vamos realizar no dia 11 de Outubro, antevéspera do aniversário da última aparição de Nossa Senhora em Fátima, queremos voltar o olhar do nosso coração para Maria. Ela é modelo de fé, medianeira de graça, companheira de caminho, intercessora junto de seu Filho, Jesus. Ela é Mãe de Deus, Mãe da Igreja e nossa Mãe.
Com Ela caminhamos: Ela é cheia de graça. Com Ela acreditamos: Ela é Mestra na escola da Fé. Com Ela rezamos: Ela tem um lugar incontornável na história da salvação.
Em comunhão com o Papa Francisco consagramos o Mundo e confiamos a nossa Diocese ao olhar vigilante e maternal de Maria.
Convido toda a Diocese a louvar Maria e a sentir o olhar terno e o coração atento da Mãe de Deus sobre cada um de nós e sobre todos quantos aqui vivem.
Em cada vela acesa e na luz que da procissão irrompe espelha-se o olhar de Maria e manifesta-se o amor do seu coração às nossas famílias e à nossa Terra. “Um dia vou louvar Maria…Hoje é o Dia!”

António Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Último artigo de D. António Marcelino


D. António Marcelino fez o balanço dos seus anos de sacerdócio e deixou uma carta de amor à Diocese de Aveiro, no último artigo publicado no semanário diocesano "Correio do Vouga", a 18 de Setembro de 2013:

"Desde que o Vaticano II nos empurrou para uma Igreja fora de portas e para uma vida de confrontos, sempre senti a necessidade de ler melhor a realidade e a minha vida. F uma exigência de fidelidade à missão e de atenção ao que em mim se vai passando. É talvez momento para dar razão desta minha preocupação. No próximo fim de semana, se Deus mo permitir, completo 83 anos de vida e 38 de bispo. Há três meses somei, com alegria e gratidão, 58 de padre. Dirá o povo que idades de tal monta, constituem um bonito rol. E eu acho que assim é.
Não escrevo para narrar nostalgias e muito menos para me gloriar com o que vivo,   nem para me penitenciar pelo que não fiz ou fiz menos bem. Estas contas tenho de as acertar noutra instância.
Passaram pela minha vida mudanças sociais e acontecimentos que me foram ensinando a alegrar-me com os estão alegres e a sofrer com os sofredores. Abriu-se-me um mundo de oportunidades que me estimulam e me empurram. Sou emigrante desde criança. Doze anos na minha terra, outros tantos no Seminário, três em Roma, dezoito em Portalegre, pouco mais de cinco em Lisboa e há perto de trinta e três em Aveiro. Nunca me senti contrafeito, nem a mais. Gostei de estar onde estive. Aí regresso com uma alegria serena. Nunca vi que a minha presença fosse incómoda. Não me alvoracei com honras e encargos Nunca me senti triste ou vencido por não ser reconhecido ou pelo que não pude fazer ou as circunstâncias me lo vedaram. Vivo reconciliado com a vida e comigo próprio Sem inimigos. E amigos? Agora, talvez mais amigos do personagem bispo que fui, do que da pessoa do bispo que sou. De ontem ou de hoje os verdadeiros amigos não fazem distinções. São amigos.
Tudo isto vem a que propósito? É um testemunho a que a vida me aconselha. Tenho defeitos e qualidades. Procuro que as limitações me não levem a desistir e as qualidades me capacitassem para agir melhor e seguir em frente. É sempre a vida que comanda. Deus faz nela história connosco e, se deixarmos, faz história de salvação. Tive a graça de viver, como padre novo, o tempo do imediato ante concílio, do concilio e após concílio. Senti ao vivo a urgência de uma Igreja outra e do Povo de Deus como o grande obreiro do Reino; descobri o significado do Colégio Apostólico e da hierarquia como serviço; acordei mais para o dever de reconhecer e promover os leigos cristãos na sua dignidade e missão própria, na Igreja e no mundo; tomei consciência de que a santidade é vocação universal e dever de todos; vi com clareza a condição normal da Igreja peregrina,  evangelizadora e missionária por sua natureza e sempre em caminho de conversão:; agradeci a visão nova da liturgia, a descoberta da Palavra de Deus para os cristãos e as comunidades; vivi a novidade das novas relações da Igreja – Mundo; rejubilei com a abertura ecuménica e com a declaração sobre a Liberdade Religiosa; agradeci a Deus os Papas João XXIII pelo seu gesto corajoso, e Paulo VI pela sua lucidez e coragem…

EXÉQUIAS DE D. ANTÓNIO MARCELINO, Bispo Emérito de Aveiro


Na sequência da informação do falecimento de D. António Baltasar Marcelino, a diocese de Aveiro torna público que as celebrações exequiais decorrerão em Aveiro do seguinte modo:
10 de outubro – quinta-feira
Da parte da manhã o corpo será colocado na igreja do seminário de Aveiro
19h00 – Eucaristia
21h30 – Vigília de oração
11 de outubro – sexta-feira
09h00 – Laudes e transladação para a Sé de Aveiro
15h00 – Eucaristia exequial na Sé de Aveiro, seguindo depois o cortejo fúnebre para cemitério central de Aveiro
A diocese de Aveiro a viver em missão jubilar está unida na oração e gratidão a Deus pela vida e ministério de D. António Baltasar Marcelino. 

GICDA – Gabinete de Imagem e Comunicação da Diocese de Aveiro

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

D. António Marcelino regressou à casa do Pai


"Ficaram muitas coisas por dizer, muitos acontecimentos por narrar. Tenho disso consciência. Nem era possível dizer tudo, como é óbvio, porque a vida não tem balizas que a limitem e, na escolha, há sempre algo de subjectivo, o que, também é óbvio.
A porta fica aberta e cada um poderá agora dizer de si. Também foi meu objectivo ajudar outros a tomar consciência e a recordar a passagem de Deus na sua vida, a aperceber-se da sua presença nas pessoas encontradas e nos acontecimentos vividos."
(Conclusão do livro "Pedaços de vida que geram vida", da autoria de D. António Marcelino)

D. António Marcelino, bispo emérito de Aveiro, faleceu hoje aos 83 anos de idade, no Hospital Infante D. Pedro, da cidade, anunciou a diocese em comunicado enviado à Agência ECCLESIA.
O prelado foi recentemente hospitalizado, vindo a falecer esta tarde, pelas 17h30, refere o Gabinete de Imagem e Comunicação da Diocese de Aveiro (GICDA).
D. António Marcelino foi nomeado bispo coadjutor da Diocese de Aveiro em 1980, tendo sido bispo residencial de 20 de janeiro de 1988 a 21 de setembro de 2006, quando foi substituído por D. António Francisco dos Santos.
O seu funeral vai decorrer às 15h00 de sexta-feira, na Sé de Aveiro, seguindo depois o cortejo fúnebre para o cemitério central da cidade.
O corpo vai ser colocado esta quinta-feira na igreja do seminário de Aveiro, onde vai ser celebrada uma missa às 19h00, seguida de vigília de oração.
Para sexta-feira, às 09h00, está marcada a oração de laudes e transladação para a Sé de Aveiro, refere o GIDCA. 
A página da internet da Diocese de Aveiro informava hoje que o estado de saúde do bispo emérito era "muito delicado", após ter estado também no Hospital de Coimbra.

Natural de Castelo Branco, onde nasceu a 21 de Setembro de 1930, D. António Marcelino foi ordenado padre em 1955, bispo auxiliar do Patriarcado de Lisboa em 1975 e coadjutor da Diocese de Aveiro em 1980, sucedendo a D. Manuel de Almeida Trindade no dia 20 de Janeiro de 1988.

Neste momento de dor, a Família de Schoenstatt une-se a toda a Diocese de Aveiro e junta as suas orações a toda a Diocese , certos que D. António já foi acolhido no Céu, pela nossa Mãe do Céu.

Dai-lhe Senhor o eterno descanso, entre o esplendor da luz perpétua. Que descanse em paz. Amén
Em nome de toda a Família de Schoenstatt, Fami e Paulo

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Um dia vou ousar... hoje é o dia!!!


«A Missão Jubilar quer ser presença e anúncio de Jesus Cristo, saudação e oração em nome d’Ele, alegria e festa com Ele. Queremos preencher espaços humanos deixados vazios pela solidão. (…) Queremos ser rosto de Cristo vivo. Vamos criar ambiente de festa e plantar Cristoteca no coração da vida do mundo, onde conviver e cantar sejam nome e modo de evangelizar. “Um dia vou ousar…Hoje é o dia!”» (D. António Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro)
Um cristão triste é um triste cristão. A alegria deve ser marca da vida dos discípulos de Jesus. 
Este fim de semana vai acontecer uma Cristoteca, no relvado da Costa Nova. Esta iniciativa vai decorrer desde as 18 horas do dia 10 de Agosto às 06 horas (da manhã) do dia 11 de agosto e, assente num conceito de discoteca, será um espaço de animação, dinamizado com música de mensagem e onde se promove valores humanos e cristãos.
Proporcionar uma “diversão saudável” durante a noite é o objectivo da Cristoteca – um espaço de música e dança que não esquece a oração e a evangelização. Esta iniciativa visa promover um convívio cristão.

Fami e Paulo

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Uma festa inesquecível de alegria e de fé


Mensagem do Senhor D. António Francico, Bispo de Aveiro à Diocese de Aveiro

Neste tempo habitualmente destinado ao descanso e às férias, sentimo-nos acolhidos e marcados pelo ambiente de oração, de encontro e de acolhimento que a Tenda de Deus implantada nas praias da Torreira, da Barra e da Vagueira nos traz. Há momentos e espaços plantados no coração das cidades e no meio da agitação da vida em que o silêncio e a contemplação nos falam mais.
Simultaneamente foi moldando o nosso coração crente ao longo destes dias o belo testemunho dos jovens que se uniram ao Papa Francisco, no Rio de Janeiro, para viverem uma festa inesquecível de alegria e de fé.
O Papa Francisco, bispo de Roma e servidor da Igreja no mundo inteiro, foi, ele próprio, ao encontro dos jovens para os confirmar e fortalecer na fé e para os chamar a serem “discípulos de Jesus Cristo até as confins do mundo” (Mat 28, 19).
Os jovens que são a maior energia do futuro e a melhor janela donde se vê  já, em antecipação e esperança, um mundo novo, percorrem as nossas terras, procuram as nossas praias e preenchem de vida e de alegria as escolas, as igrejas e os lugares de convívio e de festa de aldeias e cidades.
O Papa Francisco desafiou os jovens a serem «campos da fé de Deus e atletas de Cristo», renovados no discipulado e na missão, verdadeiros sinais do amor de Deus e corajosos samaritanos que têm a coragem de levantar quem está caído à beira do caminho.
Isso exige dos jovens um treino permanente em ordem a uma vida cristã feliz. “Ide, sem medo, para servir”, disse o Papa aos jovens na Eucaristia de envio.
Pedi aos jovens da nossa Diocese, no momento de envio para as Jornadas Mundiais, no Rio de Janeiro, que levassem ao Papa Francisco notícias da Igreja de Aveiro a viver a alegria da Missão Jubilar. Espero, agora, que nos tragam, de regresso, a fortaleza da fé e a alegria evangelizadora que receberam do Papa Francisco e da multidão dos jovens cristãos que encontraram. Ninguém como os jovens, criativos e audazes, sabe contagiar o Mundo e a Igreja de juventude.

Ser cristão alegre e feliz
As bem-aventuranças do Reino, proclamadas por Jesus na encosta da montanha diante de uma multidão numerosa e com o mar à vista, não são anúncio feito para amanhã nem promessa recebida para cumprir à distância do tempo. São mensagem dirigida a cada um de nós. São palavra de Cristo para hoje. São evangelho para o nosso tempo.
Ser cristão é ser alegre e feliz. Precisamos, por isso, de proporcionar espaços que nos possibilitem viver esta realidade e afirmar este testemunho no mundo em que vivemos. Com o espírito que a Missão Jubilar a cada dia nos traz, vamos criar um ambiente de festa e de são convívio, onde a música e a envolvência do ambiente sejam oportunidade de evangelização.
Ao realizarmos uma “Cristoteca” na Costa Nova – Ílhavo, de 10 para 11 de Agosto, estamos a anunciar Jesus Cristo e a promover valores humanos de alegria, de fraternidade e de bem-aventurança evangélica.
Sob o lema: “Um dia vou ousar…Hoje é o dia!” queremos dizer, ao som da música, a alegria da fé e anunciar desde a vigília da noite a certeza de manhãs de ressurreição.
Os jovens compreendem, como ninguém, esta linguagem e abraçam estes gestos e sinais. Que eles nos ensinem, também, o seu amor incondicional a Cristo e a sua paixão pela Igreja, de que são membros por inteiro e imprescindíveis protagonistas!
Quem evangeliza é o primeiro a ser evangelizado e quem anuncia a alegria da fé recebe, em recompensa, mais alegria e mais fé.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Um dia vou rezar à noite...


"A oração é a alma da vida cristã e da Igreja viva, dinãmica e dinamizadora do mundo que queremos servir. Unidos em Arciprestado experimentamos a beleza da presença deste Deus que se faz presente quando dois ou três se reúnem em seu nome."
(Texto retirado do guião da Missão Jubilar)


No Arciprestado de Ilhavo, o momento de oração, teve lugar na Paróquia da Gafanha da Encarnação, junto à Ria de Aveiro, no local denominado "Largo da Bruxa!".
Um elevado número de pessoas, participou nesta oração nocturna, fazendo com que o "Largo da Bruxa" estivesse muito bem preenchido.
"Queria ter uma Igreja pobre e para os pobres" (Frase do Santo Padre, Papa Francisco), foi o lema sempre presente nesta oração nocturna.


“Um dia vou rezar à noite… hoje é o dia” foi o lema da ação do dia 11 de julho que congregou as comunidades paroquiais de cada um dos 10 arciprestados que constituem a diocese de Aveiro.

Estimulados pelo convite do nosso Bispo que nos dizia: “Saboreemos esta experiência espiritual que nos vai ajudar a perceber o valor de estarmos juntos e de nos sabermos unidos em nome do Senhor para rezar. Ele está no meio de nós. A oração é a alma da vida cristã e da Igreja viva, dinâmica e evangelizadora” a diocese das formas mais diversificadas reuniu-se à mesma hora em 10 locais diferentes para uma hora de oração. Desde os mais novos aos mais velhos reuniram-se alguns milhares de pessoas (largas centenas em alguns dos arciprestados) para viver este momento denso de fé e intenso de oração.
(Site da Diocese de Aveiro)

Fami e Paulo

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Mensagem do Sr. Bispo de Aveiro à Diocese


Oração numa noite de verão

O calor do verão leva-nos a procurar a brisa do mar, a proximidade da água, a sombra das árvores ou a altura das montanhas. E tudo isso dá mais conforto ao corpo e mais sentido e horizonte à vida.
O verão traz-nos também oportunidades de alimentar a alma e de saciar o espírito. E isso só a oração o consegue fazer. Rezar em noite de verão significa procurar Deus desde o alvorecer da manhã, acolher a ternura de Deus na tranquilidade da tarde, encontrar o Senhor Jesus no silêncio da noite e ouvir a voz do Mestre que fala aos discípulos à beira do Lago. Sabemos todos como é bom rezar no silêncio e a sós com Deus. Mas sabemos igualmente como é necessário reunir e rezar com todos quantos procuram Deus de coração sincero.
Nos caminhos de vida e de fé que a Missão Jubilar nos propõe tem todo o sentido valorizar as noites de verão como tempo abençoado de silêncio dado à oração e espaço necessário de encontro de pessoas que se juntam para rezar.
Assim está pensado o próximo dia 11 de Julho. Não é o único dia ao longo do verão em que nos congregamos para a oração, mas é um sinal pedagógico e um dia significativo em que nos queremos reunir, à mesma hora, num espaço público, em cada um dos arciprestados da nossa diocese para rezar: “Um dia vou rezar à noite…Hoje é o dia!”
Saboreemos esta experiência espiritual que nos vai ajudar a perceber o valor de sermos Igreja de Aveiro e de nos sabermos unidos em nome do Senhor para rezar. Ele está no meio de nós. A oração é a alma da vida cristã e da Igreja viva, dinâmica, evangelizadora e missionária que queremos ser.
Valorizemos esta oportunidade para vivermos com a criatividade que o tempo de verão nos proporciona e a que a Missão Jubilar nos convida estes momentos densos de fé e intensos de oração.
Não fazemos férias de Deus nem a Igreja está em férias. Aproveitamos, isso sim, o verão e as férias para nos reunirmos com tempo e com disponibilidade para rezar.
Tenda de Deus
Somos uma Diocese situada à beira mar, com zonas balneares de referência. Aveiro atrai todos os anos muitos veraneantes amigos vindos de longe. Queremos acolhê-los bem. Como é bom, muito bom mesmo, termos tanta gente que gosta da nossa terra, aqui encontra paz e procura descanso e se sente bem recebida e integrada nas nossas comunidades, sempre que aqui chega!
Importa abrir caminhos de proximidade onde o acolhimento se faça missão e o diálogo construa comunhão. Somos campo aberto e chão sagrado onde a Tenda de Deus está plantada, para que aí habite Deus e com Ele possamos viver, rezar e cantar a alegria da fé.
As nossas praias já se habituaram a esta presença da Igreja em iniciativas inspiradas pela pastoral de verão e pautadas pelo desejo de ir ao encontro das pessoas para anunciar o evangelho de Jesus. Em plena areia, beijada pelo mar e procurada por milhares de pessoas, encontraremos este ano a Tenda de Deus. Aí desejamos rezar com serenidade e paz.
Como seria bem que todas as crianças, jovens e famílias que aqui passam as suas férias se acolhessem por momentos nesta Tenda de Deus, que vamos erguer nas praias da Torreira, da Barra e da Vagueira! Queremos que a Tenda de Deus se faça, neste verão, casa de oração e de festa onde habite alegria e nasça paz e esperança para os nossos dias.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Nota Pastoral do Bispo de Aveiro - A Casa Sacerdotal é de toda a Diocese

 
A Casa Sacerdotal de Aveiro, cujo sonho Deus abençoou desde o seu início, foi inaugurada no passado dia 7, na solenidade do Sagrado Coração de Jesus, e abriu as suas portas a toda a Diocese no domingo, dia 16 deste mês de Junho.
Sonhada desde sempre como Santuário de Gratidão aos sacerdotes e a quantos os acompanharam dedicadamente ao longo da vida, a Casa Sacerdotal é agora um belo marco jubilar desta Igreja que vive em Missão, ao celebrar setenta e cinco anos da restauração da Diocese.
Quero hoje, mais uma vez e sempre, testemunhar a gratidão e afirmar com alma cheia de alegria o meu reconhecimento a todos quantos, dia a dia, contribuem para a construção da Casa Sacerdotal.
Um santuário levanta-se para Deus, ao jeito de mãos erguidas e de árvores plantadas, a partir do coração humano que é o chão sagrado que o sustenta.
Ao abrir as portas a quantos a visitaram, vindos de toda a Diocese, a Casa Sacerdotal é devolvida à Diocese que a construiu e é entregue ao Seminário a quem pertence. É este duplo vínculo que a identifica, define e diferencia.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Um dia vou cumprimentar-te... hoje é o dia!

CAMINHOS DE MISSÃO
 
A bela experiência de Missão Jubilar que estamos a viver abre-nos, a cada momento, novos caminhos de missão e convida-nos a novos desafios pastorais.
O mês de Junho inicia o tempo de verão, que se prolonga entre nós em Julho e Agosto. Vamos acolher com alegria as pessoas que cruzam connosco o seu caminho, em tempo de férias ou de reencontro com as suas famílias.
A Missão Jubilar quer ser presença e anúncio de Jesus Cristo, saudação e oração em nome d’Ele, alegria e festa com Ele.
Queremos preencher espaços humanos deixados vazios pela solidão. Vamos saudar-nos dizendo, em palavras marcadas pela verdade da amizade e do afecto, que ninguém está só. “Um dia vou cumprimentar-te…Hoje é o dia!”
Queremos dar alma cristã à vida humana. Fazemo-lo pela oração, na certeza de que Deus está sempre presente no meio daqueles que se reúnem em seu Nome. “Um dia vou rezar à noite…Hoje é o dia!”
Queremos ser rosto de Cristo vivo. Vamos criar ambiente de festa e plantar Cristoteca no coração da vida do mundo, onde conviver e cantar sejam nome e modo de evangelizar. “Um dia vou ousar…Hoje é o dia!”
Temos na mão uma grande missão, que desta forma dá sabor à vida e mostra a todos que a nossa casa é o mundo, a nossa arma é a fé e o amor e o nosso tempo é agora: “Vive esta hora!”
 
D. António Francisco dos Santos

 
DIA DA SAUDAÇÃO – 11 JUNHO
 
Um simples “bom dia” ou “boa tarde”, dito olhos nos olhos e de cara alegre, ajudará a quebrar a indiferença dos breves momentos em que nos cruzamos uns com os outros e – quem sabe? – repor os cumprimentos ausentes do passado.
É o que nos propomos para o dia 11 de junho, saudando todos aqueles com quem nos cruzarmos nesse dia.
Comunicar é amar e educar, por isso, cumprimentar, além de mostrar respeito pelo próximo, quebra o anonimato e a indiferença de uma sociedade cada vez mais massificada.
Aceite o desafio de, com este pequeno gesto acolhedor, nos humanizarmos e ajudarmos a humanizar a sociedade em que vivemos.
 
DIA DA ORAÇÃO – 11 JULHO
 
A oração é a alma da vida cristã e expressão da beleza da presença de Deus.
No dia 11 de julho, faremos um momento de oração em cada um dos arciprestados/concelhos da nossa diocese. Na sua paróquia encontrará a informação necessária sobre o local e hora deste momento de oração. Deixe que Deus lhe fale nesta oração vivida numa noite de verão.
 
DIA DA CRISTOTECA – 11 AGOSTO
 
Um cristão triste é um triste cristão. A alegria deve ser marca da vida dos discípulos de Jesus.
No dia 11 de Agosto, está convidado a participar numa “Cristoteca”, que realizaremos na Costa Nova – Ílhavo.
Esta iniciativa irá decorrer desde as 18h do dia 10 às 06h do dia 11 de agosto e, assente num conceito de discoteca, será um espaço de animação, dinamizado com música de mensagem e onde se promove valores humanos e cristãos.
 
 

Diocese de Aveiro inaugurou Casa Sacerdotal


A Diocese de Aveiro inaugurou a sua Casa Sacerdotal, um "santuário de gratidão" que se destina a padres idosos e doentes, disse o bispo local.
“A Casa Sacerdotal é gratidão do Povo de Deus aos sacerdotes, que por eles oferecem a vida, até ao limite das forças humanas. O que seria do Povo de Deus sem a vida, presença, oração, testemunho e ministério dos sacerdotes?”, refere D. António Francisco dos Santos, numa nota pastoral enviada à Agência ECCLESIA.
A bênção e inauguração do edifício tiveram lugar na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus e Dia de oração pela santificação dos sacerdotes.
A Diocese de Aveiro vai promover, a 16 de junho, um ‘Dia aberto’ para permitir a visita da Casa Sacerdotal a todas as pessoas que o desejem fazer.
“Será essa também uma forma de agradecer a generosidade de amigos e beneméritos, sem os quais este sonho não se teria cumprido”, escreve o bispo diocesano.
D. António Francisco dos Santos observa que a casa está construída, mas ainda não totalmente paga.
“É muito ainda o que devemos para saldar empréstimos contraídos. Embora todos estes empréstimos sejam sem juros, o que revela muita generosidade de quem nos ajuda e também assim edifica e constrói, exigem que sejam saldados”, explica.
A Casa Sacerdotal de Aveiro é apresentada pelo prelado como um “Santuário de Gratidão, dedicado aos sacerdotes e a quantos generosamente os acompanharam ao longo da vida”.
“Sinto que esta é uma hora jubilar de ação de graças a Deus e a Aveiro. ‘Vive esta hora!’ como lema da nossa Missão Jubilar, ao celebrarmos setenta e cinco anos da restauração da nossa Diocese, e como missão cumprida desta Igreja de Aveiro ao erguer este Santuário de Gratidão”, acrescenta.
O edifício foi erguido ao lado do seminário da diocese e é propriedade deste, sendo dedicado a Santa Joana, padroeira de Aveiro.
OC

Fonte:  http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=95693

domingo, 2 de junho de 2013

Procissão do Corpo de Deus na Costa Nova


A instituição da Eucaristia já foi celebrada solenemente na Quinta Feira Santa, mas em tom menor, dado o ambiente da Semana Santa e a aproximação à Sexta Feira da Paixão. Por isso, já a partir do século XIII, começou-se a celebrar a Solenidade do Corpo do Senhor com manifestações exteriores  de júbilo, principalmente procissões solenes.


Este ano no arciprestado de Ilhavo, a procissão do Santissimo Corpo e Sangue de Cristo, teve lugar na Paróquia da Costa Nova.

"A Solenidade Litúrgica do Corpo e Sangue de Cristo começou a ser celebrada há mais de sete séculos, em 1246, na cidade de Liège, na actual Bélgica, tendo sido alargada à Igreja latina pelo Papa Urbano IV através da bula ‘Transiturus’, em 1264, dotando-a de missa e ofício próprios.
Na origem, a solenidade constituía uma resposta a heresias que colocavam em causa a presença real de Cristo na Eucaristia, tendo-se afirmado também como o coroamento de um movimento de devoção ao Santíssimo Sacramento; terá chegado a Portugal provavelmente nos finais do século XIII e tomou a denominação de Festa de Corpo de Deus.


A "comemoração mais célebre e solene do Sacramento memorial da Missa" (Urbano IV) recebeu várias denominações ao longo dos séculos: festa do Santíssimo Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo; festa da Eucaristia; festa do Corpo de Cristo.
A procissão com o Santíssimo Sacramento é recomendada pelo Código de Direito Canónico, no qual se refere que "onde, a juízo do bispo diocesano, for possível, para testemunhar publicamente a veneração para com a santíssima Eucaristia faça-se uma procissão pelas vias públicas, sobretudo na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo" (cânone 944, §1).


A Igreja acredita que o Santíssimo Sacramento, ao passar no meio das cidades, promove expressões de amor e agradecimento por parte dos fiéis, sendo também para fonte de bênçãos."

Fami e Paulo

Nota: Este texto foi elaborado com excertos do livro "Santos ao Ritmo da Liturgia" de José H. Barros de Oliveira e também do site Agência Ecclesia.
As fotografias foram tiradas hoje, durante a procissão que teve lugar na Costa Nova.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Inauguração da Casa Sacerdotal da Diocese de Aveiro

 
Aveiro, 29 maio 2013 (Ecclesia) – O bispo de Aveiro anunciou que a inauguração da Casa Sacerdotal, para os padres idosos e doentes da diocese, vai decorrer no dia 7 de junho, agradecendo a generosidade de quem ofereceu os seus donativos para esta construção.
“A Casa Sacerdotal é gratidão do Povo de Deus aos sacerdotes, que por eles oferecem a vida, até ao limite das forças humanas. O que seria do Povo de Deus sem a vida, presença, oração, testemunho e ministério dos sacerdotes?”, refere D. António Francisco dos Santos, numa nota pastoral hoje publicada e enviada à Agência ECCLESIA.
A bênção e inauguração do edifício têm lugar na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus e Dia de oração pela santificação dos sacerdotes.
A Diocese de Aveiro vai promover, a 16 de junho, um ‘Dia aberto’ para permitir a visita da Casa Sacerdotal a todas as pessoas que o desejem fazer.
“Será essa também uma forma de agradecer a generosidade de amigos e beneméritos, sem os quais este sonho não se teria cumprido”, escreve o bispo diocesano.
D. António Francisco dos Santos observa que a casa está construída, mas ainda não totalmente paga.
“É muito ainda o que devemos para saldar empréstimos contraídos. Embora todos estes empréstimos sejam sem juros, o que revela muita generosidade de quem nos ajuda e também assim edifica e constrói, exigem que sejam saldados”, explica.
A Casa Sacerdotal de Aveiro é apresentada pelo prelado como um “Santuário de Gratidão, dedicado aos sacerdotes e a quantos generosamente os acompanharam ao longo da vida”.
“Sinto que esta é uma hora jubilar de ação de graças a Deus e a Aveiro. ‘Vive esta hora!’ como lema da nossa Missão Jubilar, ao celebrarmos setenta e cinco anos da restauração da nossa Diocese, e como missão cumprida desta Igreja de Aveiro ao erguer este Santuário de Gratidão”, acrescenta.
O edifício foi erguido ao lado do seminário da diocese e é propriedade deste, sendo dedicado a Santa Joana, padroeira de Aveiro.
OC
 
Ver Nota Pastoral – Uma aventura de amor pela Igreja em: 
 
 
 
 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Homilia do Senhor Bispo de Aveiro no dia da Peregrinação a Santa Joana

Aveiro, 12 de Maio de 2013


Caminha Povo de Deus!

1.Sede bem-vindos, amados diocesanos, a esta bela cidade de Aveiro, que, hoje, tem as cores da alma das cento e uma paróquias da nossa Diocese.
 A Sé, nossa igreja-mãe, o Convento de Jesus, onde viveu e repousa a nossa Padroeira e a estátua de Santa Joana Princesa, homenagem de Aveiro, envolvem e abençoam este espaço humano, que a Eucaristia transforma em mesa divina. Aqui pulsa o coração, cristão, forte e irradiante,da Igreja diocesana,a viver em Missão Jubilar.
Em 12 de Maio de 2008, anunciei a decisão de convocar uma Missão Jubilar, por ocasião da celebração dos setenta e cinco anos da restauração da Diocese. Esse primeiro anúncio, dirigido a vós, irmãos sacerdotes, convidava-nos a sermos mensageiros felizes das bem-aventuranças, a vivermos como discípulos de Jesus, a abrirmos as portas da Igreja para caminhos novos de diálogo com o mundo e a ampliarmos o anúncio do evangelho a novas periferias de missão.
Soubemos preparar juntos a Missão. Queremos viver juntos em Missão. Hoje peregrinamos juntos ao túmulo de Santa Joana, evocando a sua morte, a 12 de Maio de 1490. Juntos, estamos a construir uma Igreja de rosto belo e de alma missionária em Aveiro.
Não somos sonhadores passivos num mundo em mudança. Somos cristãos conscientes a viver a beleza da fé, em Ano da Fé, e nesta primavera da Igreja, que as palavras simples e os gestos proféticos do Papa Francisco diariamente nos trazem.


2. Sede bem-vindos a Aveiro, amados diocesanos, em domingo da Ascensão do Senhore em Dia mundial das Comunicações Sociais. Saúdo quantos estão em comunhão connosco, nesta Eucaristia, através do canal de televisão da diocese.
Na oração inicial desta celebração rezámos assim: “Deus omnipotente, fazei-nos exultar de alegria e em filial acção de graças, porque a ascensão de Cristo, vosso Filho, é a nossa esperança (Colecta da Missa da Ascensão).
Este foi igualmente o pedido de bênção de S. Paulo a favor dos cristãos de Éfeso: “O Deus de Nosso Senhor Jesus Cristo vos conceda um espírito de sabedoria para O conhecerdes plenamente e ilumine os olhos do vosso coração, para compreenderdes a esperança a que fostes chamados” ( Ef 1, 17-23).
S. Lucas, por seu lado, põe na boca de Jesus uma preciosa recomendação, dada aos seus discípulos: “Sede minhas testemunhas em Jerusalém e em todos os lugares da Terra” ( Act, 1, 1-11).
3. Somosdiscípulos e testemunhas de Jesus Cristo. Esta certeza,de que nos fala a liturgia, é âncora agarrada ao Céu e à qual nos ligamos para caminhar na Terra.
Não somos super-heróis nem lutadores solitários. Somos Igreja peregrina. Igreja conciliar. Que não esquece o seu caminho próprio, a sua história específica, o seu percurso sinodal!Caminhamos com a audácia dos discípulos de Jesus. Sabemos que a nossa casa é o mundo, a nossa arma é o amor e o nosso tempo é agora.
Anunciar Jesus Cristo no contexto próprio do nosso tempo exige de nós liberdade e coragem para olhar horizontes maiores de missão, lançaras redes em águas mais profundas e gastar a vida ao serviço do evangelho. Animemo-nos uns aos outros a seguir Cristo de perto, colocando carismas e dons ao serviço da Igreja e do Mundo.
São belas e oportunas as palavras de Paulo VI: “Tenhamos sempre em nós a doce alegria de evangelizar”. ( Ev. Nunt. 80).

terça-feira, 14 de maio de 2013

Peregrinação do Santuário de Schoenstatt até ao túmulo de Santa Joana

Inicio no Santuário com oração

"A filha do "Africano" (D. Afonso V) sabia cultivar em si mesma a alegria sã, para a partilhar com os demais; é esta uma forma admirável de caridade. Poderia sofrer interiormente, mas sentia-se em paz e procurava ser superior a tudo o que a perturbasse, porque tinha a certeza de que Deus, presente na sua consciência , era a sua imensa alegria."

Preparando para começar 

"Em Santa Joana, o amor era verdadeiramente doação, íntima união, fusão total, por isso, ela partilhava dos sofrimentos de Cristo... e tão voluntariamente que mal avaliamos o requinte do mesmo amor."

Já em peregrinação

"Todos julgavam que a filha do monarca repousava no aconchego dos seus aposentos e que descansava numa cama gótica com bom colchão e bons cobertores, com uma colcha enriquecida por fios de ouro e com um dossel e seus cortinados a condizer. Porém, não acontecia assim: as horas do sono passava-as num humilde compartimento inferior, de paredes nuas e sobre uma dura cama." 

Paragem para meditação

"Porque o cristão se mostra nas obras que faz, estas acções da Princesa eram a melhor expressão do seu ser e do seu pensar. Amava sobretudo a Deus, que era o primeiro a amá-la e procurava cultivar em todas as circunstâncias a vida escolhida com Cristo em Deus, mas era precisamente desta vivência que dimanava e nela se estimulava o amor do próximo."

Nota: Excertos retirados do guião desta peregrinação. O texto integral é de Monsenhor João Gonçalves Gaspar.

Fami e Paulo

sábado, 11 de maio de 2013

Peregrinar do Santuário de Schoenstatt até ao túmulo de Santa Joana



Programa do Movimento de Schoenstatt

·        11h00 – Partida do Santuário a pé.

·        Chegados a Aveiro, visita ao túmulo de Santa Joana e oração.

·        Almoço (Farnel de peregrino).

Todos são chamados a peregrinar. Vamos a pé ao encontro da Diocese.

Fami e Paulo

Um dia vou peregrinar... Hoje é o dia!


O Papa Francisco convidou a Igreja a caminhar, a edificar e a professar a fé em Jesus Cristo: “A nossa vida é um caminho e é errado pararmos. Queremos caminhar sempre. Caminhemos à luz do Senhor.”
Jesus Cristo, nossa Páscoa e nossa Festa, convoca-nos e congrega-nos em peregrinação como Igreja Diocesana, para professar a alegria da fé, anunciar as bem-aventuranças do evangelho e descobrir a beleza da santidade.
Em pleno mês de Maio e no coração da Missão Jubilar, vamos peregrinar ao túmulo de Santa Joana Princesa, nossa Padroeira.
A Igreja necessita de testemunhos de santidade que espelhem o rosto feliz dos cristãos.
Santa Joana é exemplo de amor a Aveiro e modelo de vida e de santidade para os discípulos de Jesus. Ela é nossa Padroeira e nossa Bênção.
“Vive esta hora, Igreja de Aveiro!”, povo de Deus em festa e povo peregrino em missão: “Um dia vou peregrinar…hoje é o dia!”

D. António Francisco dos Santos - Bispo de Aveiro
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